O Irresistível Duque de Birmingham

6 Corações Quentes... Corpos Gelados


Notas iniciais
Voltei a me distrair com o lago abaixando as vistas, mas algum tempo se passou até que as águas se agitaram lentamente como se algo estivesse se aproximando, levantei meus olhos, e não acreditei no que vi, Era Edward, ele era o desconhecido do bote, ele me olhou de maneira charmosa abrindo um sorriso e disse gentil como sempre:- Boa tarde Bella! Admirando a paisagem?...

POVS BELLA...

Não sei se ficava triste ou feliz ao ver meu pai chegar bem na hora que... Que Edward ia me beijar, mas acho que foi melhor assim, repetia sempre pra mim mesma que não deveria ceder aos seus encantos, e quando me dava conta já estava ali totalmente a mercê dele, mas que droga! Porque toda vez que ele me irritava eu só pensava em me jogar nos seus braços? Porque ele tinha que me provocar com aquele sorriso... E aquela voz...? Porque? Me sinto perdida e ao mesmo tempo tão frágil diante dele, desde quando o vi pela primeira vez perdi minha paz, ele é tudo que quero e tudo que não deveria pensar em ter, as vezes tenho a impressão que vou enlouquecer.

Não sei se o meu pai notou o quanto eu estava tensa quando ele entrou, mas acho que não percebeu nada de estranho, pois tratou Edward normalmente, só que quando ele pediu pra falar comigo confesso que senti um frio na barriga, será que ele falaria sobre Edward? Talvez fosse outro assunto, ele marchou em direção à saída e eu o segui, ainda olhei pra trás mais Edward estava olhando o quadro como antes, se ele ficou nervoso com a entrada de meu pai não demonstrou. Caminhamos em direção ao enorme jardim, ele sentou em uma cadeira que havia entre as flores e eu sentei em outra ao seu lado, tentei conter meu nervosismo e perguntei:

- Sobre o que quer conversar pai?

Ele me olhou franzindo a testa e perguntou:

- O que estava fazendo sozinha com o Duque Bella?

Pra minha infelicidade era exatamente o assunto que eu temia, será que ele desconfiava de algo?

- Como assim? Não entendi.

Fingi irritação, pra que meu pai achasse que realmente não estava acontecendo nada.

- O que... Fazia... Ali... sozinha... com ele?

Ele perguntou de maneira pausada, como se tivesse se irritado comigo.

- Nada de mais, eu estava ali olhando a obra, ele chegou um pouco depois e começamos a falar sobre o quadro, só isso.

Tentei falar de maneira mais calma, rezando pra que ele acreditasse em mim.

- Foi só isso mesmo?

Ele perguntou com o olhar desconfiado, eu respirei fundo e disse:

- Claro que foi pai, não acredita e mim?

Me fiz de ofendida tentando desarmá-lo, deu certo, ele aliviou a expressão, pegou em uma de minhas mãos e disse de forma carinhosa:

- Claro que acredito filha... Mas... Você lembra do que disse sobre o duque antes de chegarmos aqui, não lembra?

Fiquei com vontade e dizer: “não só lembro como pude comprovar o quanto ele é mulherengo”, mas claro não foi isso que lhe respondi.

- Lembro pai.

- Então... Espero que não esqueça, Edward tem muitas qualidades, mas também grandes defeitos, não quero nenhuma proximidade entre vocês, entendeu?

Meu pai estava certo aquele homem era “nitroglicerina pura”, eu queria muito fazer o que ele me pedia, mas não era fácil, ainda sim sabia que era o mais correto.

- Mas... Não estamos próximos, o duque sempre me respeitou, não precisa se preocupar.

Até eu me admirei da minha capacidade de mentir tão bem, não queria fazer isso, mas o que eu diria? A verdade? Era capaz dele cair “duro” se eu fosse apenas cinco por cento sincera com ele, imagina se lhe contasse tudo.

- Bom... Eu não duvido, sei que o duque não faltaria ao respeito com a filha do melhor amigo, ainda mais por ele ter o dobro da sua idade, de qualquer forma não quero que passem muito tempo sozinhos, converse com ele quando tiver mais alguém por perto, ele é um bom homem, mais tem uma péssima fama, você sabe, falo isso pro seu bem.

Suas últimas palavras me irritaram tudo bem que Edward era o “pecado em pessoa”, mas meu pai falava com se eu fosse “uma donzela nas garras de um conquistador implacável” se bem que era quase isso mesmo, Oh deus! Eu sei os riscos que corro, e só eu sei também o quanto eu luto pra fugir deles.

- Tudo bem, vou fazer o que me pede.

Meu coração se apertou quando disse isso, não sabia se conseguiria cumprir minhas palavras, mas eu tentaria, eu precisava tentar, eu o desejava mais do que tudo, mais não queria ser mais uma em sua vasta lista de conquistas.

Mas alguns dia se passaram e resolvi fazer o que meu pai queria, mas era difícil ficar perto de Edward mesmo com gente envolta, ele mexia demais comigo, seus olhos... O jeito de falar... Parecia mais uma dança sensual, será que ele fazia de propósito ou era naturalmente assim? Confesso que não sei ao certo, todos os dias eu rezava pra que os dias passassem voando e eu pudesse voltar logo pra América, hoje faz um mês que estamos aqui, meu pai não falou ao certo quanto tempo moraríamos com o duque, mas pra mim esse mês parecia um ano, fazia uma bela tarde de sábado, meu pai disse que ia sair mais não demoraria, não perguntei pelo Duque concluí que Edward ia com ele.

Depois resolvi dar uma volta fora do castelo, como a propriedade era enorme tinha alguns lugares que ainda não tinha ido, tudo era lindo demais, possuía natureza por todos os lados, pomares, flores silvestres, até que avistei algo que achei mais lindo até então, um lago enorme, se o inverno não estivesse tão rigoroso em Londres e eu soubesse nadar... havia uma pequena ponte de madeira sobre ele com uma escadinha que dava acesso á água me sentei lá, e fiquei encantada com os patos e cisnes que estavam nadando, comecei a jogar pedrinhas na água tentando me distrair, mais era impossível pensar em outra coisa que não fosse o “maravilhoso duque”, resolvi olhar melhor ao meu redor, e ao longe vi um bote e alguém remava devagar por entre as águas, tentei identificar a pessoa mais só deu pra ver que era um homem, daquela distancia era impossível ver o rosto então pensei:

“Deve algum vizinho das redondezas ou um empregado do duque.”

Voltei a me distrair com o lago abaixando as vistas, mas algum tempo se passou até que as águas se agitaram lentamente como se algo estivesse se aproximando, levantei meus olhos, e não acreditei no que vi, Era Edward, ele era o desconhecido do bote, ele me olhou de maneira charmosa abrindo um sorriso e disse gentil como sempre:

- Boa tarde Bella! Admirando a paisagem?

Quase perdi o ar, ele estava mais lindo do que nunca, e fora dos seus padrões, sempre o via de terno, e agora ele vestia jeans, camiseta e um casaco de couro, ele parecia quase um garoto, que genética boa meu pai! Tive vontade de dizer que agora chegou a paisagem que queria admirar, mais me contive é claro.

- É... Estou sim.

Disse um tanto nervosa, pois não esperava vê-lo, eu deveria levantar e ir embora, não ficávamos sozinhos desde o dia do quadro, então era melhor não arriscar, não queria desapontar meu pai.

- Não gostaria de dar um passeio comigo?

Meu coração disparou no peito com seu convite, mas lógico que não podia aceitar, não só pelo meu pai, mais também tinha certeza que acabaríamos brigando ou nos beijan... Não! Claro que não! Não aconteceu nada da última vez e não vai acontecer agora, então disse:

- Eu... Não posso, além do mais não sei nadar.

Bom era verdade não sabia nadar mesmo, mas só falei isso como desculpa, me levantei pra ir embora, mas ele falou usando um tom persuasivo:

- Mas eu sei nadar muito bem, e remo melhor ainda, estará segura comigo, eu garanto.

Qual mulher não ficaria segura naqueles braços e... Lá estou eu perdendo a cabeça de novo! Não posso perder o pouco de sanidade que ainda me resta, ele é um “mulherengo conquistador”, e porque mesmo assim ainda quero pular dentro do bote e dar um passeio com ele? Sou uma louca mesmo! Mas não, não posso fazer isso. Fiquei olhando pra ele sem forças que pra dizer não, mais também sem forças pra dizer sim, ele me olhou profundamente como se quisesse ler meus pensamentos, senti meu sangue esquentar e ele falou com o tom puramente sedutor:

- Vamos lá Bella, é apenas um passeio, quero lhe mostrar alguns lugares que ainda não conhece, venha.

Ele encostou o bote mais perto da escada, e estendeu suas grandes e dedicadas mãos pra mim, e parecia um imã me puxando, como uma força da natureza que eu não pudesse controlar, quando me dei conta já tinha estendido minhas mãos na sua direção, e quando ele me tocou senti o mesmo tremor da primeira vez que sua pele tocou a minha, minhas suaram pelo nervosismo como da primeira vez também, mas acho que ele achou que era porque não sabia nadar, pois disse:

- Não fique nervosa, confie em mim.

Sim eu confiava e nem sabia o motivo, ele levantou me ajudando a entrar no bote que não era muito grande, só tinha espaço pra mais uma pessoa, me sentei na outra ponta, ainda sim ficamos próximos, ele só voltou a se sentar depois que eu estava acomodada, ele pegou os remos um de cada lado do seu corpo e começou a mover o bote lentamente, comecei a observar sua expressão que estava suave, os movimentos que ele fazia realçavam os músculos do seu peito forte, ele me deu um sorriso torto e perguntou:

- Já tinha andado de bote antes?

Só então me toquei que estava olhando tempo demais pra ele sem dizer nada, então respondi:

- Não, nunca... E como não sei nadar...

- Devia aprender a nadar é muito bom, eu sempre gostei de água, quando criança eu costumava andar de bote com meu pai, foi ele que me ensinou, depois descobrir que era um ótimo exercício e que fortalecia os músculos.

Só agora percebi que desde que me encontrou aqui hoje ele falava num tom normal, sem deboche ou malicia das outras vezes, ele estava agindo como um cavalheiro, confesso que gostei, e nossa conversa começou a fluir naturalmente.

- Os seus pais morreram não foi?

- Sim... Há alguns anos, eles eram muito especiais.

Ele falou num tom triste e me arrependi por ter perguntado, então tratei de mudar de assunto:

- Eu vi alguns pomares hoje, esse lugar e lindo demais.

Ele sorriu e disse:

- Tem razão, mais fique de olhos atentos, pois ainda vai ver muito beleza pela frente.

Eu acabei sorrindo pelo seu tom animado, Edward remava de forma hábil e parecia não se cansar, e me mostrou lindas paisagens por onde passávamos, ele estava sendo tão gentil que me senti mal pela forma que o tratei das outras vezes, mesmo achando que ele merecia, então fiz o que achei certo no momento e disse:

- Eu queria me desculpar com você... Pelas coisas que te disse, a forma como venho te tratado, você podia ter contado meu comportamento pro meu pai ou até expulsado a gente daqui e mesmo assim não fez nada, me perdoe! Quem sou eu pra me meter na sua vida, você deve me achar uma menina chata e intrometida, não é?

Ele sacudiu a cabeça dando um leve sorriso e disse:

- Eu também lhe devo desculpas, principalmente por minhas brincadeiras, bom... Eu não posso mandar prender ninguém sendo um duque, e também não sei pintar quadros, e não acho você chata ou intrometida.

Eu sorri também e disse:

- Tinha quase certeza disso.

De repente nos encaramos, como se tivéssemos conectados, minha respiração acelerou e senti o olhar dele sobre meus lábios, mais um barulho estridente nos despertou, Edward parou de remar e eu fiquei em pé no barco olhando pra todos os lados e perguntei assustada:

- Mas o que foi isso?

Ele levantou e disse:

- Calma, não foi nada, foi só um tiro.

O modo calmo com que ele falou me irritou e eu disse:

- Um tiro? E diz isso com essa calma?

Ele sorriu e disse:

- Estamos na época de caça Bella, é comum.

- E o que se caça nessa época?

Perguntei, ele pareceu pensar um pouco e disse:

- Servos... Aves.

Coloquei a mão no peito suspirei aliviada e disse:

- Ainda bem, pensei que estavam matando alguém.

Ele sorriu novamente se aproximando de mim e disse:

- Fica tão linda agitada desse jeito.

Edward disse com aquela voz rouca e enlouquecedora que ele tinha, em seguida tocou meu rosto, fechei os olhos sentindo seu toque, um calafrio percorreu minha espinha, e disse com a voz afetada por sua caricia.

- É melhor... Voltarmos... Está tarde.

- Sim... É melhor.

Ele sussurrou próximo ao meu ouvido, e eu num ato de loucura coloquei a mão sobre seu peito, a fechei em punho em torno de sua camisa, ele me puxou pela cintura colando nossos corpos, e eu estremeci, ele levou a mão as meus cabelos afundando seus dedos, em seguida senti seu nariz no meu pescoço e ele disse num tom baixo muito sexy.

- Seu perfume... É o mesmo do meu... Sabia?

- Sim.

Disse num fio de voz, sem poder fugir mais, eu abri os olhos e ele me encarava, seus olhos pareciam queimar sobre os meus, ele tocou meus lábios com o polegar e disse como se confessasse o maior dos pecados:

- Eu tentei... Mais não posso mais fugir.

- Edward...

Pronunciei seu nome de maneira agoniada, queria demais aquele beijo, e se ele não me desse eu morreria com certeza, precisava sentir seus lábios, sua língua, ele pareceu entender e me tomou num beijo quente, lascivo, nunca tinha sentido nada igual, eu gemia contra seus lábios como se ele tivesse me possuindo, me senti perdida, como se fosse meu primeiro beijo, ele parou de me beijar e atacou meu pescoço com beijos molhados, em seguida mordeu minha orelha, o que me fez gemer mais alto ainda, me agarrei ainda mais a ele, ele acariciou um dos meus seios e deu um gemido abafado, senti sua ereção em minhas coxas e aquilo pareceu me despertar, não podia continuar com aquilo, era loucura! Com que cara eu olharia pro meu pai? Oh deus! O empurrei e disse:

- Pare! Me solte! Não vou ser mais uma pra você! Me solte!

Ele me olhou confuso e disse:

- Fique calma! Pare!

Ele disse e ainda me mantinha em seus braços, e na vontade de me soltar o bote começou a sacudir.

- Fique quieta! Ou o vamos cair na água.

Em disse num tom sério, mas não lhe dei ouvidos, e me debati ainda mais, e Edward estava certo, em seguida caímos na água gelada do rio. Foi tudo muito rápido, assim que afundei senti as mãos de Edward na minha cintura me puxando pra cima, me agarrei a ele, a água estava congelante e eu disse apavorada:

- Por favor, não me solte!

Ele me apertou ainda mais e disse:

- Não vou soltar! Agora venha vamos voltar pro bote.

Ele disse num tom firme, me ajudou a subir e subiu depois, me sentei onde estava antes, comecei tremer de frio, olhei pra Edward e me espantei ao ver que ele tirava sua roupa e perguntei:

- O que está fazendo?

- Tirando a camisa e o casaco, faça o mesmo.

Olhei pra ele sem atender, pensei que fosse uma brincadeira dele, mas sua cara estava séria:

- Mas pra que?

- faça o que estou pedindo, estamos muito longe da beira do rio, em seguida sente no meu colo e me abrace isso vai evitar que congelemos até eu remar de volta.

Meu coração disparou no peito e pensei:

“Não, isso só pode ser um brincadeira, ele quer que eu sente no colo dele? tudo bem que estamos congelando, mais isso é demais!”.

Olhei pra ele, Edward agora estava apenas de calça, ele era muito mais forte do que imaginava realmente remar fortalecia os músculos, Jesus! E me olhava como se perguntasse em silêncio “o que você está esperando”, engoli em seco e sem pensar mais em nada comecei a tirar a roupa, primeiro meu casaco, e quando fui tirar a camiseta virei de costas estava sem sutiã e não queria que ele visse meus seios, estava muito constrangida e disse:

- Feche os olhos Edward, e só abra quando eu me sentar em seu colo, está bem?

- Está... Está bem.

Ele respondeu como se estivesse nervoso, sentei em seu colo de lado e o abracei, nossos corpos tremeram ao mesmo tempo quando se tocaram e Edward disse:

- Por deus Bella! Você está congelando.

- Vo... cê tam..bém.

Minha voz saiu cortada pelo frio, ele me abraçou fortemente e disse:

- Vou começar a remar o máximo que puder pra chegarmos o quanto antes, não me solte ou vamos congelar, entendeu?

- Isso não é mais um truque... Pra... Tentar... Me seduzir não é?

Falei tentando segurar o trincar dos meus dentes, ele respondeu em tom de mágoa:

- Você que sabe se quiser morrer de frio, é só voltar pro meu lugar, e vestir suas roupas molhadas, quando eu era criança fui acampar com meu pai, e caí no rio e só estou aqui hoje porque ele fez o que estou fazendo agora.

Agora percebi o quanto estava sendo infantil, pensei que era mais um dos seus truques de sedução, mais ele estava apenas tentando salvar minha vida, como posso ter a mente tão suja assim? Oh deus! Que homem maravilhoso!

- Desculpe Edward, a culpa foi minha, se nos adoecermos eu...

Ele me interrompeu e disse calmante:

- Não vamos adoecer os nossos corpos juntos logo vão produzir calor, apenas não me solte, está bem?

- Sim... Não soltarei.

Disse de maneira firme, depois me soltou do seu abraço, e começou a remar rapidamente, a calça dele estava tão molhada quanto a minha, e agradeci por estamos quase congelando, ou não sei o que poderia acontecer, ainda assim tinha plena conhecia do homem forte e viril que estava embaixo de mim, e o beijo que trocamos estava vivo em minha mente, fechei os olhos com força tentando pensar em outra coisa, mais era difícil com seu peito forte contra meus seios, e seu coração que batia forte como o meu, não sei quanto tempo se passou, mas o frio já não estava mais tão ruim, de vez em quando sentia a respiração de Edward contra minha pele, não falamos mais nada até que ele disse:

- Chegamos!

Nos encaramos e nossas bocas ficaram muito próximas, ele perguntou com sua voz rouca:

- Quer que eu feche os olhos quando levantar?

Pisquei algumas vezes, tentando acordar do sonho de estar tão perto dele, me levantei rapidamente virando de costas e vestindo minhas roupas sem me importar se ele tinha visto algo ou não, precisava fugir dali e rápido, suportei mais do que podia, mais quando as roupas molhadas tocaram meu corpo o frio voltou mais forte e gemi sair do barco e comecei a andar depressa, de repente senti braços em levantando do chão, era ele arfei ao ter seu corpo colado de novo ao meu e ele disse:

- Assim vamos demorar ainda mais.

Continuei sem dizer nada, passei a mão envolta do seu pescoço, enquanto ele me guiava rapidamente de volta, ele tinha razão a pé eu iria demorar muito mais, pois minhas pernas estavam doloridas de frio, já perto do Castelo ele me colocou no chão, murmurei um “obrigada” antes de entrar correndo em busca do meu quarto precisava de um banho quente, Esme estava na sala, e olhou espantada pra nós dois assim que passamos por ela.

CONTINUA...

Notas finais
OLÁ! O CP FOI QUENTE COMO FALEI, NÃO FOI? KKKKKK! TENHO ALGO A DIZER A VCS, A PINTURA DE MONET, E O PERFUME ETERNITY CITADOS NOS CAPS ANTERIORES EXISTEM MESMO, SE QUISERAM SABER MAIS É SÓ PESQUISAR, OK! NOS VEMOS NA PRÓXIMA SEMANA! SERÁ QUE ESME VAI DESCONFIAR DE ALGO? E CHARLIE SERÁ QUE VAI DESCOBRIR O QUE ESTÁ HAVENDO? PRA SABER CONTINUEM DE OLHO!!! ROBEIJOS! BOA LEITURA! THAU!