Notas iniciais
Espero que curtam e não reparem os erros rsrs
Digo uma coisas para vocês, prevejo logo capítulos cheios de batalha sauhasuashuhas!
Sem mais
Boa Leitura :D

\"\"

Confesso que não vi o caminho do parque até o apartamento da Hinata. Estava perdido em pensamentos, não sabia se ela iria querer conversar comigo ou se me chamou para seu apartamento logo depois do beijo para acontecer algo a mais – No momento que a porta do apartamento se fechou, Hinata se jogou aos meus braços e grudou nossas bocas em um beijo intenso e urgente. A medida que nos beijávamos Hinata me puxava andando para algum lugar, abri meus olhos e me vi em seu quarto, um sorriso travesso dançou nos lábios perfeitos da minha morena e em seguida ela foi deitando na cama me puxando para cima dela segurando pela a gola da minha blusa.

Nossos olhos se grudaram e eu me perdia na intensidade do seu olhar, logo senti como se tivesse perdido o controle sobre meu corpo, sobre meus movimentos, fiquei parado ali sem fazer nada, eu não sabia o que sentia, a desejava mais que tudo naquele momento, mas não queria ser o pivô de um rompimento. No fim pensei em me afastar, queria dizer que ela tinha um namorado e esse não era eu, mas meu corpo não me obedecia, estava hipnotizado por aqueles grandes e belos olhos que brilhavam ao entrar em contato com os meus olhos.

“Eu acho que não” era a única coisa que conseguia pensar.

“Sim” era a resposta dela para minha negativa.

Hinata segurou meu rosto entre suas mãos e deslizou seu nariz sobre o meu, seus lábios semiabertos ficavam bem próximos dos meus – podia sentir na ponta da minha língua o gosto do seu hálito e meu estomago novamente voltava a gelar daquela maneira estranha. Hinata beijou a raiz dos meus cabelos, então deixou seus lábios descerem até minha testa e beijou ali de forma demorada, então continuou descendo e fez eu fechar meus olhos beijando minhas pálpebras, senti seus lábios beijarem a ponta do meu nariz e em seguida cada uma das minhas bochechas, então avançou seus lábios contra os meus, senti como se estivéssemos dando nosso primeiro beijo, novamente senti a suavidade dos lábios dela, eram tão macios e quentes, e isso fez meu coração acelerar, nesse momento percebi que sempre quis ficar assim com a Hinata, desde o momento que eu a vi de verdade pela a primeira vez, quando saltou na frente do Pein para me salvar, quando se declarou naquela situação, creio que a partir daquele momento eu me apaixonei por aquela garota forte e corajosa.

Hinata não me deu tempo para continuar pensando, ela segurou na gola da minha blusa e me trouxe mais para perto dela, no momento que nossas bocas se encaixaram de forma perfeita eu senti uma explosão de sensações, o frio no estomago dobrava, meu coração disparava ainda mais, a culpa crescia no mesmo ritmo do calor do meu corpo. Logo senti a língua da Hinata, que de forma intensa movia em minha boca, me delicie com o sabor da saliva dela e me surpreendi com o tesão que senti quando sua língua se encontrou com a minha, logo retribuía as caricias da língua dela com a minha própria e em meio a aquelas caricias lentas e cheia de sentimentos uma dança quente e cheia de paixão se forma em nossas bocas enquanto nossas mãos começaram a deslizar no corpo um do outro – Hinata segurava na minha blusa a puxando para cima, me ajudava a tira-la, o beijo se encerrou nesse meio tempo, observei Hinata com os olhos bem abertos e decididos, ela tirava o próprio casaquinho o jogando longe, então começava a deslizar seus dedos por meus músculos os contornando.

“Você é lindo!”

Hinata começou a beijar meu pescoço, sutilmente, senti leves arrepios enquanto seus lábios passavam pela a pele sensível do meu pescoço, logo descia seus beijos até meu peitoral, não consegui conter o gemido que saiu de minha boca quando senti seus lábios em um dos meus mamilos.

“Amei... quero ouvir mais!”

Hinata provocava ainda mais, deixava sua língua deslizar pelo o meu mamilo e fazia meu corpo inteiro se arrepiar, então ela mordeu de leve e puxou em um chupão, voltei a gemer roucamente e aquilo a deixou muito contente – Logo Hinata se afastou e completamente corada puxou seu vestido para cima até o tirar, perdi o ar quando vi seu sutiã e entendi o que aquilo iria nós levar, ela logo percebeu e segurou em minha mão me puxando para perto, então levou a minha mão e colocou em cima do seu seio direito, em seguida voltou a me beijar, aquele beijo era diferente, muito mais intenso, foi ai que percebi que aquele beijo era o que chamavam de Beijo pre-sexo, sua língua era muito mais urgente, sua saliva ficava mais grossa e mais quente e bem mais gostosa, logo retribuía tudo da mesma forma intensa, então Hinata voltou a pegar a minha mão e a colocou para dentro do seu sutiã, levei um susto com esse atitude dela, mais logo senti seu mamilo rígido entre meus dedos, não sabia de onde veio aquele desejo, era um extinto, eu sabia o que fazer e sabia o que queria fazer, apertei seu seio o massageando enquanto apertava o seu mamilo entre meus dedos, agora era a vez de Hinata gemer e ela gemeu, sem nenhum pudor, um alto e fino gemido que fez meu corpo inteiro atiçar – Para piorar minha situação eu senti a mão dela abrir o zíper da minha calça, minha cueca tinha uma abertura lateral (gostava desse tipo de cueca pois não precisava abaixar a cueca para usar o banheiro) deixando as coisas bem mais fáceis, e parece que Hinata concordava comigo, as coisas tinha ficado bem mais fáceis, pois ela driblou a cueca enfiando a mão pela o rasgo lateral, no momento que ela o envolver em sua mão eu senti uma mescla inexplicável de sentimentos: Vergonha, desejo, prazer, vergonha, vergonha...vergonha.

“Não é grande...” me peguei falando aquilo, era um fato e aquilo estava fazendo eu sentir tanta vergonha.

Hinata olhou para mim e abriu um largo sorriso. “Ainda bem” ela dizia “Estava com medo que fosse grande” ela fechou os olhos e voltou a me beijar, nesse instante senti sua mão aperta-lo com mais força. – “Mais é grosso.... muito grosso” seu tom era meio temeroso.

Enquanto nossas línguas se entrelaçavam como duas cobrar em uma luta mortal, Hinata começava a mover sua mão em um movimento de vai e vem bem devagar, me masturbando, aquilo me deixava louco, nunca havia me sentindo assim em toda minha vida.

“Beije meus peitos” ela pedia com uma voz dengosa.

Sai de sua boca e lutei durante algum tempo para tirar seu sutiã, como não consegui eu apenas o empurrei para cima e fiz seus lindos seios saltaram para fora, sabia exatamente o que fazer sem mesmo nunca ter feito, aproximei meus lábios em um dos mamilos, seu mamilo era rosada e estava durinho, era bem pontudo e me deixou com água na boca, avancei contra ele o beijando, então deixei minha língua deslizar pelo o mesmo, Hinata voltou a gemer e isso me deixou ainda mais acesso, mordi seu biquinho e o puxei chupando de forma intensa, enquanto chupava o massageava com minha língua, Hinata se contorceu na cama, apertou com firmeza o edredom com a mão livre enquanto a outra mão levava meu pau para fora da minha calça – ela o soltou e usou as duas mãos para tirar sua calcinha, eu nunca pensei que aquilo um dia pudesse acontecer, mais vê-la tirando a calcinha me deixou muito excitado, fui a loucura completa no momento que abriu suas pernas levemente e deixou eu ver seu sexo, sua bucetinha era linda, completamente lisa com poucos e finos cabelos negros, seus lábios eram rechonchudos e pareciam úmidos, levei minha mão até sua intimidade, senti o seu calor entre meus dedos e sua umidade me pegou de surpresa, não imaginava que pudesse ser tão molhado, mais não era um molhado fino como água, era uma umidade melada como o mel, uma textura grudenta que me deixou louco só de toca-la, eu queria prova-la então passei meus dedos entre os lábios molhados de sua bucetinha e os levei até minha boca, chupando meus dedos com intensidade, querendo sentir todo o sabor do seu mel, e me deliciei com ele.

Hinata me puxou para entre suas pernas, eu sabia o que ela queria que eu fizesse e eu também queria fazer, mas não tinha ideia como iria fazer – Segurei meu pau com a mão direita e fiquei esfregando ela na buceta dela, mas não entrava, quando pensava que estava penetrado ele saia fora e aquilo estava me deixando desesperado.

“Não sei se consigo” falei.

“Você consegue” ela falou colocando sua mão em cima da minha “Eu acho que é aqui”

Ela levou meu pau para a entrada de sua buceta, juntos tentamos mais duas vezes, eu sentia o calor do seu interior por alguns segundos e ele logo escapulia para fora dela, na terceira vez ela o levou para dentro de si e soltou um gemido baixo, então o manteu dentro o forçando com sua mão – E expressão de dor do seu rosto quase fez eu desistir, mas era ela que estava sobre o controle, era ela que me forçava para dentro de si.

“Tá doendo?” perguntei preocupado.

“Tá” ela respondeu “Mas vai doer menos se você começar a se movimentar” Hinata soltou meu pau, ele já estava cravado nela e eu sabia que não iria escapulir daquela vez “Me faça mulher Naruto!” exclamou.

Comecei a movimentar, lentamente, pois a cada movimento para frente que fazia Hinata soltava um gemido mais alto e parecia que doía mais a cada segundo que passava já eu me sentia nas nuvens, o calor do seu corpo me envolvia inteiro, sua bucetinha se contraia sem parar apertando meu pau com toda força, aquilo fazia eu me sentir mais seguro e com mais vontade de ir aumentando a força, mais sentia como se algo me impedisse de continuar, era uma parede invisível que impedia de eu me aprofundar ainda mais, mas a cada bombada que eu dava fazia a parede ficar menos firme e cada batida na parede fazia Hinata gemer ainda mais de dor, então coloquei como meta derrubar aquela parede, para aproveitar mais aquelas sensações perfeitas e acabar com a dor da Hinata, aumentei o ritmo e lagrimas desciam pelo o rosto dela, na ultima bombada que dei senti a parede se romper e algo quente escorrer pelo o meu pau, estoquei o mais fundo que consegui e ela soltou um grito apertando minha bunda com as duas mãos e abrindo ainda mais as pernas, então flexionou suas pernas ao redor de mim e abraçou meu quadril com suas pernas, aquilo fez a gente ficar ainda mais grudados um no outro – Voltei a me movimentar e com o caminho livre ficou ainda mais gostoso, logo os gemidos de dor da Hinata foram substituindo por gemidos mais prazerosos e aquilo me deixou muito empolgado, quando me dei conta estava curtindo aquele momento como se o dia não fosse amanhecer, como se fosse os últimos momentos da minha vida, sentia meu corpo suar e minha respirar ofegar enquanto a penetrava em um ritmo forte e rápido, os seios delas grudavam contra meu peitoral e eu senti seus bicos rígidos se apertarem a minha pele e aquilo me trazia uma sensação maravilhosa, então o som daquele momento único invadia minha mente, era o som dos gemidos contidos e outros nem tão contidos de Hinata, era o som do ranger da cama a cada estocada que dava nela, mais um som mais maravilhoso podia se escutar, era um som estralado da penetração, o som do meu pau invadindo sua bucetinha úmida, logo tudo aquilo me hipnotizou, me tirou os sentidos e me transformou em outra pessoa. – Logo senti uma sensação incrível de euforia e prazer tomar conta de mim, urrei ao senti ela explodir no meu ser, meu corpo se incendiou e todos os músculos do meu corpo se enrijeceram, urrei de tanto prazer e senti aquela sensação se derreter na forma do meu gozo, vários jatos de porra a invadia a preenchendo por dentro, sentindo aquela sensação passar eu dei as ultimas bombadas despejando as ultimas gotas e cai mole nos braços dela. Só nesse momento, mole, suado e sujo eu vi com clareza o que tinha acabado de fazer.

₪ ₪ ₪

Acordei com o som do chuveiro, me sentei na cama e observei a mancha de sangue no lençol, Hinata não estava por perto e eu logo deduzi que estava no banho. Tínhamos passado a noite juntos, e foi algo muito especial, minha primeira vez foi simplesmente inesquecível – Me levantei da cama e fui na direção do banheiro, para na soleira da porta e observei Hinata tomando banho, seu corpo nu molhado ficava ainda mais desejável para mim, no momento que me viu ela sorrio e abriu a porta de vidro do box me chamando com o dedo. Sorri para ela e caminhei para dentro do box, logo Hinata passou seus braços ao redor do meu pescoço e grudou seus lindos e grandes seios em meu peitoral, a abracei pela a cintura e alisei suas costas descendo pela a sua bunda a onde apertei de forma gostosa.

“Safado” ela dizia deitando sua cabeça em meu ombro.

“Como vai ficar as coisas entre nós?” perguntei.

“Tive a melhor noite da minha vida Naruto” ela sussurrava “Nunca imaginei minha primeira vez sem ser com você” ela deu uma pausa mordendo meu ombro “Precisava ser você!”

“O que isso quer dizer?” perguntei “Quando eu sair pela a porta acabou?”

“Tenho um namorado” ela dizia “Já fui errado o suficiente o traindo”

“Hinata!” exclamei.

“Depois” ela dizia baixinho “Depois conversarmos a respeito do futuro” ela me apertava ainda mais “Vamos aproveitar o agora!” gemeu baixinho.

₪ ₪ ₪

Duas semanas depois

Estava sentado no confortável tapete, Jiraya dormia dentro do colete que o mantinha preso junto ao meu peitoral, estávamos dentro de uma caverna que ficava dentro da Montanha dos Hokages, na minha frente prateleiras e mais prateleiras repletas de pergaminhos de todos os tamanhos. Estávamos dentro do Arquivo Secreto de Konoha, ali somente quem já foi ou quem é Hokage tinha autorização para entrar. Claro que Amaya estava pouco ligando com regras, ela estava deitada no tapete e parecia cochilar, usava um vestido vermelho curto que a deixava incrivelmente linda – Em minhas mãos um grande pergaminho, pergaminho com as informações secretas do clã Namikaze, havia descobertos muitas coisas legais, como a linhagem avançada de Tempo e Espaço, mas isso não era o mais interessante, o que estava chamando minha atenção era um poder ocular lendário, um Doujutsu tão poderoso que faz do usuário uma espécie de deus.

Os olhos se tornam azuis florescentes com pupilas negras, os olhos brilham iluminando qualquer escuridão, o Namikaze que consegue despertar o Soragan se torna um deus vivo na terra.

Achei tudo meio fantasioso, principalmente pelo o fato de não ter em lugar algum algo dizendo como despertar o Soragan. Mas se aquele poder realmente existia, eu tinha que conseguir desperta-lo, afinal era o ultimo Namikage vivo, diferente do clã da minha mãe que ainda existia alguns vivos pelo o mundo, o clã do meu pai se resumia a mim, como antes se resumia somente a ele. O poder de um deus, pensei sentindo-me estranho, ao mesmo tempo que queria toda aquele poder eu simplesmente não queria, junto com grandes poderes vinham grandes responsabilidades, sendo um dos shinobis mais fortes eu já era responsável por todas as vida de Konoha, tendo o poder de um deus seria responsável por mais o que?

- Quando eu tiver meu avatar humano vou arrumar uma humana e acasalar – Son Goku dizia em minha mente.

Aquele pensamento me fez esquecer tudo que estava pensando, dava para perceber o tanto que Son Goku se interessou pela a noite que tive com Hinata, na realidade ele a assistiu e ficou muito interessado no acasalar humano – Nesse instante Amaya se mexeu no tapete e eu me perguntei se ela também tinha aquele interesse, afinal viu Mito e o Primeiro Hokage em sua intimidade, viu meu pai e minha mãe. Acabei viajando nesse pensamento, imaginando se Amaya realmente sentia-se tentada, se sua falta de pudor tinha algum interesse secreto – Balancei a cabeça tentando tirar aqueles pensamentos estranhos, tinha perdido minha virgindade há algumas semanas e tinha perdido com uma garota linda, doce, gentil e extremamente gostosa, não iria ficar imaginando ou fantasiado nada com um bijuu que ainda por cima usava um avatar baseado na minha mãe. O problema era que desde a minha primeira vez eu não tinha ficado mais nenhuma vez, um dia depois da gente ter ficado Hinata viajou para a Vila Oculta da Nuvem, ela disse que tinha que conversar com o namorado, resolver tudo. O problema é que o tempo passou e ela não voltou, me mandou uma carta dizendo que o namorado estava em uma missão e que iria esperar por ele, e desde então não me deu mais nenhuma noticia.

Jiraya se mexeu de forma preguiçosa ainda dormindo. Sorri com aquilo, acariciei sua bochecha com meu dedo indicando, ele voltou a se remexer e então segurou em meu dedo o mantendo seguro em sua mãozinha, era incrível que mesmo sendo um bebê ele era fortinho – Nesse momento a porta se abriu e Tsunade entrou um tanto quanto ofegante, ela trazia um pergaminho na mão e seu rosto estava super preocupado.

“O que houve?” perguntei.

“Acabou de chegar da Divisão de Inteligência” ela dizia me entregando o pergaminho.

Não podia acreditar no que eu lia, aquilo não podia está certo! O País da Grama tinha conquistado o País da Cachoeira, mas não só ele, a Grama havia conquistado o País do Pássaro, País do Urso além do País do Rio. Tinham praticamente rodeado os Países do Fogo, Vento e Terra. Mas não podia ser possível, tinha menos de três semanas que tínhamos recebido o aviso que a Grama tinha entrado em guerra com a Cachoeira, mas era uma guerra não Shinobi.

“Como diabos isso é possível?” perguntei.

“Recebemos relatórios de um ANBU infiltrado no País do Rio” tsunade dizia seriamente “Eles enviaram uma única Kunoichi a capital, ela dizimou todo o exército do Senhor Feudal e conquistou a capital para o País da Grama, em seguida ela seguiu para a Vila Oculta do Artesão e desafiou o Kage da vila para um desafio de honra, depois de mata-lo se tornou a nova Kage”

“É proibido por lei” falei em um tom irritado “Shinobis não lutam contra um exército não-Shinobi” dei uma pausa, aquele não era o ponto “Mesmo shinobis sendo mais poderosos que um exército comum, é meio que imaginável uma Kunoichi vencer um exército”

“Sim, ela deve ser extremamente poderosa, no relatório diz que ela usa uma arma fantástica” Tsunade falou em um tom pensativo “O problema é que ela dizimou um exército comum e não fez isso com os shinobis, na vila ela desafiou o líder e manteve o poder da vila”

“Sim” falei “Qual será o proposito dela?”

“Qual?” Amaya dizia em um tom azedo, devia ter acordado no meio da conversa “Use seus poucos neurônios, a Grama não precisa de um Exército Comum, agora de Shinobis com talentos raros de produzir armas é outra coisa”

Senti como se tivesse perdido o chão sobre meus pés, era tão obvio. Estavam montando um exército, se eles fizeram com os outros países como fez com o País do Rio, nesse momento já estão com um exército shinobi imenso, um exército de cinco vilas unidas. O pior não era só o numero, o pior era a força, essa Kunoichi que conquistou um país sozinha demonstrava a força de alguns de seus shinobis, e o que me deixou ainda mais preocupado foi a arma fantástica que ela usava, tinha quase certeza que era...

- Uma Relíquia Shinobi! – Son Goku completava meu raciocínio em minha mente.

“Convoque o Grande Conselho, uma reunião extraordinária de urgência” falei em um tom preocupado “Avise o Kakashi-sensei que no conselho eu vou convocar O Conselho de Guerra e decretar Estado de Guerra, ele já sabe o que deve fazer”

“Hai” Tsunade dizia em um tom sério.

“Mais uma coisa” falei antes que ela saísse “Chame Hana, preciso que ela cuide do Jiraya enquanto isso”

“Pode deixar” ela dizia e então saia.

Fiquei refletindo sobre o que iria acontecer e sobre o que eu devia fazer. Não podia só preparar Konoha para uma guerra, eu tinha que agir, havia prometido para o Eremita dos Seis Caminhos, prometi recuperar todas as Relíquias Shinobi e mantê-la longe daqueles que poderiam usa-las para o mal. Eu sabia exatamente a onde uma estava, estava bem próxima nas mãos de um possível inimigo.

“O que vai fazer?” Amaya perguntava.

“Preparar a vila para a guerra” falei em um tom sério.

“Não perguntei o que o Hokage vai fazer” ela dizia sorrindo “Perguntei o que vamos fazer?”

“Vamos atrás da Relíquia” falei seriamente “E com isso veremos quais são as intenções dessa Kunoichi da Grama”

Sabia que não poderia deixar a Vila sozinha por muito tempo, por isso iria deixar um clone meu e Amaya um clone dela, e partiria somente após os preparativos. Não podia arriscar que tudo terminasse como terminou com Nagato, quando cheguei tarde demais e Konoha estava destruída – Respirei fundo e meu bebê se mexeu e acordou, ele olhou para mim com aqueles olhões curiosos e eu sorri para ele voltando a acariciar as bochechas dele, mas do que nunca sentia a necessidade de proteger aquela vila e a todos que eu amava, e pela a primeira vez desde a Grande Guerra eu via uma verdadeira situação de perigo a frente, na realidade sentia no fundo do meu ser que um perigo ainda maior se aproximava e que logo eu teria que ter o poder de um deus para defender todos que precisavam de minha proteção.

Notas finais
Vale reviews^^
Indicações??
diz que sim vai!