O Hokage Laranja Da Folha
7 Capítulo Sete
Notas iniciais
Ta aí o capítulo! Espero que curtam e não reparem os erros rsrs
Estava tão ansioso para postar pra vocês que não mandei para ninguém revisar, então vocês sabem né rsrs
Boa Leitura.
O Hokage Laranja da Folha
Uma mesa em forma de U ocupava todo o salão, observei todos que iriam participar da reunião extraordinária em pé com suas cabeças curvadas para mim – Caminhei até o extremo da mesa, uma grande poltrona ficava posicionada na abertura da mesa, a poltrona tinha um estofado vermelho vivo e no centro da cabeceira o símbolo de Konoha bordado em fios brancos, observei vovó Tsunade se mover até seu lugar na mesa e eu me posicionei na frente da Poltrona do Hokage.
“Declaro um minuto de silêncio aos heróis que perderam suas vidas em nome de Konoha, em nome do País do Fogo e em nome da Paz” falei em um tom solene.
Todos abaixaram suas cabeças e fecharam os olhos, sendo uma reunião ordinária ou extraordinária era tradição ter um minuto de silencio em homenagem a todos que morreram lutando por Konoha. Rezei em silêncio pela a alma dos heróis e esperei passar o um minuto, assim que passou eu me sentei e logo após todos se sentaram também.
“Convoquei essa reunião por motivos urgentes” falei seriamente “Tsunade”
“O País da Grama invadiu outras nações” falou Tsunade em um tom sério “Eles dizem que a luta é justa, que estão trazendo luz para o mundo, trazendo o governo do povo para o povo” vovó deu uma pausa “A tal República Iluminada, como eles tem chamado seu movimento já conquistaram quatro países e continuam avançando”
“Alguma chances deles nós atacarem?” perguntou Satoshi Sayuri.
Antes mesmo de eu responde-la um ANBU apareceu ao meu lado, para invadir a reunião daquela forma alguma coisa muito seria teria acontecido. Ele me entregou um pergaminho, abri o pergaminho e li as poucas linhas que estavam escritas.
Senhor Feudal foi morto pelo o filho mais jovem. O Regicida fugiu para o País da Grama e o Príncipe Herdeiro se encaminha para Konoha.
“Já nos atacaram” falei em um tom triste, eu conhecia o Senhor Feudal, passei meses com ele enquanto estudava para ser Hokage, era um velhote engraçado mais muito apaixonado pela a nação “Para a tristeza de nossos cidadãos o Senhor Feudal foi morto pelo o seu filho mais jovem que fugiu para o País da Grama”
“E o Príncipe Herdeiro?” perguntou Hyūga Hiashi em um tom alterado.
“Se encontra bem” falei “Vindo para Konoha”
“A proteção do Príncipe Hirohito tem que ser nossa prioridade” falou vovó Tsunade.
“Por quê?” perguntou Konaku Aono chefe do clã Konaku “Não queremos entrar em guerra, quem sabe outra forma de governo não seja melhor? Não sou só eu, muitos também via o Senhor Feudal como um inútil”
Senti uma pontado no meu coração, acompanhei o velhote acordando todos os dias e trabalhando do nascer do sol até altas horas da noite tentando melhorar a vida do povo. Aono estava sendo injusto com o trabalho do velhote, sem nem ao menos conhecê-lo, além disso, estava propondo uma traição.
“Creio que não quis falar isso, você se enganou” falei me levantando “Pois se realmente pensa assim eu pessoalmente irei lhe prender por traição, e a pena para traição é morte” parei para respirar, tinha que me acalmar “Konoha é leal ao príncipe herdeiro e ponto final”
“Desculpe” falou Aono “Me expressei mal”
“Então, o fato da príncipe herdeiro estar viva simplesmente destruiu com os planos dos assassinos.” O velho conselheiro dizia. “Aqueles que eram leais ao Senhor Feudal simplesmente serão leais ao príncipe, não reconhecendo o usurpador que matou o próprio pai.”
“Isso nos levará a uma guerra civil.” Konaku Aono dizia seriamente.
“A guerra já se iniciou” Falei em um tom irritado “Essa maldita República Iluminada nós invadiu sem batalhar, eles influenciaram o assassino que matou o próprio pai, tanto que ele já foi embora para o País da Grama” olhei diretamente para o covarde do Aono “Estamos em guerra, não oficialmente, mas mesmo assim estamos e não vejo maneira de evita-la, pois o País da Grama e seu movimento querem guerra contra nós”
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O homem estava sentado com muita postura em uma confortável poltrona atrás de uma escrivaninha lotada de livros e pergaminhos. Ele parecia concentrado em um pergaminho, tinha cabelo castanho cumprido até o ombro, usava barba serrada da mesma cor de seu cabelo, seus olhos eram azuis como o céu, o homem devia ter uns trinta e poucos anos e usava óculos, ele vestia um rico quimono cheio de detalhes em vermelho e dourado.
“Vossa alteza” falei chamando-o sua atenção.
Príncipe Hirohito ergueu sua cabeça e abaixou o pergaminho, então se levantou ficando em pé com os braços para trás. Como o esperado ele não se curvou diante de mim, eu era o Hokage, mas ele era o Príncipe do Fogo, filho mais velho do Senhor Feudal, estudei muito antes de assumir o cargo de Hokage, e nesses estudos eu aprendi que quem tinha que se curvar era eu, e assim eu fiz, me curvei diante dele.
“Não precisa se curvar” ele falou em um tom de voz educado “Sei que não possui muito tempo, mas gostaria de conversar, primeiro para agradecê-lo por me receber em Konoha”
“É meu dever servi-lo e uma honra” falei forçando um tom oficial “Sinto muito por sua perda”
“Senta-se” ele falou indicando uma cadeira “Agradeço por suas palavras”
Caminhei até a cadeira e me sentei, era um fato que estava com presa, na realidade eu e Amaya já estaríamos no País do Rio se não fosse pela a chegada do Príncipe do Fogo logo após o assassinato do seu pai. Não me sentia muito confortável, tinha que seguir o protocolo e para mim isso foi à parte mais difícil do meu aprendizado para me tornar Hokage. Príncipe Hirohito por sua vez parecia tão seguro, como se tivesse nascido para ocupar aquela posição. – E nasceu – Pensei lembrando-me de tudo que tinha aprendido sobre ele.
“Não tomarei muito vosso tempo” ele começou a falar “Sei que foi informado sobre a República que a Grama estar lutando para implantar. Só quero que entenda o risco que estamos vivendo nesse momento” ele pareceu inquieto, tirou seu óculos o colocando em cima da mesa “Sabe Naruto, no primórdio de tudo, não existia Senhores Feudais ou Reis, tudo era governado por uma república, existia uma praça, chamada Praça da Luz, a onde o povo se reunia para criar leis, um presidente era eleito pelo o povo e ele governava por seis anos e depois outro era eleito” ele deu uma pausa “No papel era tudo lindo, na realidade nada deu certo, os presidentes eleitos não pensavam no povo, eles eram corruptos, usavam os seis anos de governo para enriquecer rápido, a Praça da Luz era palco de lutas armadas e nunca uma lei foi criada nela, o caos tomou conta da nação e então ela se separou e com isso formou os países que conhecemos hoje”
“Sinto-me um ignorante” falei com sinceridade, tinha estudado durante anos e não tinha aquele conhecimento “Não estudei algo tão antigo, por isso não sabia que essa tal república já existiu”
“Poucos estudaram” ele falou sorrindo “Então não se preocupe, eu sei por que fui obrigado a aprender. Minha vida inteira eu fui preparado para assumir o lugar do meu pai, desde que me entendo por gente venho sendo preparado, posso dizer que nunca tive diversão e muito menos brinquei quando era criança” seu sorriso era um pouco triste “Mas não reclamo, eu nasci para servir ao povo, para servir a nação, é diferente Naruto, as pessoas pensam que Hokages, Senhores Feudais, mandam e desmandam e a nação os serve, você sabe o tanto que esse pensamento é errado, nós servimos a nação, como eternos servos do povo”
“Eu sei exatamente o que vossa Alteza que dizer” dizia de forma sincera.
“Eu estou preparado para governar” ele voltava a dizer “Agora imagine me trocar por alguém despreparado, por alguém que tem interesses próprios, que só quer se enriquecer” o príncipe suspirou “Acha que esse alguém governaria melhor que eu?”
“Jamais” respondi com firmeza “Jamais”
“A república é um risco, a república é um perigo, e vamos lutar contra ela com todas nossas forças” Príncipe Hirohito dizia já se levantando “Meu pai morreu Naruto, foi assassinato pelo o meu irmão mais novo, irmão que se diz partidário da Republica, agora ele estar na Grama junto com toda aquela corja maldita. Confesso que passei dias refletindo no que eu iria fazer, e após tanto refletir eu tomei uma decisão” o príncipe deu outra pausa e então continuou “Me tornarei Rei do Fogo e entraremos nesta guerra contra a República Iluminada, mas na realidade eu tenho como maior pretensão à unificação dos Países Elementares, tenho certeza que unidos como um império conseguiremos vencer essa Guerra. Mas preciso saber se Konoha será leal ao Reino do Fogo e lutará em pró da unificação”
Levantei-me da cadeira e me ajoelhei no chão até encostar minha testa no piso de madeira — lembro-me que havia me ajoelhado daquela maneira apenas uma vez em toda minha vida, quando pedi pela a vida do Sasuke. Sabia no fundo do meu coração que estava fazendo a coisa certa, sabia que com essa decisão eu possivelmente iria lutar contra antigos companheiros, iria lutar contra aqueles lutaram para me proteger. No fundo do meu ser eu tinha certeza que essas lutas seriam para uma paz verdadeira. A unificação dos Países Elementares significa a paz verdadeira.
“Juro lealdade a vós e ao Reino do Fogo” falei com firmeza “Lutarei com todas minhas forças para unificar os Países Elementares”
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Três dias Depois
Estávamos dentro de um salão, sim realmente era um salão imenso com varias dezenas de pilastras de sustentações feitas de madeira, sorri ao ver Capitão Yamato esgotado, ele tinha feito o túnel e o salão usando dezenas de imensas brocas de madeira. Ele começou a perfurar uns quinhentos metros da vila, fiquei realmente admirado, enquanto perfurava com as brocas capitão Yamato revestia as paredes com madeira criando um verdadeiro túnel que nos levava para debaixo da Vila Oculta do Artesão, bem abaixo da vila ele começou a cavar ao redor criando o “salão”. Amaya estava com a gente, ela estava mais linda que o normal, usava um vestidinho vermelho bem curto, a redinha shinobi descia por suas coxas parando um pouco acima do joelho, seus cabelos estavam trançados em uma única e cumprida trança, seus lábios brilhavam e pareciam molhados, na saída de Konoha quando perguntei o que era, Amaya me deu uma mal resposta, mas Tsunade me contou que tinha dado umas dicas de beleza humana para ela, e que Amaya estava usando brilho labial, achei aquilo um tanto quanto inusitado.
“Seu talento é respeitável” ela falou para o quase desmaiado capitão Yamato.
“O-brigado” ele dizia ofegante.
“Então” Amaya dizia se aproximando de mim “Para que diabos mandou ele fazer isso?”
“Pretendo destruir a vila” falei em um tom sério “Acaba com a capacidade armamentista da República Iluminada”
Tirei um pequeno selo do bolso, bati o dedo nele e ele se expandiu em um grande pergaminho com um selo mais complexo, bati a palma da mão no pergaminho despejando meu chakra nele, então logo centenas de milhares de pergaminhos explosivos saíram do grande pergaminho e começou a pregar em todo lugar, no chão, nas paredes, nas pilastras e em todo o túnel que levava até aquele “salão” abaixo da vila.
“Entendi” ela falou “Mas só isso não explode a vila inteira”
“Son Goku possui um hálito explosivo” falei.
“Entendi” Amaya falou “Você realmente tá levando isso a sério”
“Isso é guerra” falei.
“Hai, hai” ela retruncava.
Saímos juntos pelo o túnel, parei na entrada e observei a escuridão completa, sabia que estava fazendo uma verdadeira e perigosa arma. Sabia que iria destruir a vila, mas não só a vila como todas as pessoas. Mas como falei para Amaya pouco antes, aquilo era uma guerra, e mesmo odiando guerras eu teria que lutar durante muito tempo para finalmente trazer a paz verdadeira.
“Capitão” comecei a falar “Após eu encerrar crie uma parede aqui”
“Hai” ele falou em um tom cansado.
Parei em frente à entrada do túnel, então fiz o selo cavalo com as mãos, com isso senti meu pulmão ser preenchido pelo o chakra quente e explosivo do Son Goku, logo soprei e uma fumaça negra saiu da minha boca, foram cinco minutos soltando aquela fumaça para dentro do túnel e só parei quando percebi que era o bastante. No momento que parei dei um passo para trás e o Capitão Yamato fez subir uma parede de madeira selando o túnel – Me aproximei da parede recém-feita, mordi meu dedo indicador até criar um corte grande o suficiente para sangrar; com meu sangue desenhei um selo na parede, depois de finalizado eu despejei meu chakra nele, com isso fiz do meu chakra o gatilho. Não importava a onde eu estaria, se meu desejo fosse explodir a vila ela explodiria.
“Vá para longe para se recuperar” falei para Yamato “Vamos Amaya”
“Vamos” ela respondia.
Saltei para o céu com ela logo atrás de mim. Voamos para a Vila Oculta do Artesão, não tomamos o cuidado de esconder nosso chakra, na realidade queríamos ser percebidos, só assim chamaríamos a líder logo de cara. Amaya entendeu bem a ideia, pois logo fez um Rasenshuriken e lançou na vila, a esfera se expandiu e destruiu uma grande área, logo já pude escutar o som das sirenes alertando um ataque, senti shinobis se aproximarem rapidamente, mas nenhum chegou a mim, pois Amaya era a desafiante deles, ela havia descido para o chão e iniciado uma luta com umas três dezenas de shinobis ao mesmo tempo. Enquanto ela botava o terror na vila eu permaneci voando a alguns metros do chão, esperava a líder vim, eu queria ver como ela era e estava ansioso para lutar contra a mesma.
– Para que lutar se acasalar parece ser bem mais divertido – falou Son Goku na minha mente.
“Quando ter seu avatar vai ser mais pervertido que o Ero-sennin” falei para ele.
Mas explosões aconteciam na vila, de relance via Amaya lutando com outro grupo e eu me perguntava o que teria acontecido com o primeiro. Nesse momento eu vi algo passar por mim voando em alta velocidade, aquilo me animou, pois existiam poucos shinobis capazes de voar. Virei-me para ver quem era minha inimiga e meu coração acelerou ao vê-la entre asas de papeis. Konan estava ainda mais bela do que na ultima vez que eu a vi, ela estava vestida com sobretudo da Akatsuki, o estranho era como ela me olhava, como se nunca tivesse me visto em sua vida.
“Konan?” perguntei “Pensei que estava morta”
“Quem é você?” ela perguntou.
“Não se lembra de mim?”
“Não, eu tenho certeza que nunca te vi antes” ela respondia em um tom frio “Mas pelo o estrago que sua companheira esta fazendo, eu creio que veio procurando uma luta”
Konan enfiou a mão para dentro do sobretudo e tirou um leque vermelho sangue, senti uma sensação estranha ao ver o Leque e tive a certeza que era uma Relíquia Shinobi. Simplesmente não entendia nada, não tinha ideia o porquê da Konan estar viva, ou o porquê dela não me conhecer e muito menos por que ela tá com uma Relíquia Shinobi. Não sabia se ficava feliz por ela estar viva ou triste, pois parecia que ela voltava a ser minha inimiga – Vários Origamis voaram ao redor dela, então explodiram e umas dezenas de kunais de aço flutuavam no ar, Konan fez um movimento com o leque e as kunais desapareceram, no lugar deles uma espécie de areia prateada flutuava ao redor dela. Tive um mal pressentimento logo de cara, Konan fez um movimento com o leque e a areia de prateada voou na minha direção, concentrei meu chakra para aumentar a velocidade, mas não adiantava a areia era rápida demais sem chances de fugir eu parei e gritei “Ninpou — Hari Jizou” nesse exato momento meu cabelo cresceu e endureceu, rodeou meu corpo criando um casulo protetor, senti a areia bater contra o casulo, mas ai algo surpreendente aconteceu, a areia penetrou com facilidade, no momento que ia tocar na minha pele eu senti o chakra do Son Goku envolver meu corpo, um segundo depois havíamos trocado de lugar, observei o imenso gorila vermelho urrar de dor enquanto era ferido pela a areia prateada.
“O que é isso?” perguntei para ele.
- Não sei – ele me respondeu – Só sei que é perigoso, mesmo minha pele sendo bem mais resistente que a sua mesmo eu usando meu chakra para me proteger, essa areia ainda me machucou –
“Vou voltar” falei.
- ok –
Voltei e vi Konan próxima de mim, a areia prateada a rodeava, lembrava a areia do Gaara, mas aquela era mais perigosa, era como se fosse laminas, mil laminas. Foi nesse momento que tive uma ideia o que era a Relíquia dela. Ela podia transformar aço em milhões ou bilhões de micro laminas, o pior é que eu ainda não tinha ideia de como iria me proteger, e também não sabia se as laminas iriam proteger ela como a areia protegia o Gaara – Respirei fundo tentando refletir sobre a batalha, fazia muito tempo que não tinha uma tão difícil e confesso que estava ficando empolgado. Sorri pegando uma kunai, lancei a kunai na direção dela, aquela era uma especial, idênticas as que meu pai usava com o jutsu-shiki marcado nela. Usei o Hiraishin no Jutsu indo para a kunai, aquilo pegou Konan de surpresa, mas não as laminas, que eram tão rápidas quanto o Hiraishin no Jutsu, o soco que tinha destino no belo rosto da Konan parou na massa de laminas, logo senti uma dor aguda, puxei minha mão e vi que estava toda cortada e sangrando, me afastei e observei Konan.
“Você é bom” ela falou “Se não fosse por isso” ergueu o leque vermelho “Acho que teria muitos problemas”
“Você vai ter muitos problemas” falei.
Então toquei no selo do meu braço o abrindo, enfiei a mão dentro e tirei meu imenso Machado de Batalha, a minha Relíquia Shinobi. Posicionei o machado na minha frente e me preparei para lutar seriamente, o chakra do Son Goku envolveu meu corpo e eu logo estava envolto pelo o manto bijuu – Não sei quanto tempo se passou, ficamos assim parados olhando um para o outro, decidindo quem atacaria primeiro, no fim não resisti à tentação e saltei na direção dela, Konan moveu seu leque e o mundo parou naquele momento, aquele era o primeiro movimento da primeira batalha entre Monarquistas e Republicanos.
Notas finais
Espero que tenham gostado!
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