O Hokage Laranja Da Folha
4 Capítulo Quatro
Notas iniciais
Agradeço a meu amigo Ash-Red por ter revisado esse capítulo! Hoje ele veio aqui em casa e leu antes de todos (sorte dele ser amigo do escritor e ainda morar perto), enquanto lia ele revisava!
Muito obrigado mano!
Gente vão ver algumas lavras em azul e sublinhada! clicam nelas e vejam a foto do que está escrito! Garanto que terá umas fotos interessantes heheh
Sem mais...
Boa Leitura.
Estava cansado, Jiraiya dormiu duas horas durante a noite inteira, o restante ele chorou, chorou e chorou, e mesmo com a ajuda da Hana e da Tsunade foi bem complicado lidar com isso. Invés de deixar o Hokage dormir e cuidar do filho dele, elas me obrigaram a acordar apreender a ter responsabilidade – De manhã cedo Hana foi embora, mas sem antes tirar leite do próprio seio e encher uma garrafa de vidro com ele – Confesso totalmente envergonhado que senti muito tesão enquanto a observava apertar aquele seio imenso, o massageando para o leite sair.
Tinha uma reunião importante essa manhã, exatamente por isso não podia realizar o jutso de manhã, só à tarde. Shizune cuidou do pequeno Jiraiya enquanto eu e Tsunade fomos para a reunião, foi engraçado ver o tanto que ela gostava de crianças e o tanto que ele se apegou a ela, nem chorou quando ela a pegou no colo.
Caminhava pelo o cumprido corredor do primeiro andar no Prédio do Fogo acompanhado pela a vovó Tsunade, a reunião aconteceria na Sala de Reuniões e lá estaria os chefes dos clãs mais importantes, além do General da ANBU, Comandante dos Jounnins além dos Chefes de Departamentos. Como Hokage eu tinha o título também de Marechal Supremo da ANBU e Honrável Comandante Supremo dos Jounnins, eu que nomeava todos os membros de alto escalão, mas no fim eu mantive aqueles que vovó Tsunade nomeou.
Aproximamos de uma imensa porta dupla feita Cedro, elas deviam ter cerca de três metros de altura por seis metros de comprimento, as portas tinha uma carpintaria belíssima e cheia de detalhes. Nele retratava a batalha final conta a Juubi, no qual o exército da União Shinobi cercava o imenso monstro, era tudo tão bem feito que eu podia reviver aquele dia e sentia meu coração doer pela as perdas.
Dois ANBU’s faziam a guarda da porta, eles curvaram as cabeças a me ver e então bateram na porta, ela abriu sozinha revelando um interior da sala de reuniões, um interior magnífico. Era a primeira vez que entrava naquela sala, olhei para cima e vi o imenso teto retangular, perdi o ar ao ver o Afresco pela a primeira vez, a pintura cobria todo o teto de uma forma homogenia, ela retratava em detalhes surpreendentes varias batalhas vividas por Konoha, me vi no centro do Afresco, estava em cima da cabeça do Gamabunta, dava para ver o amarelo ao redor dos meus olhos e a capa do Eremita parecia tremular, aquela imagem retratada ali era o momento que cheguei à batalha contra o Pein. Nesse instante senti o peso em meus ombros, eu estava eternizado na historia de Konoha, eternizado naquela obra de arte – Por uns instantes fiquei perdido no Afresco, vovó me acordou para a realidade me dando um tapa no ombro, abaixei minha cabeça e observei a sala, a arquitetura dela era algo que nunca tinha visto em nenhum dos lugares que passei. Na lateral da sala grandes colunas feitas de gesso se destacavam sustentando aquele teto. Os capiteis dessas colunas eram belíssimos e bem trabalhados com folhagens esculpidas com maestria.
Uma mesa em forma de U ocupava todo o salão, observei todos que iriam participar da reunião em pé com suas cabeças curvadas para mim – Caminhei até o extremo da mesa, uma grande poltrona ficava posicionada na abertura da mesa, a poltrona tinha um estofado vermelho vivo e no centro da cabeceira o símbolo de Konoha bordado em fios brancos, observei vovó Tsunade se mover até seu lugar na mesa e eu me posicionei na frente da Poltrona do Hokage.
“Declaro um minuto de silêncio aos heróis que perderam suas vidas em nome de Konoha, em nome do País do Fogo e em nome da Paz” falei em um tom solene.
Todos abaixaram suas cabeças e fecharam os olhos, sabia que cada um ali tinha perdido alguém precioso na guerra. E eu senti a dor de todos, aquela guerra aconteceu para me proteger e para proteger o mundo, e eu sofria por todos que perderam suas vidas nela – Rezei em silêncio pela a alma dos heróis e esperei passar o um minuto, assim que passou eu me sentei e logo após todos se sentaram também.
“Pautas?” perguntei.
Vovó Tsunade tinha me explicado como tudo aquilo funcionava, então me considerava já treinado o suficiente para exercer o lado politico que meu titulo de Hokage me dava.
“O Senhor tem que escolher o seu Time para realizar as missões Rank SS que só o Hokage e o Time dele podem realizar” Vovó Tsunade iniciava a reunião.
“Ainda não selecionei aqueles que farão parte do Time Hokage, assim que eu fizer informarei esse Conselho” respondi em um tom formal.
“Meu clã pede ajuda financeira ao Prédio do Fogo para melhorar a infraestrutura do Setor doado a nós” falou uma bela mulher com cabelos azuis.
Ela era Satoshi Sayuri, chefe do Clã Satoshi, um poderoso clã que tinha mudado da Vila Oculta da Geada (Shimogakure no Sato) para cá, o clã possui um kekkei genkai de natureza avançada de chakra, o Hyōton (Elemento Gelo), isso transformava eles em um grande ganho para a vila.
“Ajudarei no que for preciso para que o Clã Satoshi se sinta em casa” falei.
“Já nós sentimos, Hokage-sama” ela respondeu com um sorriso nós lábios “É uma honra servir ao grande herói Uzumaki Naruto”
Em seguida aconteceu um minuto de silêncio enquanto a escrivam anotava na ata o que tinha decidido nos primeiros minutos da reunião. Aquilo era tudo muito formal, eu havia decretado a liberação de verbas, meu decreto iria para o Departamento de Planejamento, eles mandariam um representante visitar o Setor Satoshi, ele faria um relatório relatando o que seria preciso e quanto seria gasto, esse relatório seguiria para o Departamento de Tesouro, lá a verba seria disponibilizada e só liberada ao clã após eu ter o conhecimento do valor e liberara-la de forma oficial.
“Continuemos” falei.
“A Cabaça que sela a Nibi no Nekomata estar começando a rachar, os selos que Vossa Honorável Pessoa colocou começa a enfraquecer” falou Moritaka Mashiro Chefe do Departamento de Selamento.
“Novos testes de compatibilidade devem ser feitos” falei seriamente, sabia que a Cabaça não iria conseguir selar a Nibi para sempre, precisava de um Jinchuuriki “Todos da vila devem fazer o teste, aquele que for compatível ao chakra da Nibi se tornará o Jinchuuriki dela”
“Sabemos que com crianças é melhor, possui mais durabilidade” falou Mashiro.
“Sim, mas estamos desesperados” falei seriamente “Não podemos deixar a Nibi escapar, a luta para pressiona-la seria arriscado”
“O teste será feito para todos” Mashiro afirmava “Como Vossa Honorável Pessoa deseja”
Mas um minuto para tudo ser escrito e então eu dei o sinal para a reunião continuar. Nesse momento um velho homem de cabelos grisalhos e olhos azuis ergueu sua mão para tomar a palavra, naturalmente eu lhe dei a palavra.
“Venho em nome do meu clã, o clã Konaku, pedir a autorização para Vossa Honorável Pessoa, para fundir o meu clã com o Clã Kuran, nós tornando um em forma do casamento do meu filho Herdeiro com a Filha Herdeira do Clã Kuran” ele dizia em um tom solene.
Aquele era um pedido que eu teria que refletir bastante. Não era um simples casamento arranjado, era uma fusão de clã, algo que poderia tirar totalmente o equilíbrio entre os clãs de Konoha. Eu sabia que Konoha poderia se enfiar em uma guerra civil se os clãs perdessem o equilíbrio – Cocei a cabeça tentando refletir da melhor maneira possível, o problema com os Uchihas era um grande exemplo, eles se tornaram grandes demais e ameaçaram a vila em um todo.
“Existe amor entre os noivos?” perguntei, não queria fazer uma injustiça.
“Eles ainda não se conhecem” falou o chefe do clã Konaku “Mas ambos estão de acordo com o casamento”
“Alguém tem o numero de membros desses clãs?” perguntei.
Silêncio, ninguém tinha essa informação e isso me irritava, percebi que eu precisava de uma secretaria, alguém competente.
“Ok, ninguém tem essa informação” falei.
“Meu Senhor” falou o chefe do clã Konaku “Meu clã possui cinquenta e sete membros, o clã Kuran cerca de cento e trinta e quatro, ambos possuímos famílias secundarias que prestaram juramento de vassalagem a nossas famílias...”
“Teria um verdadeiro exército shinobi” falei o interrompendo “Por qual motivo vocês querer essa fusão?”
“Para a criação do maior Clã de Konoha e fortalecimento da vila em si” ele respondia.
Os outros chefes de clãs começaram a falar ao mesmo tempo, protestando, eles não queriam que existisse um clã tão grande, e eu também não queria, aquilo seria problemático demais. Os herdeiros não se amavam então não estaria destruindo um amor.
“O clã Uchiha serve como exemplo como é importante ter um equilíbrio entre os clãs” falei em um tom sério “A fusão dos seus clãs iriam destruir esse equilíbrio” dei uma pausa “Por isso eu veto essa fusão, não autorizo o casamento e peço para vocês lideres do clã Kuran e do clã Konaku foquem em se fortaleceram por dentro, com treinamentos rígidos e uma melhor organização interna, e não com fusões gigantescas, Konoha já sofreu demais para se ver em meio a uma guerra civil entre clãs, essa minha decisão é irrevogável”
“E eu a respeito e obedecerei” falou o chefe do clã Konaku em um tom um tanto quanto desanimado.
“O clã Kuran também respeita e obedecerá” falou uma jovem de mulher de cabelos brancos e olhos vermelhos, a reconheci com a herdeira dos Kurans, o pai dela estava doente e ela veio o representando, era linda e parecia radiante com minha decisão “Nós Kuran mudamos para Konoha para termos o herói do mundo como líder e sabemos que vossas decisões são as certas e vossas palavras estão à cima de todas as outras” seu tom era de extrema felicidade.
Reunião prosseguiu com temas sem muita importância, mas eram coisas que eu tinha que saber e que eu tinha que resolver. Mas todos os assuntos eram mais insignificantes, coisas pequenas como decidi o dia de feriado, adicionar ou tirar alguma matéria no quadro de aulas da Academia Shinobi – E outras eram bem interessantes, como a criação do Torneio da Amizade, para celebrar a vitória da Aliança Shinobi contra a Akatsuki. O único que não parecia animado com isso era Shikamaru, vovó Tsunade o tinha nomeado Chefe do Departamento de Inteligência e Estratégia, mas era normal ele não fica animado, provavelmente achou isso muito cansativo.
Após mais de uma hora finalmente chegamos ao ultimo assunto da reunião, estava ansioso para sair dali e ir até a floresta e realizar o jutsu prometido, mas a reunião servia para entreter minha mente, estava me sentindo muito solitário e toda vez que ficava sozinho eu lembrava o momento em que Sakura disse não a meus sentimentos e aquilo me deixava verdadeiramente triste.
“Para encerrar chegou um relatório que o exército do País da Grama invadiu o País da Cachoeira, a capital está em cerco” Vovó dizia “O Fumakage enviou uma carta ao Senhor e a todos os grandes Kages anunciando que a Vila Oculta da Grama não participa desta guerra, que é uma Guerra Não-Shinobi”
“Se é uma guerra Não-Shinobi, Konoha não se envolverá, mas que fiquemos preparados para nós defendermos se preciso for”
“Hai” Vovó Tsunade dizia.
“Com isso encerro a minha primeira Reunião Ordinária do Grande Conselho da Folha, nós encontraremos na próxima reunião ordinária, ou se algo acontecer em uma reunião extraordinária” falei em um tom solene “Que os heróis que não estão mais entre nós sejam lembrados eternamente, que seus feitos vivam para sempre”
“Que seus feitos vivam para sempre” todos falaram juntos como se fossem uma só voz.
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Saí do Prédio do Fogo pela a primeira janela que encontrei, minha guarda particular ANBU deviam odiar demais o fato de eu voar, pois no momento que aumentei minha velocidade nos céus eu senti a presença deles sumirem, iria demorar muito até eles me encontrar novamente, e eu esperava já ter realizado o jutsu antes de ser encontrado – Enquanto voava refletia quem iria escolher como secretaria, meus pensamentos iam na Sakura, eu confiava nela mais do que em qualquer um, mas meu coração não iria aguentar ficar tanto tempo próximo dela, tinha que dar um tempo para ele antes de colocar Sakura de volta na minha vida. Tinha a Ino, mas ela era fofoqueira demais para ser minha secretaria particular, além que ela tinha me agarrado uma vez de surpresa, e Sakura viu ficando dois dias sem conversar comigo, naquele momento tive esperanças da Sakura realmente gostar de mim. Hinata apareceu em minha mente como uma escolha obvia. Não era fofoqueira, era muito competente, ainda de ter uma presença agradável, seria uma oportunidade de ficarmos ainda mais amigos, e isso me empolgou. Decidi convida-la no dia que iriamos tomar sorvete juntos, e realmente esperava que ela aceitasse, ela tinha colocado seu nome a disposição para chefiar um time de novos Shinobis, se aceitasse teria que esperar um pouco para realizar esse sonho, e não tinha tanta certeza que ela iria querer isso.
Aterrissei na floresta, longe de qualquer campo de treinamento. Caminhava sozinho pela a mesma, sentia o ar puro preencher meus pulmões, a brisa fria beijar-te meu rosto, isso me trazia bons sentimentos, e eu me sentia bem e confiante – Me concentrei no que vim fazer, afinal hoje é um dia importante para mim, tinha trabalhado naquele jutsu por muito tempo, era uma promessa que tinha que cumprir, e com certeza eu iria cumprir. Abri minha mochila e tirei um grande pergaminho com um selo complexo pintado nele, havia demorado seis meses para cria-lo – Peguei um graveto e comecei a rabiscar o chão, desenhava outro selo, grande e cheio de detalhes, o selo era em forma de pentagrama, abri o pergaminho no centro do selo em forma de pentagrama que tinha acabado de desenhar, então voltei a riscar o chão criando uma linha ligando o selo no chão até uma área a uns dois metros do selo. Em seguida comecei a desenhar outro selo também em forma de pentagrama, era ali que eu iria ficar quando fosse realizar o jutsu. Depois tirei outro pergaminho, fiz o selo para o abrir e algumas roupas apareceram em meio a fumaça, eram roupas da ANBU. Posicionei-me dentro do selo que tinha acabado de desenhar e me concentrei ao máximo.
Estou preparada – Falou Kurama.
“Passamos muito tempo criando esse jutsu e esse selo, tenho certeza que vai dar certo, parte do seu chakra saíra e outra parte permanecerá selado em mim, basta não afastar de mim que poderá ficar fora do meu corpo” falei com certeza, tinha plena convicção que daria certo. “Esse é o proposito desse selo, demorei meses o desenhando! Todo o chakra acumulado vira para o lado de fora” dei uma pausa refletindo sobre todo o processo “Kurama você precisa criar um corpo com parte daquele chakra”
Eu já sei disso! Kurama respondeu em um tom irritado.
“Hai...hai” falei já cansado de brigar com ela, tinha dormido uns quinze minutos essa noite e estava cansado. “Precisamos sincronizar nossos Chakras”
Senti Kurama sincronizando seu chakra ao meu, confesso que a densidade daquele poder fazia cada centímetro do meu corpo doer, meu corpo ficou tão pesado que o chão debaixo dos meus pés começou a ceder, afundando, uma energia densa e poderosa começou a cobrir meu corpo, a luz era tão forte que tive que fechar os olhos por alguns instantes, então nesse momento fiz os selos: Tigre, Coelho, Dragão, Cobra e finalizando no Cavalo.
“Kaihō no Bijutsu — Yuketsu no Chakra (Arte de Libertação — Transfusão de Chakra)” Falei com toda a força do meu pulmão.
Neste instante a luz diminuiu e eu pude abrir os olhos, então senti um puxão no umbigo e um raio de luz vermelha saiu do selo da minha barriga indo direto para o selo que estava pintado no pergaminho. Por um instante perdi as forças das pernas e cai ajoelhado no chão. Nesse momento meus pensamentos sincronizaram com os pensamentos da Kurama, senti o esforço dela, sua concentração, então vi no que ela estava se focando, senti minhas bochechas queimarem quando a imagem se formou em minha mente, era Kushina nua se olhando no espero – Abri meus olhos e observei o que acontecia na realidade. Então observei a coisa mais fantástica do mundo acontecer, o denso chakra vermelho, vivo, começaram a tomar forma em cima do pergaminho com o selo, primeiro os ossos foram criados, se posicionavam criando um esqueleto; então observei as veias surgindo e os músculos, um corpo em carne sangue e chakra vermelho, então logo o corpo tomou uma forma, uma forma feminina com seios fartos, cintura fina e quadril largo, mas ainda não tinha pele, aquele corpo me lembrava o manto da raposa maldita quando eu ainda não tinha controle nenhum do chakra da Kyuubi, as caldas de chakra apareceram, nove delas, então a pele começou a se formar e grudar no corpo, cabelos vermelho crescia em sua cabeça. Então seu rosto tomou forma e meu coração acelerou, era o rosto da Kushina, o corpo que Kurama fazia era baseado no corpo da Kushina. Seus olhos ainda olhos de raposa me filtrou, logo a transformação acelerou, observei toda pele se grudar ao corpo e então as caldas de chakra abraçaram o corpo recém-criado e desapareceram – O silêncio reinou durante algum tempo, então bem na minha frente estava Kushina nua e linda, mas não era minha mãe, era Kurama. Aquilo mexeu muito comigo, eu meio que não sabia o que pensar, ela estava perfeita e completa, desde os fios do cabelo até as unhas do pé, seus mamilos eram rosados e pontudos e suas coxas torneadas, sua cintura fina – Era a primeira vez que via uma mulher pelada, a primeira vez que via o órgão sexual feminino, e essa falta de experiência me deixou completamente corado.
“O que você tá olhando?” Kurama perguntou, percebi que o som da sua voz havia mudado, sua voz tinha o tom da voz de Kushina, o corpo que Kurama fez era uma copia do corpo da Kushina.
“Por que a usou como base?” perguntei.
“Kushina gostava de se olhar no espelho, não tinha nenhuma parte do corpo dela que eu não conhecia” Kurama me respondeu “Tive duas Jinchuurikis mulheres, querendo ou não querendo elas me influenciaram, se tenho que ser humana eu decidi ser uma mulher!” ela continuou.
“Entendo” falei em um tom baixo. Confesso que era impossível não olhar para ela, então tinha que fazer algo para Kurama não notar “Trouxe algumas roupas” falei “Depois podemos sair para comprar roupas do seu agrado”
“Ok” ela dizia já indo até as roupas, ela se curvou e começou a mexer nas roupas, quase tive um sangramento nasal de vê-lo de costas curvada naquela posição, pois podia ver sua...sua...hum... buceta ? da maneira mais intima e depravada possível “Não trouxe calcinha!” ela exclamava.
“A onde iria arrumar calcinha?” perguntei virando meu rosto para não continuar olhando.
“No mesmo lugar que roubou essas roupas” ela dizia em um tom irritado.
“Você compra depois” falei.
“Tem ideia qual a distancia que posso ficar de você?” Kurama perguntou.
“Não muita” falei “Se distanciar muito o seu chakra abandona o avatar que você criou e volta para dentro de mim” Dei uma pausa para tentar controlar meu corpo virgem “O restante do seu chakra ainda está em mim, como a consciência tá no avatar, você está dormindo aqui dentro” falei dando um tapinha no selo da minha barriga.
“Hum...” Ela dizia enquanto se vestia.
“Vou nomeá-la membro do time Hokage, e direi que é uma parenta distante do clã Uzumaki, assim ninguém terá pânico ao estarem na sua presença, pois não saberão que você é você” falei “Consegue lutar como humana?” perguntei.
“Sei todos os jutsos dos meus antigos Jinchuurikis” Kurama me respondia “Os jutsus mais inúteis que eu sei são seus” ela dizia em um tom sarcástico.
“Hai...hai” falei tentando não trata-la diferente por agora ser uma bela mulher “Vamos voltar pra Konoha”
“Uma droga de vila” Kurama reclamou.
Soltei uma gargalhada interna, então comecei a voar, ganhando os céus. Kurama voava ao meu lado, ela estava com um sorriso nós lábios, percebia que estava feliz, ela estava livre no mundo, não como uma raposa gigante assassina, e sim como uma bela e maravilhosa Kunoichi que não poderia se afastar muito de mim. Então percebi que até o dia da minha morte eu nunca estaria sozinho de verdade, teria Kurama e SonGoku (no futuro), como membros de minha família, além do Jiraiya, meu filho.
Já estou acumulando meu chakra – Son Goku dizia na minha mente – Eu também quero voar!
Notas finais
Eu pergunto a vocês!
Vale Reviews??
E recomendações??
diz que sim vai gente!
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