Notas iniciais
Fala galera! Infelizmente não deu para postar no final do ano, muita festa e pouco tempo kkk mais tá ai! Esse capítulo não foi revisado ainda, na realidade foi revisado por mim mesmo asuasuhasu espero ter tirado alguns erros kkkkk
Sem mais
Boa leitura

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Kurama tinha escolhido o nome Amaya para si mesma, eu perguntei se existia uma historia por trás disso e ela não quis me falar. Após sua transformação viemos direto para o Prédio do Fogo, o avatar da Kurama precisava dormir – Estava em meu quarto enquanto ela tomava um demorado banho, não entendia os motivos do banho, pois havia criado aquele corpo há pouco tempo, não tinha chances nenhuma de estar suja. Tirei minha camisa, estava quente, sentei na cama refletindo sobre aquilo e como era estranho ter Kurama em um corpo idêntico ao da minha mãe, como aquilo estava mexendo comigo. Nesse instante ouvi batidas na porta um segundo depois a porta se abriu e meu coração idiota acelerou, Sakura entrava em meu quarto, ela não usava seus trajes shinobi, na realidade usava um vestido rosa curtinho que deixava suas belas e torneadas pernas a amostra, seu cumprido cabelo estava trançado e a trança jogada sobre o ombro direito, descendo pelo o seio parando perto do umbigo, estava simplesmente muito linda.


“Sakura-chan?” me odiei muito por não ter conseguido tirar os sentimentos do tom da minha voz.

“Naruto!” ela dizia sorrindo para mim “ Estava com saudades”


Abaixei minha cabeça, também estava com saudades dela, mas era impossível não me senti completamente envergonhado, havia me confessado e ela havia me dado um fora épico.


“Como andam as coisas?” perguntei.

“Levando” ela dizia em um tom triste “Sinto falta de você na minha vida” caminhou na minha direção, senti como se meu coração fosse parar na garganta, Sakura segurou minha mão direita entre as mãos dela “Preciso de sua amizade”


Foi um balde de água fria bem na minha cara. Eu sabia que era errado ter esperanças, mas mesmo assim no momento que a vi entrando pela a porta a maldita esperança cresceu, e quando ela falou de amizade ela evaporou entre meus dedos.


“Logo tudo volta a normal” falei em um tom baixo “Vou precisar de uma médica no meu time”


Sakura abriu um largo sorriso, abriu a boca para falar algo mais não disse nada permanecendo com a boca aberta, sua expressão era um tanto quanto engraçado, então acompanhei seu olhar e quase cai da cama quando olhei na direção do banheiro, Kurama sem nenhum pudor, completamente nua estava parada na porta, em sua mão direita uma toalha que ela estava usando para enxugar seus cabelos – senti o sangue subir para meu rosto e fiquei completamente corado ao vê-la pelada novamente, ao ver aquele corpo lindo com pequenas gotas escorrendo por ele, pela os seios, cintura e coxas, fui a loucura completa ao focar seu monte de Vênus, ruivo e molhado. Não posso pensar essas coisas. Reprimi-me mentalmente, nesse instante percebi que Kurama olhava para Sakura com uma expressão de poucos amigos.


“Cheguei em um péssimo momento” Sakura falou se afastando de mim com uma expressão irritadiça na face.

“Não é nad...” comecei a falar mais fui interrompido pela a Kurama.

“Concordo com você” Kurama dizia em um tom frio.


Sakura simplesmente saiu do quarto sem nem olhar para mim, ela parecia envergonhada e irritada ao mesmo tempo. Nesse momento lancei um olhar irritado para Kurama, que já estava virada de costas para mim, procurando alguma coisa no banheiro.


“Garota sem noção” Kurama dizia “Não quis seus sentimentos e vem aqui como se nada estivesse acontecido” ela deu uma pausa entrando de volta ao banheiro, de lá gritou “Vou matar ela”

“Vai não” gritei em resposta.


Kurama apareceu na soleira da porta e me lançou um olhar assassino, tive certeza que iria me atacar e virar minha inimiga como era no passado.


“E agora você manda em mim?” perguntou em um tom irritado.

“Não” respondi “Somos parceiros” falei em um tom sério “E você prometeu”

“Prometi não te devorar” ela falou em um tom desdenhoso.


Então voltou para dentro do banheiro, o pior que era a terceira vez que a via pelada e ainda não tinha me acostumado com isso, toda vez que a via daquela forma eu ficava corado quase que instantaneamente, sentia meu corpo tão quente que parecia que iria explodir – Kurama saiu do banheiro, mas não estava mais pelada, usava uma blusa preta minha com o símbolo do redemoinho em laranja bordado no peito da blusa, a blusa não era grande o bastante para cobrir seu corpo, apenas seus seios e barriga, da cintura para baixo estava completamente exposta, e isso me fez corar novamente, ela direcionou seu olhar ao meu rosto e ficou séria.


“Sem não me comprar calcinhas terá que se acostumar ao me ver assim”

“Prometo comprar” falei totalmente sem graça.


À medida que ela se aproximava da cama mais eu me sentia estranho, me xingava mentalmente por está excitado por ela, afinal ela tinha usado o corpo da minha mãe como base. Mas era inevitável, a cueca passou a ficar pequena demais para o conteúdo, que estava incrivelmente rígido, e eu não tinha ideia como iria esconder aquilo – Para minha surpresa Kurama subiu na cama e deitou, me assustei completamente quando ela me puxou pelo o ombro me forçando a deitar.


“Oooo...qqqqq...eee você tá fazendo” gaguejei.

“Irei dormir” ela respondeu “Então deita ai e fica calado”

“Por quê?” perguntei.


Senti meu corpo se arrepiar no momento que a mão dela deslizou do meu peitoral para minha barriga, parando em cima do umbigo.


“Parte de mim está aqui” ela falou “Acha que conseguiria dormir longe de mim mesma?”


Não tinha uma contra resposta, então decidi ficar calado. Kuruma manteve sua mão em minha barriga durante longos minutos, então logo escutei o som de sua respiração acelerar, ousei me virar para vê-la e ela já estava dormindo, sorri, ela dormindo até parecia humana, não parecia nada assustadora ou incrivelmente reclamona, era apenas uma bela mulher de cabelos ruivos – Sem nem perceber cai no sono, sonhei que estava sendo apertado por uma grande cobra, acordei com algo pinicando minha perna e com uma respiração em meu pescoço, abri os olhos e vi Kurama deitada em cima de mim, seus braços apertavam força meu corpo enquanto sua cabeça estava deitada em meu peitoral, um pouco curvada para cima fazia sua respiração bater contra meu pescoço, logo percebi o que fazia minha perna coçar e ficar quente, e fiquei completamente corado com isso, pois Kurama havia colocado uma perna ao meu redor e sua intimidade ficou em contato com minha perna, o que fazia coçar era seus pelos pubianos e era sua própria buceta que havia deixado à região quente, me excitei quase que instantaneamente, a partir daquele momento, com ela grudada em meu corpo, com sua buceta colada em minha perna e com o meu pinto duro eu tive uma grande certeza, aquela raposa iria me deixar completamente louco.



₪ ₪ ₪



Amaya falou que queria treinar, então reservei o campo de treinamento mais longe da cidade, a partir de hoje tentaria pensar nela com o nome de Amaya para não esquecer e chama-la de Kurama na frente das outras pessoas. Havia despedido do meu filho com um beijo em sua bochecha, ele ficaria sobre os cuidados da Hana que era sua mãe de leite e tinha acabado de chegar, Tsunade ainda estava dormindo, mas era um fato que ela viria ficar com ele, pois havia se apegado demais ao garoto.

Eu e Amaya saímos pela a varanda, voávamos juntos enquanto eu refletia como iria apresenta-la a todos, vovó Tsunade conheceu minha mãe e com certeza iria achar incrível a semelhança na aparência, por isso iria dizer que era uma parenta distante, uma Uzumaki. Essas coisas estavam acontecendo em Konoha, era engraçado como a nova Vila Oculta da Folha havia se tornado após a guerra o novo Centro Shinobi do Mundo, vários clãs se mudaram para Konoha, e outros tantos foram recusados, o centro da nova Konoha era quinze vezes maior do que o da antiga, assim como o tamanho da vila, que agora estava mais para uma grande cidade, tanto que tive que ordenar a construção de mais duas Academias Shinobis, pois uma só não estava dando conta do recado. Tudo havia mudado.

Observei Amaya fazer um mortal no céu e aumentar sua velocidade, era incrível como ela parecia feliz quando estava voando, como ela parecia livre – Tive que me esforçar ao máximo para alcança-la, e quando eu fiz já estávamos sobrevoando a Área de Treinamento numero 107, a ultima área de treinamento de Konoha, o mais longe possível da vila, e era basicamente um grande vale plano no meio de uma floresta, um riacho cortava o vale que ficava entre duas montanhas, um belo lugar e um ótimo lugar para treinar sem precisar conter muito meus poderes – Desci na frente e Amaya ao perceber minha descida veio logo em seguida, ela parou uns cinco metros a minha frente. Amaya estava completamente linda, usava um shortinho preto que ficava bem colado ao seu corpo, o restante de suas pernas estava cobertas por uma redinha shinobi, Amaya usava o colete branco da ANBU mais não usava as proteções de braço como um shinobi da ANBU geralmente usaria, ela estava com os cabelos soltos, seus olhos me focavam enquanto um sorriso travesso dançava em seus lábios.


“Podemos começar?” ela perguntou.

“Apenas não exagere” a respondi ficando em posição.


Quase não pude vê-la se movimentar, qualquer pessoa normal não teria visto, ela era rápida demais, tentou me chutar a cabeça e eu saltei para trás, ela tocou o chão já pegando impulso para um novo ataque, sua sequencia de golpes eram incríveis, nunca havia visto um taijutsu como aquele, tinha um ginga estranha que a deixava muito imprevisível, ela dançava na minha frente e logo saltava lançando seus pés na direção da minha nuca, tive que usar toda minha velocidade para pular de lado e evitar ser acertado, nesse instante cansei de ficar apenas desviando, me levantei e fui na direção dela tentando um chute alto, ela desviou abaixando e eu passei lotado, o pior veio a seguir quando ela deu uma espécie de meia lua no ar e acertou minhas costas com um chute forte aumentando a velocidade do meu corpo fazendo eu voar longe, senti a presença dela se locomover em uma super velocidade e já me preparei para o pior, protegi meu rosto bem a tempo, o soco dela acertou meus braços, fui rápido o bastante para marca-la com jutsu-shiki, mas então ela deu um mortal na minha frente e seu tornozelo acertou minha cabeça fazendo eu cair com tudo no chão quase me enterrando na grama. Me levantei e a observei na minha frente, ela dançava passando uma perna para frente e em seguida a outra, era estranho e muito intimidador, aquele taijutsu era o mais poderoso que eu já havia enfrentado.


“Que taijutsu é esse?” perguntei.

“A Fúria dos Ventos” ela me respondia “Taijutsu de seus ancestrais Uzumakis, a ultima Uzumaki que sabia ele era Mito”

“Vai me ensinar esse taijutsu” falei.

“Só se me der algum trabalho” ela dizia.


No momento que fechou a boca eu usei o Hiraishin no Jutsu, um segundo depois já estava na sua frente, fui rápido o bastante para acertar um soco em seu belo rosto fazendo voar longe, usei novamente o Hiraishin no Jutsu e aparecia na frente dela enquanto ela voava por causa do golpe, dei uma joelhada em sua barriga fazendo ela praticamente ser enterrada no chão – Nesse instante senti o calor do chakra vermelho da Kyuubi, era estranho senti aquele chakra em outra pessoa, o chakra rodeou o corpo dela e logo iniciamos uma batalha de pura velocidade e força, tive que entrar no modo Sennin para me equivaler a força e velocidade dela, qualquer um que visse a luta de longe e não tivesse um olho treinado veria apenas raios vermelhas e douradas se chocando contra o outro, logo a luta de taijutsu foi subsistida por uma de Ninjutsu, Amaya tentou me atacar com um Dai Kyuubi Rasengan, para bater de frente com aquele Rasegan poderoso eu tive que criar um Sennin Oodama Rasengan, os dois Rasegan se encontram em pleno o ar criando uma explosão tão poderosa que podia se vista há vários e vários quilômetros dali, a poderosa explosão fez meu corpo sair voando indo na direção oposta da Amaya, mas logo em meio a fumaça eu vi a preta esfera do Bijuu Rasegan vindo na minha direção, gritei “Ninpou — Hari Jizou” nesse exato momento meu cabelo cresceu e endureceu, rodeou meu corpo criando um casulo protetor, tinha modificado aquele jutsu do Ero-Sennin, adicionando varias camadas de chakra ao cabelo criava um casulo protetor que poucos jutsus poderiam penetra-lo – E o Bijuu Rasegan quase foi um desses jutsus, pois senti o cabelo endurecido esquentar de forma perigosa, no momento que senti que o pior havia passado eu desfiz o jutsu, sabia que Amaya estava ali esperando por isso fiz o selo Serpente e gritei: “Rangi Shigami no Jutsu” então cabelo voou na direção dela a impedindo de me atacar de surpresa, com isso ganhei algum tempo para criar o Rasenshuriken, com ele em minha mão direita esperei por Amaya, poderia usar o Hiraishin no Jutsu e ataca-la, mais poderia acabar destruindo seu avatar, nesse instante senti a presença dela, olhei para cima e a vi com um Rasenshuriken na mão, nesse momento lancei o meu Rasenshuriken nela e ela de imediatamente lançou o dela em mim, os dois se encontram no céu e se fundiram, então um verdadeiro tornado de chakra criou-se e eu acabei usando o Hiraishin no Jutsu indo para o jutsu-shiki que havia marcado em uma arvore a vários metros dali, de lá observei Amaya voando a toda velocidade para perto de mim, então o tornado explodiu criando uma área de destruição imensa, Amaya escapou daquele campo de destruição por pouco, mas mesmo assim a força dos ventos a empurrão contra o chão a enterrando na grama, bem na minha frente.


“Por hoje é só” falei ao observa-la se sentando.

“Quando vamos poder lutar seriamente?” ela perguntou.

“Quem sabe no deserto, longe de tudo e de todos” falei sorrindo “Mas mesmo assim foi uma grande luta, e você vai ter que me ensinar o taijutsu da minha família”

“Não sei se tem a capacidade de aprender” ela dizia em um tom desdenhoso.

“Parece que usou meus jutsus inúteis” falei em um tom de brincadeira.

“Cala a boca” ela me respondeu em um tom irritado.

“Por que não usou o Hiraishin no Jutsu?” perguntei.

“Por que não posso usar, não consigo usar” ela me respondeu “Pois o Hiraishin no Jutsu só pode ser feito por alguém com o sangue Namikaze, a linhagem avançada do clã Namikaze é de Tempo e Espaço”

“Como assim?” perguntei surpreso.

“O extinto clã do seu pai possui Kekkei Genkai interessante capaz de manipular o Espaço e Tempo, só por causa disso você foi o único a conseguir fazer o jutsu desenvolvido por seu pai” Amaya me dizia me deixando de queixo caído, então ela olhou para mim e soltou uma gargalhada “Devia pesquisar mais sobre sua família”



₪ ₪ ₪



Após o treino voltamos para casa, tomei um demorado banho e depois fomos almoçar, usei o tempo livre para brincar com o pequeno Jiraya e apresentei Amaya a Tsunade, que ficou visivelmente emocionado no momento que a viu, mas não fez nenhuma pergunta quando eu expliquei que Amaya era uma prima distante. Queria pesquisar sobre o clã do meu pai e seu Kekkei Genkai, mas não tinha tempo naquele momento – Depois daquilo me arrumei inteiro enquanto Tsunade e Amaya foram fazer compras (comprar as benditas calcinhas), eu e Amaya podíamos ficar pouquíssimos quilômetros longe um do outro, mas pela os meus cálculos, não saindo de Konoha estaria tudo bem. Tinha um compromisso marcado com uma amiga e não iria desaponta-la, não novamente – Caminhei sozinho até o local de encontro, sabia que não estava sozinho de verdade, sabia que a ANBU estava me vigiando escondidos nas sombras, eu era a única pessoa no mundo que não precisava de uma escolta, de seguranças, e era a pessoa que mais tinha escolta e seguranças em Konoha, não entendia muito bem isso, mas vovó Tsunade me ensinou que autorizando a escolta eu estaria dando a vila uma lição de humildade.

Pensar em outras coisas fazia minha mente vagar um pouco e isso tirava um pouco meu nervosismo, tal nervosismo que voltou no momento em que vi a grande fonte dos sapos, o local de nosso encontro, a fonte em si era magnífica, representava os sapos que me ajudaram na batalha, cada um com sua arma. Fiquei parado ali tentando conter os nervos enquanto esperava ela chegar, não entendia por que me sentia nervoso, era um encontro de amigos, ela havia se confessado para mim e eu havia rejeitado seus sentimentos – Não precisei esperar muito, cinco minutos depois ela apareceu, confesso que nunca tinha a visto tão bonita, ela usava um vestido preto que media até um pouco acima dos joelhos, o vestido era bem justo ao seu corpo, seu corpo era belo demais, cintura fina e seios fartos. Hinata estava usando uma meia-calça preta que cobriam suas pernas, e isso as deixavam ainda mais a mostra, pernas lindas, coxas bem torneadas, e logo acima um bumbum perfeito, do tamanho perfeito para seu corpo, redondinho e durinho. O casaquinho branco que ela usava por cima do vestido dava um toque especial em seu visual, a deixando sexy e recatada ao mesmo tempo, seus cabelos estavam soltos e seu rosto parecia leve, como se estivesse completamente tranquila e segura de si.

Ela se aproximou de mim parando há alguns centímetros. Curvou-se levemente com um sorriso lindo dançando em seus lábios.


“Boa tarde Naruto-kun” ela dizia com um tom de voz firme.

“Você está linda” falei meio que sem senti, então fiquei com a face vermelha igual tomate. “Hum... digo... Boa tarde Hinata”

“Obrigada” ela dizia voltando a sorrir “Você também está muito bonito”

“Assim seu namorado vai ter crise de ciúmes” falei em um tom sorridente “Como ele tá?”

“Darui não sente ciúmes” Hinata dizia em um tom animado “Treinando, o Raikage disse que ele será o Quinto Raikage, ele não para de treinar desde então” ela sorria, seu sorriso era tão bonito.

“Ele é um cara de sorte”

“Vai continuar me paquerando?”

“O passeio inteiro”

“Acho que não me importo” Hinata dizia vindo se posicionar ao meu lado, então para minha surpresa, ela passou seu braço sobre o meu “Vamos para nosso primeiro encontro”


Novamente senti meu coração acelerar, nunca tinha estado em um encontro antes, e eu meio que não estava preparado para um encontro, em minha mente era só um passeio entre amigos.


– Talvez ela esteja brincando – Son Goku falou em minha mente, ele parecia bem interessado nos assuntos humanos.


Refleti sobre isso, mas mesmo assim ela estava ao meu lado, próxima o bastante para eu senti o maravilhoso cheiro do seu perfume, para eu senti o calor da sua pele em contato com a minha, e isso fazia eu me sentir eufórico e nervoso ao mesmo tempo, e me sentir dessa maneira me deixava extremamente confuso.


“A onde quer ir?” perguntei.

“Esqueceu o que combinamos?” Hinata perguntou erguendo uma sobrancelha para mim “Eu amo doces!” ela exclamou em um tom animado “Vamos à sorveteria”

“Então é para lá que iremos” falei.


Caminhamos daquela maneira pelo o Parque, percebi que todos que estavam ali nos olhavam, agradecia por eles não terem se reunido a nossa volta, respeitaram o momento, mas não deixavam de olhar e de apontar para a gente, podia escutar as meninas sussurrarem entre si, tentando encontrar defeitos inexistentes em meu par, enquanto os garotos comentavam como minha namorada era bonita. Hinata não prestava atenção neles, ela estava ali comigo e somente comigo, conversamos durante todo o trajeto, era incrível como tínhamos conversas atrasadas, conversamos de tudo, e logo entramos para o assunto do seu namoro a distância, e ela parecia bem infeliz com ele, e eu percebi que o namoro estava por um fio, não por ela não gostar dele, e sim por que estava se tornando impossível, vilas diferentes, as antigas rivalidades estavam começando a voltar e eles estavam ficando mais tempo sem se verem, ela me contou que tinha mais de oito meses que não o via – Minutos depois caminhando naquele clima agradável de tarde sem nuvens com brisas frias maravilhosas, chegamos à tal sorveteria, era um pequeno prédio rosa de dois andares que ficava bem próximo do lago, o andar de cima era todo em vidro, dava para ver clientes sentados junto ao vidro, apreciando a paisagem enquanto tomava seus sorvetes. O andar de baixo era repleto de freezers, na frente da loja uma dezena de mesas redondas com grandes guardas sol. Sim era um ambiente gostoso, ótimo para um encontro.


“Prefiro ficar aqui em baixo” Hinata dizia apontando uma mesa vazia “A brisa está ótima”


Caminhei com ela até a mesa, aprendi com meu Ero-sanin, que um cavalheiro deve sempre puxar a cadeira para sua acompanhante, então me adiantei e puxei a cadeira para Hinata, que pareceu surpresa com meu ato, sorriu e se sentou.


“Você mudou” ela dizia enquanto eu empurrava sua cadeira para frente “Mudou para melhor!”


Fiquei meio sem jeito com seu comentário, dei a volta e puxei uma cadeira para mim logo a frente dela e me sentei. Um segundo depois uma moça bonita veio nos atender, ela parecia nervosa demais ao se aproximar de mim, Hinata sorria com isso.


“Quero uma Banana Split” Hinata pedia.

“O mesmo que ela” falei “Mais duplo”


A garota saiu para providencia nosso pedido. E logo nosso papo voltou a fluir de maneira natural e gostosa, quando me dei conta, me vi contando para ela minhas preocupações sobre o futuro, minhas preocupações sobre minhas responsabilidades como pai, havia contado para ela a verdadeira historia sobre o pequeno Jiraya, e aquilo foi estranho, pois até o momento eu havia mentindo para todos.


“Você fez o certo, Naruto” Hinata falou olhando em meus olhos “Vai ser um grande pai”

“Não sei” falei abaixando meus olhos “Confesso que passo pouco tempo com ele, estou sempre ocupado” dei uma pausa “Invés de eu mesmo cuidar estou colocando esse fardo nos braços de outras pessoas”


Hinata sorriu alto me lançando um olhar carinhoso.


“Isso é ser pai” ela sorria colocando sua mão em cima da minha, sentia seus dedos acariciarem a costa da minha mão “Um pai não cuida vinte e quatro horas do filho, você tá sendo pai, só precisa arrumar uma mãe logo para ele, sei que não deu certo com a Sakura”

“Fui rejeitado” falei “E acho que todos já sabem”

“Claro” Hinata dizia “Afinal a melhor amiga da Sakura e a Ino, e a Ino não é melhor pessoa para se contar um segredo”

“Amar é uma droga” falei.

“Não é” Hinata dizia “Ter amado você definiu a pessoa que eu sou hoje”

“Sempre no passado, isso tá me incomodando” falei.

“Queria que te amasse para sempre?” ela perguntou.

“Se amasse eu casaria com você”

“Por quê?” ela perguntou em um tom um pouco irritado “Por que é comado? Fácil?”


Logo a garota voltou trazendo os sorvetes. Dei graças a Deus por isso, me livrou de uma possível briga, eu estava exagerando, não gostava de ver a Hinata com outro, senti um pouco de ciúmes dela, mas não podia continuar agindo daquela maneira – Forcei um sorriso animado quando provei a primeira colherada, tentava mudar o clima que havia se formando, mas no fim o sorvete era realmente muito gostoso.


“Que delicia!” Hinata exclamou empolgada, percebi que ela realmente amava doces, e ficava muito Kawaii. E melhor, havia esquecido nosso inicio de briga.


Fiquei observando ela comer durante o tempo inteiro, volta o outro ela também olhava para mim, mas logo desviava o olhar com um sorrisinho travesso nos lábios – Hinata estava na metade do seu sorvete quando eu terminei o meu, eu comia rápido demais e ela devagar demais, mas com certeza ela era Kawaii e eu comendo parecia um louco.


“Gostou?” ela perguntou.

“Amei” respondi.

“Então precisa experimentar esse sabor” ela dizia se levantando com a colher na mão “Abra a boca e fecha os olhos”


Fiz exatamente o que ela disse, fechei os olhos e abri a boca, esperava a colherada de sorvete que nunca veio, senti um hálito cheiroso e gelado próximo de mim e logo me deliciei com a suavidade de lábios se apertando contra os meus lábios, senti sua cabeça se curvando e nossas bocas se encaixando de forma perfeita. A língua da Hinata invadiu minha boca com urgência, o sabor doce de sua saliva e a temperatura gelada de sua língua (ambos por causa do sorvete) me trouxeram um arrepio maravilhoso, me deliciei com o sabor da boca dela, com a textura de sua língua . A segurança e firmeza dos movimentos da Hinata me fizeram ter mais segurança para me mover, coloquei minha mão em sua nuca e avancei contra sua boca com ainda mais sede, nossas línguas se entrelaçavam como duas cobras em pleno combate mortal, e a cada segundo que se passava mais nosso beijo se tornava intenso. Sentia meu folego ir acabando e meu corpo se incendiar. Não podia dizer há quanto tempo estávamos naquele beijo, só não podia parar, não queria parar – Senti Hinata morder meu lábio inferior com força o chupando em seguida, então Hinata encerrou o beijo e encostou sua testa a minha testa e suspirou longamente.


“Vem” Hinata dizia com a voz ainda ofegante “Vamos para meu apartamento”


Notas finais
Antes que venham reclamar nos reviews sobre a atitude da Hinata!
Passaram DOIS ANOS desde a ultima batalha! muita coisa aconteceu e então essa Hinata É MINHA HINATA! não é a Hinata do manga, é a Hinata que eu imagino que se tornou em minha mente! Então sem aquela de "A Hinata jamais faria isso ou falaria isso" pois a minha faria e falaria kkkk
valeww:D
Sim o taijutso dos Uzumakis é baseado na nossa luta, a bela capoeira, então qualquer semelhança é por que me baseiei mesmo sauhashuasuhasuh
Espero que tenham gostado!
Vale reviews?
Vamos indicar gente!