O Destinos Nos Uniu
116 Capítulo 116
POV. Roberta.
Diego e eu estávamos assistindo televisão em seu quarto, na verdade ele estava mais interessado que eu, era uma serie policial que ele assistia toda sexta-feira, estava quase no final da temporada e eu não sabia nem o nome dos personagens, tinha algumas coisas que o Diego chorava de tanto rir enquanto eu ficava me perguntando “Por que ele está rindo tanto?”.
– Diego. Vou tomar um banho ta? – Disse e ele consentiu.
Fui até seu armário, que nós dois tínhamos arrumado mais cedo, peguei uma camisa de botão quadriculada dele, era uma blusa grande que quase me servia de vestido.
Segui até o banheiro do corredor, me despi e fui para baixo do chuveiro que infelizmente estava gelado e eu não dava altura para mudar a temperatura, argh, tudo acontece comigo.
POV. Diego.
Não estava passando mais nada na televisão, fiquei deitado esperando Roberta sair do banheiro. De repente ela entra no quarto apenas com uma das minhas camisas que não era tão comprida e dava pra ver um pouco de sua lingerie, mas ela estava linda. Ela penteava seu cabelo se olhando no espelho, então resolvi me aproximar.
Eu a abracei por traz e vi que um sorriso brotou em seus lábios, tirei seu cabelo do pescoço e distribui beijos naquela região, pude ver que ela estava arrepiada.
– Você fica a muito linda com minha camisa. – Sussurrei em seu ouvido em seguida mordi o lóbulo de sua orelha.
– Você acha? – Perguntou manhosa, virou-se pra mim e colocou seus braços em volta do meu pescoço colando nossos corpos.
– Tenho certeza. – Não a deixei falar mais nada, puxei pra mais perto de mim, tirei uma mexa do seu rosto e a beijei. Um beijo com intensidade, volúpia, mas ao mesmo tempo com carinho e afeto.
Percebi que ela começou a intensificar o beijo, nunca pensei que ela começa-se a tomar a atitude, talvez seja um pouco que machismo da minha parte.
POV. Roberta.
Diego foi me puxando para sua cama, sem cessar o beijo, sentou-se sobre a cama me colocando em seu colo. Cessou o beijo e voltou a percorrer com seus lábios quentes em meu pescoço, enquanto suas mãos apertavam minhas coxas, eu já podia sentir meu corpo formigar.
Coloquei uma das minhas mãos em seu cabelo o incentivando a continuar, senti o chupão que ele me deu, arfei, involuntariamente arranhei suas costas, ele gemeu baixinho.
– Desculpe-me. – Disse.
– Tudo bem, eu gostei. – Ele me encarou, sorriu malicioso e me jogou na cama, colou nossos lábios aos meus, um beijo quente, molhado, muito intenso, como nunca havíamos nos beijado, pelo menos, não que eu me lembre.
Continua...
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