O Destinos Nos Uniu
117 Capítulo 117
Notas iniciais
POV. Roberta.
Ele foi desabotoando a camisa que eu estava vestindo, mas depois de ter dificuldade de desabotoar os botões puxou com força fazendo os botões espalharem-se pelo quarto.
- Você é perfeita. – Ele olhou pra meu corpo como se estivesse guardando cada detalhe pra si, estava praticamente nua, apenas usava uma lingerie transparente.
E mais uma vez começou a beija-me profundamente, não resisti, entreguei-me. Sentia sua língua percorrer minha boca, um beijo forte, molhado, de acelerar o coração. Ele beijava e gemia, percorria meus seios com suas mãos. Ele os apertava com carinho, com desejo, um toque suave e gostoso que me fazia delirar, eu correspondia a seu beijo.
Diego tinha um toque tão macio, levava-me a loucura, num rompante de excitação desabotoei os botões de sua camisa e beijei, lambi, mordi aquele tórax másculo, queria ter aquele homem só pra mim, no estante seguinte estava com a mão em seu pênis podia o sentir crescendo, mostrando sua verdadeira face.
Obviamente não aguentei muito tempo, o despi por completo, podia sentir o calar que vinha de se membro, havia superado todas as minhas expectativas. Meio sem jeito consegui abaixa-me e toquei nele levemente com os lábios.
Lentamente engoli seu membro, saboreando cuidadosamente cada milímetro, cobrindo toda sua extensão com minha saliva, eu podia ouvir os gemidos contidos de Diego, fui sentindo suas pernas relaxando, e seu membro ficando cada vez mais rígidos entre meus lábios.
Seus gemidos me deixavam ainda mais excitada e com mais vontade de proporcionar-lhe desejo. Com uma das mãos comecei a massagear suas bolas, eram grandes e estavam pesadas, vi que ele precisava gozar para aliviar tamanha excitação.
Aumentei o ritmo das chupadas, ele percebeu e agarrou meus cabelos, movimentava seu quadril em direção ao meu rosto, quase me sufocava, minha boca salivava de desejo.
Apertei suavemente seu mastro com os lábios e continuei chupando, estava engolindo como uma louca aquele pênis, deixei a cabeçona rosada dele bater no fundo da minha boca, indo até a garganta, que loucura, e em pouco tempo mais senti o seu gozo encher minha boca.
Engoli tudo sem deixar escapar nem uma gotinha daquele gozo maravilhoso, Diego sorriu pra mim, mostrando que estava satisfeito, mas ainda não era o suficiente. Ele queria me fazer gozar. Beijou minha boca profundamente e foi alisando meu corpo, me apertava, beliscava, eu estava entregue aquele homem.
Sem rodeios abri minhas pernas e fui sentindo aquelas mãos macias acariciarem minhas coxas, ele as percorria vagarosamente me deixando com mais excitação. Foi massageando e com cuidado alcançou minha calcinha, que já estava encharcada, alisou minha vagina por cima dela, não me contive e gemi baixinho.
Ele parou de me beijar, me encarava com um olhar safado e sedutor enquanto suas ágeis mãos afastavam minha calcinha para o lado. Olhando-me fixamente ele começou a me tocar, deslizava seus dedos grossos e macios na minha vagina. Eles iam profundamente esfregava meu clitóris com maestria, eu só conseguia acariciar seu braço e gemer.
Ele sabia o que estava fazendo, socava seus dedos em minha vagina, ia fundo e fazia uns movimentos que me deixava louca. Com o polegar ele apertava deliciosamente meu clitóris, olhava pra mim com uma cara de safado.
Minha cabeça começou a girar, apertei com força seu braço, ele percebeu o que estava acontecendo e começou a beijar-me. Minhas pernas começaram a tremer, senti meu coração mais acelerado e comecei a gozar. Segurava seu braço e apertava sua mão de encontro ao meu sexo, que delicia. Gozei.
- Você é deliciosa.
Ele falou isso e mostrou-me seus dedos melados com meu gozo, ele os lambeu, e sem dizer mais nada. Esperou alguns minutos para eu me recuperar, só pelo seu olhar senti que seus testículos iram explodir se não voltássemos a “ação”.
Abri minhas pernas e senti sua carne grossa me invadir, ele foi acelerando o ritmo das estocadas e eu comecei a rebolar em seu membro. O suor escorria por sua testa, confesso eu estava quase dominada pelo cansaço.
Já dominados de prazer chegamos ao nosso ápice, me deitei sobre seu peitoral.
- Feliz aniversário. – Sussurrei baixinho.
Ele sorriu e beijou minha testa e assim adormecemos.
Continua...
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