O Camisa 5
17 Sixteen Yards
Notas iniciais
Agradecer a recomendação da leitora;
- Emy Cullen Black
Muito obrigada Emy, ficamos felizes com a recomendação! Beijos!
Renesmee correu quando o pequeno alarme de incêndio situado na cozinha começou a soar. Gritando mais do que fazendo alguma coisa para aplacar o monte de fumaça que agora estava por toda cozinha, ela jogou a frigideira a qual deveria ter tiras de cebolas cortadas dentro da pia. A frigideira nova do Jacob não era mais isso, e nem as cebolas pareciam mais cebolas. Estavam totalmente torradas.
Quando resolveu fazer um jantar para o namorado nunca pensou que fosse dar tanto trabalho. Abriu a janela da cozinha, balançando um pano-de-prato ajudando a fumaça encontrar o caminho da rua. Olhou para o relógio que ficava na parede do cômodo e deu um pequeno grito de frustração. Desistindo da pequena receita que estava tentada fazer, ela correu para sala pegando o telefone e voltou para cozinha. Sorte que Jacob não sabia cozinhar, e com isso ele pedia muita comida. A lateral da sua geladeira estava cheia de imãs com números de restaurantes. Queria fazer algo diferente para o namorado, mas ele teria que se contentar com comida de restaurante.
Depois de fazer o pedido ela correu para o banheiro para tomar um banho, e torcia mentalmente que o cheiro de fumaça deixasse o apartamento antes que o moreno chegasse.
C5
Jacob franziu o cenho ao adentrar no apartamento. O cheiro de fumaça o pegou em cheio e ele estava pronto para correr para cozinha quando braços e pernas lhe prenderam com força, o jogando para trás, fazendo com que a porta fechasse-se com um baque. Antes que pudesse focar em quem estava o agarrando, lábios fecharam-se contra os seus. A bolsa pesada que ele estava carregando foi solta no chão, e as mãos que agora estavam livres foram para cintura delgada da namorada. A puxando para cima, fazendo com que a perna dela fechasse-se em sua cintura.
__Eu pensei que a casa estava pegando fogo, mas pelo visto quem está no fogo é você.
__Você não tem idéia. – Renesmee entrou na brincadeira. Puxando a camiseta do namorado por cima da cabeça e gemendo ao ver os músculos do abdômen ainda mais definidos. – Desse jeito você vai me matar.
__Só se for de prazer. – as mãos entraram pelos cabelos da ruiva, puxando-os de leve e fazendo com que as bocas voltassem-se ao beijo inicial, mas agora com muito mais língua, desejo e saudade.
Renesmee sentiu o sofá contra o seu corpo, nunca pensou que ser namorada de um jogador a deixaria também em abstinência. Jacob estava fora quase há duas semanas e nem mesmo uma conversa mais íntima ao telefone podia acontecer. Agora aquele momento era o perfeito para serem interrompidos pelo interfone da casa do moreno que começou a tocar. Renesmee gritou frustrada pela segunda fez naquela noite.
__Não vou atender. – Jacob voltou a devorar o pescoço da namorada.
__Então você não terá o que comer hoje. – aquelas palavras pareceram acordar o moreno.
Sem camisa e ostentando um pequeno volume sob a calça jeans que ele estava usando, ele saiu em direção da cozinha e voltou minutos depois com um copo de água na mão e o rosto meio molhado.
__Agora eu entendi o cheiro da fumaça. – tomou um grande gole da água e voltou a sentar ao lado de Renesmee. Desceu os olhos para o pequeno short que ela estava usando, deixando as pernas de tez alva a mostra. Passou a mão em uma pequena carícia, apertando nos lugares certos e vendo Renesmee morder os lábios com o toque. – Minha frigideira já não existe mais.
__Desculpe amor. – Renesmee teceu um pequeno beijo no abdômen do moreno, vendo os músculos contraírem com o gesto. – Eu tentei fazer algo, mas me distrair lendo o resto da receita e não deu certo. – uma mordida seguiu as palavras. Jacob gemeu puxando os cabelos de Renesmee e fez com que os lábios se tocassem de novo em mais um beijo faminto.
O momento a dois foi cortado de novo, mas dessa vez foi à campainha que tocou. Renesmee correu deixando Jacob jogado sobre o sofá e foi atender a porta.
__Jake. – gritou pelo moreno. – Vem pagar.
Jacob ficou de pé rindo e foi em direção da porta para pagar a entrega.
__Espero que goste. – Renesmee terminou de arrumar a comida sobre a mesa, e minutos depois os dois estavam conversando e rindo. Jacob contando dos seus jogos e Renesmee contando as novidades. Dentre elas que Edward ia se casar.
Jacob observou enquanto Renesmee servia a pequena sobremesa que ela tinha feito. Pudim de leite. Pelo menos essa ela tinha acertado fazer. O moreno sorriu levando o copo a boca, tomando o suco que Renesmee tinha feito.
__Acho que ficou bom. – Renesmee rodeou a mesa e foi sentar no colo do namorado.
Jacob encontrava-se ainda sem a camisa, deixando seu físico delicioso a mostra.
__Vai me dar na boca? – perguntou deslizando as mãos pela lateral do corpo da namorada e as repousando sobre as nádegas empinadas da ruiva.
A resposta da ruiva foi uma colher com um pouco de pudim indo em direção dos lábios do namorado. Fazendo com que batesse contra os lábios e os fizessem ficar labuzados, somente para depois passar os lábios por cima.
__O que deu em você? – Jacob estava surpreso. Sabia que a namorava estava louca desejo, pois ele mesmo estava. Ficar aquele tempo todo longe um do outro não era muito saudável, mas Renesmee estava mostrando-se uma nova mulher.
__Eu disse que estava com saudades. – desistindo de continuar brincando com o pudim, e vendo que a atmosfera já estava bem excitante. Ela depositou a sobremesa sobre a mesa, e prendeu o pescoço de Jacob com os braços.
Estava claro para ambos que Renesmee estava no comando – Jacob não estava nenhum pouco incomodado com aquilo – E vendo isso, Renesmee atacou os lábios do namorado. As línguas dançando, pequenos gemidos escapando, e os corpos apertando-se um contra o outro, como se quisessem se fundir um no outro. A palma da mão de Renesmee deslizou pelo abdômen do namorado, indo em direção da calça. Sem brincar, ela baixou o zíper da calça e abriu os botões. Meio atrapalhada ela colocou o membro de Jacob para fora da cueca e o moreno gemeu soltando os lábios da namorada com a pequena manipulação que ela fez em seu pênis.
Os lábios de Renesmee foram para o pescoço de Jacob, marcando, mordendo e dando pequenos chupões. Os lábios desceram mais um pouco e com isso Renesmee desceu do colo do namorado. Um olhar travesseiro e malicioso brincavam nos olhos da ruiva quando ela segurou o membro de Jacob não mão.
__Nessiee.... – o apelido da namorada morreu nos lábios do moreno quando ele teve o pênis abocanhado.
Pendendo a cabeça para trás e afundando as mãos sobre as coxas, Jacob deliciou-se com aquela boca em volta do seu membro. O sugando, levando ao limite do prazer. Pequenos gemidos deixavam os lábios de Renesmee, fazendo com que tudo ficasse ainda mais erótico do que já era. Agarrou os cabelos da namorada com um pouco mais de força, e ejaculou gemendo sem pudor algum. Quando Jacob abriu os olhos, Renesmee estava o encarando, com um brilho febril no olhar.
De forma desesperada e desajeitada, Jacob passou a tirar o pequeno short que Renesmee estava usando, jogando ao chão quando conseguiu tal feito e voltando a puxá-la para o seu colo.Uma exclamação de surpresa deixou os lábios da ruiva quando Jacob a puxou pelos braços, fazendo com que ela sentasse em seu colo, com as pernas uma de cada lado do seu corpo. Segurando a cintura da ruiva, ele a ajudou sentar sobre o seu membro. A forma que Renesmee mordia os lábios e buscava por oxigênio era a perdição de Jacob. Os olhos negros fixos a cada movimento da namorada. Quando ele estava por completo dentro de Renesmee, ele a puxou pela cintura de novo, e a fez sentar novamente em seu pênis.
Um gemido sôfrego deixou os lábios de Renesmee. A ruiva afundou o rosto no pescoço do namorado, mordendo a carne quando podia, agarrando os cabelos – molhados de suor – negros de Jacob. Os corpos amassados um no outro, como se nenhum quisesse chegar ao limite daquele abismo chamado prazer.
__Eu amo você! – Jacob sussurrou sobre o ouvido de Renesmee quando sentiu que ela estava vindo. Sem ficar atrás, ele investiu contra o corpo dela mais algumas vezes e gozou. Sentindo sua semente preencher o interior da namorada.
__Eu também amo você. – ela finalmente conseguiu sussurrar de volta para o namorado.
__Amor. – Jacob puxou os cabelos ruivos que estavam molhados de suor pelo esforço recente. – Eu... Não usamos camisinha, você ainda está se cuidando não é?
Renesmee gargalhou afundando ainda mais a cabeça contra o pescoço do moreno. Gemendo quando elevou um pouco o corpo para que o membro dele pudesse deixar o seu corpo.
__Sim amor. Não teria porque parar. Por quê? Não quer um filho meu?
__É tudo o que eu mais quero, mas não nesse momento. E você sabe por quê.
__Eu sei, não precisa de explicações. Nem eu quero um filho agora, quando chegar a hora seremos pais.
__Mas enquanto essa hora não chega, eu não me importo de praticar. – ele sorriu malicioso mordendo o ombro de Renesmee de leve.
__Nem eu.
Renesmee gritou quando Jacob ficou de pé com ela em seu colo, meio sem jeito tirou as calças que estavam presas em seus tornozelos e praticamente correu para o quarto. Afinal, a prática leva a perfeição!
C5
Carlisle mirou a figura de Renée passar pela porta do escritório, o prazo limite tinha chegado ao fim, ela tinha que estar com o divórcio assinado. Senão ele já tinha algo em mente contra ela. Teria que combatê-la de alguma forma. Seu advogado estava ao seu lado, assim como Carlisle estava com o seu próprio advogado. Aquela briga já tinha durado tempo de mais.
__Boa tarde. – os olhos claros de Carlisle seguiram o movimento da esposa.
__Boa tarde. – tanto Carlisle quanto o seu advogado falaram em uníssono.
__Acho que essa reunião será rápida. A única coisa que o meu cliente quer saber é se a senhora Renée Swan assinou os papéis.
__Eu ainda sou uma Cullen.
__Acho que isso responde nossa pergunta. – Carlisle resmungou. – Renée. – ele teve a atenção da mulher.
Ela estava com uma sobrancelha arqueada, como se o desafiasse.
__Eu quero a casa a qual você está morando, e o carro o qual você dirige. – em um segundo a prepotência da mulher pareceu cair. As sobrancelhas não estavam mais arqueadas e nem o desafio estava mais brilhando em sua face, tudo aquilo foi substituído por um pouco de medo – muito pouco – e raiva, isso brilhava nos olhos verdes.
__Você não pode e...
__Tudo é meu. Estão todos no meu nome, eu tenho o direito. Quem não tem direito nenhum aqui é você. – ele elevou o dedo impedindo que a esposa falasse. – Mas eu posso lhe deixar com tudo, se... Somente se você assinar o divórcio agora. A casa a qual você está morando – com tudo dentro – os dois carros que você tem, eu não quero nada. Eu só quero que você assine esses papéis.
Silêncio. Carlisle brigava com o seu interior e torcia para que ela aceitasse. Para que a ganancia falasse mais alto.
__Eu vou receber algo? Alguma pensão?
__Podemos falar sobre isso. – o advogado de Carlisle puxou um papel entregando ao advogado de Renée. Os dois levaram alguns minutos para ler, mas pelo sorriso que a mulher carregava nos lábios demonstrava que ela não estava muito feliz.
__Só isso?
__Mais tudo que eu lhe prometi, é muito mais do que merece. Mas tudo isso, se você assinar, se não assinar eu terei que lhe tirar tudo que tem, que já são minhas coisas, e não suas.
A resposta demorou. Ela passou quase uns cinco minutos encarando o esposo, Carlisle engoliu em seco algumas vezes, mas não quebrou o contato visual.
__Eu aceito. – aquelas duas palavras finalmente foram à liberdade que Carlisle estava precisando.
C5
Renesmee sorriu vendo a forma que o pai estava brincando com a noiva. Nunca cogitou a possibilidade de ver os pais juntos, por isso achava que ele e Victoria eram perfeitos juntos. Não havia cobrança, só havia amor.
__Você me ajuda? – Victoria olhou para enteada que parecia desligada olhando para eles.
__Com o quê?
__Comida.
__Não! – Renesmee virou os olhos quando Jacob veio quase que correndo da cozinha fingindo estar apavorado. – A última vez que ela resolveu cozinhar eu perdi a minha melhor frigideira. Deixe a minha ruivinha longe da cozinha.
__Eu tentei! – Renesmee cruzou os braços sobre os seios e vez um pequeno bico que conseguiu ganhar o coração do namorado.
__Tadinha da minha menina. – Edward correu para abraça-la e Jacob veio logo atrás.
__Perdão amor, eu reconheço o seu esforço.
Renesmee sorriu sabendo muito bem que tudo não passava de gozação do pai e do namorado.
__Mas você pode pelos menos comprar creme de leite não é? Eu olhei a despensa do Jacob e... – Victoria vez uma pequena careta olhando para o moreno.
__Eu sou jogador de futebol, eu cheguei ontem de noite. Renesmee não me deu um descanso desde ontem, estou moído.
__É bom que não seja o que eu estou pensando. – Edward resmungou fazendo uma careta.
__É exatamente nesse sentindo, sogrão.
__Jacob... Corre se você não quer ser morto.
__Para com isso vocês dois! – Victoria interrompeu a pequena discórdia. – Alguém tem que comprar o creme de leite.
__Eu vou. – Edward ficou de pé pegando o celular. Tinha acabado de ter uma ideia, e esperava que ela desse certo.
C5
O doutor pegou o celular assim que saiu do prédio. Tinha que dar um jeito na situação dele com o pai e consequentemente com Alice.
__Maninha. – ele estava ligeiramente nervoso. Alice estava apresentando-se uma pessoa a qual não queria perdoar. E isso não era típico dela.
__Quando você me chama assim é porque você quer alguma coisa comigo. E eu tenho até medo do que possa ser, ou melhor, tenho quase certeza que é.
__Isso mesmo. – ele suspirou cansado. – Eu quero lhe chamar para almoçar comigo. Traga Jasper, e o meu sobrinho que faz um tempo que não o vejo. E... Eu vou chamar o pai. – silêncio. – Precisamos acabar com isso Alice, ele errou, mas não somos perfeitos e...
__Eu vou. – Edward arregalou os olhos em surpresa. Tinha sido tão fácil. Ficou com um pequeno medo que fosse alguma armação da irmã, mas sabia que mesmo estando magoada, Alice nunca faria algo do tipo.
__Estou esperando vocês. – depois que terminou de falar com a irmã e passar o endereço da casa do Jacob direito ligaram para o pai e fez o mesmo pedido. Carlisle aceitou na hora, sem nem precisar pensar. Tudo o que ele mais queria era a companhia dos filhos e o perdão deles acima de tudo.
Edward voltou com o creme de leite e com a novidade. Para Renesmee foi a maior de todas, afinal, ela ainda não tinha tido oportunidade de estar com o avô de uma forma mais familiar – como avós e netos devem ser -, e nem mesmo conversar com ele, assim como com a tia e o primo. Aquele seria o momento perfeito.
__Eu atendo. – Renesmee correu quando a campainha tocou. Já sabia que era Alice, o porteiro tinha avisado que ela estava subindo. Assim que abriu a porta deu de cara com uma mulher baixinha, com os cabelos marrons e curtos, os olhos claros e um sorriso amigável. – Alice? – inqueriu meio confusa.
__Sim e você?
__Renesmee. – a ruiva sorriu e recebeu o sorriso mais brilhante que ela já tinha visto, assim como em um ataque de entusiasmo Alice abraçou a sobrinha que parecia surpresa com aquilo, mas retribuiu o abraço com tamanha empolgação.
__Você é linda!
__Obrigada. – Renesmee assistiu Alice entrar e abraçar Edward e Victoria. Foi apresentada a Jacob.
__Esse é o Jasper, meu esposo e o Caio nosso filho.
__Prazer. – Renesmee com toda educação cumprimentou Jasper e até mesmo pegou Caio um pouco no colo. Antes de o menino chorar e pedir pela mãe.
__Você o chamou? – Alice perguntou ao irmão sobre o pai enquanto dava de mamar a Caio.
__Chamei, ele disse que está vindo.
Carlisle não tardou a chegar trazendo alguns presentes e até mesmo vinho e aparentava está muito nervoso. Edward quem abriu a porta dessa vez, e fez as honras de apresentá-lo a todos. Alice até mesmo se esforçou e deu um sorriso mínimo para o pai, o que fez com que Carlisle sentisse-se um pouco melhor.
__Renesmee. – o loiro ficou de frente para neta. O sorriso dele tremia um pouco, e Renesmee sabia que era nervosismo, pois ela ficava daquele jeito também.
__Carlisle, será que eu podia? – aproximou-se mais dele, querendo lhe dar um abraço.
__Claro. – o loiro terminou o espaço que estava entre eles e simplesmente pegou a neta nos braços. Um suspiro de puro alivio – como se agradecesse por ter aquela oportunidade – Depois de anos convivendo somente com a Renée e perder quase toda família, ele podia agradecer por ter aquela oportunidade de novo.
Depois de abraçar Renesmee ele dedicou-se a conhecer melhor os genros – Jasper e Victoria – e até mesmo brincar com Caio. Porém o ponto alto do almoço foi quando Alice por vontade própria abraçou o pai e simplesmente começou a chorar.
__Me desculpe. – Carlisle abraçou a filha com força. Não a culpava por querê-lo longe, ele tinha procurado aquilo. Mas sentia saudade da relação que ele tinha com sua filha. Eles eram melhores amigos.
__Você não tem que pedir desculpas por nada, o errado fui eu... Eu que lhe peço desculpas minha filha. – os olhos claros e brilhando por causa do choro viraram em direção de Edward. O doutor entendeu perfeitamente o pedido mudo do pai. Ele simplesmente ficou de pé, e abraçou tanto Carlisle quanto Alice. – Vocês acham que podem pelo menos tentar me perdoar?
__Eu já te perdoei. – Alice abraçou ainda mais o pai. – Eu nunca deixei de lhe amar, e preciso do senhor na minha vida. Já que tudo que eu mais quis compartilhar com o senhor eu não consegui.
__Me desculpe. Edward?
__Eu não sou ninguém para julgar pai, claro que eu lhe perdoo.
Sentada no sofá ao lado de Jacob com Caio no colo, Renesmee secou as lágrimas que caiam do seu rosto ao presenciar aquela cena.
Notas finais
Bjks...
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¸.´¸.*´¨)¸.*¨)
(¸.´ (¸.´ Diê Kellner ;)
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