Notas iniciais
N/Miss: Mais um!!

Boa leitura!

Renesmee correu os olhos sobre o relógio que estava no pulso. Estava atrasada para o encontro com o pai, avó e com Jacob. Sorriu vendo que ela tinha bastantes homens em sua vida assim como mulheres. Aos poucos mulheres que faziam parte de sua vida era sua mãe, sua tia Alice – a qual ela aprendeu ter um apresso -. Sua irmã mais nova, sua melhor amiga Laíz, e até mesmo Victoria, a noiva do seu pai, ou melhor, futura esposa.

Estacionou o carro na primeira vaga que encontrou, descendo do interior do mesmo e depositando algumas moedas no parquímetro. E lá vislumbrou as três figuras masculinas da sua vida do outro lado conversando. Os três estavam sorrindo, o que deixava claro que Carlisle e o seu senso de humor – o qual Renesmee adorou conhecer – já estavam fazendo suas piadas. Carlisle agora era presente. Segundo o eu pai, até mais presente que um dia ele já foi. Renesmee realmente apreciava aquele lado do avô, e ficava feliz tanto pelo pai quanto por sua tia, que mereciam ser felizes.

__Cadê o seu segurança? – Edward perguntou assim que avistou a filha atravessando a rua correndo.

__Eu não estava em casa, estava na faculdade e o combinado é sem seguranças na faculdade.

__Por que você não ligou para ele? – Jacob quem questionou dessa vez.

__Porque eu estava atrasada. – a ruiva depositou um beijo nos lábios do namorado e depois abraçou o pai e o avô.

__Não ande mais sem ele, querida. – Carlisle acariciou os cabelos da neta, os colocando atrás da orelha.

__Pode deixar, mas podemos ir logo escolhermos esses smokings? Quero ver se irá combinar com o vestido que eu ajudei a Victoria escolher semana passada.

__Vamos.

Edward monopolizou a filha por completo aquela tarde. Sua desculpa era que ele seria o noivo, por conta a atenção da sua princesa deveria ser toda para ele. Jacob não questionou. Edward poderia tê-la o quanto quisesse pela manhã. A mais pura verdade era que de noite, Renesmee era toda sua, e os dois faziam maravilhas entre quatro paredes em cima de uma cama.

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__Reneé Swan. – a mulher fechou os olhos com a pronuncia do seu nome. Parecia tão vazio agora, sem o Cullen para dar o poder o qual ela sempre julgou ter em suas mãos.

__Sou eu. – Renée ficou de pé, seguindo o doutor para dentro da sua sala.

Estava apreensiva, não contou para ninguém, mas não andava se sentindo bem. Na realidade ela não tinha a quem contar. Desde o dia que ela deu uma pequena surtada na frente da irmã. Sarah não quis mais saber dela, dizendo que ela estava ficando louca. E agora ela estava indo confirmar se ela estava certa ou não.

__Sente-se senhora Renée. Como à senhora está hoje? Ou como passou esses dias os quais estava esperando os resultados do exame?

__As dores ainda continuam, assim como os enjoos, mas acho que tirando isso estou bem.

__Tudo bem... Eu tenho os resultados dos exames os quais eu lhe pedi, e eu realmente não sei como lhe falar isso.

__Do começo, sem rodeios e de preferência toda a verdade. Eu sou forte, vou suportar e superar.

__Eu sinto muito em lhe dizer que as minhas suspeitas estavam certas. A senhora possui mesmo um tumor cerebral.

Renée permaneceu com a face sem nenhuma expressão nem mesmo choque ou até mesmo medo brilharam em seu rosto, ela parecia saber que estava com a doença, e só queria a confirmação.

__E o que podemos fazer a respeito?

__Temos que fazer a biopsia da massa. Precisamos confirmar se ele é benigno ou maligno.

__As chances dele ser maligno são grandes?

__Não posso lhe afirmar isso. O que posso lhe informar é que se ele for benigno claro que temos chances de removê-lo sem lhe causar nenhum dano, mas se ele for maligno.

__Eu sei. – ela cortou o doutor. Não precisava ouvir que ela poderia morrer. – Eu tenho a escolha de não querer saber?

__Tem, mas por que você faria isso?

Renée sorriu como se o doutro fosse estupido. Nem mesmo depois de receber uma notícia daquela, a mulher deixava de ser coração frio e ruim.

__Só quero saber se tenho direito de escolhas.

__Os pacientes sempre possuem, mas eu recomendo a biopsia.

__Claro que recomenda. – ela esticou as mãos para os papéis. O doutor sem entender nada lhe entregou os mesmos. – Eu vou pensar, quando eu decidi eu lhe avisarei. – o celular da mulher vibrou e ela sorriu lendo a mensagem que ela tinha recebido. O dia tinha começado a ficar melhor.

__Senhora Swan eu...

__Fez o seu trabalho muito bem. – ela sorriu. – Agora eu quem tenho que decidir, logo eu darei a resposta. – e ficando pé, dando as costas para o doutor, ela deixou a sala dele. Ainda carregando um sorriso enigmático nos lábios.

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__Então a minha mãe me ligou ontem e contou que a Renée disse que ia lhe matar. – Jacob finalmente conseguiu contar. Estava mal por ter que contar aquilo, mas se sentiria culpado se algo acontecesse com Carlisle.

__Então eu não errei de contratar seguranças.

__O qual o senhor não anda com eles, que diferença faz? – Renesmee repreendeu o avô. – Renée não está brincando. Na realidade eu tenho até medo quando ela some assim. Prefiro mesmo quando ela está sempre dando as caras. Queimando algo ou tentando matar. – Renesmee teve três pares de olhos lhe encarando com assombro. – O que foi? Se ela estiver por perto podemos saber o que ela anda tramando, quando ela some... tsc,tsc,tcs. Problema na certa.

__Eu ainda não sei quem você puxou quando começa a falar assim. – Renesmee sorriu encostando a cabeça no ombro de Jacob ao seu lado.

Os quatro estavam em um restaurante. Escolher os smokings deu um pouco de trabalho, mas não foi nada difícil. O casamento do Edward com Victoria estava marcado para daqui a duas semanas. Foi à única abertura que ambos encontraram na agenda cheia deles. Não teriam nem lua de mel, demoraria um pouco para acontecer, já que Victoria tinha outra conferência para participar e Edward estava cheio de cirurgia para fazer. Mas o mais importante aconteceria, o casamento no civil e a celebração com família e amigos.

__Como eu estava falando, minha mãe estava pensando em internar a Renée, mas se ela conseguir provar que está em ótimas condições ela não irá conseguir. Minha mãe me pediu ajuda.

__Temos que provocá-la. E teria que ser gravado, temos que ter algo contra ela. Se pelo menos conseguíssemos liga-la ao incêndio na clínica, já teríamos algo contra ela.

__Eu disse para a minha mãe que eu iria pensar, mas eu não sei o que fazer.

__Vamos ter que esperar ela atacar de novo. – Carlisle sugeriu. – Ou vamos ter que provocá-la mesmo. Eu não vou mais me encontrar com ela, pois ela assinou o divórcio e me ver longe daquela mulher era o que o mais queria nessa vida, mas podemos tentar algo mais.

__Será que ela não irá atacar no seu casamento, pai?

Edward lançou uma careta para filha que fez a ruiva gargalhar afundando o rosto na lateral do braço do namorado.

__É uma hipótese. – Carlisle apoiou a neta.

__Como ela saberia do casamento?

__Demônios sabem de tudo, pai. Eles estão em toda parte.

Jacob sorriu beijando a testa de Renesmee.

__Eu adoraria ficar aqui. – Carlisle olhou para o relógio. – Mas eu tenho um hospital para chefiar.

Sim! O patriarca dos Cullen também era doutor, mas ele era cardiologista, com a diferença que agora ele mais chefiava o hospital do que operava.

__Eu tenho uma reunião agora pelo resto da tarde. Consegui essa folga para comprar o smoking, mas já que terminamos, eu tenho mesmo que ir.

__Eu vou com o senhor no carro. – Renesmee ficou de pé pegando sua bolsa. – Vai comigo para o meu apartamento? – perguntou para Jacob que lhe acenou um sim. Os dois estavam aproveitando os dias de folga do moreno, e não tinham nada para reclamar a respeito.

Renesmee saiu de braços dados com o avô enquanto Edward e Jacob foram pagar as contas.

__Qual foi o real motivo para você querer me acompanhar no carro? – Renesmee ficou vermelha. No pouco tempo que Carlisle estava convivendo com eles, ele já a conhecia muito bem. E ficava feliz por isso.

__Eu queria dar um presente para o meu pai. Eu não lhe dei nada quando ele ficou noivo, ou melhor, eu não estava aí quando ele ficou noivo, e achei que poderia dar algo diferente. Mas essa é a questão. O que? Aí eu pensei que o senhor poderia me contar algo sobre ele, algo que eu ainda não sabia. Sei lá. – deu de ombros. – Algo sobre a mãe dele. Ele fala tão pouco dela, não sei se é medo ou se ele não quer se sentir mal.

__Lhe entendi perfeitamente. Faremos assim, me liga na parte da noite e vamos combinar de pensarmos em algo junto. Eu também quero dar algo ao meu filho e acho que podemos pensar em algo legal.

__Tudo bem. – Renesmee sorriu apertando mais o avô e olhando para os lados antes de começar a atravessar para o outro lado da rua.

__Há algo mais?

Renesmee sorriu, estava prestes a falar para o avô algo que ela queria muito. Que era que já o amava em tão pouco tempo, mas suas palavras nunca chegaram a deixar os seus lábios, pois Carlisle a jogou para o lado, fazendo com que ela caísse ao chão, batendo com um pouco de força, antes que ela pudesse se quer pensar ela viu o carro atingindo seu avô com toda força, o fazendo voar no ar e bater com um baque surdo ao chão.

__Não! – um grito de pura dor deixou os lábios de Renesmee.

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Jacob correu em direção da porta do restaurante quando escutou um grito feminino que clamava por ajuda e parecia ser de puro desespero. Quando os olhos caíram sobre a figura de Renesmee ao chão, sobre o corpo de Carlisle ele correu o mais rápido que conseguiu. Agora ele entendia o som forte que ele tinha escutado, era o carro batendo com força em Carlisle.

__Amor. – Jacob ficou de joelhos vendo Edward chegar logo atrás dele. – O que aconteceu.

__Ele... Ele... – Renesmee afundou o rosto contra o peito do namorado e gritou. Jacob fechou os olhos a apertando mais contra os seus braços.

Edward parecia assustado, mas ainda assim tentou sentir os batimentos do pai pelo pulso. Seria um milagre se ele estivesse vivo, pois a quantidade de sangue que sai da cabeça dele, por onde massa encefálica começa também sair, era impressionante. Com um olhar de puro pesar ele olhou para Jacob e negou com um aceno de cabeça.

__Amor. – Jacob puxou Renesmee para ficar de pé. – Precisamos sair daqui, temos que ir para calçada. – o som da ambulância chegando ao fundo despertou um pouco Renesmee do estado de choro que ela estava.

__Meu avô. – ela olhou para Edward que estava com a fonte baixa perto do corpo de Carlisle e parecia chorar enquanto segurava a mão do pai. – Meu avô, Jake?

__Eu sinto muito, Ness. – ela agarrou-se mais ao moreno e gritou de novo. Jacob a apertou com toda força que ele conseguiu naquele momento. Sabia muito bem o que ela estava sentindo. Aquele sentimento de perda era o pior possível. Sabia o quanto deveria estar doendo, mas ele estaria ao lado dela para que ela pudesse superar aquela fase difícil a qual ele sabia que ela passaria.

Quando Jacob finalmente conseguiu fazer Renesmee dormir, ele a cobriu com um cobertor e seguiu para sala. Isabella tinha chegado e estava abraçando a Edward lhe consolando. A verdade só pareceu cair para o médico quando ele viu o seu pai ser retirado do local envolto em um saco preto, nesse momento foi Edward quem gritou, e Jacob sentia-se inútil por não conseguir consolá-lo. Sua ideia foi chamar Isabella, e agradeceu quando ela disse que estava indo o mais rápido possível.

__Como ela está? – Isabella indagou depois que Jacob sentou no sofá da sala do apartamento dele.

__Dormiu, mas foi graças ao remédio. Tenho quase certeza que ela não terá um sono tranquilo.

__Pelo menos ela dormiu. – Isabella sorriu. – Ed. – a morena passou a mão sobre os cabelos do primeiro amor. – Você deveria fazer o mesmo. – ela sorriu. – Tomar um banho, comer um pouco e dormir. Cadê a Victoria? – Isabella perguntou para Jacob.

__Já entrei em contato com ela. Ela passou o dia todo em cirurgia e infelizmente está de plantão hoje. Ela já ligou e falou com ele. Você pode ir se quiser, agora que eu consegui colocar a Renesmee para dormir, eu posso lidar dar com ele. Eu já passei por isso.

__Eu vou ficar. James está em casa hoje, e ele não se importou quando eu disse que eu talvez não voltaria. O momento ciúmes passou. – ela sorriu meio sem graça. – Acho que agora que o Ed irá casar ele ficou mais tranquilo.

Jacob sorriu, mas seus olhos caíram sobre Edward que parecia fora da orbita.

__Já informaram a Alice?

Jacob negou com um aceno da cabeça. Sabia que ele teria que fazer aquilo, mas não estava com muita cabeça.

__Meu pai. – Edward choramingou, e Isabella o abraçou.

__Estou aqui. – ela o consolou.

Jacob assistiu quando Isabella ajudou o doutor a ficar de pé e o levou para o outro quarto. Ela disse que lhe daria banho e depois o colocaria para dormi. Jacob somente acenou com a cabeça e os assistiu sair.

Aquela situação toda estava fazendo com que ele pensasse no Taylor. A dor a qual ele lutava todos os dias para ficar trancada em uma jaula estava começando a querer sair. E aqueles momentos eram de desespero, pois ele sentia vontade de se cortar. A psicóloga disse que ele sentira vontade de ter uma recaída, mas ele precisava ser forte. Sempre forte.

Jacob correu para pegar o celular. Ele poderia estar melhor, mas não estava cem por cento, e ele precisava do seu segundo suporte, já que o seu primeiro – Renesmee. Estava impossibilitada naquele momento.

Duas chamadas depois ele escutou a voz do amigo.

__Jake? – Yates parecia surpreso. – Passamos mais de duas semanas juntos e você ainda me liga alguns dias depois? Você deve realmente me amar não é?

__O avô da Renesmee morreu atropelado hoje na parte da tarde, ela gritou e surtou. Eu tentei ser forte e consegui até agora. Mas eu estou sentindo, Yates. Está doendo e eu não estou gostando disso. Eu preciso de ajuda.

__Estou a caminho. – ele não precisou falar mais nada. Sabia que com Yates ele sempre poderia contar.

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Renesmee abriu os olhos e escutou alguém gritando, uma mulher na realidade. E ela reconheceu o grito, sua tia Alice tinha acabado de receber a notícia. Engolindo a massa que estava em sua garganta ela afundou o rosto no travesseiro e finalmente vez o mesmo que Alice. Gritou e começou a socar a cama. Os soluços eram altos e vinham rasgando sua garganta e sua alma. Ela tinha perdido o seu avô, logo agora que ela estava aprendendo a amá-lo.

A porta abriu e Renesmee arriscou uma olhada e viu Jacob entrar. Ele parecia mal, com olheiras em baixo dos olhos e um tanto quanto nervoso. Ela percebeu que ele não tinha visto que ela estava acordada. O moreno sentou na beira da cama e apertou os cabelos com força e começou a chorar. Aquilo deixou Renesmee alarmada. Secando o rosto de qualquer jeito ela se mexeu na cama. Percebeu que Jacob secou o rosto rapidamente e virou para olhá-la.

__Bem? – ele perguntou com a voz embargada.

__O que aconteceu? – ela perguntou ficando de joelhos e segurando o rosto dele. Tinha esquecido totalmente que ele ainda estava em processe de cura, e que tudo aquilo deveria estar deixando-o perturbado.

__Nada. – ele mentiu, mas não foi muito feliz na tentativa. Um soluço deixou os seus lábios e ele deitou na cama, usando as pernas de Renesmee como travesseiro. – Os gritos. – ela acariciou os cabelos dele, vendo as lágrimas descendo pela face. – As pessoas desesperadas e sem acreditar... É tudo de novo. – ele apertou as mãos na perna da namorada. – Eu não posso mais suportar um grito da sua tia, ou até mesmo o seu pai devastado do jeito que está. E você. – ele voltou a sentar e acariciar os cabelos dela. – Não posso lhe ver desolada da forma que lhe vi. Eu... Eu ainda não estou pronto para suportar algo do tipo. Se não fosse o Yates eu...

__Shh.. – ela passou os dedos sobre os lábios dele. – Eu lhe entendo, não precisa se sentir fraco ou culpado. Eu lhe entendo, amor.

__Eu queria poder está lhe consolando, mas eu...

__Eu entendi. – Renesmee tomou os lábios dele, sentindo o gosto salgado que estava ali. – Porque não fazemos assim. – ela o puxou, fazendo com que ele deitasse sobre a cama. Ela o abraçou, trançando as pernas. – Você está precisando colocar para fora, eu também estou. Então, vamos somente deitar aqui e chorar. Você com a sua dor, e eu com a minha. Um dando suporte para o outro desse jeito. – ela roçou o nariz na bochecha de Jacob, e como se aquilo fosse à permissão que ele estava precisando ele abraçou-se a ela e começou a chorar.

Renesmee não segurou suas emoções também e começou a chorar. Era um choro silencioso. Nem Jacob ou Renesmee estavam gritando. Um era o suporte do outro naquele momento, cada um fundo em sua própria dor.

__Eu te amo. – Jacob sussurrou com a voz meio estranha pelo choro. – Eu preciso que você tome cuidado, pois se alguma coisa acontecer com você. – ele suspirou socando o outro lado cama. – Se alguém lhe fizer algo, eu sei que não vou suportar uma perda dessas, eu vou morrer. Então, por favor, tome cuidado. Eu preciso de você ao meu lado.

__Eu não vou lhe abandonar, amor. – Renesmee tomou os lábios salgados de Jacob. Os choros se misturando, as dores se misturando.

Agora ela entendia Jacob e sua reação. Ele estava com medo de perdê-la. E ela não ficava atrás, mas ela chorava por um motivo em especial. Era para ela está morta, mas seu avô lhe salvou. E por isso estava doendo muito. Pois era para ser ela no chão, e não Carlisle.

Dando um soluço um pouco alto, Renesmee tomou os lábios de Jacob, sabendo que naquele momento o maior pesadelo dele poderia ter se tornando realidade.

Notas finais
Nota Beta: Quem lembra da ultima postagem vai se lembrar que eu estranhei a calmaria não é? Nuss que episodio triste... Senti por eles... Poxa até eu estava me afeiçoando a Carlisle. Quem acha que dona Renné tem algo a ver com isso?
Então dêem suas impressões. Comentem muito!
Bjks
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(¸.´ (¸.´ Diê Kellner :(