O Cãozinho da Ordem
2 O cachorrinho fugiu
- Camelot. — Hevlaska disse assim que viu o jovem. — Oh! Hevlaska a quanto tempo. — Jok — Hevlaska disse. — Aonde está a inocencia da minha irmã ? — Ah... eu sabia que você ia pedir isso. — Ela pegou uma de suas inocencias e entregou para Jok. — Eu posso ficar com ela ? — Nã- Komui foi interrompido por Hevlaska. — Claro. Jok assentiu agradecido e ligou o elevador para que ele subisse. Caminhou até o refeitório e lá encontrou Lenalee e Allen. Caminhou até o cozinheiro e pediu muito coisa, mais que o Allen (ele deve tá morreno de fome...). Após pegar sua comida sentou numa mesa. Começou a comer e notou que alguém comia com ele. Ele apenas rosnou e contiuou a comer. Parecia que o \'ladrão\' havia recebido o recado e não pegou mais nada. Pórem continuou lá.
Após acabar, Jok suspirou satisfeito e fitou a pessoa que havia tentado pegar sua comida. Era Allen. — Tsc. — Jok disse depois de se levantar e caminhar, ao antigo quarto de Kin. O cheiro do perfume dela estava no ar. Ele retirou a camisa e caminhou até a cama. Dormiu rápido. — Nee-chan — Jak chamou no quintal do imenso orfanato. — Oh.. irmãozinho eu estou aqui. Jok virou e avistou uma garoto de sua idade. Seus cabelos vermelhos grandes e ondulados e seus olhos brancos, eram o que destacava a jovem. Jok abraçou a irmã mais velha. — Não suma, assim — O jovem disse chorando. Levemente a mais velha passava a mão no cabelo do irmãozinho de forma consoladora. — Eu achei uma casa pra gente. Eles disseram que eu posso te levar comigo. — Ela disse com um sorriso. E o mais novo soltou-se do abraço e secou suas lágrimas, depois abriu um enorme sorriso. — Eba!!! Vamos ter nossa própria casa. A mais velha assentiu e puxou o irmão pela mão. — Vamos pegar nossas coisas bem rapidinho para que eles não mudem de ideia ta bem ? — Certo irmã. Eles corram até seus quartos, cada um pegando suas coisas. As coisas de ambos cabia numa pequena mochila. — Vamos. Eles desceram a escada aonde encontraram uma jovem de cabelos azuis espetados, branca como eles. — Ohaio, sou Road. — Ohaio. — Jok disse com um sorriso. — Venham comigo. — Ela pediu docemente, então as três pequenas criancinhas caminharam até um carro aonde um rapaz de aproximadamente 20 e poucos anos estava no volante. Kin se apaixonou a primeira vista pelo rapaz de cabelos ondulados azuis. — Sou Tyki Mikk. — Prazer. Sou Kin e esse é o meu irmãozinho Jok. Jok pulava ansioso para conhecer sua nova família. Jok acordou com triste. Embora a lembrança fosse de uma época feliz. Tudo mudará a algum tempo. Se levantou com uma terrível dor de cabeça. Caminhou até o armário e pegou um remédio qualquer para dor de cabeça. Digeriu o remédio e saiu do quarto, tentando esquecer do seu sonho, de sua irmã e de... Road. Quando chegou na cozinha a mesma estava lotada. Caminhou até o cozinheiro e pediu a mesma coisa do dia anterior. Comeu sozinho na mesma mesa. Mas mesmo depois de acabar seu \'lanche\' ele continuou ali, segurando a cabeça com suas mãose fitando diretamente a madeira da mesa. Ficou assim por minutos, até ouvir um estalo vindo de uma das cadeiras, seguido por mais dois ou três. Olhou para frente tristemente. Eram Lenalee, Allen, Lavi e Krory III. Estava pra baixo de mais para se levantar ou para exigir que saíssem. Então opitou por ficar ali fitando a madeira. Os outros comeram silenciosamente. Jok se levantou educadamente e caminhou com uma mão na testa. A dor de cabeça ainda não passara. — Ele deve estar com dor de cabeça. — Allen disse enquanto seguia-o com o olhar. Lenalee assentiu. — E nem deu tempo deu me apresentar. — Lavi disse enfiando mais um pedaço de pão na boca. Lenalee e Allen devidiram uma gota e um pensamento: \"Você nem quiz falar com ele\"Jok caminhou até a sala do Komui. Bateu levemente na porta e teve a autorização de entrar. — O que quer ? — Uma missão pra ontem. — Ele disse desanimado — Preciso de algo pra fazer. — Não dá. Não tenho nenhuma missão pra você. — Aff. Foi ai que Jok teve uma ideia, após olhar para o chão que estava cheio de papeladas. E um sorriso sádico apareceu em seu rosto. — Komui... — Hum ? — Komui disse lendo um papel. — Quer que eu te ajude ? — Como você poderia fazer isso ? — Komui perguntou fitando Jok com os olhos brilhantes. — Ah... Eu aprende uma coisa ou outra...— Preciso levar um café para Komui e perguntar sobre o movimento dos Akumas. — Lenalee disse se levantando da mesa do refetório. — Eu vou com você. — Allen se ofereceu, também se levantando. Foram ambos para a cozinha. Lenalee fez um café enquanto Allen a admirava. Após o café estar pronto Lenalee pegou a caneca de Komui e colocou café nela. Seguiram para o escritório. Allen bateu levemente na porta e ouviu-se a voz de Jok permitindo a entranda dos dois. Allen e Lenalee se entreolharam e hesitante Allen abriu a porta. Jok estava assinando um papel e Komui dormia no sofá.
— O Q-- Lenalee foi intorrompida por um \'shiii\' de Jok que continuou fitando o papel. — Deixe-o descançar. E eu também preciso fazer alguma coisa... ficar sem fazer nada não é algo que eu \'curta\' muito. Allen riu baixo para não acordar Komui. — Lenalee. — Jok chamou. Fazendo com que a garota parasse de fitar o irmão mais velho \'despejado\' no sofá, o fitasse. — Esse cheiro... — Jok disse inspirando sem tirar os olhos do papel. — ... é café ? — Isso mesmo. — Ela disse com um sorriso. Jok raramente falava quando estava no QG e quando falava era isuportáel, agora ele estava sendo agradável. — Quer o café ? Jok fitou-a e assentiu com um sorriso no rosto. Lenalee colocou o café em cima da mesa e caminhou até a porta. — Obrigado. — Jok agradeceu com um sorriso no rosto após provar um gole do café. — De nada. — Lenalee disse simpatica. O olhar de Jok ficou triste. Lenalee abriu a porta, mas parou aonde estava quando oviu Jok. — Desculpe. — Ele disse olhando os papeis que estava prestes a assinar com o nome de Komui. — Não se preocupe. — Ela disse simpática. — Você me lembra a Kin. — Ele disse ainda mais triste. — No gênio é claro, a aparência, o cheiro, e o modo de se vestir eram diferentes. Lenalee sorriu e saiu do quarto, Allen não havia dito nada e na verdade nem havia prestado atenção na conversa de Jok e de Lenalee. Mas mesmo assim sorriu para Jok enquanto saia. Jok continuou o \'seu trabalho\' até encontrar um papel. Pegou o seu casaco, vestiu-o e colocou, delicadamente, o papel que havia encontrado no rosto de Komui, agora ele era um exorcista, precisava dar satisfação de onde estava. Saiu em direção a ferroviaria. Lenalee preparou outro café após alguns minutos, o último deveria ter acabado. Colocou o café em outra caneca e caminhou até o escritório, dessa vez ela não bateu apenas adentrou o escritório com um sorriso. Mas quando notou que não havia ninguém além de Komui. Ficou horrorizada. Quando olhou novamente para Komui, percebeu que este tinha um papel no rosto, pegou-o gentilmante e leu as palavras escritas a mão. Exorcistas do QG, nós nescessitamos urgentemente de ajuda, no centro de pesquisa do Brasil. Um Noah está nos atacando juntamente com um exercíto de Akumas nível 2 e tO resto estava manchado de tinta misturado com sangue. Ao terminar de ler soltou a caneca horrorisada. Jok que era apenas um novato, embora fosse muito forte, um novato, estava indo para uma missão contra Akumas de nível 2, um Noah e provavelmente outros Akumas de outros níveis também estariam lá. Komui acordou com o barulho da caneca se espatifando no chão. Mas não teve tempo de perguntar, Lenalee soltou o papel e correu até o quarto de Allen.
Fale com o autor