Notas iniciais
Oi, oi gente! (momento Kéfera, hahahah) Bem, aqui é a Marina! Se você não está entendendo, vai lá no nosso perfil e dê uma olhadinha :) Como já sabem, é a nossa primeira fic Faberry, mas nós amamos Glee e sempre tivemos vontade de escrever sobre esse casal que é tão... Ah, eu vou chorar! Brincadeira, hahahah! Bem, esperamos que gostem! ~ Mah

Ah, o bar da esquina... Não que esse seja o nome dele, mas eu o chamo assim desde a primeira vez que vim aqui. Eu estava explodindo de vontade de ir ao banheiro, meu Deus! Se eu demorasse mais um pouco a achar um lugar que tivesse um banheiro descente para ir, com certeza, eu pagaria um lindo mico na rua. Mas fazer o quê se em NY não há um lugar limpo o suficiente para que eu possa ter confiança e não contrair alguma doença venérea? Argh! Chega de pensar nesse dia. Posso dizer uma coisa: achar esse lugar foi como um oásis! Ok, vou parar. A questão é que, cá estou eu nesse bar mais uma vez. Por quê? Ah, sim. Naquele dia eu conheci o dono do lugar, François. Um homem de meia idade com uma bela história de vida e um ótimo senso de humor. Ele se alistou no exército aos dezoito anos, pois não tinha perspectiva nenhuma de vida, então se tornou um ótimo soldado, até aí tudo bem. Mas o pior foi quando ele acabou perdendo a perna direita, os inimigos atacaram o alojamento onde ele estava com uma bomba e aí, bem, a perna dele acabou sendo meio que dilacerada. Entrementes, ele voltou para casa e seguiu em frente. Deprimido por não ter mais o que fazer da vida, decidiu então comprar esse pequeno bar, que na época estava sendo vendido por um ótimo preço.

Nós conversamos e rimos bastante, basicamente todos os dias após o trabalho eu venho para cá, é como um ritual e nesse passatempo eu acabei conhecendo todos os clientes que aqui visitam, quer dizer, quase todos. Eu sou uma pessoa amistosa, converso com qualquer um que puxar assunto e as faço rir, o que quer dizer que eu também tenho um bom senso de humor, não é? Acho que não, porque há uma certa morena que não ri das minhas piadas muito menos abre espaço para que eu possa engatar uma conversa. Assuntos banais tipo, gosto musical, gosto por cultura, arte, livros e etc. Eu sei o nome de todos os clientes de François, inclusive quando os vejo na rua pareço àquelas senhoras de idade que, quando veem alguém para e conversa durante alguns minutos ou sempre acena para algum conhecido. Entretanto, eu não sei nada sobre essa morena, a única coisa que eu sei é que ela é baixinha, bem, isso é notável, e que ela sempre aparece por aqui nas quintas feiras. Nunca a vi acompanhada ou sorrindo, sempre está com uma cara triste, frustrada. Ela parece ter um tipo de ritual também, que é pedir uma dose de uísque com três cubos de gelo e sentar-se á mesa mais afastada do bar.

François acabou me deixando sozinha para atender alguns clientes que acabaram de chegar, e eu aproveitei para ler a relação de atrizes para a minha mais nova peça. Ah, sim, acabei esquecendo de dizer. Além de ser uma pessoa amistosa, que conversa como uma senhora idosa na rua, que gosta muito do bar da esquina e que aparentemente gosta de esquecer as coisas, sou escritora. Mas o que tem a ver um livro com uma peça de teatro? Bem, digamos que meu último livro acabou sendo um sucesso e com isso, vieram pedidos para transformá-lo em filme ou peça de teatro e eu, como uma boa apreciadora da Broadway acabei aceitando, com a condição de que eu também dirija a peça e escolha a protagonista. Para que a peça faça jus ao livro, porque muitas das vezes isso não ocorre com os filmes. Os andamentos para que tudo seja planejado já começaram, mas infelizmente eu não achei uma boa atriz que consiga interpretar Victória, a principal personagem da história. Grifei os nomes que mais me chamaram a atenção na lista, no dia seguinte eu entraria em contato. Até que me distraí quando ouvi o sino da porta soar, me virei para ver quem era e... surpresa! A morena de quem eu estava falando acaba de entrar.

Estranhei o fato de ela estar ali, ainda não era quinta-feira. Ou era e eu me esqueci de riscar o dia no meu calendário? Procurei pelo o calendário de François e concluí: terça- feira, 10 de março. Então, eu não ando tão esquecida das coisas, o que quer dizer que minha saúde mental está perfeita! Poderia ser apenas uma exceção e a tal morena ‘quebrou’ seu ritual e entrou no bar. Mas por que ela está com a mesma cara de sempre, fez o mesmo pedido e sentou-se na mesma mesa? Sabe, uma coisa que me deixa agoniada é ver as pessoas tristes, o que parece ser o caso da morena baixinha. E o que eu faço quando vejo isso? Tento fazer a pessoa rir. E é isso o que eu vou fazer.

Arrumei todos os papéis e os coloquei dentro da minha bolsa, peguei minha taça de vinho e me aproximei de sua mesa.

– Com licença, posso?

Notas finais
Espero que tenham curtido o prólogo :D Comentem! Digam o que acharam! Não gostou? Peço que comentem mesmo assim! Até para dizer "que horror! Não gostei" E se gostou? Muito obrigada! Comente também! Aah, mais uma coisinha! Eu e a Julia teremos uma assinatura para vocês saberem quem está postando o capítulo, okay? Muito provavelmente, eu postarei o próximo. Enfim, comentem! Bjão! Nosso Tumblr: http://my-50-shades-of-cool.tumblr.com/