O Anjo Negro

13 Décimo terceiro Capítulo – Estou pronta


Notas iniciais
Estava sem muita inspiração, mas o próximo sera ótimo, eu garanto, é que eu precisava de uma base antes de fazer a ida ao paraíso.

Era um começo de tarde agradável em Londres, Charlotte estava entediada, andava de um lado para o outro, sem saber o que fazer.

Por um momento ela pensou em varias coisas romanticas que podia fazer com Sebastian, mas ela nunca faria essas coisas, era muito orgulhosa para isso.

Se ele fosse mais entendido do assunto até poderia fazer, mas aos olhos de todos ele era apenas uma criança.

Charlotte caminhou até as escadas, quando viu Sebastian limpando os corrimões. Ela o admirava de longe. Ele sentiu-se observado e olhou ao redor para ver quem era. Charlotte o encarava, perdida em seus pensamentos, o que mais ela pensava era em como Sebastian podia ter matado alguém, ele é tão inocente e gentil. É quase impossivel pensar que ele teria matado por querer.

Sebastian foi até Charlotte, dando um suave beijo em seus labios. Ela leva um pequeno susto, pois estava sonhando acordada.

– Sebastian.

– Sim?

– Eu te amo. — Ela sorriu levemente, apenas com os lábios.

– E-Eu também a amo... — Suas bochechas avermelharam.

– Haha... — Charlotte pensou em quão fofo ele era. — Sebastian...

– O que?

Ela pulou em cima dele, ambos cairam no chão, perto das escadas. Charlotte ficou sobre ele, encarando-o. E então o beijou. Ele acariciava seu rosto levemente.

– Alguém pode nos ver... — Ele olhava ao redor.

– Mas não estamos fazendo nada... Ainda.

Ela voltou a beija-lo, ele passou a mão levemente pelo quadril dela. Charlotte corou de leve, ele desceu a mão para sua coxa e voltou a subi-la. Ambos escutaram a chave passando pela fechadura, então se levantaram e Sebastian voltou a trabalhar.

– Sempre tem alguém para atrapalhar. — Charlotte fez um biquinho com os labios.

– Não fale assim, sua pervertida.

– Não era eu que estava acariciando o quadril alheio. — Ela riu. Começou a caminhar até seu escritório.

O telefone tocou, ela o atendeu naturalmente:
– Alô?

– My sweet!

– Como consegue ser tão irritante?

– Você sabe que te amo, querida.

– Cale-se, papai.

– Enfim, já está pronta para ir até lá?

– Quase, estou esperando Mary. Vamos amanhã, se tudo der certo.

– Boa sorte, querida. Não se esforce muito.

– Obrigada, papai, eu juro que traremos mamãe de volta.

– Vamos conseguir. Até mais. — Ele desligou.

Charlotte foi até uma espécie de laboratório, preparar algumas pílulas, elas ajudariam a manter uma essencia pura. Apenas para que ninguém reconhecesse ela. Demorou um pouco, mas ela conseguiu melhorar a formula, agora seria dificil qualquer um reconhece-la no paraíso.

– Estou pronta... Mamãe, eu vou ajuda-la, me espere. Vamos voltar a ser a família que eramos antes de tudo.

Notas finais
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