Não Me Morda Muito Forte

1 Capítulo 1 - Lobo mal, lobo muito mal.


Notas iniciais
Queria dizer que sempre quis postar um Sterek, espero que tenha conseguido com sucesso captar a alma dos personagens que tanto amo. ♥

Certo, certo. Agora só preciso de uma corrente que consiga segurar um lobisomem amaldiçoado e tudo vai ficar bem. Mas o único problema, é que eu estou na porra de uma cabana. No meio da floresta. Com Derek me olhando como se ele fosse me comer vivo, várias vezes, e eu não falo no sentido literal.

– Você prefere que eu te devore como? – Virei o corpo de uma vez ao ouvir a voz rouca e monstruosa dele, encarando o brutamontes que até que ficava fofinho com aqueles olhos azuis. Ele deu um passo na minha direção, e eu outro passo para trás.

– Não sei, sabe, já temos um belo histórico de Stiles sendo mordido e se envolvendo com criaturas sobrenaturais psicopatas, então, talvez devêssemos só fazer o que nenhum deles tentou até agora: ficar sentado, debater sobre a vida, falar sobre nossos sonhos e esperanças. – Falei com um sorriso nervoso, concordando com a cabeça na esperança de que ele também concordasse e fosse persuadido. Derek levantou uma sobrancelha, e eu dei outro passo para trás.

Já estava ficando sem passos.

Você cheira a sexo. – Meu queixo caiu. Sério? De tantos cheiros que eu podia estar cheirando agora, eu tinha que estar cheirando à única coisa que poderia atiçar ainda mais um lobisomem maluco? Ele passou a mão pelo volume na calça rasgada, e eu olhei com algum pânico.

– Não, não. Não. Não. É apenas meu novo perfume, mas era para na verdade passar uma sensação de... Assexualidade. É. A mais pura assexualidade existente, onde sexo e tesão não existem, apenas, sabe, corpos sem sentido e que apenas fazem sexo para se reproduzir. – Derek deu outro passo para frente. Eu apenas tinha mais um passo, um passo bem pequeno, e quando ele já dera outro passo eu encostei minhas costas na parede de madeira, notando que uma delas estava solta e então, a puxando. Apontei a madeira com uma cara séria para o lobisomem, e ele sorriu.

– Você gosta de pegar num pau? – Soltei o pau. Madeira! Soltei a madeira. Ma-dei-ra. Derek aumentou o sorriso dele, e eu engoli em seco.

– Sabe, Derek, eu acho que você está no cio. Ouvi falar que em vários animais, a castração sempre ajuda a controlar os... – Ele deu outro passo, eu engoli em seco de novo. – Hormônios. E a raiva. – O sorriso dele desapareceu. – Não que você tenha raiva! Digo, isso é algo apenas para cachorros, e, ahn, vários outros animais que eu não me lembro agora. – Ele deu outro passo. Só tinham dois passos entre a gente, e um pau enorme.

MADEIRA.

– Realmente acha que consegue me segurar, Stiles? Talvez você simplesmente devesse ceder, se entregar ao destino que todos os seus amigos já participam. – Eu pisquei, olhando de um lado para o outro e notando o outro passo dele. Encostei a cabeça na parede, e ele colocou uma das mãos no meu peito, o que me fez sentir as garras dele. Fiz uma careta, ele estava quente, bem quente.

– Você vai me transformar? – Perguntei assustado, fechando os olhos quando ele dera o último passo e encostando o nariz (ok, aquilo era um focinho) no meu pescoço. Virei a cabeça para o lado, a respiração dele era sonora e quente, me fazendo arrepiar.

– Sim, mas você sabia que não preciso apenas te morder para isso, certo? Qualquer corte grande, qualquer machucado profundo que eu fizer poderia fazer o trabalho... – Eu abri os olhos, ele não precisava ser mais direto que aquilo. Colocando as mãos no peito dele, o empurrei com força e vi o lobisomem cair na minha frente. Corri então na direção da porta, mas algo me pegou pelos tornozelos e me fez cair. E então algo ficou em cima de mim. E algo se encoxou em mim. E algo pegou minha camisa e passou a levantá-la por trás, a respiração quente no meio das minhas costas descendo até o meu cóccix, me fazendo arrepiar. Debati meu corpo com alguma força, empurrando ele para o lado, mas Derek me pegou pela cintura e me virou de uma vez, ficando de barriga para cima enquanto uma de suas mãos segurava meu braço.

Olhei para baixo, minha blusa havia subido até o meu peito, mostrando meus mamilos. Derek acompanhou meu olhar, e eu tentei empurrá-lo novamente, mas dessa vez ele segurou meu outro braço e foi para cima de mim.

– Sai! Cachorrinho mau! – Gritei em pânico, o sorriso dele voltando ao mesmo tempo em que abaixava a cabeça e deslizava a língua pelo meu mamilo. Merda, aquilo era bom.

Fechei os olhos, tentando empurrá-lo, mas notando que ele nem ao menos parecia se esforçar para me segurar ali. Um péssimo sinal, já que agora ele deslizava o focinho para baixo e a ponta da língua pela minha barriga. Aquilo teria me feito sentir cócegas, não fosse o fato de que na verdade me deixava arrepiado. Bufei, notando que ele levantou o olhar ao mesmo tempo em que as presas davam uma leve mordida na minha pele, e as mãos deslizavam pelos meus braços.

Merda, estava ficando melhor.

Debati meu corpo novamente, sentindo os lábios grossos e ásperos dele abocanharem minha barriga, passando a beijar cada centímetro dela e enfiar a língua no meu umbigo. Quando virei meu corpo para o lado de uma vez, ele me fez voltar ao mesmo jeito que antes com um forte puxão, levantando o rosto com uma expressão séria.

– Pare. – Ele ordenou voltando a beijar minha barriga e descendo com os lábios. Eu arregalei os olhos, me debatendo ainda mais.

– PARE VOCÊ! Seu lobisomem tarado! Não é por que aquela maldita bruxa te obrigou a ficar como um lobisomem para sempre que você tem que agir como um cão no cio! Não me importa se isso aumenta seus desejos, eu só... Ahh... – Fechei os lábios e os olhos com força, tentando ignorar que havia soltado um gemido no mesmo instante em que senti a boca dele abocanhar meu volume pela calça.

Sim, eu tinha um volume, mas, não era minha culpa. Ele tem uma cabeça, ele pensa, ele faz o que ele quiser.

A boca de Derek continuou a beijar meu membro com alguma vontade, me deixando confuso se o molhado que eu sentia era do meu membro ou da saliva que ele soltava descontroladamente.

Derek... – Gemi, respirando fundo e abrindo os olhos como se acordasse de um transe. – DEREK! – Gritei, tentando me soltar agora com tanta agressividade que, sem querer, dera uma ajoelhada no estômago do lobisomem. Derek rosnou, e então soltou meus braços. Antes que eu tentasse qualquer coisa, porém, ele abriu meu zíper e puxou para fora meu pau, o abocanhando de uma vez e me fazendo contorcer as costas com um gemido.

Porra, caralho, porra.

Segurei com força os cabelos de Derek, tentando afastá-lo em vão já que as mãos dele agora agarravam minha cintura e me mantinham bem preso. Os lábios rudes dele afundaram-se no meu membro, me fazendo gemer baixo enquanto sentia a língua dele deslizar por toda a sua extensão até ir para fora da boca. Afastando-se então, seus lábios concentraram-se apenas na minha glande, a língua molhada passando a lambê-lo com certa vontade. Quando sem querer afrouxei o aperto nos cabelos dele, ele viu aquilo como um sinal positivo e puxou de uma vez minha calça e minha cueca para baixo.

Aquilo era errado, e bom, e ele chupava bem.

Não, Derek! Por favor! – Pedi num tom nada convincente, sentindo a ponta da língua dele deslizar pelo buraquinho da glande e me fazer soltar um pequeno grito. Apertei novamente os cabelos dele, mas agora, não tentei o afastar.

A boca dele começou a se movimentar num vai e vem rápido, deixando-me cada vez mais sensível e quente, as mãos dele pegando em minhas pernas e as jogando com facilidade em cima dos ombros dele, o que permitiu que me chupasse com ainda mais facilidade. A ponta de um dos caninos deslizou pela pele sem querer, a arranhando, e eu me contorci com misto de prazer e dor, que o fez soltar uma leve risada.

Derek levantou a cabeça, finalmente liberando meu pau e fazendo com que um fio de baba unisse minha glande aos lábios dele. Ele deslizou a língua pela boca.

– D... – Comecei a falar, mas meu tom tão fino e fraco que me fez arranhar a garganta e tentar fazer agora uma voz de homem. Ou a minha normal, que também servia. – Me solta. – Falei sério, não o empurrando, mas vendo que ele respirava de forma pesada e seu corpo se movia num ritmo calmo. Meu peito também subia e descia de forma mais intensa, mas tentei ignorar aquilo.

– Eu não estou te segurando. – Ele falou com um sorriso, tirando minhas pernas de seus ombros, o olhar dele mostrando algum divertimento. Tentei me mover. Pensei em me mover. O sorriso dele aumentou.

A mão dele foi até a minha barriga, as garras arranhando devagar a minha pele conforme ele de repente começou a avançar sobre mim. O corpo dele se encaixou entre as minhas pernas abertas, o olhar dele indo dos meus olhos até a minha boca, o que o fez morder seu lábio.

Engoli em seco, sentindo minha respiração ficar cada vez mais acelerada conforme ele finalmente se encaixava sobre mim, a cabeça em cima da minha e a face de lobisomem lançando-me um olhar penetrante.

– Quer fugir do lobo-mal? – Ele perguntou, o sorriso ficando torto enquanto aproximava os lábios dos meus, mas não me beijava. Abri os lábios para falar algo, mas sem calcular bem a distância, senti os lábios dele roçarem nos meus com aquele gesto.

Merda. – Fechei os olhos. As mãos de Derek me agarraram com força pela cintura, a boca dele se pressionando contra a minha conforme meu corpo se contorcia no do maior e sua língua deslizava pelos meus lábios. A abocanhei com força, já sem me importar, sentindo pela primeira vez o volume duro dele roçar no meu pau exposto e me fazer perder a concentração.

Minha língua se entrelaçou na dele e invadiu sua boca, minhas mãos finalmente agarrando a camisa dele e a puxando para cima, ao mesmo tempo em que ele cravava as unhas no meu peito e rasgava minha veste.

Aquilo era bom, ok, lobisomens tinham suas vantagens.

Levando a boca até o meu pescoço, abri as minhas pernas um pouco mais sem notar que o fazia, sentindo o beijo molhado e quente em minha pele ao tempo em que ele passava a roçar seu corpo em mim com mais vontade, basicamente me...

Merda. Abri os olhos, aquilo estava acontecendo, eu tinha que par...

MERDA. A boca dele se encaixou na minha pele e com bastante força a sugou, me fazendo soltar um gemido alto. Voltei a fechar os olhos, sentindo o volume dele tão duro que me fez perguntar como simplesmente não havia rasgado suas roupas. Meu pau babava a calça dele, e pressionei os dedos com força em suas costas, tentando arranhá-lo conforme continuava a me contorcer embaixo de seu corpo.

Num movimento rápido ele inverteu nossos corpos, me deixando por cima e puxando meus cabelos, obrigando-me a abaixar a cabeça e a retomar o beijo. Agora ele se movia com ainda mais vontade, os gestos brutos me fazendo querer responder igualmente, mordendo seu lábio e o puxando com mais força do que jamais fiz com qualquer garota, querendo machucá-lo. Abaixando a mão entre nossos corpos, tomei coragem e finalmente apertei seu volume. Derek gemeu, e eu comecei a masturbá-lo por cima da veste, apertando-o com força até o ponto em que ele empurrou minha cabeça e me fez ficar sentado. O olhei assustado por apenas um segundo, o que fora o bastante para que o lobisomem abrisse sua calça e puxasse a cueca para baixo.

Ave Maria, cheia de graça. O senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres. E bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

O pênis do lobisomem apontava duro e grosso para cima, numa leve curva que apenas fazia com que a cabeça parecesse ser maior. Eu não precisava medi-lo para saber que passava dos vinte e dois centímetros fácil, e, quando a mão de Derek puxou minha cabeça para baixo com uma das mãos e segurou no membro com a outra, fechei os olhos e o obedeci.

O gosto forte logo fez com que eu perdesse o fôlego, a língua deslizando pelo seu membro até o fundo conforme ele o forçava para dentro, me fazendo engasgar. Puxou minha cabeça para cima, bufou, e eu o olhei com lágrimas nos olhos até o momento em que ele voltou a abaixar minha cabeça. Respirei fundo, abri a boca o máximo possível e senti ele passar a movê-la para cima e para baixo num ritmo calmo, o que me permitia deslizar a língua pela sua cabeça e dar chupadas nela que causava pequenos estalos quando ele me obrigava a tirá-lo da boca.

Levantei o olhar para observá-lo, vendo os olhos azuis e frios me assistindo enquanto o chupava ao seu controle. Os lábios dele estavam entreabertos, e o corpo se contorcia sutilmente a cada vez em que eu arriscava mais e tentava abocanhar mais de seu membro. Sorrindo, então, dei uma pequena mordida em sua glande, o que o fez tombar a cabeça para trás e gemer, soltando meus cabelos.

Liberdade!

Olhei para ele com uma expressão quase psicótica e ele arregalou os olhos, pegando em seu pau e passando a masturbá-lo com força e velocidade, o que o fez tentar falar algo mas simplesmente soltar mais gemidos. Meus lábios foram então até suas bolas, a língua deslizando pelo testículo direito e o abocanhando com força, colocando-o por completo na boca e o sugando como se o mamasse.

– STILES! – Ele gritou com uma voz que não era a dele, e, quando levantei os olhos para encará-lo notei que ele parecia prestar atenção em fora da cabana.

Aquela era a voz de Lydia.

Notas finais
ESPERO QUE GOSTEM! Por favor, comentem! Obg, de nada.