Nudez Mortal

21 TRÊS DE SEIS...Novo e antigo suspeito!


Notas iniciais
OI meninas, saudades de vcs D ++++++++.... Ainda estou na minha viagem, mas não aguentei e tive que postar esse capítulo! Meu professor nem sonha, mas tive que ficar aqui no alojamento enquanto ele saia com os outros alunos (meus amigos)....kkkkkkkkkkkkkkkkk.
Minha amiga me emprestou o note dela e pra eu escrever e eu vim para uma lan house para postar por que ela fez o favor de esquecer o moldem dela.
Espero que curtam o capítulo e no feriadão vou tentar postar outro, mas não prometo. Dia 12/06 eu volto e embarco na fic com força total.

FINAL DO CAPÍTULO ANTERIOR

- Nós vamos conversar sempre. Gosto muito de conversar com você, mas agora você precisa dormir.

— Ok. A gente se ver depois, Edward.

— Pense em mim Bella.

Ele desligou a transmissão, mas continuou com o telelink nas mãos olhando fixamente para a tela. Tinha alguma coisa no olhar dela. Ele já conhecia bem demais aqueles olhos que tentavam esconder algo.

Esse algo era preocupação.

Ele girou a cadeira e ficou olhando para o espaço cheio de estrelas lá fora. Ela estava muito longe e ele não podia fazer nada a não ser especular o que ela tinha.

E mais uma vez ele pensou por que ela era tão importante para ele.

******

Bella olhava frustrada para o relatório que estava em sua frente sobre a busca por cofres no nome de Jéssica Stanley. Em todos os bancos da cidade ela só lia, sem registros. Sem registros.

Nada em New Jersey, Nova York, nada em lugar nenhum.

Ela tem que ter alugado algum cofre em algum lugar.

Jéssica tinha diários, isso era um fato. Ela tinha que tê-los guardados em um lugar de fácil acesso.

Naqueles diários Bella tinha certeza que encontraria o motivo para o assassinato.

Como não queria pedir para Charlie fazer uma nova busca ela mesma decidiu começar uma busca mais ampla. Começou na Pensilvânia e terminou no Canadá e não encontrou nada.

Pesquisou por várias cidades e quando o seu computador começou a fazer um barulho esquisito ela deu um chute na CPU. Jurou que iria pedir outro computador se conseguisse terminar aquela pesquisa sem interrupções.

Ela era teimosa e decidiu retornar suas pesquisas para o país e começou pelos estados que ficavam no interior do país e depois foi para a Costa Oeste.

Você era muito inteligente e esperta, Jéssica, pensou Bella enquanto os resultados negativos para a busca surgiam. Era esperta demais para o meu gosto. Mas eu também sou esperta e sei que você não iria guardar algo tão importante em outro país ou até fora do planeta. Isso teria que passar pela alfandega e você não ia querer isso. Você ia querer ter acesso imediato a eles.

Sua mãe sabia sobre eles e eu acho que outras pessoas sabiam também. Até por que você queria que eles soubessem da existência de um material importante e que só você sabia onde estava.

Mas tinha que ser um lugar perto de você. Bella fechou os olhos e tentou se colocar na mente dela. Tem que está perto para que você sentisse o poder perto de você.

Não podia ser um lugar fácil, que qualquer pessoa poderia ter acesso. Então talvez você tenha usado um nome falso. Você deve ter alugado um cofre em algum banco com um nome que ninguém desconfiasse. E você sendo esperta escolheria um nome que ninguém descobrisse, mas que fosse familiar para você. Um que não te trouxesse problemas.

Era simples. Estava na cara e nem ela nem Charlie pensaram nisso antes. Jéssica Forbes foi o nome que ela digitou mais uma procura. E deu sorte no Banco Internacional de New Jersey.

Jéssica não apenas tinha um cofre alugado, mas também uma carta de ações no valor de quatrocentos e cinquenta mil dólares.

Sorrindo ela fez sua primeira ligação para o gabinete do promotor que estava de plantão.

— Preciso com urgência de um mandado de segurança. — Ela falou.

Quatro horas depois ela estava rodando pela sala do Comandante Carlisle, tentando não gritar de raiva.

— Ela deve ter sim outro cofre em algum lugar. E os diários devem estar nele.

— Ninguém esta proibindo você de continuar a sua procura, Swan.

— Eu sei. – Ela ia e voltava da porta para a janela bombeando a energia por todo o corpo. – E o que vai ser feito a respeito disso tudo? – Ela apontou para a pasta que estava em cima da mesa dele. – Eu trouxe um relatório completo para você com os dados dos discos que foram retirados dos cofres. Ai tem o nome de todas as vitimas de chantagem incluindo os valores que ela cobrava. O nome do Volturi está nessa lista, em ordem alfabética.

— Eu sei, Swan. Mas o Secretário Volturi não é o único da cidade que tem esse sobrenome Volturi, e nem mesmo no país.

— É ele. – ela finalmente berrou. – Nós dois sabemos que é ele. Existem também outros nomes fortes nessa lista. Um governador, um ex vice-presidente, uma líder da Organização de defesa das Crianças, dois policiais de patente alta.

— Eu li os nomes da lista que você me entregou. – Carlisle interrompeu-a – Será que você percebe onde você está se metendo, Swan? Esses nomes e números não significam nada sem os diários. Se esses dados saírem daqui, acabou. Você acabou e toda a investigação também. É isso que você quer?

— Não. Claro que não.

— Então encontre os diários e encontre a ligação entre Jéssica Stanley e Lua Star e só depois verei qual vai ser o nosso próximo passo.

— O Volturi está ferrado. – Ela enfim sentou na cadeira em frente à mesa. – Ele conhecia Jéssica e estava sendo alvo de chantagem. E está fazendo jogo sujo para impedir o andamento da investigação.

— Então vamos passar com tudo por cima dele. – Ele pegou a pasta com os dados e guardou no cofre pessoal dele na sala. – Ninguém pode saber disso aqui, nem mesmo o Charlie. Estamos entendidos?

— Sim, senhor. – Como ela não conseguiu se segurar ela falou. – Comandante, gostaria de assinalar que o nome de Edward Cullen não consta nessa lista.

— Como eu falei anteriormente. Eu li os nomes da lista. – Ele olhou para ela e sorriu. Depois a dispensou.

Quando chegou a sua sala Bella tinha três e-mails novos e uma mensagem gravada. Ela preferiu ouvir primeiro a mensagem. Era o legista que cuidou do vizinho do seu apartamento. A sua suspeita tinha sido confirmada, ele havia sido assassinado.

Ela teve que ir visitar a viúva e não se decepcionou quando ela confessou o crime. Ela o havia matado pelo simples fato de ele gostar de comer demais e isso ser um dos pecados capitais.

Bella passou pela lanchonete quando voltou mais tarde para a Central. Queria continuar suas buscas pelo diário.

Ela ainda não tinha pesquisado metade dos bancos de Nova York quando recebeu uma chamada no telelink.

— Tenente Swan. Pode falar.

A resposta que teve foi uma imagem que surgiu na tela. Uma mulher morta arrumada do mesmo modo das outras duas. Depois a mensagem

TRÊS DE SEIS

Bella olhava fixamente para a mensagem enquanto conectava seu telelink ao computador.

— Rastreie a chamada. Descubra o enderenço, agora!

Assim que o computador repassou os dados ela se conectou com a Equipe de Emergência.

— Aqui é a Swan, Tenente Bella, Identificação 7435QB. Prioridade 1. A unidade que estiver disponível dirija-se o mais rápido possível apara Rua 97 Oeste, numero 651, apartamento 9112. Não entrem no prédio. Não entrem no prédio. Não permitam a saída e entrada de nenhuma pessoa do prédio e também no apartamento. Estimativa de chegada daqui a quinze minutos.

— Registrada a solicitação, Swan, Tenente Bella. – O androide falava compassadamente. – As unidades setenta e quarenta e três estão disponíveis para apoio e aguardarão sua chegada. Prioridade 1. Desconectando transmissão.

Bella pegou a bolsa rapidamente e o seu kit de trabalho e saiu.

Quando chegou ao apartamento ela entrou sozinha com a arma na mão e pronta para o que viesse. A sala estava bem arrumada e tinha vários almofadões coloridos. Em cima da mesa de centro havia um livro aberto e o sofá estava com colcha um pouco bagunçada como se alguém estivesse deitada ali há pouco tempo. Ela seguiu para a outra porta do apartamento.

O aposento parecia ser um escritório bem arrumado que já demonstrava as características da vítima. Uma escrivaninha com vários livros, um vaso de flores e um pote cheio de doces.

A escrivaninha ficava de frente para uma janela que não havia grade de proteção. Ao lado da janela havia uma estante com alguns objetos, como jarros, enfeites, um porta lápis.

Ela foi em direção ao outro cômodo do apartamento e já sabia o que encontraria lá. Ela não sentiu o embrulho no estômago como das outras vezes. Ela guardou a arma e como já havia passado o spray selante nas mãos e nos pés entrou no aposento e foi em direção ao corpo.

Tocou na vítima para sentir a temperatura corporal e viu que ainda estava quente.

A vítima estava posicionada da mesma forma que as outras, em um formato de X na cama. A arma estava colocada cuidadosamente entre as pernas da vítima, em cima da cama.

Ela reconheceu a arma como sendo uma Ruger P-90, uma arma leve e compacta feita para proteção doméstica e muito usada durante as Guerras Urbanas.

Não havia silenciador, mas ela tinha quase certeza de que o quarto era a prova de som. O assassino também sabia disso.

Foi até a mesinha da vítima no quarto que estava decorada com vários objetos e era muito bem organizada. Dentro do porta joias estava a Licença de acompanhamento sexual da vítima.

— Lucinda Bekers, acompanhante sexual registrada. – Ela começou a recitar para o gravador – Mulher, cinquenta e cinco anos. A morte deve ter acontecido por volta das oito ou oito e cinquenta da noite. Possível causa da morte, ferimento à bala, informação que deve ser confirmada pelo legista. Três pontos encontrados para a entrada das balas, cabeça, peito e genitália. As balas foram atiradas por uma arma antiga deixada no local. Sem indícios de estrangulamento na vítima. Sem indícios de portas arrombadas e nem de roubo.

Um barulho no chão a fez saltar para o lado da cama já com arma em punho. Quando Bella olhou para baixo viu um gatinho filhote que entrava de mansinho no quarto.

— Droga! Você me assustou hein, de onde você surgiu? – Ela respirou profundamente e guardou a arma no coldre. – Existe um gato no apartamento. – Bella recitou para a gravação. – Quando ele olhou com uma carinha de pidão para ela, simplesmente se agachou e começou a acariciar o gatinho.

O gatinho ronronou e miou em sinal de aceitação aos carinhos.

— Vamos ao trabalho Bella. – Ela ordenou a si mesmo e parou de acariciar o gatinho.

Ela permitiu a entrada da equipe de homicídios no apartamento.

Algum tempo depois Bella estava na cozinha dando para o gatinho uma comida que ela achou no armário e então começou a ouvir umas vozes alteradas do lado de fora do apartamento.

Quando foi verificar o que acontecia viu o policial que deixou de guarda na porta impedindo a entrada de uma jovem mulher.

— O que está acontecendo aqui policial? – Bella perguntou.

— Tenente Swan, essa jovem civil insiste em entrar no apartamento.

— É logico que eu insisto em entrar aqui. Aqui é o apartamento da minha mãe e eu quero saber o que vocês estão fazendo aqui. – Uma jovem loira de aproximadamente vinte e um anos falava freneticamente.

— E qual é o nome da sua mãe? – Bella quis saber.

— Lucinda Bekers. Ouve algum roubo aqui? O que aconteceu? Mamãe. – Ela aparentava visível preocupação quando tentava passar pelo policial.

— Por favor, entre e venha comigo. – Bella a conduziu até a cozinha. – Como você se chama?

— Luiza Bekers. – O gatinho largou a vasilha de comida e foi se enroscar nas pernas dela como sinal de reconhecimento. Ela se abaixou para coçar as orelhas dele. – Onde está a minha mãe? O que aconteceu? – A voz passou de preocupação ao medo.

Bella em todo o seu tempo de trabalho nunca se acostumou com esse momento. Ela sempre se entristecia pelos outros e logo depois sentia raiva pela vítima.

— Sinto informar isso Senhorita Bekers, mas sua mãe está morta.

Luiza sentou sem força em uma cadeira e quando recuperou a voz começou a falar com lágrimas escorrendo pelo rosto.

— Você deve está enganada. A gente ia sair para o shopping. A gente sempre vai ao shopping pela manhã, nas quartas. Ela não pode morrer, ela ainda está com cinquenta e cinco anos, era forte e não tinha qualquer tipo de doença.

— Não existe erro. Sinto muito.

— Foi algum acidente? Ela sofreu algum acidente grave?

— Não foi um acidente. Sua mãe foi assassinada.

— Não. Não... Isso não pode ser verdade. Ela era uma pessoa maravilhosa. Todos gostavam dela. – Ela soluçava e suas palavras saiam entrecortadas pelos soluços. – Eu quero ver minha mãe. Mãe... Eu preciso ver minha mãe.

— Não posso deixar você vê-la agora.

Bella fez com que ela se sentasse de novo na cadeira e tomou a liberdade de pegar um copo com água para ela.

— Você não vai vê-la agora. Vai ser ruim para você. Agora você só vai responder as minhas perguntas e antes de eu começar a fazê-las quero saber se você precisa chamar alguém para ficar com você?

— Não. Oh Meu Deus... Meus filhos, meu marido, meu pai! Como vou falar isso pra eles...

— Onde está o seu pai? – Bella perguntou interessada?

— Ele mora em Washington. Depois que eles separaram ela decidiu ficar aqui mesmo. Ela gostava daqui e disse que ia começar a escrever histórias para crianças.

— Você sabia no que sua mãe trabalhava pra ganhar a vida?

— Sim. Eu sabia, todos nós sabíamos. Mas ninguém a fez largar essa maneira de viver. Ela ria de tudo isso e dizia que agora era a sua hora de pirar na vida. Ela casou muito nova e não teve tempo para viver sua solteirice.

Ela começou a chorar e Bella esperou que ela se acalmasse para continuar as perguntas.

— O divórcio dos seus pais foi complicado? Seu pai teve algum problema com o divorcio?

— Ele ficou triste. Ele queria voltar com ela e disse que ia esperar de braços abertos que essa fase maluca dela passasse e a receberia de volta. – Ela falava baixinho por que não tinha mais forças. – Não... Meu pai nunca faria isso com ela. Ele a amava e preferia morrer a tocar nela para machucar.

— Tudo bem. Você se dava bem com a sua mãe? Eram amigas intimas?

— Sim. Nos dávamos bem.

— Em algum momento desse trabalho dela, ela falou sobre algum cliente? Alguém diferente?

— Nem sempre. Quando ela me falava eu sempre ficava sem jeito sabe, mas ela fazia isso pra que pensássemos no trabalho dela como algo normal. Ela se achava sexy e eu ria muito quando ela dizia isso.

— Ela comentou sobre algum cliente que ela não gostava, que a fazia ficar desconfortável?

— Não. Minha mãe tinha um dom de se dar bem com todo mundo. Ela não ia ficar muito tempo nessa vida. Ela me falava que era por pouco tempo.

— Sua mãe falou com você sobre Jéssica Stanley e Lua Star?

— Não. Acho que não... Não! Oh meu Deus... Star... Eu vi o noticiário que falava que ela foi assassinada. Minha mãe... Eu não posso acreditar que fizeram isso com minha mãe.

— Vou falar com um policial para que ele leve você até sua casa. Fique calma. – Bella segurava firmemente as mãos dela e pensava que a garota iria desmontar a qualquer momento.

— Não posso deixar minha mãe aqui sozinha. Ela vai ficar desprotegida.

— Não vai. Eu vou cuidar dela e não vou deixa-la só. Eu vou fazer justiça. – Bella a ajudou a levantar e a conduziu até a saída. – Eu preciso que você confie em mim. Onde está o seu marido?

— Esta em casa com meus filhos. Temos dois e Nick ficou em casa com eles.

— Bom. Muito bom! Onde você mora?

Ela falou todo o endereço para Bella. O policial que estava de guarda na porta recebeu as ordens de leva-la até em casa.

Bella solicitou a presença de outro policial para ficar de guarda na porta.

Duas horas depois Bella chegou à Central de policia com um gato embaixo do braço. Ela deu de cara com o sargento que estava de plantão e foi informada de que estava sendo aguardada na sala do Comandante.

Antes de seguir para a sala Bella ouviu uma cantada de um homem que estava sendo conduzido algemado para a sala de interrogação.

— Ei gatinha, tenho algo aqui que talvez você goste.

Bella foi até onde ele estava e o cara abriu a capa que estava vestida e mostrou para ela os seus dotes. Bella arqueou uma sobrancelha e o encarou.

— Olha só gatinho! Um pênis bem pequenininho acho que você vai gostar de brincar com ele. – Bella falava para o gatinho que estava no colo e o colocava bem perto do homem. – Escuta aqui meu chapa, meu gatinho acabou de passar por uma situação difícil e eu não vou impedi-lo de tirar o stress comendo isso ai, portanto trate de escondê-lo. – O homem na mesma hora tirou o risinho do rosto e fechou a capa protetoramente no corpo.

Ela sorria da cara do homem, mas seu bom humor acabou na mesma hora que entrou na sala do comandante. Ele estava esperando junto com Charlie e olhava o relatório que ela enviou da cena do crime. Como uma questão de ordem ela repetiu o relatório completo pessoalmente.

— Essa coisinha que você está segurando é o gatinho? – Charlie perguntou.

— Não podia entrega-lo para a filha por conta do nervosismo dela e também não podia deixa-lo lá sozinho. – Com uma das mãos livres Bella abriu a bolsa e tirou os discos lá de dentro. – Estão todos etiquetados. Estava dando uma olhada nos encontros dela para hoje. Ela tinha um encontro para as cindo horas, era o ultimo do dia. Aqui está a arma usada. – Bella tirou a arma que estava envolvida por um plástico de proteção e colocou em cima da mesa. – Parece uma Ruger de modelo P-90.

— Olha só, você está aprendendo! – Charlie falou olhando para a arma e confirmando o que ela disse com a cabeça.

— Andei fazendo alguns deveres de casa. – Bella disse sorrindo para ele.

— Essa arma parece ser do ano de 2006 ou 2007, não tenho certeza ainda. O numero de serie está visível, mas o nosso homem é esperto demais para usar uma arma registrada. – Charlie falou enquanto avaliava a arma por todos os ângulos.

— Não quero saber, pesquise a origem da arma do mesmo modo das outras. – Carlisle falou pela primeira vez. – Já enviei unidades de vigilância para ficarem perto da sua casa Swan, se ele tentar deixar o disco lá nós o pegaremos.

— Ele sempre mantem o padrão e se continuar assim daqui a um dia terei a gravação do assassinato em minhas mãos. Jéssica Stanley foi o luxo para ele, Lua Star a juventude e agora Lucinda Bekers é o conforto, a experiência! – Bella começou a circular pela sala enquanto continuava a falar e acariciar o gatinho. – Estamos conversando com todos os vizinhos dela e eu preciso pesquisar melhor sobre a família e saber sobre o divorcio dela. Ela iria se encontrar hoje com a filha e iam para o cinema. Elas faziam isso uma vez por semana. Preciso que o Charlie vasculhe todas as ligações dela para ver se descobre se o homem entrou em contato com ela. Não vamos conseguir esconder esse caso da imprensa. Eles virão com toda força pra cima da gente.

— Já estou me mexendo para controlar a ganancia da mídia. – Carlisle informou.

— Podem se preparar para ter um caso quente. – Charlie falava enquanto digitava coisas no computador da mesa do comandante. – Encontrei o registro da arma. Ela foi comprada em um leilão há um ano. O leilão ocorreu em New Jersey. Ela foi registrada no nome de Edward Cullen.

Notas finais
E ai gostaram?????
Comentem e me esperem que logo voltarei com toda a minha atenção para a fic.
Bjinhos...