Notas iniciais
OI meninas, olha ai mais uma capítulo para vocês. Espero que gostem, nele acontece uma coisa ruim e uma boa, vamos ler para saber.
Nos vemos lá embaixo.

FINAL DO CAPÍTULO ANTERIOR

- Ele sempre mantem o padrão e se continuar assim daqui a um dia terei a gravação do assassinato em minhas mãos. Jéssica Stanley foi o luxo para ele, Lua Star a juventude e agora Lucinda Bekers é o conforto, a experiência! – Bella começou a circular pela sala enquanto continuava a falar. – Estamos conversando com todos os vizinhos dela e eu preciso pesquisar melhor sobre a família e saber sobre o divorcio dela. Ela iria se encontrar hoje com a filha e iam para o cinema. Elas faziam isso uma vez por semana. Preciso que o Charlie vasculhe todas as ligações dela para ver se descobre se o homem entrou em contato com ela. Não vamos esconder esse caso da imprensa. Eles virão com toda força pra cima da gente.

— Já estou me mexendo para controlar a ganancia da mídia. – Carlisle informou.

— Podem se preparar para ter um caso quente. – Charlie falava enquanto digitava coisas no computador da mesa do comandante. – Encontrei o registro da arma. Ela foi comprada em um leilão há um ano. O leilão ocorreu em New Jersey. Ela foi registrada no nome de Edward Cullen.

******

Bella sentiu que o seu mundo ia desmoronar, mas conseguiu manter o controle para que eles não notassem o quanto a notícia a pegou desprevenida.

— Ele quebrou o padrão. O safado foi burro e quebrou a porra do padrão. – Ela falou calmamente. O Cullen não é burro e isso ela sabia muito bem, ela pensava.

— Swan...

— A arma foi plantada para que a culpa caísse em cima de Edward Cullen. Tá na cara de que foi isso que aconteceu. Essa arma foi comprada em um leilão por alguém que ninguém sabe e qualquer gênio de computador poderia registrar a arma no nome de quem quisesse. Charles, qual foi a forma de pagamento da compra da arma?

— Eu vou ter que pesquisar isso amanhã quando a loja que realizou o leilão abrir.

— Eu posso apostar com vocês que foi com dinheiro, ninguém ia se dar ao trabalho de saber quem mandou o dinheiro. – Bella falava passivamente, mas sua cabeça estava trabalhando rapidamente para tirar Edward dessa enrascada. – O dinheiro pode ter sido pago por transferência eletrônica. Ninguém precisa de uma identificação, é só chegar e digitar uma senha e pronto.

— Swan, precisamos dele aqui para que ele possa ser interrogado. – Carlisle falou calmo.

— Isso não vai ser possível.

— Isso não tem discussão. É uma ordem. – Os olhos de Carlisle tornaram-se frios. – Resolva seus problemas pessoais depois.

— Eu não posso pedir para que ele se apresente por que ele está na Estação Espacial LifeStar, diga-se de passagem, bem longe do local que aconteceu o crime.

— Swan, se ele foi capaz de simular essa viagem...

— Ele não simulou viagem alguma – Bella interrompeu o Comandante – E foi ai onde o assassino errou. Edward Cullen realmente viajou, mas era uma viagem que poucas pessoas sabiam que ele iria fazer. Para muitos Edward Cullen encontra-se em Nova York quando na verdade não está.

Carlisle levantou da sua cadeira e começou a circular pela sala.

— Pois então trate de confirmar o real paradeiro dele. Agora.

A cabeça de Bella começava a latejar e ela sabia que mais tarde a dor só iria piorar. O coração dela estava descompassado enquanto efetuava a ligação do telelink pessoal do Comandante. Ela ouviu a voz rouca e impessoal de Richard.

— Richard, quem está falando é a Tenente Swan, preciso falar com Edward Cullen com urgência.

— Ele está em uma reunião importante e não pode ser interrompido. – Ele falou com tom de desdém.

— Edward disse que você me colocasse em contato com ele se eu precisasse e agora eu preciso. É caso de policia e se você não me falar o numero que eu posso entrar em contato com ele eu vou até ai e arrasto você até aqui com chutes nesse seu traseiro magro por obstrução da justiça.

— Tenente eu não estou autorizado a falar a localização do meu patrão, mas posso transferir sua ligação. Aguarde um momento enquanto eu tento.

A tela ficou vermelha no modo de espera e o coração de Bella parecia que iria saltar pela boca de tão nervosa que ela estava. Muitas perguntas rodavam pela cabeça de Bella, e se ele não estivesse na Estação? Qual a desculpa que ele usaria? Como ela faria para fazê-lo sair dessa?

A música de espera que soava estava a deixando cada vez mias irritada e então a tela vermelha piscou e voltou com a imagem de Edward Cullen. Ele estava com um traço de impaciência, mas conseguiu disfarçar perfeitamente com um sorriso perfeito.

— Tenente, infelizmente você me pegou um momento um pouco complicado, você poderia me ligar depois.

— Não. – Ela sabia que ao lado Charles estava rastreando a ligação. – Preciso que você me informe com todas as letras o seu paradeiro. Onde você está?

— Onde eu estou. – ele ficou com o olhar preocupado. Ela sabia que não demonstrava nada em seu rosto, mas também sabia que isso não importava para ele e que ele sabia ler suas expressões melhor do que ela própria. – O que aconteceu Bella?

— Seu paradeiro. Eu preciso que você me diga onde você está Edward.

Ele olhava fixamente para ela. Bella viu quando ele fez um gesto com a mão e dispensou alguém que falava ao lado dele.

— Estou em uma reunião importante com a diretoria e com os sócios do meu novo empreendimento na Estação Espacial LifeStar, que fica localizada no quadrante sete, na área de conexão beta. Girar câmera! – Ele ordenou e a câmera do telelink começou a girar mostrando toda a sala. Varias pessoas estavam sentadas em volta de uma mesa de reunião circular.

Enquanto a câmera girava ia mostrando também o espaço através da janela da estação espacial e o ponto azul da terra surgia ao fundo de um céu escuro e estrelado.

— Localização confirmada. – Charlie falou baixo. – Ele realmente está onde diz está.

— Edward, pode colocar o telelink no modo privado.

Edward colocou os fones de ouvido e colocou o telelink no modo como ela pediu.

— Pode falar Tenente.

— Edward, uma arma que foi registrada no seu nome foi achada na cena de um homicídio. Quero pedir que você compareça para interrogatório assim que você puder. Você pode fazer uso do seu advogado, aliás, eu o aconselho a fazer isso. Se você não comparecer em setenta e duas horas a guarda espacial vai ser obrigada a escoltar você de volta a terra. Você entendeu seus direitos e obrigações?

— Com todas as letras. Vou providenciar tudo. – A tela se apagou.

Bella sabia que ele estava com raiva, mas não podia evitar que isso acontecesse.

******

Muito abalada com tudo o que estava acontecendo Bella entrou na manhã do dia seguinte no consultório da doutora Renné. Sentou-se na cadeira que lhe foi indicada e cruzou as mãos uma na outra para tentar conter o nervosismo.

— Já conseguiu fazer o perfil que eu solicitei? – Bella foi direto ao assunto.

— Você entrou em contato ontem comigo e me pediu urgência. – A doutora havia passado quase toda a noite em claro trabalhando nos dados repassados pela Tenente. – Eu precisaria de mais tempo, mas consegui fazer uma visão total do perfil do assassino.

— Tudo bem. Com quem estamos lidando?

— Ele se acha completamente certo. É um homem extremamente inteligente e astuto. É muito ousado, mas não se arriscar completamente, porém ele acha que sim. Os crimes são bem planejados e executados. Ele sente um prazer enorme ao escolher suas vítimas.

— E qual o motivo de serem acompanhantes licenciadas?

— Por um simples motivo. Controle. Poder. Sexo é controle. Ele sente a necessidade de controlar tudo que o cerca, pessoas, situações. A primeira vítima ele dever ter assassinado por impulso.

— Como assim?

— Ele se surpreendeu com a violência que ele não sabia existir dentro dele. Ele ficou surpreso com o seu possível poder, isso ficou claro com o solavanco e o suspiro que ficou percebido na imagem. Porém rapidamente ele se recuperou e se colocou atrás de um escudo que ele criou. Ele não quer ser descoberto, mas precisa que as pessoas, precisa que você admire e o tema pelo que ele faz. Daí o motivo das gravações. Ele as mata com armas de colecionador o que é um símbolo de dinheiro, mais uma vez poder e controle. Deixa as vítimas no local do crime para se mostrar superior. Escolheu o número de vítimas para mostrar que tem um controle e é organizado. Ele é um homem cheio de ambição.

— Ele poderia já ter suas vítimas em mente antes de começar isso?

— A única ligação entre as vítimas é a profissão. Ele tinha já em mente a profissão das seis, mas as vítimas foram escolhidas ao acaso. É muito provável que se esse homem tiver um parceiro, homem ou mulher, essa pessoa seja subserviente a ele. Ele tem um péssimo conceito das mulheres. Ele as humilha. Não considera o que faz como um crime, mas sim como uma espécie de poder pessoal e autoestima. Ele não gosta dessa profissão e uma mulher ou homem que trabalhe nisso está a baixo de qualquer outra coisa para ele. Ele gosta do que faz, tenente.

— Ele ver tudo isso como uma missão ou como um trabalho?

— Isso não é visto como uma missão para ele, mas sim como uma ambição. O que ele faz não tem ligação com religião.

— Como eu pensei.

— Para ele isso é como um novo hobby. Ele é perigoso, não por causa de sua consciência daquilo que faz, mas por que ele é bom nisso. O sucesso que ele está tendo até agora o está alimentando cada vez mais.

— Ele vai parar na última vítima. – Bella falou pensativa – porém apenas no modus operante. Ele vai arranjar outra forma de matar e satisfazer sua fome de poder.

— Eu estou achando que você leu meu relatório antes dessa conversa. – Renné falou impressionada com a Tenente. – Parece que você está começando a entender o assassino.

— Sim. Cada parte dele. – Bella queria fazer uma pergunta que a deixou em claro a noite toda, mas ela tinha medo de ouvir a resposta, porém teve que fazê-la. – Doutora, seria possível que o nosso homem para se proteger contratasse alguém para fazer isso por ele enquanto ele estava sendo protegido por um álibi?

— Não. – A doutora viu o momento que Bella soltou a respiração que parecia está presa desde o começo da pergunta. – Ele gosta de estar presente, de fazer parte de tudo. Não queria ser um espectador indireto. Ele não crer que você seja mais inteligente do que ele. Ele está adorando ver o quanto você está envolvida profissionalmente e emocionalmente. Ele está interessado em você desde o momento que soube que você era a investigadora do caso. Ele sabe o quanto você se importa e faz questão de piorar tudo mandando para você os vídeos com os assassinatos, não para o seu trabalho, mas para sua casa.

— Ele mandou para mim o vídeo do último assassinato. Estava na minha correspondência hoje de manhã. Ele deve ter imaginado que a minha casa ficaria vigiada e deu um jeito de fazer o disco chegar até a mim.

— Ele é muito esperto quando o assunto é manipulação de pessoas. – Renné entregou para Bella o disco e um relatório que havia feito sobre o perfil inicial do assassino. – Ele é um homem experiente. Um homem que possui poder financeiro e uma mente muito criativa. Não gosta de expor o que sente e dificilmente deixa transbordar suas emoções. Tudo é uma questão de vaidade para ele.

— Eu realmente te agradeço por você ter feito esse trabalho em tão pouco tempo. Vai ajudar muito. – Bella falou já manifestando a vontade de ir embora.

— Bella. – Renné falou antes que Bella levantasse da cadeira – A arma que foi deixada no ultimo assassinato. O homem que estamos estudando não seria tolo de deixar no local uma arma que pudesse ser rastreada. A probabilidade de isso acontecer é quase nula.

— A arma foi encontrada lá. – Bella falou calma. – Eu a achei.

— E eu tenho quase certeza de que ele queria que você encontrasse a arma. É bem certo que ele tenha feito isso para colocar mais uma pessoa no caso para tumultuá-lo. E é bem provável que ele tenha escolhido uma pessoa que seja próxima de você para fazer você ficar confusa, para fazer com que você se envolva emocionalmente e pessoalmente e perca o foco principal que é ele. Coloquei tudo isso no perfil que eu te entreguei. Agora a nível pessoal entre nós duas, estou bastante preocupada com essa fixação que ele tem por você.

— Vou fazer com que ele se preocupe com a fixação que eu tenho por ele. Obrigada doutora.

Bella foi direto para a sala do comandante Carlisle para deixar com ele o perfil psicológico feito pela doutora. Ela realmente esperava que Charles já tivesse confirmado sua suspeita sobre a compra e a forma de pagamento da arma.

Se ela estivesse certa sobre a arma e com a ajuda do perfil da doutora Renné, ela livraria Edward de mais uma suspeita.

Ela sabia. Ela sentia pela forma como ele olhava para ela... a forma que ele fazia o olhar passar por ela e não vê-la. Ela sabia que esse ultimo contato que tiveram tinha feito com que a ponte construída para uni-los desabasse.

E confirmou isso quando entrou na sala de Carlisle e o viu lá sentado. Ele deve ter usado algum transporte particular, por que seria humanamente impossível fazer a viagem que ele fez por meios normais e chegar à terra a tempo.

Ele olhou friamente para ela enquanto ela atravessava a sala para deixar a pasta que continha o relatório na mesa do Comandante.

— Ai está o perfil que eu solicitei para a Doutora Renné.

— Obrigado. – Ele se dirigiu a Edward – A Tenente acompanhara você até a sala de interrogatórios. Obrigado por sua cooperação.

Ele continuou calado enquanto esperava Bella sair da sala primeiro.

— Você não está com o seu advogado. Você tem direito de está com ele durante o interrogatório. – Ela falava enquanto pedia o elevador.

— Eu sei dos meus direitos. Só preciso saber de uma coisa. Estou sendo acusado de algo, Tenente?

— Não. – Ela respondeu com raiva enquanto o xingava pelo pensamento. Entraram no elevador e ela solicitou a área de interrogatório – Isso é um procedimento que sou obrigada a seguir. Olha só, eu não tive como evitar. – Ela esbravejou.

— Não teve? – Ele perguntou friamente e saiu na frente dela quando as portas do elevador se abriram.

A área reservada para interrogatório foi aberta e ela seguiu para a sala um.

— Isso é o meu trabalho. – As câmeras de segurança ligaram-se automaticamente. Bella sentou em uma mesa média e fez um sinal para que ele sentasse em sua frente. – Essa conversa vai ser gravada. Você tem alguma objeção?

— Não.

— Tenente Swan. Identificação 7435QB, entrevistadora. Entrevistado, Edward Cullen. Pode começar a contagem do tempo. O entrevistado prefere manter a ausência de seu advogado. A afirmação procede?

— Sim. O entrevistado não quer a presença de seu advogado.

— O Senhor conhece a acompanhante licenciada de nome Lucinda Bekers?

— Não.

— Já esteve do prédio de número 651, localizado na Rua 97 Oeste?

— Não creio que já estive por lá.

— O Senhor tem em sua coleção uma Ruger P-90, uma arma automática fabricada entre 2006 e 2007?

— Provavelmente sim, preciso verificar, mas para facilitar as coisas vamos dizer que sim.

— Quando adquiriu a arma?

— Como falei anteriormente, preciso verificar. – Ele não piscava e nem sequer desviava o olhar que se mantinha frio dos olhos dela. – Tenho uma coleção muito grande e não possuo todos esses dados na minha cabeça e nem em meu computador de mão.

— O Senhor a comprou em um leilão?

— É possível. Gosto de comprar as armas de minha coleção e outras coisas também e leilões. É mais prático.

— Leilões com lances de compradores não identificados?

— Geralmente sim.

Bella sentiu sua cabeça latejar com essa resposta.

— O Senhor comprou a arma em um leilão ocorrido no ano passado em New Jersey? Na data exata de três de setembro?

Ele pegou o computador em seu bolso e deu uma olhada em seus registros.

— Não. Não tenho isso registrado. Estava na China para um negócio. A Senhora Tenente poderá verificar isso.

Inferno Edward, isso não é uma boa resposta, ela pensava.

— É comum o uso de representantes em leilões.

— É verdade. Isso é um hábito comum, mas se você entrar em contato com todas as agências de leilões nas quais adquiri minhas coisas saberá que não uso representante. Quando quero comprar algo é por que o vi com meus olhos e ai sim eu o possuo. Quando decido dar um lance o faço pessoalmente. No caso de leilões em que o comprador não é identificado eu geralmente participo por conferencia para que eu possa ver a peça.

— Não é legal nesse ramo autorizar alguém que de um lance na peça desejada?

— Sim, mas eu não gosto dessa regra. O que pode acontecer é eu mudar de ideia em relação a meu desejo de possuir algo. Por vários motivos eu poderia perder interesse nesse objeto. – Ele falou isso com uma ênfase que fez o estômago dela embrulhar.

Ela tentou aceitar o fato que com essa afirmação ele estava rompendo as ligações com ela.

— A citada arma foi usada para assassinar Lucinda Bekers na noite de ontem.

— Eu sei desse fato e a senhora sabe que eu não estava em Nova York na noite de ontem, afinal você rastreou a minha ligação.

— Uma arma sua foi achada na cena do crime.

— Já foi definido que arma é minha?

— Quem além de você tem acesso a sua coleção de armas?

— Ninguém.

— As pessoas que trabalham na sua casa?

— De forma alguma. Como você deve estar lembrada os compartimentos nos quais elas ficam guardadas são trancados. Só eu possuo a senha para abri-los.

— Mas hoje, senhas podem ser descobertas facilmente.

— Possivelmente sim. Mas se tentarem abrir um dos compartimentos com a senha sem o uso das digitais da palma da minha mão soara um alarme.

Ela tentava de todas as formas achar uma abertura para livra-lo das acusações, mas, ele se complicava mais ainda. Será que ele não percebe que eu to tentando livrar o pescoço dele, ela se perguntava.

— Alarmes podem ser desligados. – Ela continuava a lutar.

— Sim. Concordo com você. Mas se um dos compartimentos com a arma for aberto todas as saídas da sala e do andar das armas são fechadas automaticamente e a segurança é avisada. Como pode ver, é bem difícil uma arma sair da minha coleção sem a minha permissão.

Ela olhou para a porta quando viu Charlie entrar na sala. Bella se levantou e foi ao encontro dele.

Eles foram para fora e lá ele confirmou as suspeitas dela.

— A transação foi feita por meio eletrônico. Pagamento em dinheiro. As pessoas responsáveis pelo leilão afirmam que Edward Cullen nunca manda representantes para um leilão, ele sempre vai pessoalmente ou por conferencia. Em oito anos que o Cullen compra com eles nunca mandou representantes.

— Isso ratifica o que ele me falou lá dentro. – Ela se permitiu respirar aliviada – Mais alguma coisa?

— Fiz uma busca mais completa no registro da arma. A arma foi colocada há duas semanas no nome de Edward Cullen, então não tem por que segura-lo por mais tempo aqui. O Comandante pediu que ele fosse liberado.

— Obrigada pela informação, Charlie. – Ela não podia ainda se dar por satisfeita. Ainda tinha muita coisa para ajustar na história agora.

Notas finais
E ai????? Gostaram do Ed ser inocentado mais uma vez???? O assassino vacilou feio....mas e quanto a relação doa dois? Será que acabou? O que vocês acham?