Notas iniciais
Olá pessoal! Esse capítulo está pronto a décadas, mas o site estava em manutenção e eu só pude postar hoje. A fic ainda está no começo, e eu estou prevendo uns 30 capítulos pela frente :3 No próximo capítulo vai começar a fase de torturas (tanto emocionais, quanto físicas) e mortes. Para os que perguntam, sim, vão ter algumas mortes nessa última temporada, como em todas as últimas temporadas da maioria das séries =) A pedido de uma das minhas leitoras favoritas, a criadora da Elena, no fim desse capítulo vai ter uma cena HOT dela e do Franklin. Espero que gostem do capítulo, e se não gostarem, por favor digam no que eu devo melhorar.

Silêncio. Foi tudo o que aconteceu depois que os heróis viram Samantha e Damian se beijando. Parecia que o tempo havia parado e todos tinham parado de respirar. Dean e Renata estavam com a mesma expressão de surpresa, enquanto Henry suspirou pesadamente e olhou para Marlena.

A loira estava imóvel, tentando fazer a sua mente processar o que tinha acabado de acontecer. Ela sentiu um misto de ódio, surpresa e tristeza. Sem dizer uma palavra, ela andou na direção do quarto e bateu a porta com tanta força que a mesma quebrou a parede e caiu no chão.

– Marlena! — Damian correu até o quarto, agora sem a porta, e entrou, vendo que ela havia pego a bolsa dela e começara a colocar algumas roupas dentro dela. Ele viu uma lágrima correr pela bochecha da heroína, mas Marlena passou a mão por cima da lágrima, a fazendo sumir. — Marlena... Isso não foi o que pareceu. Eu não...

– O que?! Vai me dizer que você não estava se agarrando com aquela VADIA no nosso sofá?! Vai me dizer que você estava triste e ela te confortou?! — Marlena colocou a bolsa sobre os ombros e olhou para Damian. — Me poupe do drama. Eu estou fora. — ela caminhou até o lado de fora, onde os outros ainda estavam parados, só esperando para ver aonde aquilo tudo iria dar. — Eu vou para o Monte da Justiça. Se vocês quiserem, podem vir comigo. — Marlena disse para os heróis. — Mas você não, Damian. Acho que está um pouco ocupado.

Ela lançou um olhar mortal para Samantha e depois para Damian. Ele segurou o braço dela levemente, mas ela se virou e deu um soco forte no rosto do herói, o fazendo cambalear para trás.

– Não toque em mim! — ela gritou, então andou com passos pesados para o lado de fora. Damian se recompôs e tentou ir atrás dela, mas seus pés ficaram presos no chão, como se alguma força os prendessem no lugar. Ele já havia sentido aquilo antes, quando foi atacado por Cosmos no galpão, mas ela não estava lá.

– Marlena, espera! — ele gritou, mas ela não ouviu. Leena, Lyra e Natalie foram atrás dela, e Renata e Henry foram logo depois delas. Chiara deu língua para Samantha e deixou o apartamento. Carol, Franklin e Summer ficaram olhando para Damian, como se esperassem que ele fosse atrás de Marlena, mas ele permaneceu imóvel. Quando perceberam que ele não sairia do lugar, os dois foram embora, deixando apenas Dean parado na porta.

Damian desistiu de tentar se mover, pois viu que algo estava errado. Agora ele sentia uma forte pressão sobre os seus ombros, mas conseguiu olhar para a frente e viu que Dean olhava para ele.

– O que você ainda está fazendo aqui? — Damian indagou, com raiva dele mesmo por não ter conseguido ir atrás de Marlena.

– Idiota. — dizendo isso, Dean virou as costas e andou para o lado de fora, onde encontraria os outros. Depois que todos havia saído, Damian conseguiu mover os pés novamente, mas já era tarde demais. Os heróis já tinham ido embora.

– Você está bem, Damian? — Samantha perguntou, sorrindo por dentro, mas por fora, estava com uma expressão preocupada.

– Parece que eu estou bem? — ele respondeu, friamente, então se sentou no sofá e colocou as mãos no rosto, pensando: "Eu sou um imbecil."

– Não fique tão chateado. Ela é quem saiu perdendo. — Samantha deu um leve sorriso com o canto dos lábios e se aproximou de Damian. — Você não precisa dela.

– É melhor você ir embora. — Damian se levantou e olhou para Samantha. — Eu falo com você depois.

– Tudo bem. — ela se levantou e andou para o lado de fora. Damian pegou a porta que estava no chão e a colocou encostada na parede, então ele entrou no quarto e começou a pensar em como iria se desculpar com Marlena.

Samantha desceu pelo elevador, com um sorriso vitorioso no rosto e caminhou até o outro lado da rua, onde viu o carro de Ryan. Ela entrou no veículo e olhou para ele.

– Conseguiu? — ele perguntou.

– Eu sempre consigo. — Samantha se gabou e pegou um brilho labial que tinha em seu bolso, passando ele lentamente por cima de seus grandes lábios avermelhados. — Eles são muito idiotas. Provavelmente vão ser mais fáceis de matar do que todo o resto.

– Por falar nisso, nós não matamos a Liga dos Assassinos. Isso atrasa o nosso plano. — disse Ryan, frustrado.

– Fique calmo, eu tenho um novo plano. Já escolheu a sua próxima vítima? — ela guardou o brilho labial e olhou para o parceiro.

– Eu quero afetar a mais frágil deles. Aquela loirinha, a mais nova, parece ser a mais ingênua. — ele sorriu malignamente.

– Ah, sim. A filha do Hulk, Chiara Banner. Ela tem só dezessete anos, é a mais nova deles. Você só quer ficar com as fáceis. — Samantha deu uma leve risada.

– Se acha que ela é muito fácil eu faço uma aposta com você. Se você conseguir matar algum membro da Liga dos Assassinos antes que eu mate um membro da Legião, eu admito que você é a melhor, mas se eu conseguir matar os heróis primeiro, você admite que eu sou o melhor. — ele encarou ela, esperando pela resposta.

– Fechado. Alguém em mente, além da Chiara?

– Talvez aquele garoto irritante, o filho do Stark. — Ryan revirou os olhos e começou a dirigir o carro. — Ele me dá nos nervos, assim como o pai dele. E você?

– Eu vou atrás do Devastador e da Sombra. Eles escaparam de morrer uma vez, e eu não costumo deixar que digam que eu não sei matar. — Samantha sorriu.

– Em uma semana estarão todos mortos, e nós seremos os mais poderosos da Terra.

Essa palavra "nós" sempre deixava Cosmos irritada. Ela odiava a ideia de ter que dividir algo com alguém, mesmo que seja com Ryan, seu parceiro a tanto tempo. Se alguém fosse ser a mais poderosa da Terra, esse alguém seria ela. Sozinha.

Nova York, 00h30

Franklin resolveu encontrar com os outros depois e ir para casa, pois sabia que Elena estava com raiva dele, e quando ela ficava com raiva, descontava isso matando as pessoas. Ele aterrissou o jato na parte de trás de sua casa, onde ativou o modo "camuflado", que deixava a aeronave completamente invisível.

O herói entrou em sua casa e pegou um escudo antigo que ficava pendurado na parede da sala, ao lado de alguns quadros de guerras medievais e asgardianas. Ele subiu as escadas e, cuidadosamente, abriu a porta do quarto, vendo que sua noiva estava sentada na cama, afiando sua enorme espada.

– O que você quer? — ela perguntou, sem tirar os olhos da espada.

– Conversar. — ele ergueu o escudo, protegendo seu tronco e a parte inferior do seu corpo. — Mas eu preferia fazer isso quando você não estivesse armada.

– Eu estou ouvindo. — Elena levantou os olhos para encarar Frank, que estava apavorado com a ideia de ter uma assassina, com raiva, e segurando uma espada na sua frente.

Ele usou sua telecinesia para tirar a espada de perto de Elena e a colocou ao lado da cama, encostada na parede. Depois disso ele abaixou o escudo e se sentou na cama ao lado dela.

– Por que você está com raiva? — ele soltou o escudo e olhou para Elena.

– Quando começamos a namorar você prometeu que iria confiar em mim! Mesmo que eu fosse uma vilã, você disse que não me pressionaria e me deixaria continuar a fazer o meu trabalho sem interferir na nossa vida. — ela cruzou os braços e ficou emburrada. — Hoje você me seguiu e ainda pior, você levou seus amiguinhos idiotas que estragaram a nossa reunião!

– Foi para o seu bem. Damian acha que tem um grupo de assassinos que está matando vilões. — ele segurou a mão dela. — Eu só não quero que você se machuque, porque eu te amo.

– Não vem com "eu te amo", porque eu ainda tô brava com você. — Elena virou o rosto. Frank sorriu e virou o rosto dela, delicadamente, então começou a beijar o pescoço dela, traçando uma linha de beijos até os lábios dela. — Droga, Frank! Você sempre faz isso!

– Você gosta... — ele continuou a beijar ela, que não tentou resistir. Simplesmente o beijou de volta com o mesmo amor e posicionou suas mãos nos ombros dele.

Franklin deslizou suas mãos pelo corpo dela, e só parou quando chegou a cintura. Elena colocou a mão na parte de trás da cabeça dele e o puxou para mais perto, deixando o beijo mais profundo.

Ela colocou a mão por dentro da camisa dele, sentindo o seu tórax musculoso, e em um rápido movimento removeu a camisa que ele usava. Franklin, por sua vez, colocou suas mãos na cintura dela e tirou lentamente a calça jeans que ela usava.

Sem parar de beijá-lo, Elena se deitou na cama, levantando um pouco as pernas para que ele tirasse sua calça por completo. Ele deixou os lábios dela e começou a beijar seu pescoço, fazendo ela suspirar de prazer. Lentamente ele puxou a camiseta dela para cima, deixando-a semi-nua. O herói continuou a beijar o pescoço de Elena e então desceu até o espaço entre os seios dela, onde ficava a abertura do sutiã. Com uma das mãos, ele o abriu e tirou o sutiã, deixando ele cair no chão ao lado da cama.

Elena rolou na cama, ficando em cima dele e então desceu suas mãos desde os ombros dele até suas calças, puxando as para baixo enquanto ele massageava suavemente os dois seios dela. Depois de tirá-las, Elena se sentou no membro dele, ainda coberto pela cueca. Franklin o sentiu ficando rijo e então colocou uma das mãos nas costas dela e a puxou para mais perto, beijando ela ardentemente.

Ele rolou na cama, deixando ela por baixo novamente e então ele a virou, fazendo- a ficar com a barriga para baixo. Franklin desceu seu rosto até as costas nuas de Elena e deu rápidos beijos por toda ela, para depois deslizar suas mãos até a fina calcinha que ela usava. Enquanto ele admirava o corpo escultural da semi-deusa, ele tirou sua cueca, revelando seu membro já bastante rijo.

Elena sentiu a mãos firmes de seu noivo tocarem a sua cintura e a puxarem cuidadosamente para cima, e sem esperar muito, ela levantou a parte da frente do seu corpo, ficando de quatro em cima da cama. Franklin se inclinou sobre as costas dela e sussurrou em seu ouvido:

– Você é perfeita — ele continuou a massagear os seios dela, agora um pouco mais forte. Elena sorriu e disse:

– Eu sei que eu sou.

Frank sorriu diante do da resposta dela, então ele a penetrou lentamente, fazendo com que ela desse um gemido abafado, um misto de dor e prazer. O herói começou a mover sua cintura para frente e para trás, com movimentos longos e lentos. Elena gemia mais alto a cada estocada que recebia. Ela apertou os lençóis com força, enquanto ele aumentava a velocidade das estocadas.

Depois de várias movimentos, os dois chegaram ao clímax juntos. Elena se deitou na cama, seu sangue fervia e sua respiração estava ofegante, enquanto Franklin a virou para que ela o encarasse e a beijou gentilmente. Elena envolveu os braços ao redor do pescoço dele e o beijou profundamente. Depois de alguns minutos assim, ele se afastou e se deitou ao lado dela.

– Então, eu estou desculpado? — ele sorriu e tirou uma mecha de cabelo do rosto dela.

– Sim. — ela sorriu e se aninhou nos braços dele, fechando os olhos. — Eu te amo.

– Eu também te amo, princesa. — ele beijou a testa dela e também fechou os olhos, caindo no sono logo em seguida.

Notas finais
Gostaram?