Novos Heróis - 3ª Temporada [Interativa]
16 Capítulo 16 - Forgive me
Notas iniciais
Damian ficou paralisado ao ver a foto, assim como Henry, e ao ver que os outros se aproximavam deles, o herói empurrou o amigo para dentro da sala de equipamentos e trancou a porta, deixando os outros heróis confusos do lado de fora. Henry deixou o celular cair no chão e ficou encarando o vazio por um tempo.
– Henry, você tem que me escutar agora. — Damian disse. — Nós vamos salvá-la, ok? Vamos salvá-la e o resto do mundo também.
– Se eu não tivesse deixado ela sozinha... Isso não teria acontecido. — Henry colocou a mão no rosto, sentindo ódio de si mesmo.
– Não faz isso, cara. Se você estivesse com ela eles teriam te matado ou feito o mesmo que fizeram com ela.
– Eu preferia que tivesse sido comigo! Que eles tivessem me levado no lugar dela! Se eu estivesse lá ela teria ficado segura! — ele gritou, mostrando ódio na voz. Seu anel de brilho verde piscou algumas vezes e por um segundo, Damian o viu ficando vermelho, mas depois voltou a ser verde.
– Nós vamos encontrar ela. Mas o mais importante agora é não deixar o Dean saber disso, porque ele é muito cabeça quente e não vai hesitar em por tudo a perder. — Damian andou até a porta e colocou a mão na maçaneta. — Entendeu, Lanterna? — ele perguntou, antes de abrir a porta. Henry ficou calado por alguns segundos e então assentiu com a cabeça.
Damian abriu a porta e viu que todos estavam parados ali.
– Chamar que é bom nada, né? O que vocês estavam fazendo? — Dean perguntou, entrando na sala e colocando sua armadura.
– Pensando em um plano de ataque. — Damian mentiu e olhou para Henry, que permaneceu calado. — Summer, você e Dean vão destruir o local onde eles armazenam os poderes que roubaram. Explodam tudo.
– Entendido. — Summer disse, reabastecendo-se de flechas especiais.
– Natalie, Leena e Carol vão cuidar das armas que eles fizeram usando a tecnologia das indústrias Stark. — ele continuou e as três assentiram, pegando algumas sacolas com bombas dentro. — Frank e Chiara vão atrás do sangue com o DNA do Hulk e tentem destruir qualquer vestígio dele. Henry já sabe o que fazer.
– E eu suponho que eu vou ser obrigada a ficar com você? — Marlena revirou os olhos.
– Não vamos misturar a nossa vida pessoal com o nosso dever. Podemos conversar depois, mas agora precisamos acabar com o plano deles... Além disso você vai ter a chance de bater na Cosmos. — depois de ouvir Damian dizer isso, ela sorriu levemente.
– Tô esperando vocês no jato. — a loira correu até lá e deixou os heróis na sala.
– Onde está a Lyra? — Leena perguntou.
– Ela disse que vai ficar tomando conta do Austin. Ela ficou meio estranha desde que voltou. — Chiara respondeu e deu de ombros.
– Então vamos logo. — Dean saiu voando e quebrou a parede.
– Esse moleque nunca ouviu falar em porta?! — Carol gritou ao ver o enorme buraco que havia ficado na parede.
Os heróis seguiram para o jato e depois de alguns segundos decolaram. Damian estava preocupado com Henry, pois ele podia acabar fazendo alguma besteira, e o fato de seu anel ter se tornado vermelho também o preocupava. Enquanto ele explicava como acionar as bombas por controle remoto, Franklin tentava encontrar a localização do esconderijo de Cosmos e Drakon, então notou uma atividade estranha no meio do Oceano Pacífico. Ao usar o sonar, viu que havia uma instalação submersa, quase maior do que uma cidade.
– Pessoal... Acho que vão querer ver isso. — o herói apertou um botão e uma enorme tela desceu do teto, mostrando a todos o complexo feito de metal que havia sido construído debaixo d'água.
– Wow, como eles construíram isso tão rápido? — Leena perguntou.
– Acho que já planejavam isso à anos. Nós descobrimos quase tarde demais. — Summer disse.
– Descobri cinco entradas e acho que posso pedir que Jarvis hackeie o sistema de segurança deles e vamos entrar. — Dean disse.
– Nos leve lá para baixo, Frank. — Damian pediu e o herói o fez, submergindo a nave e dirigindo na direção do local onde deveria ser o hangar. — Dean, abre a porta.
– Ouviu ele, Jarvis. Pode abrir — Dean disse e as portas se abriram, deixando que Franklin conseguisse pousar a nave dentro do local. Assim que eles entraram, a água começou a diminuir e todos saíram do jato. — Eu mapeei o lugar e mandei as coordenadas para seus celulares.
– Bom trabalho, Dean. — Damian disse, então ele e Marlena correram na direção do corredor norte.
– Ele disse "Bom trabalho" para mim? — o herói olhou para Summer e a ruiva deu uma leve risada para logo depois correr na direção do corredor sul, sendo seguida por ele.
Todos foram na direção que o mapa que Dean fez dizia para eles irem, enquanto Henry começou a procurar em todas as salas possíveis. A maioria estava com armas, mas as outras estavam lotadas de guardas, que eram facilmente derrubados pelo herói.
(***)
Franklin e Chiara chegaram a um local que parecia ser um laboratório e vários cientistas colocavam um líquido verde em vários frascos de vidro pequenos.
– Aquilo é o meu sangue? — ela perguntou, sussurrando. — Meu sangue é verde?!
– Eles tiraram a parte humana do seu sangue e deixaram apenas a do Hulk. Você tem um pouco dele dentro de você, mesmo que não se manifeste. — ele disse, tentando pensar em um plano para destruírem tudo aquilo sem ferir os cientistas. — Chiara, fica atrás de mim.
Dizendo isso, o herói desceu as escadas que estavam ao lado deles e chegou ao andar onde estavam os cientistas. Ele usou sua telecinesia para empurrar todos contra a parede e então fez um sinal com a cabeça para que Chiara instalasse as bombas debaixo de cada mesa onde estavam os frascos.
(***)
Natalie, Carol e Leena chegaram a um galpão gigante que estava repleto de armas, bombas e um grande tanque de guerra. Elas viram apenas seis guardas tomando conta do local, então resolveram agir logo.
Carol andou cuidadosamente até que ficasse atrás de dois dos homens, então segurou a cabeça deles e as bateu uma contra a outra, e com a força da heroína, os guardas logo desmaiaram. Leena pegou um pedaço de madeira que havia perto de algumas caixas e acertou os outros dois na cabeça, enquanto Natalie apenas os congelou os últimos dois guardas.
– Leena, programe as bombas — Carol disse e a heroína obedeceu, pegando as bombas que estavam dentro da bolsa e colocando em todas as armas que haviam no local.
(***)
Dean e Summer andavam por uma sala que ficava no último andar da base submarina. Os heróis tiveram que descer quase dez andares para chegarem lá, e agora tentavam encontrar a sala onde os poderes que foram roubados estavam.
– Tá ficando meio quente aqui. — Summer disse, sentindo um pouco de suor se acumular em sua testa.
– A armadura não me deixa sentir calor. — Dean deu uma leve risada. — Mas a temperatura ta subindo rápido.
– Vamos logo antes que eu vire churrasco. — a heroína disse, andando um pouco mais rápido. Eles chegaram a um salão gigante onde havia apenas uma grande máquina emitindo uma luz azul que iluminava toda a sala. Jarvis analisou a máquina e disse:
– Senhor, parece que os poderes estão armazenados dentro desse local.
– Summer, aponta uma flecha explosiva para essa coisa. — Dean apontou para a máquina e a heroína apontou uma de suas flechas naquela direção. A sala estava começando a ficar realmente quente e Summer começou a suar mais, sentindo o ar ficar mais pesado.
– Quando quiser, Dean. — ela disse, se esforçando para respirar.
(***)
Damian e Marlena correram pelo corredor vazio e só pararam ao chegarem a uma porta que havia no fim dele. O herói segurou a maçaneta e olhou para a heroína que estava ao seu lado e viu que as mãos dela estavam cerradas.
– Não perde a cabeça, Marlena. — ele sussurrou, mas ela não respondeu. Ele abriu a porta rapidamente e viu que Cosmos estava falando no telefone e sentada em cima de uma mesa. O lugar parecia um escritório e em volta havia uma enorme janela transparente que dava visão para o mar e para os animais marinhos a sua volta.
– Ah, você chegaram. — ela sorriu e desligou o telefone. — Levaram mais tempo do que eu esperava, acho que você está perdendo a mão, Damian. — a vilã se levantou.
Marlena apenas correu na direção dela e tentou lhe dar uma chute circular no rosto, mas Cosmos defendeu com um movimento da mão e a empurrou para trás usando seu poder, fazendo a heroína bater com as costas no vidro, que trincou.
Antes que Damian pudesse fazer alguma coisa, ele sentiu a pressão empurrá-lo para cima e para baixo, depois ele foi lançado contra a porta de metal e a fez cair no chão.
– Ryan, desça aqui e traga a nossa convidada. — disse ela pelo comunicador, então caminhou na direção de Damian e o segurou pelo pescoço. — Vocês me divertem muito. — Cosmos jogou ele em cima da mesa, que se quebrou em vários pedaços, então pegou uma arma que havia em seu cinto e apontou para o herói, mas antes que ela atirasse, Marlena a desarmou e deu uma cotovelada em seu rosto, para depois desferir uma série de socos na vilã.
A heroína deu um chute na barriga dela, a fazendo cair de costas no chão, e então continuou a dar socos nela. Cosmos segurou as mãos de Marlena e a jogou para o lado, então olhou na direção de sua arma e tentou usar seu poder para trazê-la para perto, mas ao ver isso, Marlena fez um campo de força ao redor da arma e ela não saiu do lugar. Damian viu isso e logo percebeu algo interessante.
Ele correu na direção das duas que rolavam no chão, hora dando socos, hora cotoveladas. Quando viu ele se aproximar, Cosmos jogou Marlena em cima de Damian, que tentou segura-la e acabou caindo. A vilã limpou um pouco de sangue que escorria pelo canto de sua boca e se levantou, arrumando o cabelo.
– Você está conseguindo me deixar muito irritada. — ela disse, seriamente e andou na direção dos dois heróis caídos.
(***)
Henry chegou a uma sala onde viu dois guardas parados na porta. Ele usou seu anel para se proteger dos tiros que vinham em sua direção, e então colocou os dois homens dentro de uma bolha de energia verde e os lançou para longe. O herói abriu a porta e viu que Renata estava presa por corrente que estava na parede. Uma sensação de alívio o acometeu ao vê-la, e ficou mais tranquilo ao saber que ela estava viva, mas ela estava sangrando e seu braço inchado.
– Renata! — disse ele, correndo até ela.
– Henry? — ela olhou para ele e deu um leve sorriso. O herói a abraçou com força e por mais que quisesse retribuir o abraço, suas mãos estavam presas pelas correntes.
– Fica calma, eu vou tirar você dai. — ele quebrou as correntes lançando um raio de energia verde e a segurou antes que ela caísse. O anel começou a escanear os ferimentos dela e viu que Renata havia quebrado o braço. — O que eles fizeram com você?
– Posso explicar depois? To com vontade de comer hambúrguer. — ela se apoiou no herói e conseguiu se levantar. Henry a segurou em seus braços e andou até a porta, mas antes que chegasse lá, viu a mesma se abrir e Ryan entrar segurando uma arma gigante, quase do tamanho de um braço, e que emitia uma luz igual a da armadura de Renata e Dean.
– Olha quem chegou. — o vilão riu e isso deixou Lanterna com raiva. — Ah, vamos lá, cara, a gente precisava chamar a atenção de vocês de algum modo. Agora, você não conseguir lutar contra mim enquanto tiver que proteger ela e eu vou matar os dois agora mesmo se vocês não me acompanharem. — Ryan apontou para o corredor. — Eu prometo não machucar você, apenas quero reuni-los com seus amigos.
Henry pensou no que ele disse, e era verdade. Se lutasse contra Ryan, sabendo da força dele, não conseguiria proteger Renata sem se desconcentrar. E ele havia dito que iria reuni-los com seus amigos, o que dava a entender que eles já os haviam capturado. Lanterna pensou por mais alguns segundos e andou na direção da porta, ainda segurando Renata. Antes de sair, ele olhou para Ryan e disse:
– Se algo acontecer com ela, eu não vou hesitar em matar você. — dizendo isso, ele caminhou pelo corredor, sendo seguido pelo vilão.
(***)
Cosmos se sentou na cadeira que havia perto dos destroços da mesa e ficou olhando para Marlena e Damian, que se levantavam. Nesse momento, Ryan passa pela porta junto com Henry e Renata.
– Demorei horas construindo esse escritório e você conseguiu destruir ele! — disse Ryan, parecendo realmente chateado. Ele caminhou pela sala e parou ao lado de Cosmos.
– Que bom que trouxe a garota. — ela se levantou e ergueu a mão, fazendo Renata ser puxada na direto para Ryan, que apontou a arma que ele segurava para a cabeça dela. Damian, Marlena e Henry tentaram impedir, mas assim que deram um passo, foram jogados de cara no chão, sentindo como que a pressão do céu estivesse sobre suas costas. — Vamos fazer o seguinte, me dê a espada e nós não matamos ela.
– Não estamos com a espada! — Damian gritou e tentou se levantar, sem sucesso. Ryan colocou a mão em eu ouvido e como se tivesse recebido algo pelo comunicador, então olhou para Cosmos.
– Eles implantaram bombas por toda a base. Os homens não conseguem desarma-las.
– Então é por isso que vocês vieram aqui? Para destruir o trabalho que tivemos por anos! — Cosmos gritou. — Acham que vai ser fácil assim? Tudo bem, vamos jogar esse jogo. Se alguma coisa for danificada, ela morre. E eu nunca blefo.
– Se vocês tocarem um dedo nela eu vou matar os dois! — Henry gritou, tomado pelo ódio.
– Quando eu sair daqui eu vou te dar uma surra merecida, sua vadia! — Marlena tentou se levantar, mas suas mãos afundaram no chão de concreto e ela sentiu o peso sobre seus ombros aumentar.
– Tudo bem, você ganhou. — Damian disse. — Só me deixa falar com os outros para não explodirem as bombas. — Cosmos ficou olhando para ele e então permitiu que ele levantasse a mão. — Atenção! Não explodam as bombas!
(***)
Dean havia recebido a mensagem de Damian, só não entendeu o por quê.
– Como assim? Não é pra explodir? — ele perguntou.
– Dean, eu não to mais aguentando! — Summer gritou, sentindo sua visão ficar turva por conta do calor. Ela tivera que se ajoelhar para poder mirar a flecha no local e agora estava prestes a perder a consciência.
– Não explode! — Damian repetiu. Nesse momento, Summer lançou a flecha e desmaiou, e ao ver que a máquina iria explodir, Dean segurou a ruiva em seus braços e voou para fora no momento em que as chamas dominaram o local. Ele atirou os propulsores na parte de trás da armadura e voou o mais rápido que pode, sendo seguido pelas chamas até que chegassem a uma área onde eles mantinham vários submarinos. Dean pulou na água gelada e Summer logo acordou com um susto.
– Qual é o seu problema?! — ela gritou, empurrando ele.
– "Obrigada, Dean, por salvar a minha vida." Era isso que você devia dizer — ao ouvir isso, a heroína revirou os olhos e nadou para fora da água.
(***)
Chiara segurava um dos frascos de vidro quando sentiu toda a sala tremer e um barulho muito alto, fazendo-a apertar o frasco em suas mãos e o vidro se quebrar.
– Aie! Frank! Franklin, me ajuda! — ela gritou e ele correu até ela.
– O que foi?
– O vidro cortou a minha mão. — ela apontou para o local que saia um pouco de sangue e ele segurou a mão dela.
– Isso não é bom, mas o Dean já explodiu a parte dele, acho que é nossa vez. — ele usou sua telecinesia para tirar todos os cientistas do local e depois puxou Chiara para o lado de fora, então acionou o aparelho que fez com que todas as bombas do local explodissem.
(***)
Natalie ouviu explosões e sentiu o chão tremer embaixo dela, então olhou para Carol e Leena.
– Já é para explodir? — a loira perguntou.
– Não sei. A chamada do Damian saiu meio cortada e eu só ouvi: Explode. — Leena respondeu.
– Então vamos explodir! — Carol apertou o botão do controle e as bombas começaram a estourar. As três saíram correndo da sala até que chegaram ao corredor. — Eu devia ter esperado a gente sair, né?
– Pois é. — Natalie olhou com raiva para ela.
(***)
Depois de dizer aquilo pelo comunicador, Damian sentiu a sala tremer e ouviu as explosões. Ele se virou para Cosmos e Ryan e antes que pudesse fazer alguma coisa, foi jogado contra a parede.
– Você começou o jogo, Damian, mas eu vou te dar três chances de me entregar a espada. E com essas três chances eu vou dar três avisos. — Cosmos andou até ele. — Começando agora. — ela olhou para Ryan.
– NÃO! — os três gritaram, mas ele disparou a arma fazendo com que o tiro atingisse a cabeça de Renata e uma quantidade grande de sangue caísse no chão. O corpo dela caiu sem vida e os heróis ficaram paralisados.
– Como eu disse antes, eu nunca blefo. Vou contar até três, Damian, e enquanto isso, pessoas vão morrer. — dizendo isso, Cosmos e Ryan saíram da sala por uma passagem que havia no chão.
Henry sentiu um buraco se abrir em seu peito ao ver aquela cena, o mesmo aconteceu com Marlena e Damian. Os heróis ainda estavam em choque depois do ocorrido, mas então ouviram passos vindos do lado de fora.
– Você molhou as minhas flechas! — Summer gritou.
– Não foi culpa minha. — Dean respondeu, calmamente.
– Danem-se suas flechas. Minha mão ta doendo! — Chiara reclamou.
– Não precisa ficar estressada, pirralha. — Natalie disse e todos entraram na sala. Carol foi a primeira a ver o corpo de Renata no chão e parou de andar bruscamente. Chiara, ao ver a cena, cobriu os olhos usando sua mão que não estava machucada e correu para o outro lado da sala, enquanto os outros encaravam a cena perplexos.
(Ouçam Forgiven — Within Temptation)
Dean estava atrás e não viu o que estava acontecendo, mas assim que entrou na sala, sua respiração parou. Ele ficou olhando para Renata sem dizer uma palavra ou mover um músculo, então depois de alguns minutos ele começou a andar lentamente na direção do corpo da irmã, e conforme ele andava, as partes da armadura começavam a cair até que não houvesse mais nada no corpo dele.
O herói se ajoelhou ao lado dela e respirou fundo antes de segura-la em seus braços. Ele sentiu uma lágrima rolar por seu rosto e fechou os olhos para que não começasse a chorar, então se levantou, carregando Renata, e se virou para os heróis, que permanecia calados. Carol e Leena choravam e Summer ainda não acreditava no que estava vendo.
Dean caminhou até a saída sem dizer nada e saiu da sala.
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