Notas iniciais
Olá pessoal! Estou finalmente livre da semana de provas, o que quer dizer que eu vou postar os capítulos das minhas fics com mais frequência =) Espero que gostem desse novo capítulo cheio de surpresas!

Nova York, 20:40

Chiara e Ryan andavam pela rua conversando sobre coisas que aconteceram no passado. A conversa levou a eles começarem a falar sobre o incidente de cinco anos atrás, onde a Legião havia deixado a cidade explodir.

– Mas você era tão pequena assim? — ele perguntou, por mais que já soubesse da história que Cosmos contou.

– Sim. Eu fiquei um pouco assustada e precisei de alguns anos de terapia, mas agora que a equipe voltou eu acho que vamos nos dar melhor. Dean e Damian brigam muito só que são amigos.

– Eu gostaria de saber o que se passa na cabeça do Dean. Ele é inconsequente e irresponsável, totalmente o oposto do Damian.

– Ele pode ser meio bobão as vezes, mas realmente se importa. Eu me lembro de uma missão, um pouco antes do incidente, em que ele perdeu o braço para salvar a irmã e o mundo. — Chiara sorriu ao lembrar de toda a equipe trabalhando junta para deter a invasão.

– Eu aposto que ele gosta muito da irmã, não é? — Ryan sorriu para ela e continuou caminhando pela rua, que começara a ficar deserta.

– Muito mesmo, afinal eles são irmãos. — Chiara olhou em volta e viu que não havia mais ninguém na rua, então olhou para Ryan — Nós estávamos indo para um restaurante, não é?

– Quase isso. — Ryan puxou uma arma que emitia um brilho azul e atirou em Chiara, ela foi lançada para longe e bateu com a cabeça na parede, desmaiando logo em seguida. Ryan pegou o telefone e ligou para Cosmos.

– Você já perdeu, porque eu matei o Devastador — disse ela, rindo do outro lado da linha.

– Acho que eu ainda não matei a pirralha. — ele viu Chiara se mexer um pouco no chão — Lembra que eu falei sobre matar o Dean? É, eu mudei de ideia. Tem um outro jeito de fazer eles sofrerem mais.

– Faça o que você quiser. Acabei de pegar a Sombra e o Leigh, vou levar eles para a base e vamos começar com a extração. Depois eu vou atrás da Elena.

– Droga, Samantha! Você está muito na minha frente. Então eu vou atrás da garota Stark, a com poderes de gelo e a namoradinha do Damian. — ele olhou para Chiara — O que eu faço com essa aqui?

– Se ela tiver poderes leve para a base junto com as outras.– dizendo isso, Samantha desligou. Ryan colocou Chiara sobre os ombros e apertou um botão em seu relógio, fazendo uma vã preta aparecer na frente dele depois de alguns segundos.

Gotham City, 21:00

Damian estava fazendo uma ronda pela cidade, quando viu a universidade de Gotham pegando fogo. Estava com o andar inferior completamente dominado pelas chamas e a parte superior estava quase sendo atingida também.

– Isso não pode ser bom — ele ativou o seu comunicador, mas antes de pedir ajuda se lembou que todos estavam bravos com ele. O herói pensou por alguns segundos para quem ligar, então pensou em alguém que provavelmente não estaria tão chateado.

Nova York, 21:05

Henry estava na primeira fileira do teatro, assistindo Renata tocar o piano sem errar uma nota se quer. Ela estava completamente concentrada e mal olhava para a plateia, pois além de estar nervosa sabia que Dean não iria, e ela não queria ficar triste naquele momento.

Ele pegou uma caixinha preta que estava no bolso de seu casaco e a abriu, revelando um anel de ouro. Henry estava pronto para pedir Renata em casamento depois da apresentação, quando viu seu anel dos Lanternas Verdes brilhar.

– Damian? — disse ele, surpreso ao atender ao chamado.

– Cara, preciso de uma ajuda em Gotham. Acha que pode vir?

Agora? — Henry ouviu todos aplaudirem, pois a apresentação havia terminado. Renata estava agradecendo e acenou para ele.

– Tem um incêndio acontecendo e eu acho que podem ter algumas vítimas, mas se eu entrar lá sem proteção vou virar churrasco.– Damian respondeu e Henry assentiu.

– Estarei ai em um minuto. — Henry se levantou e saiu do teatro, sendo despercebido por Renata, que achou aquilo estranho.

Ela andou até a parte de trás do palco, onde foi recebida por várias pessoas que a elogiaram pelo ótimo trabalho. Um homem usando uma blusa preta, parecendo ser um contra-regra, lhe entregou um enorme buquê de rosas. O homem sumiu logo depois e por mais estranho que ela tivesse achado, ficou com o buquê.

Renata foi para a sala onde estavam suas coisas e a primeira coisa que fez foi pegar o seu celular para ligar para Henry e perguntar por que ele havia saído sem falar com ela. Enquanto discava os números ela se sentiu fraca e percebeu que havia um gás saindo das flores. Antes que se desse conta, a heroína já estava no chão e não conseguia se mover.

Ela viu dois homens usando preto entrarem na sala e segurarem ela, para depois a levarem para o lado de fora pela porta dos fundos e a colocarem em uma vã preta.

Gotham City, 21:30

Damian esperou Henry por meia hora e quando o Lanterna Verde chegou, ele fez uma bolha de energia ver em volta dos dois e eles entraram no prédio em chamas. Começaram vasculhando o primeiro andar, onde não encontraram ninguém, o mesmo aconteceu no segundo andar.

No quarto andar, Devastador conseguiu tirar a espada de seu peito, mas ele caiu no chão e não conseguiu mais se levantar por conta da dor que sentia e pelo fato de ter perdido muito sangue. O fogo já tinha se alastrado por toda a sala, mas ele ainda não havia atingido o vilão.

Henry e Damian arrombaram a porta e viram Devastador no chão, então os heróis se aproximaram dele rapidamente.

– É o Devastador? — Henry perguntou, ainda protegendo eles do fogo com seu anel.

– Sim. Ele ainda está vivo, mas temos que tirá-lo daqui agora. — Damian colocou o braço do vilão em volta de seu pescoço e o ajudou a se levantar, então algo lhe chamou a atenção, uma pequena bala de prata com sangue no chão. Devastador não tinha sinal de ferimento a bala, portanto aquele sangue só poderia ser de quem o atacou.

O herói pegou a bala e a colocou em seu cinto de utilidade, em seguida fez um sinal para Henry, que os tirou de lá rapidamente. Logo que saíram, o prédio desabou fazendo com que uma enorme fumaça cobrisse metade do bairro.

Nova York, 22:00

– Aí! Doeu! — Elena gritou e tentou acertar Leena com um porta-retrato que estava sobre a mesa, mas a heroína desviou.

– Se você ficasse quieta eu não te espetaria toda hora! — ela retrucou, enquanto continuava a moldar o vestido de noiva da irmã.

– Por que eu tenho que usar isso enquanto você faz essa merda?! — a vilã gritou, ainda mais irritada.

– Porque você ganhou alguns quilinhos e o seu casamento é em algumas semanas! Você não pode ser uma noiva quase morrendo de falta de ar porque você ficou gorda. — disse Dama, enquanto comia alguns biscoitos que Franklin havia feito.

– Eu não engordei! Esse vestido ficou pequeno e eu vou matar a mulher que me vendeu ele, e depois vou matar a Leena por estar me espetando tanto! — Elena empurrou a irmã para o lado e tirou o vestido. Então estalou os dedos e a sua armadura apareceu em seu corpo.

– Aposto que a armadura está apertada também... — Leena riu junto com Dama. Elena pegou sua espada e tentou acertar a irmã, que correu para longe dela, iniciando uma perseguição pela casa. Franklin apareceu no momento em que elas começaram a fazer isso e segurou o braço da noiva.

– Eu já não pedi que você parasse de tentar matar as pessoas aqui em casa? — disse ele, calmamente.

– Elas estão me chamando de gorda! Eu vou matar as duas! — Elena tentou sair, mas Franklin continuou segurando ela.

– Você está perfeita, linda. — ele sorriu, mas ela continuou com raiva.

– Perfeitamente inchada. — Dama riu junto com Leena, e quando Elena ia arremessar a espada nelas, várias pessoas usando preto e segurando armas quebraram as janelas e arrombaram a porta.

Elena não esperou muito para ir para cima deles, mas quando deu um passo, sentiu uma picada no seu pescoço. Ela tirou o dardo de lá e viu que era um anestésico. Como não surtiu efeito, ela correu na direção do homem que lançou o dardo e cortou a cabeça dele com sua espada.

– Eu sou uma semi-deusa, humanos patéticos. Vão ter que tentar melhor do que isso! — ela gritou enquanto matava mais homens armados. Franklin e Leena viram uma mulher usando um capacete preto entrar na casa, então ela apontou uma arma pequena para Elena e disparou seis dardos nela. A visão da vilã começou a ficar turva e ela caiu no chão, desacordada.

Cosmos pegou a espada dela e olhou para os outros. Franklin ia atacá-la, mas logo ele e Leena também foram atingidos por uma série de dardos e caíram no chão. Dama queimava todos que apareciam na sua frente e jogou uma bola de fogo em Cosmos, que desviou com a espada de Elena.

– Você não tem utilidade alguma. — Cosmos caminhou na direção de Dama e cortou a sua cabeça em um movimento lateral com a espada, fazendo com que sangue espirrasse para todos os lados.

Ela ordenou que os homens levassem todos para as vãs paradas do lado de fora e em seguida queimou a casa.

Notas finais
Pegadinha! Acharam que Devastador tinha morrido né? Eu nunca poderia matar ele porque eu me apeguei muito ao personagem, eu só queria dar um sustinho em vocês hehehehe... Mas a Dama morreu mesmo '-'