Lilith rastejava pela extensão da passagem aberta, que por sinal, era pequena demais. Estava pensando em voltar quando novos tremores iniciaram-se. A mulher entrou em estado catatônico. As paredes começaram a descascar repentinamente ou... estavam se movendo?
Ah sim, elas estavam se movendo e por isso descascavam conforme se aproximavam rente a tubulação em que a garota se encontrava. Era isso?

???: Se não sair logo daí vai acabar es-ma-ga-da!


Es...magada? — pensava Lilith, ainda sem se mover porque o desespero brotando a deixara mais burra.

???: Aconselho que se apresse, sabe... o pensamento é bem simples; conforme as paredes avançam, seu espaço se limita. Haha! ~ Teus ógãos serão esfacelados, tuas víceras, estraçalhadas! Sem contar o barulho que seu crânio fará ao es-tou-rar!

A garota se contorcia, gritava, berrava por socorro, mas quem antes falava com ela já não estava mais presente..
Não pensando em mais nada além da própria sobrevivência, Lilith avançou o mais rápido que pode(pôde), sequer percebendo que o supracitado pelo desconhecido já não se encaixava no contexto, porventura nunca fora uma verdade.
Seu peso acabou por retirar um filamento frágil, na verdade falso, da tubulação, e em um baque, caiu em um corredor sem escapatórias adjacentes. Seus ouvidos captavam a balbúrdia de latidos, mas seus olhos deram mais atenção à efígie conhecida: Matsuo.