Nova Era

3 Haddad...?


Notas iniciais
Antes de ficar pensando no título, leia. Você vai entender já já.

— Aliás, humano, ainda não perguntei qual o seu nome. Você poderia dizê-lo?

Após essa pergunta, Henry fica confuso. Por algum motivo, tem que pensar para conseguir se lembrar de seu nome. E não foi uma tarefa fácil. Foram gastos pelo menos 5 minutos pensando em seu nome. Até que:

— Meu nome é Henrique... Não, Hendrik... Não, estou perto... Haddad... Não, esse não pode ser! Hummm... Lembrei! Henry! Finalmente lembrei! Eu sou o Henry!

— Caramba, foi difícil, hein.

— Você não imagina.

A conversa foi longa. Já era tarde da noite. Henry foi convidado a jantar e dormir na vila. Ele participou de um banquete dentro do mini-palácio e foi a uma cabana dormir. Foi sua primeira noite aconchegante de sono desde que acordou na árvore, há um dia.

Logo ao acordar, Henry vai até Gunnimar, para ter esclarecimentos sobre as civilizações presentes no “Novo Mundo”.

Ao chegar lá, Gunnimar já está acordado e disposto a qualquer atividade que surgisse ao mesmo. Sendo assim, os dois começam mais uma conversa.

— Fala Gunnimar! Então, ontem a gente conversou sobre a extinção da minha espécie e tals... E hoje eu queria saber sobre a sua. Você pode falar?

— Claro, meu caro Henry. Pode mandar as perguntas.

— Okay. Primeiramente, quem são os decaídos?

— Simples. Os decaídos são uma espécie que existe no Novo Mundo há 3 bilhões de anos. Nós não sabemos de onde viemos, nem para onde vamos. Só vivemos. Eu provavelmente sou o mais inteligente de toda a espécie. Apesar de que não temos muito contato com pessoas de fora da vila. Mas em um futuro próximo, eu espero desenvolver um aparelho que consiga fazer com que nos comuniquemos.

— Entendi. E agora... Existem outras espécies inteligentes além dos decaídos?

— Claro que sim. Existem os mulambos e os cabaços. Os cabaços são os mais inteligentes dentre os três. Nós estamos em últimos no ranking de inteligência. Estamos em último no de força também. Resumindo, somos a pior espécie do Novo Mundo.

— Caraio... Beleza, entendi. Agora a pergunta principal... EXISTE MAGIA AQUI?

— Claro que não, animal.

— Ah, beleza. ;-;

— Era só isso que você tinha pra perguntar?

— Não, na verdade tem mais uma coisa...

— Então vai, desembucha!

— Ehmmm... Como vocês se reproduzem?

— Reprodução sexuada. Machos e fêmeas. As fêmeas dão a luz. É igual a qualquer outro mamífero, cara.

— Ok, ok... Eu precisava ter certeza. E como vocês contam a idade aqui?

— Hum... Quantos anos humanos você tem?

— 15.

— Então você teria 15 também. Lembrando que você já é adulto.

— O que? Não era com 18 anos?

— No Novo Mundo sempre foi 15.

— Aí sim, porra!

— Só mais uma coisinha... Onde fica a cidade mais próxima daqui?

— Você pode alugar uma carroça na entrada da vila.

— Valeu!

Então, Henry corre até uma carroça e parte até a cidade mais próxima da vila. Seu objetivo era conhecer a região em que estava situado. Ele tinha noção de que, mesmo que estivesse faltando um quarto, a Terra ainda era gigantesca. Por isso, ele iria explorar de pouco em pouco. E, dessa vez, ele partiria em uma aventura, já que já era um adulto.

A partir desse momento, estava decidido. Henry seria o maior aventureiro que o Novo Mundo já presenciou na história. E seu pontapé inicial seria a maior cidade do continente, Alexandria.

Continua...

Notas finais
Alo alo, criançada. Obrigado por ver até aqui! Esperem capítulos maiores daqui pra frente, já que nossa histórinha está começando de verdade agora. :D