Notas iniciais
Espero que vocês gostem, mas duvido muito que aconteça. Rachel i love you, desculpa por sempre lascar com você nas minhas fanfics kkkk Sem delongas, vão ler :*

Havia uma só coisa que Brody era atraído por e isso era poder.

Era completamente atraído pela ideia de ter poder sobre outra pessoa desde pequeno ao observar seu pai ter completo poder sobre sua mãe. Aquilo o fascinara e se prometera que um dia ele conseguiria a mesma façanha.

Tentara algumas vezes, mas não era tão fácil quanto seu pai demonstrara e foi com muito esforço que aprendera a verdadeira forma de se ter poder sobre outro alguém. Uma pequena dose de sonífero na bebida de alguma garota lhe deixaria fácil e dócil, pronta para ser usada por horas.

E finalmente tinha a vítima perfeita. Rachel Berry.

Demorara meses pesquisando sobre a capitã das cheerios e quase tivera que repensar todo seu plano ao vê-la com o Hudson, mas sua vida fora tão facilitada quando terminaram. Era obvio que Rachel tinha uma enorme queda pelo quarterback que não era reciproco e a traição foi apenas a cereja do bolo.

Rachel era alguém que precisava de atenção e bajulação e só precisou começar por isso que tinha ela comendo em suas mãos. O bônus? Ninguém para perceber. Primeiro preocupou-se com Santana, mas depois da festa? Seu caminho está aberto, afinal quem em sã consciência deixaria sua melhor amiga bêbada ir com um desconhecido? Não alguém que se importava com a segurança de sua amiga.

E como se já não tivesse chances o suficiente para aproveitar, Finn e sua continua vontade de esfregar suas peguetes na cara da Berry deixava ainda mais fácil. Como agora, Rachel estava em seu armário, e observava o quarterback alguns armários abaixo beijando alguma cheerio vadia aleatória.

Como ele disse antes? Alvo fácil e perfeito.

Caminhou a passos rápidos na direção dela e passou os braços por sua cintura num abraço reconfortante.

“Apenas ignore-o. Ele não vale a pena.” Murmurou em seu ouvido. Esfregando a mão de cima a baixo nas costas dela. “Hoje o dia tá uma merda, o que você acha da gente cair fora daqui?” Perguntou solidário e sorriu ao vê-la acenar que sim.

A primeira parte do plano fora cumprida na sexta e agora na segunda-fera, iria apenas consolidar. Rachel Berry está na hora de se tornar seu brinquedinho sexual particular.

i.

“Não dá para ir lá pra casa, Blanca minha empregada está lá e vai nós dedurar.” Rachel explicou, vendo que Brody seguia num caminho parecido com o de sua casa.

“A gente tá indo para a minha, meu velho tá no trabalho, podemos ficar sozinhos numa boa.” Respondeu, virando a direita e depois á esquerda. Seguiu por um caminho que Rachel nunca vira antes e enfiam estacionara numa casa mais afastada. Não era o bairro nobre ou a casa de dois andares que morava, mas era um lugar descente e razoavelmente bonito.

Desceu com sua mochila rosa nas costas e caminhou atrás de Brody timidamente, a última vez que estivera sozinha em casa com um alguém fora com Finn e resultou em horas de sexo e conversas aleatórias na cama.

‘Chega Rachel! Finn não dá a mínima para você, hora de seguir em frente!’

Imaginava se talvez Brody seria o seu ‘seguir em frente’, se seria com ele que pudesse talvez esquecer o Hudson e ser feliz. Talvez sim. O único problema? Brody lhe passava uma vibe tão negativa que não tinha ideia do que pensar sobre ele. Uma parte de si queria confiar e a outra parte praticamente gritava para não fazê-lo.

‘Não, isso é apenas seus estúpidos sentimentos por Finn não querendo que você o esqueça.’

Seria mesmo?

“Sinta-se em casa.” Brody falou, largando a mochila no canto da porta e dando espaço para a morena entrar. Sua voz acordou-a de seus pensamentos e Rachel balançou a cabeça para espanta-los. Hora de viver sua vida e esquecer Finn Hudson! “Para comemorar nosso dia de folga, que tal vodca?” Questionou, pegando a garrafa da geladeira, dois copos e voltando para a sala.

“Brody...” A morena falou receosa. Suas últimas experiências com bebidas não tinham terminado nada bem. Na primeira transara com Finn e envolvera-se em todo esse rolo e na festa de sexta, não tinha a menor recordação do que acontecera, pelo menos não parecia ter feito nada de idiota. “Eu não sei não.”

“Qual é Rachel, vamos! Vai ser divertido.” Insistiu o garoto, colocando a bebida nos copos e oferecendo a ela.

“Tá, mas só uma.” Ela respondeu, aceitando o copo. Brindaram e viraram de uma vez o copo, sentindo o liquido descer queimando por suas gargantas. Brody encheu os copos uma segunda vez e então uma terceira, quarta, quinta, sexta e quando Rachel viu, estava completamente tonta e a garrafa de 3 litros vazia. “Como você não está tonto que nem eu?” Mesmo com a visão turva e com a impressão de ver dois Brody a sua frente, era notável que o garoto não estava afetado.

“Porque não sou um idiota como você, querida Rachel.” O Weston respondeu ironicamente. Largou o corpo na mesa e passou os braços pela cintura dela puxando-a até ficar de pé e caminhando com ela até seu quarto.

“Brody eu to confusa. O que tá acontecendo?” Questionou, tropeçando nos próprios pés e quase caindo de cara no chão, mas o garoto a segurou e ignorando-a continuou a caminhar até seu quarto. No cômodo, jogou a morena na cama e sorriu maliciosamente.

“Você está tão bêbada que nem vou precisar usar soníferos.” Ele se gabou, puxando a blusa para cima e abrindo o zíper e botão da calça jeans que usava, deixando-a cair no chão enquanto caminhava na direção dela. “Isso vai ser tão fácil.”

~~

Não fora fácil. Mesmo bêbada ela lutara, o que resultou em deixar seu trabalho mais difícil, mas para cada tapa ou chute que ela lhe dera, Brody retaliou com mais força, apenas tomando cuidado em lhe bater somente nas áreas que tinha certeza que ela poderia cobrir com aquele uniforme minúsculo.

Eventualmente seu tamanho e força venceram e ela parou de lutar. Seus gritos e pedidos se transformaram em choro e soluços. Quando ele terminara, teve que dar um soco para se certificar de que estava viva e sua resposta veio de um gemido de dor, quando atingiu algum local em seu estômago.

“Ótimo.” Falou, retirando a camisinha e jogando no lixo próximo de sua cama. “Não foi lá essas coisas, como sexta, mas com treinamento chegamos lá. Espero que tenha aprendido a lição, quanto mais lutar, mais eu vou lhe bater.”

“P-por que?” Perguntou num pingo de voz. “Eu posso c-contar para alguém, d-denuncia-lo e você estará ac-acabado.”

“Você realmente é estupida.” Brody comentou sorrindo irônico. Terminou de subir sua calça e lançou mais dois socos contra a barriga e costelas da morena, colocando sua mão sobre a boca dela para abafar os gritos. “Você acha que isso foi ruim? Se contar a qualquer um o que aconteceu aqui, as coisas vão piorar tanto que você vai desejar nunca ter aberto essa boca. Agora cai fora daqui, e limpa essa cara nojenta.”

Dando uma última olhada para a morena e sorrindo maliciosamente, Brody deixou o quarto e desceu as escadas. Sua adrenalina corria solta, pela primeira vez tinha domado e feito exatamente como seu pai lhe ensinara, o cara ficaria tão orgulhoso dele!

ii.

Na segurança de sua casa, Rachel correra para seu quarto, trancando a porta antes que Blanca entrasse e começasse a questionar o por quê estava em casa tão cedo. Na casa dele tinha se limpado e arrumado o tanto que pode na situação que se encontrava, mas seu único desejo era de um banho.

Um longo e bem quente banho, onde pudesse esfregar seu corpo até não sentir mais as mãos daquele nojento em seu corpo. Ate não senti-lo sobre sua pele, forçando-se sobre ela, dentro dela... Só as lembranças lhe davam náuseas.

Tirando seu uniforme de cheerios e ficando de roupa intima na frente do espelho é que pode notar os estragos, exceto o nariz e olhos vermelhos seu rosto estava numa boa, mas era do pescoço para baixo que começava. Brody lhe deixara um chupão no pescoço , uma marca do que fizera. Como se o resto de seu corpo já não estivesse cheio delas...

Nas costelas e barriga haviam grandes hematomas de onde ele lhe socara e em seus quadris a marca de suas nojentas mãos, que lhe agarraram com tanta força que pareciam com vontade arrancar sua pele.

Estava em choque, tinha certeza. Já vira inúmeros filmes e lera diversas coisas sobre assunto, a maioria das vitimas passavam as primeiras vinte e quatro horas em completo choque e ou admitiam tudo para alguém e viviam uma vida com pessoas lhe encarando com pena ou guardavam tudo e se tornavam uma sombra de si mesmas. Mas não ela. Recusava-se a aquilo, a ser mais uma estatística no jornal das sete.

Não, Rachel Berry seria uma pessoa normal. O mais normal que se poderia ser numa situação daquela.

Terminou de tirar suas roupas e entrou no chuveiro abrindo até que ficasse extremamente quente, esfregou e esfregou sua pele até arder, mas o nojento sentimento das mãos de Brody não deixava sua pele. Sentia-se suja, manchada, danificada sem possibilidade de conserto.

E ali, deixou-se escorregar pela parede até o chão, puxou as pernas até o peito e deixou que as lágrimas finalmente fizessem o caminho por seu rosto, enquanto os soluços escapavam de seus lábios.

No que tinha se metido?

Notas finais
Então, vocês me odeiam muito?