Nothing Planned
19 Fight for your right
Notas iniciais
“Ok chega!” Santana que andava de um lado para o outro parou ficando de frente com os outros cinco adolescentes. “Não dá para esperar e não dá para ignorar mais! Meu terceiro olho mexicano está praticamente gritando que tem algo de muito errado como se já não fosse bastante obvio. Aquele hijo de puta fez alguma coisa com a hobbit.”
“Por que diabos a Berry não esperou na sala como eu mandei?” Puck perguntou mais para si que para os outros. O último horário era sua obrigação busca-la na sala e acompanha-la até a sala do coral, mas a droga da professora o manteve por alguns minutos para falar da prova que ele tinha mandado mal e quando finalmente escapou e foi atrás, a cheerio não estava mais na sala.
“Isso é culpa nossa! A gente nunca deveria ter feito aquela merda de acordo. Olha para nós, cinco adolescentes. O que sabemos sobre proteger alguém? Era obvio que essa merda ia dar errado!” Sam apontou o que todos sabiam, mas não queriam admitir.
“A gente fez merda, hora de consertar.” Para a surpresa de todos, Finn foi quem se pronunciou levantando da cadeira na sala do coral e ficando a lado de Santana. “Esse é o plano, Quinn você vai fingir que tá parindo, tendo cólicas, sei lá, inventa alguma coisa! Mas você tem que tirar o Figgins e a secretaria da sala por vários minutos. Sam você fica de vigia e enquanto isso, Kurt e Santana vão entrar no computador da secretária e pegar o endereço do Weston.”
“E você e o Puck, Franketeen? Vão ficar só observando?” Santana perguntou cruzando os braços e fechando a cara para o garoto.
“Infelizmente sim, você acha que com meus quase dois metros de altura vou conseguir entrar discretamente na sala?” O quarterback ironizou. “Além disso, muita gente vai ficar suspeito.”
“Alguma objeção?” Puck questionou olhando em volta, quando ninguém se pronunciou, ele continuou. “Ótimo, a gente se encontra aqui em meia-hora ou menos, de preferencia, e bolamos a segunda parte. Não se deixem ser pegos.”
“Puckerman, isso não é uma missão secreta.” Sam provocou, os dois loiros e os dois morenos tinham entrado numa espécie de trégua e até faziam piadas e provocavam uns aos outros.
“Um cara pode se divertir né?” Puck respondeu de volta. “Agora vão fazer o que mandei meus servos!”
~~
“Vocês foram pegar ou criar o endereço, puta merda, pensei que tinham morrido lá na sala do Figgins.” Puck exclamou dramaticamente ao ver os amigos entrando na sala do coral. Ele e Finn já estavam quase dormindo esperando as lerdezas.
“Oh cierra su boca! Llego aqui sin hacer nada. Nós estábamos arriesgando neutros cuellos e....”
“Qual a próxima parte?” Kurt perguntou interrompendo o monologo revoltado da latina em espanhol.
“Você, Quinn e Santana vão a polícia. Contem tudo e mostrem as evidencias, não saiam de lá até a policia ir atrás do Brody. A gente vai para a casa do desgraçado vê se ele e Rachel estão lá.” Finn pegou o papel e já foi colocando o endereço no gps de seu celular, apesar de Lima ser pequena, os subúrbios eram uma bagunça e era bem fácil se perder lá dentro.
“Ficaram loucos?” O Hummel exclamou surpreso, ao seu lado Quinn concordava. “Ele pode fazer algo com vocês ou pior, com a Rachel.”
“Somos três contra um e ele já pode está fazendo algo com ela, não vou permitir que ele a machuque mais do que já fez.” Finn fechou os punhos e tomou algumas respirações profundas, estava louco para botar suas mãos no desgraçado.
“Além disso, assim que ele ouvir as sirenes pode tentar fugir e também não podemos permitir que isso aconteça, vocês sabem como a policia daqui é devagar.” Puck completou. Concordava cem por cento com Finn, até porque sabia que a razão principal de seu melhor amigo era quebrar a cara do Weston e ele também estava doido por isso.
“Alguém deveria ir falar com o Sr. Berry, ele é um homem influente, a polícia não vai lerdar com ele em cima.” Kurt propôs. Claro que também não seria uma conversa fácil ou agradável, mas o que em toda aquela situação tinha sido?
“Concordo com Lady Hummel. Ken e Barbie, vocês vão a delegacia de polícia, Kurt você vai para a casa dos Berry e exija falar com o Sr. Berry ou Leroy Corcoran, um dos dois vai ajudar.” A latina falou num tom que deixava claro que nenhum deles deveria discutir e se virou para seu namorado e o quarterback. “A gente vai para a casa do Weston e não ousem tentar me deixar para trás ou eu vou sozinha para aquela merda.”
Sabendo que não iriam conseguir convencer a latina que era perigoso e ela deveria para a delegacia, também não querendo perder tempo, os dois adolescente concordaram deixando a sala do coral e no estacionamento seguindo caminhos diferentes.
i.
“Só sobre o meu cadáver Shelby! Você não vai levar a minha filha embora para a França, se precisar eu te mato antes.” Hiram ameaçou apontando o dedo para sua ex mulher nervosamente.
“Você não pode me impedir Hiram, ela também é minha filha e eu vou leva-la, suas ameaças não me intimidam.” Ela respondeu friamente, não tinha o menor medo de seu ex, era do tipo que muito ladrava, mas pouco fazia.
Antes que o Berry pudesse responder, alguém bateu na porta de seu escritório e ela logo foi aberta, Leroy Corcoran entrando seguido de um adolescente com uma versão masculina do ridículo e bastante indecente uniforme que sua filha vivia usando para a escola.
“O Sr. Hummel tem algo importante para nos falar.” Por causa dos últimos dias tumultuados, Hiram nem piscou com o tom de voz irritadiço e estressado de Leroy.
“Ele pode esperar, estou ocupado no momento.” Respondeu como se fosse a coisa mais obvia do mundo e se voltou para Shelby.
“Sr. Berry é urgente.” Kurt interferiu com medo de ser enxotado da sala, mas também não tirando os olhos da mulher que não tirara os olhos do pai de Rachel. Não tinha a menor dúvida, aquela era Shelby Corcoran. Era assustador a semelhança entre a mulher e sua melhor amiga, era como ver uma versão mais velha e peituda de Rachel Berry.
“Eu vou me retirar da sala, mas essa conversa não está terminada.” A mulher avisou, mas parou na porta ao ouvir o adolescente.
“Acredito que esse assunto seja de interesse dos três.” Kurt esperou que fechassem a porta e sentassem nas cadeiras pelo escritório e então começou. “É sobre a Rachel, a gente acha que ela está em perigo.”
ii.
“Pegou tudo?”
“Pela milésima vez, sim peguei. Agora vamos.” Brody respondeu frustrado. Sabia que tinha sido uma boa ideia ter levado o corpo da vadia ali, mas a paranoia da mulher a sua frente estava lhe dando nos nervos.
“Não use esse tom comigo, você é o imbecil que causou isso e mais ainda por ter trago o corpo a luz do dia quando qualquer um podia ver e chamar a polícia, se não for pela minha cautela, vamos presos num piscar de olhos!” A mulher respondeu friamente encarando o adolescente e o corpo enrolado e saco plástico preto sobre o ombro dele.
Olhou pela janela para ter a absoluta certeza que nenhum de seus enxeridos vizinhos estavam de olho e então saiu colocando as pás, uma bolsa contendo fósforos, facas bem afiadas e sacos no porta mala da SUV de Brody, depois chamou o adolescente e o ajudou a colocar o corpo, fechando o compartimento depressa e quase correndo para o volante do carro.
Respirou fundo e se acalmou, se ficasse nervosa cometeriam erros e naquele momento não poderiam arriscar nem um trisco ou estavam mais do que fudidos. Pelo menos tinha escurecido consideravelmente e qualquer coisa suspeita poderia ser coberta com uma simples, mas bem criada mentira.
“E agora?” O adolescente perguntou curioso, a mulher dissera que tinha um plano, só não especificara qual e estava morrendo de curiosidade para saber sobre.
“Agora a gente se livra de Rachel Berry, com sorte pelo resto de nossas vidas.”
Colocou a chave na ignição e ligou, dirigindo calmamente para o cemitério localizado fora da cidade.
~~
“Finnegan, Puckerman.” Santana praticamente gritou apontando para o carro estacionado ao lado esquerdo deles.
Desde que deixaram a escola não tiveram sinal algum de Brody e as preocupações com Rachel os levaram aos piores cenários mentalmente, mas parecia que a sorte finalmente brilhava para eles.
“Quem está dirigindo o carro?” Puck questionou ao ver o adolescente no carro do carona. “Vocês acham que é a Rachel?”
“Não, eu acho que vi cabelo loiro.” Finn tentou se moveu no banco para ver melhor, mas o vidro semiaberto de Brody e ele na frente não permitia muito e quando teve a oportunidade, o sinal abriu e o carro avançou pela rua.
“O que você está esperando perdedor? Siga eles!” Santana ordenou irritada, era a primeira pista que tinham e o idiota estava parado ainda no sinal.
“Paciência Satanás, você quer ser pega?” Finn respondeu rolando os olhos. Esperou mais alguns minutos e seguiu em frente, ignorando as buzinas do carro de trás. Foi seguindo o carro aos poucos, afinal moravam numa cidade pequena com poucos automóveis e seria bem obvio para Brody e quem diabos estivesse com ele que estavam sendo seguidos.
“Onde diabos estamos?” Santana perguntou ao olhar em volta e não reconhecer nada. As últimas casas tinham ficado para trás e tudo que se via era a estrada vazia e escuros campos de trigo.
“Eu acho... que estamos indo na direção do cemitério.” Puck comentou sem muita certeza.
“Vamos passar por ele na verdade, mas só se...” Ao ver o carro lá na frente virar a direita, exatamente o que ia falar, Finn continuou. “Definitivamente cemitério.”
“Vocês acham que isso tem a ver com a Hobbit?” Santana perguntou num fio de voz amedrontada com a resposta. O olhar de ambos os adolescentes foi o suficiente e a latina só pode orar que nada de ruim tivesse acontecido com sua melhor amiga e que pudessem chegar a tempo, também mesmo que inconscientemente se prepararam para o que diabos fossem ver, estavam num cemitério no final das contas.
O carro de Brody entrou no local, já os três adolescentes preferiram estacionar um pouco antes da entrada e irem andando para não levantar suspeitas. Com as lanternas no celular e um taco de beisebol que estava no carro de Finn foram descobrir o que diabos estava acontecendo ali.
“Onde se meteram?” Santana murmurou olhando em volta e tentando esconder o arrepio que correu seu corpo. Por mais badass que fosse, aquele lugar lhe dava um medo da porra.
“Isso aqui é enorme, como vamos achar duas ou três pessoas aqui?” Puck perguntou também olhando em volta, mas não vendo nada. Estava um breu exceto por onde suas lanternas iluminavam.
“Seguindo as pistas, olhem.” Finn apontou para as marcas de pneu no chão de lama, pareciam ser bem recentes, mas ele não tinha certeza, infelizmente na atual situação era seguir e torcer que estivesse certo.
“Estou me sentindo em um episodio de Scooby Doo, muito bem Franketeen.” Santana brincou tentando aliviar um pouco o clima.
Seguiram as marcas até ouvirem as vozes de Brody e a mulher estranha e pareciam perto, rapidamente apagaram as lanternas e foram se aproximando pelos túmulos escondendo-se nos mais altos para não serem pegos.
Próximos numa distância segura, os três não conseguiam acreditar em seus olhos quando tiveram uma boa visualização da mulher ajudando Brody. Era tão surreal que piscaram diversas vezes para saber se não era um truque de suas mentes ou algo do tipo, mas ao reabrirem os olhos ficou bem claro que aquilo era bem real.
A ajudante de Brody não era ninguém mais, ninguém menos que sua professora Cassandra July.
“What the fuck?” Santana murmurou para os garotos alarmada, mas eles apenas a encararam de volta com a mesma feição. Não perdendo tempo, a latina pegou o celular e começou a gravar a cena a sua frente. “Qualquer sinal da Hobbit e vocês avançam naqueles dois, se precisar esqueçam que aquela vadia é uma mulher.”
“Sant não podemos fazer isso. Estaríamos nos rebaixando ao nível dele.” O Puckerman respondeu.
“Oh mierda, lo hago. Me voy perrar la cara de la por la mitad.”
~~
“Ok, isso está ótimo, vamos terminar logo e cair fora daqui, esse lugar me dá arrepios.” Cassandra ordenou impaciente. Os dois saíram do buraco e largando as pás no chão, foram na direção do corpo de Rachel. Brody pegou os braços e Cassandra as pernas e aproximando-se do buraco a jogaram de qualquer forma.
O que não esperaram foi o grunhido que veio em seguida...
Os dois trocaram olhares de surpresa e confusão como se perguntassem um ao outro se tinham ouvido mesmo aquilo e voltaram os olhares para o corpo.
“Ela está se mexendo!” Brody murmurou ao ver os sacos plásticos mexendo.
“Você disse que ela estava morta.” Cassandra quase gritou, pulando no buraco e tirando o saco da feição de Rachel, os olhos estavam parcialmente abertos, o peito mexia com mais força e mais grunhidos saindo de seus lábios.
Rachel Berry estava viva. Puta merda!
“O que a gente faz?” Brody perguntou completamente em pânico. “Você acha que ela lembra alguma coisa? Acha que ela sabe o que esta acontecendo agora? Ela pode nos ouvir?”
“Cala a boca! Eu estou tentando pensar idiota.” Ela praticamente gritou olhando para baixo quando a cheerio pegou fracamente em sua perna e tentou murmurar seu nome, mas a voz saiu cortada. Não, isso não é nada bom. Se essa garota fosse a policia, sua vida estava acabada. Ela não podia deixar isso acontecer! “Me ajuda para fora dessa merda.” Ordenou, erguendo a mão para o adolescente.
Com um olhar determinado e algumas respirações profundas, pegou a pá do chão, entregou a outra para Brody e começou a jogar terra sobre a cheerio.
“O que você está fazendo?” Brody questionou de olhos arregalados.
“O que você acha? Ela é um perigo para nós dois e não vou permitir que ela arruíne minha vida. Agora deixe de ser lerdo e comece a enterrar, foi pra isso que viemos de qualquer forma.”
~~
“O que eles estão falando?” Finn perguntou olhando para Santana e Puck, mas os dois também negaram. Apesar do lugar, os dois estavam murmurando baixo demais para entenderem qualquer coisa.
“Por favor, alguém me diz que aquilo não é um corpo!” Santana praticamente implorou apontando para o monte que os dois carregaram e descartaram brutamente no buraco. “Me diz que aquela não é minha Hobbit.”
“Ok, chega. Eu vou lá e tirar satisfação dessa merda.” Finn levantou, mas antes que desse um passo ou fosse visto, foi puxado de volta pelo Puckerman.
“Ainda não! A gente não sabe o que é aquilo, pode ser qualquer coisa e se os surpreendemos agora, sabe-se lá o que vai acontecer com a Berry! Se Brody tem uma parceira, imagina quantos outros não tenha?”
“E o que a gente faz?” Finn perguntou num tom quase desesperado.
“Temos que esperar mais um pouco ou... vamos tentar dar a volta, talvez dessa forma podemos enxergar e até ouvir melhor.” Puck sugeriu, olhando em volta um lugar melhor para se esconderem. Não dava para ir mais para frente, mas pela lateral tinha algumas esculturas de anjos que eram grandes o suficiente dava para esconder os três.
“No! Estoy cansada de esperar. Tenemos que hacer algo.” Santana interferiu depois de controlar suas emoções, não iria pensar no pior. Sua amiga estava bem, viva e era só uma questão de tempo até encontrarem-na.
“Gente, precisamos ir com calma. Eles são loucos e se estiverem armados? E desde quando eu sou o único que está pensando com clareza aqui?” Puck questionou olhando para os dois a sua frente.
“Chega de esperar.” Finn falou dando um ponto final naquela discussão. “Vamos nos aproximar e ao meu sinal, você, Santana cria uma distração e eu e Puck atacamos de surpresa.”
Santana foi pela direita enquanto os meninos pela esquerda, estavam quase no ponto exato quando ouviram Cassandra mandar alguém calar a boca e em seguida o grito esganido de Rachel.
“Foda-se esperar, vambora.” O Puckerman ordenou segurando o taco de beisebol que tinha levado com mais força e correndo na direção dos dois com seu melhor amigo.
Entraram na área iluminada pelos faróis do carro de Brody de surpresa e antes que Cassandra ou Brody pudessem reagir, pularam neles. Finn então passou a dar diversos socos na cara do adolescente deixando toda sua fúria sair ao ver com mais clareza a cena a sua frente.
Os dois desgraçados iam enterrar Rachel viva.
“Santana, tira ela do buraco.” Puck gritou enquanto mantinha Cassandra no lugar e observava Finn e o desgraçado, apesar de Brody merecer todos os socos, se continuasse daquela forma seu melhor amigo ia mata-lo e esse seria um final muito fácil para o Weston.
Não, ele e Cassandra tinham que apodrecer na cadeia.
“Finn, chega!” Gritou, mas sem sucesso alguém. “Cara, você vai mata-lo. Para!”
“É exatamente o que eu quero Puckerman.” O Hudson falou friamente parando por um minuto de dar soco no adolescente e olhando para o amigo com ódio no olhar. Infelizmente foi o momento certo para Cassandra e um machucado Brody reagirem, a loira aproveitou a distração e pegou a pedra que tentava discretamente alcançar com sua mão e acertou na cabeça de Puck enquanto Brody deu um soco certeiro no maxilar de Finn, rapidamente virando até ficar por cima do quarterback e acertar diversos socos nele.
~~
“S-S-Santana.” Rachel gaguejou numa mistura de surpresa e alivio ao ver a melhor amiga pular no buraco e começar a puxas as fitas adesivas que prendiam o saco plástico ao corpo de Rachel.
“Calma, eu vou te tirar daqui.” Ela prometeu e depois de liberar os braços da cheerio, as duas cavaram a terra que cobria as pernas dela. Solta, Rachel se jogou nos braços da latina deixando as lágrimas rolarem soltas por seu rosto, Santana também deixou algumas escaparem abraçando a garota apertado, mas não muito.
“Vamos embora daqui.” Ouviram Cassandra gritar e rapidamente ficaram de pé, limpando as lágrimas e olhando o que diabos estava acontecendo.
Finn e Puck estavam caídos no chão, Brody continuava a bater no Hudson enquanto a loira tentava arranca-lo para fugirem, mas o garoto não ia, ele empurrou a July com força fazendo a cair de bunda no chão e continuou a bater no quarterback.
“Foda-se então, se você quer ser preso fique a vontade.” Virou-se caminhando na direção do carro, mas caiu de cara no chão quando Santana pulou em suas costas.
“vas a algún lugar perra?” a cheerio perguntando empurrando a cabeça da loira com força no chão. “No creo, ahora que nos estamos divirtiendo tanto.”
Com a atenção voltada somente para a loira, a Lopez não percebeu Brody vindo sorrateiramente em sua direção e gritou quando foi puxada de cima da loira por seu rabo de cavalo.
“Você vai ver o que é diversão Lopez.” Ameaçou, com a mão livre passando pelo corpo da cheerio, um sorriso malicioso no rosto. Levou a mão até o pescoço e apertou com força, decidia se tentaria uma técnica de quebrar pescoços que tinha visto na tv ou simplesmente apertaria os dedos na garganta dela quando a primeira paulada veio.
Desorientado cambaleou para a esquerda soltando a latina e levando a mão até sua nuca onde fora acertado, a visão ainda estava bastante turva, mas via os contornos vermelhos e brancos. A segunda paulada não demorou e a terceira apagou o adolescente de vez.
“A vingança é definitivamente um prato que se come cheio.” Rachel murmurou, largando a pá no chão e se jogando no chão sem fôlego, estava fraca, dolorida e sair de sua cova e bater no desgraçado não tinha ajudado em nada.
Mas pelo menos aquele pesadelo finalmente estava acabado.
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