Notas iniciais
Oieee pessoas...
Hoje estou postando o prólogo.
Espero que vocês gostem!!!
Ah, a capa foi feita pela Poison Girl, das Damas do Photoshop. Se gostarem falem com ela: http://fanfiction.com.br/u/5274/

Prólogo

POV Edward

Não sei como aquela trombadinha veio parar na minha porta. O fato é que veio. E eu não tinha como mandá-la embora. Ela era filha do meu mentor, do homem que havia me ensinado a ser o melhor ladrão dos Estados Unidos. Tão bom que nem sabiam que eu existia, apenas se perguntavam quem poderia ter cometido tal crime sem deixar pista alguma.

Como eu ia seguir a minha vida com aquela pestinha pra me atrapalhar?

– Pronto. Agora me diga, o que aconteceu? – Eu perguntei, entregando-lhe o suco que eu havia pegado para ela.

– Meu pai foi pego. Ele sempre me disse que se algo acontecesse com ele, eu devia vir procurar você. Por isso estou aqui. – Ela disse, tirando o boné que usava, desarrumando os cabelos, e colocando o boné de volta.

A garota havia aparecido na minha porta vestindo um conjunto de moletom preto, uma mochila do exército, all stars muito surrados e o capuz levantado por cima do boné. Imediatamente achei que seria assaltado. Imagine a ironia.

– Como assim o seu pai foi pego? – Eu perguntei, achando impossível que Charlie Swan pudesse ter sido preso. Ele costumava ser um dos melhores, na juventude. Só não melhor do que eu, embora ele realmente achasse isso.

– Pego. Ele está velho, não é mais tão rápido quanto antigamente. Mas ele vai ficar bem. Como ele não tem uma ficha, ele vai ser julgado como réu primário e pegará uma pena leve, já que ele nunca trabalha armado. – Ela explicou.

– Mas o que exatamente aconteceu? – Exigi. Ela suspirou, deu um gole no suco e continuou.

– Ele estava fazendo um trabalho. Eu estava com ele dessa vez, ultimamente eu sempre ia com ele. Ele estava me ensinando, do mesmo jeito que fez a você. Já estávamos acabando, mas o dono da casa, que era meio paranoico como esses excêntricos milionários sempre são, havia trocado recentemente de empresa de segurança. Acho que Charlie não se informou direito, o fato é que estávamos prestes a sair, quando o alarme tocou. Ele me mandou correr e eu o fiz, com ele logo atrás de mim. Mas quando estava em um local seguro e olhei para trás, percebi que ele não estava mais ali. Voltei escondida e o vi sendo levado pela polícia. É tudo o que eu sei. – Ela explicou.

A garota tentava fazer parecer que não era nada, mas eu podia ver em seus olhos que ela estava muito abatida.

– Bom... Bom... – Eu não sabia o que dizer para fazê-la se sentir melhor. – Você não devia ir para o conselho tutelar ou coisa assim? Você deve ter uns quatorze anos, não?

Gênio. Realmente um gênio. Um ótimo modo de consolar a garota, mandá-la para o conselho tutelar.

– Tenho dezessete. – Ela falou, parecendo ofendida. – E não, eu não tenho que ir para o conselho tutelar. Charlie me fez me emancipar desde os quinze anos, para que caso algo acontecesse com ele, eu não tivesse que ir parar no sistema. Mesmo assim ele me mandou para ficar com você, já que nós já nos conhecemos.

– Eu apenas a vi umas duas vezes. Não se pode dizer que nos conhecemos. – Eu falei, coçando a nuca. Mais uma fala brilhante da minha parte.

– Foram três vezes. – Ela disse rapidamente. Então me olhou com o rosto vermelho e as mãos apertadas em determinação. — Mas foi o suficiente... Para eu te amar.

Engasguei com a água que eu tomava, tossindo compulsivamente. A garota simplesmente ficou lá me olhando até que eu me recuperasse.

– Me amar? – Eu perguntei, tendo certeza de que ouvira errado.

– Sim. Desde a primeira vez que eu vi você. Foi quando eu caí, arranhei o joelho e você deu um beijo ali. Eu tinha uns nove anos, mas eu já sabia que eu só ia amar você. – E então ela falou me olhando com seriedade. Tinha certeza de que a garota estava tentando me pregar alguma peça. Tinha que ser.

– Olha, garota... Eu sou um homem de vinte e oito anos. Isso não vai acontecer. Nem se quer pode acontecer, já que é contra a lei. – Eu disse logo.

– Como se você fosse um cidadão modelo. – Ela falou ironicamente.

– Isso não vem ao caso. – Repliquei.

– Então você vai me jogar na rua? – Ela quis saber. Suspirei, apertando a ponte do nariz com os dedos.

– Claro que não. Eu nunca faria uma coisa dessas. – Meu mentor havia sido preso e sua única filha precisava da minha ajuda. Claro que eu não podia negar.

A última noticia que eu tivera de Charlie fora quando ele se mudara para Phoenix com a garota, um ano atrás. Agora a menina aparecia na minha porta, em New York.

O que mais eu podia fazer, a não ser aceitar Bella Swan na minha casa, mesmo que ela tivesse um parafuso a menos?

Achar que encontrou o amor de sua vida aos nove anos de idade. Que piada!

Só uma pirralha para pensar isso mesmo!


Notas finais
Bom gente...
Eu vou tentar postar um cap toda SEXTA. Normalmente, quando eu posto uma short, ela já está terminada, por isso posto todo dia. Mas como essa vai ser longa, não tenho ela toda pronta.
Se eu conseguir adiantar bastante a história, posso até postar mais vezes por semana. Mas por enquanto vai ser assim mesmo... hehehe
E então? O que acharam?