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Notas iniciais
Cheguei, mores! Vamos ver se Emma fará mesmo essa viagem agora? Boa leitura :)

Quando eu cheguei em casa, algumas horas depois, porque eu andei sem rumo pelas ruas até me cansar, só fiz tirar minha roupa e caí na cama.

No sábado de manhã, fui acordada por Ruby, Ariel, Killian e Nellie. Estavam muito animados porque as provas tinham acabado e só faltava um papel para garantir que estávamos livres da escola para sempre.

Eles passaram a manhã comigo e até que eu me distraí e não pensei sobre o que aconteceu no sábado passado. Após o almoço, foram embora, mas logo voltaram à noite para me arrastarem para uma nova boate que tinha no centro para uma despedida, já que eu viajaria na segunda e ficaríamos um mês sem nos vermos e para uma comemoração melhor, mesmo que ainda não tivéssemos a total certeza de que passamos.

Embora eu não estivesse muito animada para qualquer coisa, eu não me recusei a ir, apenas troquei de roupa e deixei que me levassem.

Quando chegamos no centro, esperamos um pouco por Jack e quando ele chegou alguns minutos depois, nós entramos.

Durante toda a noite, Ruby e Ariel se esqueceram completamente de todos nós, o que me deixou possessa, Killian se encheu de rum, pegou o celular, ligou para Tinker e sumiu, Nellie conheceu um garoto e também sumiu e eu fiquei conversando com Jack. Embora soubesse bem quais eram as suas intenções, eu agradeci por ele está ali. A conversa estava boa e eu não estava sozinha.

Na volta para casa, já de manhã, Jack se ofereceu para me levar e eu aceitei. Eu sabia bem o maior motivo por trás da sua oferta, mas eu não queria voltar sozinha, por isso, aceitei a sua companhia independente das suas ideias.

Quando descemos do táxi, Jack me abraçou de lado e colocou o meu braço no seu pescoço. Eu tinha passado tanto tempo sentada que quando me levantei de vez, quase caí. Eu estava me sentindo estranha. Minha cabeça estava quente e meu coração frio, minhas pernas estavam fracas, minhas mãos estavam um pouco trêmulas, mas eu não me sentia bêbada.

― Tenho certeza que um bom banho resolve isso. ― Jack comentou entre risos, prendendo-me mais ao seu corpo e diminuindo os passos para eu lhe acompanhar melhor.

― Uma boa dormida também! ― Acrescentei e nós rimos.

Ao levantar a cabeça, tomo um susto ao ver Regina na porta e se não fosse Jack, eu tinha certeza que tinha caído.

Minha professora me olhou por alguns segundos, depois olhou para Jack, provavelmente concluiu algo e voltou a atenção para mim.

― Eu volto depois! ― Ela diz sem graça e passa por nós apressada. Meu coração se aperta.

― Regina? ― Chamo-a, mas ela não me dá ouvidos e continua andando, até que dobra para direita e some de minhas vistas.

― É a sua professora, não é? ― Jack pergunta, chamando a minha atenção. Volto-me para ele e balanço a cabeça afirmativamente. De repente, sinto a minha amiga subir pela garganta e se eu não correr, é certo que vai dá muita merda. ― O que... ― Sua provável pergunta é interrompida pela minha corrida desesperada até a porta, mesmo estando fraca. ― Emma? ― ele me chama, mas eu não dou atenção. Não tinha tempo. Abro a porta na velocidade da luz, entro em casa e corro direto para o banheiro, levanto a tampa do vaso e deixo tudo ir para fora, bem como querem. Jack chega segundos depois e segura meu cabelo e acaricia as minhas costas, enquanto diz umas palavras para tentar me acalmar.

Um tempo depois, eu já não tinha mais o que colocar para fora, mas a agonia continuava presente e me obrigando a forçar. Eu me sentia completamente sem forças, minha cabeça doía a cada tossida e o aperto em meu coração só aumentava.

Quando finalmente consegui me recompor, assegurei a Jack que ficaria bem e ele me ajudou a limpar a bagunça que fiz, trouxe água para mim, me ajudou a deitar no sofá, Ava logo veio me fazer companhia, desejou melhoras, boa viagem e foi embora.

Eu passei toda a manhã dormindo e só acordei depois do almoço. Tomei um bom banho de cabeça e fui para a cama, contudo, Zelena, Graham e Josh chegaram e me tiraram dela.

Após saberem que eu não tinha almoçado, fizeram questão de preparar algo para eu comer, me ajudaram e acabar com o enjoo e me levaram para tomar um arzinho no quintal. Quando sentamos na grama, eles finalmente tocaram no assunto Regina e eu e a minha viagem para o Canadá, contudo, a conversa não durou muito porque eles tiveram que ir embora.

Na segunda-feira de manhã, após acordar bem cedo e arrumar as malas, confirmei com Ruby para cuidar da minha pequena durante esse tempo fora, dei uma passada no Estúdio que seria inaugurado assim que eu voltasse e fui para a praia. Sem me importar com o horário de almoço, passei a tarde toda me distraindo, tirando fotos aleatórias e voltei para casa no início da noite. Meu voo estava marcado para às 11 horas da noite. Eu chegaria no Aeroporto de Vancouver entre 8 e 9 horas da manhã. Seria uma longa viagem.

Após comer uns pães com leite, sento-me no sofá para esperar a hora. Ava logo se acomoda ao meu lado e eu já sinto a saudade apertar. Trago minha pequena para o colo e me agarro com ela.

Eu estava feliz por finalmente viajar, conhecer um lugar diferente e principalmente ver os meus pais depois de tanto tempo. Contudo, não era sozinha que eu planejava ir. Quando eu e Regina finalmente voltamos a namorar, eu tinha a intenção de fazer uma surpresa para ela, quando ficasse de férias na escola. Se ela não tivesse planos com a família, eu pretendia comprar passagens para nós duas para irmos ver os meus pais e passarmos as festas de fim de ano por lá. Agora, além de estar indo sozinha, não estou bem com a mulher da minha vida e ainda estou cheia de pontos no braço.

Retiro meu celular do bolso para ver as horas e meus dedos coçam para digitar os números do celular de Regina e falar com ela, mesmo não sabendo o que dizer.

― Ava, o que você acha que eu devo fazer? ― Pergunto a minha pequena, retirando a passagem do bolso e colocando o aparelho celular e o papel em sua frente.

Por coincidência ou não, Ava cheira primeiro o celular e o meu coração bate acelerado.

― Eu devo ligar? ― Ela olha para mim, mas não esboça nada. ― Ok! Eu vou ligar para ela. ― Murmuro decidida. A verdade é que eu queria ligar, desde quando ela apareceu por aqui e foi embora sem dizer nada, e só estava procurando uma desculpa para poder fazer. Ava ter coincidentemente cheirado o celular foi a desculpa.

Começo a digitar os números que já sei decorado, mas a ação é interrompida por uma ligação de Zelena.

Emma, onde você está? — Pergunta desesperada e o meu coração gela no mesmo instante.

― Estou em casa, esperando a hora. O que houve? ― Levanto-me do sofá e já caminho apressadamente até a porta.

A Regina saiu de casa ontem à tarde, enquanto estávamos com você, mandou uma mensagem avisando que iria espairecer um pouco, mas não voltou até agora para casa. — Meu coração se agoniou no peito e eu saí de casa rapidamente sem nem checar se a porta estava devidamente trancada. — Emma, por favor, nos ajude a encontrar a minha irmã. — Pede com a voz embargada e meus olhos se enchem de lágrimas.

― Não precisa nem pedir, Zelena. ― Encerro a chamada, jogo o celular no bolso e corro até a rua. Quando vejo um táxi vazio, estendo a mão e quando ele para, eu entro rapidamente, logo pedindo para que fosse para centro.

No caminho, liguei para meus amigos e pedi a ajuda deles. Expliquei rapidamente a situação e inventei que era problemas com Robin por causa do divórcio e quando encerrei a chamada, mandei uma mensagem para Zelena informando que tinha chamado mais ajuda e que usei uma desculpa para explicar o que tinha acontecido. Avisei que estava indo para o centro e que assim que eu tivesse notícias eu entraria em contato.

Após receber a mensagem de resposta de Zelena, bloqueio meu celular e a foto faz o meu coração bater dolorido. Era a foto que minha cunhada tinha pedido para tirarmos no dia que fomos todos ao Estúdio. Foco o olhar no rosto sorridente e feliz de Regina e sinto a culpa tomar conta de mim. Se eu tivesse ficado calada e fingido que não vi nada ou tivesse esperado que viesse, no seu tempo, me contar tudo que aconteceu ou ainda então, eu tivesse me esforçado mais para aceitar logo a sua explicação do motivo pelo qual demorou para me contar e tivesse cancelado a antecipada viagem, com certeza estaríamos bem agora, ou tentando, e nada disso estaria acontecendo.

Lágrimas de culpa e preocupação com o bem-estar de Regina molham o meu rosto. O medo de algo ruim ter acontecido estava me corroendo por dentro. Eu precisava encontra-la logo.

•§•

Estávamos na casa de Graham. Já passava da meia noite e nós ainda não tínhamos uma pista de onde Regina poderia estar. Graças a Deus o pequeno Josh estava com a Sra. Lewis, uma senhora muito amigável que sempre ficava com ele quando Graham precisava sair e não podia leva-o, senão seria um grande problema procurar por Regina estando com ele. Sr. Henry e a esposa não paravam de ligar para Zelena para saber se tínhamos alguma novidade. Estávamos todos cansados de andar de um lado para o outro. Acho que tínhamos batido o centro todo de Portland. Nós fomos em bares de todo o tipo, em parques, praças e becos. Até aqueles em que os jovens iam para usar todo tipo de droga. Nós procuramos em todos os locais possíveis. Em breve sairíamos para procurar em todo o Maine também. Em algum lugar ela tinha que estar. Cogitei a possibilidade de ela ter feito alguma viagem escondida, porém Zelena logo disse que foi a primeira coisa que procurou saber. Todos os documentos dela estavam em casa. Até a identidade.

― Gente, eu estive pensando aqui e só existem três lugares que não procuramos ainda. — Graham diz pensativo e todas as atenções se voltam para ele. Sinto a esperança me preencher com a possibilidade de ainda existir lugares que não fomos.

― Diga logo, Graham. — Tinker pede, ansiosa e aflita.

― Bem, nós não fomos na delegacia. — Meu coração perde uma batida. — No hospital... — Outra batida. — E no... — Levanto uma, pedindo para que ele parasse. Tenho certeza que todos nós sabíamos e não queríamos ouvir.

― Por favor, não termine a palavra. — Peço com a voz embargada. Ele assente todos nós ficamos em silêncio

― Não vamos perder tempo, gente... ― Zelena se pronuncia, quebrando o silêncio. ― Eu vou com o Graham para o hospital... ― Toca no ombro homem e ele assente.

― Eu vou com o Killian para a delegacia. — Tinker diz, pegando em sua mão e o puxando em sua direção. Ruby e Ariel olham curiosas, mas não dizem nada. Elas ainda não sabiam do relacionamento dos dois.

― Eu não quero ir ao terceiro lugar, por favor. — Suplico. Eu não iria conseguir procurar Regina pelos necrotérios dos hospitais e dos departamentos policiais.

― Eu e Ariel vamos. — Ruby se pronuncia e eu respiro aliviada. — Você fica por aqui, pensando em qualquer outro lugar que ela poderia estar. — Assinto. — Quem tiver notícias... — Faz um sinal com a mão, indicando ligação e todos nós assentimos.

Logo todos saem e eu fico sozinha, sentada na frente da casa, pensando onde Regina poderia estar e torcendo para que ela estivesse no máximo no hospital.

Por que teve que ser assim? Por que Regina não me contou logo o que aconteceu? Por que eu não fui atrás dela quando a encontrei em frente de casa? Por que quando conversamos, eu não aceitei logo? Tudo que estava acontecendo era minha culpa. Se algo de ruim tiver acontecido com ela, eu não vou me perdoar.

Se eu pudesse voltar no tempo e preservar o nosso relacionamento como no começo, antes dela voltar a dar aulas, eu não pensaria duas vezes em fazer.

Assim como no dia que eu e Tinker pegamos Robin no flagra com a minha professora do cursinho, eu olhei para o céu e pedi a Deus para nos ajudar a encontrá-la logo e protege-la de todo o mal. Quando voltei a olhar para o chão, vi uma pequena pena branca, toda suja de terra, parecida com a que eu encontrei no jardim da festa onde Robin estava.

Abro um sorriso e meu coração bate acelerado, sentindo a esperança me preencher novamente. Se naquele dia, depois do meu pedido e de encontrar a pena, nós conseguimos o que queria em relação a Robin e agora está acontecendo de novo, significa que Deus vai meu ouvir mais uma vez, mesmo sem eu merecer, e vai nos ajudar a achá-la.

Poderia ser superstição ou apenas coincidência, mas eu estava me agarrando fortemente.

•§•

Uma hora da manhã e nada de Regina. O desespero já tinha tomado conta de mim e só não surtei porque Ruby estava comigo. Graham e Zelena ainda não tinham terminado com os hospitais e nem Killian e Tinker com as delegacias, mas eu já estava bem desacreditada, e lembrar que tudo era por minha culpa só piorava o meu estado de espírito. Eu não tinha conseguido pensar em nenhum lugar enquanto esperava por eles.

Ruby levou Ariel para casa por causa da irmã dela que já estava preocupada e nós fomos para a minha. Minha amiga fez um café forte para nós e resolveu desfazer as minhas malas. Quando encontrou a minha câmera, parou tudo que fazia para mexer nela.

― Nós deveríamos ter avisado a polícia... ― Comento, quebrando o silêncio na sala. ― Já faz mais de 24 horas. ― Murmuro pensativa. ― Por foi mesmo que não fizemos isso, hein? — Balanço a cabeça negativamente. Lucas parecia entretida com o que via na câmera e eu senti um gelo subir por meu corpo quando lembrei das fotos que tirei de Regina no Estúdio e as fotos que tirei de nós duas nos beijando. Será que todas elas ainda estavam na câmera e Ruby já estava vendo? Eu não me lembro de ter passado para o computador.

Droga! Não era assim que eu pretendia contar aos meus amigos sobre o meu relacionamento com Regina.

Levanto-me rapidamente e me agacho ao seu lado para ver o que ela estava vendo e meu coração bate mais tranquilo quando vejo que são as fotos da praia que eu tirei no dia anterior.

De repente, uma ideia passa pela minha cabeça. E se Regina estivesse por lá?

― Mas é claro! — Bato em minha testa e balanço a cabeça negativamente. Como eu não pude pensar logo nisso? — Deixo a minha xícara já quase vazia em cima da mesa de centro, levanto-me rapidamente e caminho apressada até a porta?

― Para onde você está indo, Emma? ― Escuto minha amiga perguntar enquanto abro a porta.

― Estou à praia. ― Respondo sem me virar. ― Talvez a Regina possa estar por lá.

E sem esperar por sua resposta, saí correndo rumo a praia.

•§•

Ao chegar na praia, muitos minutos depois, ando pela orla, mas não vejo um sinal da minha morena. Desço para a areia e faço o caminho reverso, porém também não há um sinal de Regina.

Frustrada e sem esperança mais uma vez, jogo-me cansada na areia.

― Onde é que você está, Regina? ― Pergunto, olhando para o céu.

De repente, lembro-me do Estúdio. Regina tinha uma chave reserva de lá para o caso de eu e Graham perdemos. E se ela estivesse lá?

Levanto-me num pulo, sentindo-me completamente animada e sigo para o Estúdio. Demoro um pouco a pegar um táxi por causa do horário, mas quando pego, chego lá rapidamente.

Para a minha tristeza, estava tudo escuro e muito bem trancado. Ela não estava por lá também.

Meu Deus, onde essa mulher foi parar? Será que ela saiu da cidade ou pegou carona e saiu do estado?

― Pensa... ― Fecho os meus olhos e esfrego a minha testa. ― Pensa!

Então, consigo me lembrar de mais um lugar para verificar. A escola.

•§•

Às três horas da manhã eu chego na escola e sigo direto para único local que ela poderia estar. A nossa laje. O lugar onde demos o nosso primeiro beijo. Quanto mais perto eu chegava, mais o meu coração batia acelerado e ansiedade aumentava. Ela tinha que estar lá. Não tinha mais lugares para procurar e eu não conseguia mais pensar positivo.

A cada passo que eu dava em direção ao local mais escondido e afastado daquela escola e o único que eu amava, minhas mãos suavam frio, meu âmago remexia-se de ansiedade, minha consciência me lembrava da possibilidade dela não estar ali e meu coração doía a cada pensamento negativo.

Quando finalmente cheguei, subi as escadas o mais rápido que pude, passei o olho por todo o local que estava bastante escuro e não encontrei nada. Absolutamente nada. Apenas o vazio.

― Não... — Lágrimas enchem meus olhos e minha visão se torna turva. Caí de joelhos no chão e em prantos, sem saber o que fazer ou para onde ir. Eu não conseguia imaginar nenhum outro lugar que ela pudesse estar.

Sem força algumas, levantei-me devagar e caminhei para o lugar onde costumo sentar, bem perto da borda. Ao chegar bem perto eu consegui enxergar, mesmo tudo no escuro, Regina deitada no chão. Havia alguns cigarros espalhados e uma garrafa de Whisky, completamente vazia. Ela estava meio de lado, parecia dormir.

― Regina! ― Corri rapidamente ao seu encontro e consegui ver que sua roupa estava toda suja, estava descalça, fedia a cigarro e a bebida, seu cabelo estava muito bagunçado e seus joelhos e cotovelos estavam arranhados.

― Emma! ― Ela vira-se para mim e enxuga as lágrimas. Em seguida, levanta-se e fica sentada. Apesar do rosto inchado de choro, do tanto de cigarro ao seu redor, da garrafa de bebida ao seu lado e dos arranhões, ela estava bem.

Retiro o meu celular do bolso e ligo para Zelena. Minha cunhada não demora muito para atender.

― Encontrei a Regina.

Notas finais
Um capítulo repleto de aflição, mas que teve um final feliz. Regina agiu bem imprudente, sumindo assim, apesar de ter avisado que sairia. Não foi algo maduro de se fazer. Contudo, ela estava quebrada e é compreensível querer sair e espairecer um pouco. Seu erro foi ter sumido por tanto tempo e não ter dado mais notícias. Mas como eu disse, ao menos terminou tudo bem. Mas isso não tira a culpa que a Emma tem de tudo ter acontecido. A Regina ter sido imatura desse jeito foi culpa somente dela, mas Emma não está limpa de culpa. PS: elas não terminarão o relacionamento e essa foi a última treta entre elas. ps2: como foi dito no capítulo, essa viagem da Emma não foi "de repente" já era algo planejado desde que a mãe dela ficou boa e em uma conversa por telefone com os pais quando ela estava na viagem da escola, ela pediu para que eles não viessem aos EUA para que ela pudesse ir ver os dois. Ela não estava com a Regina ainda e seu plano era ir sozinha, porém quando ela voltou com ela, ela incluiu a Regina e não iria agora. Ou seja, ela só antecipou a viagem em decorrência do acontecido. Até o próximo, mores :)