Next to Me
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Notas iniciais
Após informar onde estava com Regina, encerrei a ligação e me ajoelhei ao seu lado, agarrei-me ao seu corpo o mais forte que pude, beijei sua testa, sentei-me no chão e acomodei-a em meu colo. Regina deitou a cabeça em meu ombro e em silêncio nós ficamos até Graham e Killian aparecerem.
Os meninos ajudaram-na a descer na escada apenas por precaução e acomodaram-na no carro. Killian voltou comigo para limparmos a bagunça feita e logo seguimos para o hospital.
No caminho, Regina fixou seu olhar na rua e quando Graham ou Killian puxava assunto, ela respondia, mas sem olhar para eles. Parecia estar envergonhada.
Vendo-a assim, com vergonha e sem conseguir olhar para os meninos e até para mim, eu sinto ainda mais culpa por tudo isso ter acontecido e consigo imaginar como ela deve ter ficado no dia que nós brigamos e eu saí para beber, fiz besteira e ela se sentiu culpada.
•§•
Às seis horas da manhã, finalmente um enfermeiro veio nos avisar que podíamos ir vê-la em seu quarto e assim que ele informou o quarto, saímos em disparada até o quarto. Ruby e Killian tinham ido para casa e só estava eu, Graham, Tinker e Zelena.
Regina dormia tranquilamente. Seu rosto estava tão sereno que nem parecia que tinha acontecido alguma coisa. Um lençol a cobria da barriga para baixo, seus braços estavam para fora e era possível ver as faixas que cercavam seus cotovelos. Provavelmente tinha nos joelhos também.
O enfermeiro que nos comunicou sobre ela, apareceu afobado no quarto, mas quando nos viu parados e em silêncio, apenas contemplando Regina dormindo, foi embora. Provavelmente iria avisar que não poderíamos todos entrar e tinha que ser de um ou dois por vez, mas desistiu.
Ficamos em silêncio por longos segundos até que foram todos embora e apenas eu fiquei. Aproximei-me da cama, analisei o seu rosto um pouco pálido, acariciei-o seu com um toque leve dos dedos e beijei sua testa. Meus olhos se enchem de lágrimas e eu me afasto para não molha-la.
Era por minha culpa e somente minha, que Regina estava aqui e eu não iria me perdoar por isso. Por minha causa Regina levou um tiro, ficou em coma, quase entrou em depressão, foi traída, brigou com a mãe e até fumar, algo que não fazia há incontáveis anos, fumou. Eu não iria me perdoar por nenhum desses males causados a quem eu tanto amo. Se eu não tivesse retribuído seu beijo naquela tarde na laje da escola, nada do que aconteceu até o presente momento, teria acontecido. Contudo, apesar dos pesares, não me sinto arrependida de ter retribuído e viver o que vivemos. Arrependo-me, claro, dos erros que cometi, mas não me arrependo de ter me envolvido com ela.
Por que eu não fui tirar satisfação com ela ao menos um dia depois do acontecido com Robin? Por que quando nós, finalmente, conversamos sobre o assunto, eu não aceitei logo o que me disse e tentei ficar bem? Por que eu não fui atrás dela ou ao menos tentei entrar em contato depois que Jack foi embora e eu fiquei bem?
Sentei-me na poltrona ao lado de sua cama, segurei sua mão com cuidado e comecei a fazer um carinho de leve.
― Me perdoa, Rê... ― Peço baixinho e dou um beijo demorado em sua mão. ― Me perdoa por te fazer passar por isso tudo. — Minha visão estava turva de tanta lágrima. — Eu não mereço ter alguém como você ao meu lado. Só te faço passar por coisa ruim e te causo sofrimento. Você não merece isso. Merece alguém que além de te amar, faça você muito bem e feliz. — Minha voz sai entrecortada e eu suspiro pesadamente, tentando me acalmar. — Estou tão ruim por você estar assim. — Encosto sua mão em meu rosto e fechos os olhos. — Você deve estar bastante decepcionada comigo, não é? Depois de tudo que você fez por mim... ― Balanço a cabeça negativamente. ― Desculpe-me por te magoar tanto. — Beijo sua mão mais uma vez e a solto em cima da cama novamente. Em seguida, encosto-me na poltrona e começo a enxugar, em vão, as lágrimas que descem freio algum por meu rosto.
De repente a porta é aberta e uma Cora com sangue nos olhos invade o quarto, arranca-me da cadeira, empurra-me na a parede e começa a apertar o meu pescoço. Pega de surpresa, não consigo ter reação alguma.
― Sua tola! — Esbraveja, apertando-me mais. — Olha o que você fez com a minha menina... — Começo a sentir a falta de ar e tento me soltar, mas estou sem força alguma para conseguir fazer qualquer coisa. — Mesmo sem querer, eu te dei uma chance e é isso que você faz? Já não foi o suficiente o que aconteceu com ela no passado? — Grita em meu rosto, forçando-me mais na parede e eu sinto uma fraqueza tomar conta de mim. De repente, vejo algo ruivo chegando perto de nós e tirando a mulher de cima de mim. Em seguida, caio com força no chão.
•§•
Abro os olhos e percebo que estou deitada. Tento me levantar e uma mão me segura com força. Era a mão de Graham. Ele logo me faz deitar novamente.
― O que aconteceu? — Minha voz sai baixinho e falha. Eu estava rouca.
― Você desmaiou e te trouxeram para cá. — Responde, sentando-se na cama. — Você está bem? Está sentindo alguma dor? ― Pergunta com preocupação.
― Minha garganta. — Toco em meu pescoço e passo os dedos de leve. Algumas partes estavam ardendo um pouco. Lembrei de Cora e do acontecido no quarto de Rê. — Regina?
― Já acordou e está conversando com a mãe, mas não sabe do ocorrido com você. Apenas viu quando sua mãe foi levada para fora do quarto por Zelena. — Suspiro aliviada. Seria bom que ela não soubesse mesmo.
Graham desce da cama e se senta na poltrona ao lado da cama, estende a mão até mim e eu a agarro com força.
― Eu acho que a perdi... ― Solto sua mão rapidamente, cubro o meu rosto e começo a chorar.
― Ei... ― Humbert puxa minha mão devagar e enxuga minhas lágrimas. ― Vocês precisam conversar, primeiro. Só depois tire as conclusões. — Assinto. Ele tinha razão, embora eu tivesse certeza que depois do que aconteceu Regina não iria mais querer olhar para mim. — A Regina te ama, Emma. — Sorri ternamente e beija a minha cabeça. Em seguida, senta-se na cama novamente. ― Estamos sujeitos a cometer erros e às vezes, mesmo não sendo a nossa intenção, acaba acontecendo...
― Eu sei, mas... ― Respiro fundo, tentando evitar cair no choro novamente. ― Eu cometi um erro muito grande, Graham... ― Balanço a cabeça negativamente. ― Eu fiz merda e não acho que dê para consertar.
― Mas você estava no direito de ficar chateada por ela não ter falado sobre o acontecido com o ex marido. ― Embora eu concorde com o que disse, isso não ameniza o meu erro.
― Sim, eu tinha, mas a sua justificativa para não ter me dito ainda era bem plausível.
Graham não diz nada, mas pela sua expressão está claro que ele concorda com o que eu disse.
― Eu deveria apenas ter ido para a minha casa, respirar fundo, me acalmar e voltar depois, quando a mágoa passasse e não querer ir embora do país. ― Falo baixinho, sentindo o arrependimento me corroer por dentro. ― E no domingo de manhã, eu deveria ter ido atrás dela quando saiu da minha casa. ― Bato com força no colchão da cama, sentindo a raiva tomar conta de mim.
― A Regina foi na sua casa antes de tudo acontecer? ― Balanço a cabeça afirmativamente. ― E o que aconteceu?
― Ela me viu com alguém, tirou conclusões precipitadas e foi embora antes de trocarmos uma palavra. ― Relembro o momento e começo a chorar novamente.
― Ei, vai ficar tudo bem! ― Graham se arrasta na cama e me abraça de novo. Dessa vez, eu deito a cabeça em seu ombro. ― Vocês vão se acertar. Só precisam de uma boa conversa, antes. ― Fala baixinho, acariciando meus cabelos. A tranquilidade em sua voz me traz um pouco de calma, mas não de esperança.
•§•
Horas mais tarde eu fui liberada, antes o médico me redirecionou para outra sala para verificar os pontos em meus braços e retirá-los, e no fim da tarde, Regina também foi. Graças a Deus ela estava bem. Apenas fizeram uma limpeza em seu organismo, cuidaram de seus machucados no corpo e deixaram-na em observação. Antes de Rê ser liberada e durante todo o caminho para a casa dela, Zelena me fez o grande favor de manter sua mão longe de mim. Quando chegamos, Dawson e Graham ajudaram Regina a descer e a levaram para o quarto, Tinker e Zelena foram preparar algo para todos nós comermos e o Sr. Mills me chamou para conversar. Eu já imaginava o que ouviria dele e já estava sofrendo antecipadamente.
― O Sr. vai me dizer o mesmo que sua esposa me disse? Porque se sim, não... ― Seus braços me rodeiam com força, pegando-me de surpresa e eu acabo me derramando em lágrimas.
― Eu só preciso saber o que aconteceu. — Diz com a voz serena e me solta do abraço. Ao ver o seu pequeno sorriso, sinto-me mais tranquila.
Sr. Henry me chama para sentarmos no sofá e então eu começo a contar com detalhes tudo o que aconteceu desde a semana passada, quando fomos ao Bubba’s. Em nenhum momento, para a minha alegria e alívio, eu sou interrompida ou recebo olhar reprovador. Sr. Henry apenas balança a cabeça para tudo o que escuta. Quando eu termino o meu relato, ele fica calado e eu começo a imaginar milhões de coisas ruins sendo ditas. Mas então, ele segura minha mão com as suas e olha-me profundamente nos olhos.
― Vocês duas se amam, se merecem e são lindas juntas. Precisam conversar e resolver os problemas. As duas cometeram erros e as duas precisam perdoar e ser perdoada. — Aperta minha mão, abre um sorriso meigo, beija minha testa carinhosamente, levanta-se do sofá e me deixa sozinha na sala.
•§•
Todos já tinham ido embora da casa e agora eu estava sozinha com Regina. Quando a última pessoa foi embora, Tinker, eu tranquei a porta, segui para a cozinha, peguei dois copos e enchi com suco de limão para mim e de laranja para ela e fui até o quarto. Graças a Deus o meu pescoço já não estava mais marcado e minha voz já estava melhor e eu não precisaria dizer nada para Regina sobre o que aconteceu entre mim e a mãe dela. Minha cota de causar desentendimento entre mãe e filha já acabou.
Até o momento nós não tínhamos conversado ainda. Seria a primeira vez desde quando tudo aconteceu.
Quando eu entrei no quarto ela estava assistindo TV, mas virou assim que percebeu a minha presença.
― Trouxe suco de laranja. — Levantei o copo e lhe entreguei. Ela desliga a TV e com dificuldade se senta na cama para beber o suco.
Sem saber o que fazer, sento-me na poltrona e começo a olhar o quarto enquanto bebo o meu suco. Não conseguia encará-la.
― Vem aqui. — Rê pede, batendo ao seu lado na cama. Sem pensar duas vezes, eu me levanto e a obedeço. Quando fico ao seu lado, ela tira o copo da minha mão, coloca-o na mesinha junto com o seu e segura minha mão. Meu coração acelera drasticamente. Nossos olhares se encontram e eu tomo a coragem para iniciar essa conversa.
― Nós nos perdemos, não é? — Questiono com pesar. — E a culpa é minha... — Meus olhos marejam e eu vejo os seus seguirem o mesmo caminho.
― Nossa, Emma... — Corrige, apertando minha mão. ― Não foi só você que errou desde o começo.
― Você pode ter errado aqui e ali, mas a culpa por termos nos perdido é minha e somente minha. A maioria dos problemas que tivemos foram gerados por mim e não adianta negar isso. — Ela inspira e quando expira uma lágrima desce. Levanto a mão livre lentamente e a enxugo carinhosamente com o polegar. — As coisas que sua mãe me falou no dia que nos conhecemos, são quase todas verdade. Eu ainda sou muito imatura, uma adolescente inconsequente na maioria das vezes e não sei ter um relacionamento sério ainda.
― Não, Emma... Não é bem assim. ― Agora é sua vez de levantar a mão livre lentamente e enxugar carinhosamente as lágrimas grossas que descem por meu rosto. ― Você não é uma adolescente inconsequente. — Balança a cabeça negativamente. — É verdade que você já agiu como tal algumas vezes, mas você é humana e é passível de erro assim como eu e qualquer outro humano. Não dá para ser o tempo inteiro correto e agir com sensatez 100% do tempo. Quanto a ser imatura, todos nós estamos sempre precisando amadurecer e aquele diz que não, é o que mais precisa. ― Faz uma pausa. ― E quanto a ter um relacionamento sério, sim, você sabe ter um. Se não soubesse nós não teríamos chegado onde chegamos e talvez não teríamos passado do primeiro mês.
Escuto tudo que me diz atentamente e até concordo com algumas coisas, mas não consigo pensar diferente. Cora Mills estava certa sobre mim em alguns pontos.
― Rê, tudo que você passou de ruim foi por minha causa. — Murmuro cabisbaixa. ― Você fumou. ― Volto a encara-la. ― Quanto tempo você não fuma? Uns três anos? — Agora é sua vez de abaixar a cabeça. ― Eu não vou me perdoar pelo tanto de mal que eu te causei. ― Quebro nosso contato visual e abaixo a cabeça novamente.
― Emma! Você não pode ficar se sentindo culpada desse jeito. ― Seu tom parece indignado. ― A culpa de eu ter fumado foi minha e somente minha. A culpa de eu ter bebido uma garrafa de Whisky quase completa foi minha e somente minha. A culpa de eu ter ficado esse tempo todo sem comunicação e ter preocupado todos vocês, foi minha e somente minha. ― Diz com firmeza e eu balanço a cabeça negativamente. ― Você não me pediu para fazer nada disso, Emma!
― Mas isso não me isenta da culpa. ― Retruco com igual firmeza. ― Eu não te pedi e nem mandei, mas foi por algo que eu te fiz, que você sumiu, fumou e bebeu além da conta.
Então ficamos em silêncio. Sua mão continuava segurando a minha e ela a acariciava de forma carinhosa.
― Você está magoada comigo, não está? — Pergunto baixinho, quebrando o silêncio estabelecido.
― Por ter visto você com aquele garoto? Por você querer ir embora para outro País em vez de ficar e tentar resolver nossa situação? ― Assinto. ― Sim, eu estou muito magoada por essas suas decisões. Será sempre assim? Cada vez que brigarmos você vai querer ir embora? Vai querer terminar o relacionamento? Vai ficar com alguém? ― Suas perguntas são como uma facada em meu coração e seu tom extremamente decepcionado é como uma tapa em meu rosto.
Incapaz de responder cada pergunta, abraço-a forte.
― Me perdoa, Rê! Me perdoa por tudo isso, por favor. ― Suplico, apertando-a mais em meus braços. ― Eu estou tão decepcionada comigo por ter tomado decisões tão erradas. ― Afasto-me um pouco e olho em seus castanhos cheios de lágrimas. ― Me perdoa ter feito tanto mal a você. ― Seguro seu rosto e o acaricio. Regina encosta a testa na minha e eu fecho os olhos. ― E eu não fiz nada com Jack. Ele só estava apenas me acompanhando até em casa. Eu não estava muito bem. ― Esclareço para tirar qualquer pensamento torto que ela tenha tido.
― Você ainda está magoada por eu ter demorado para te contar? ― Afasto nossas testas e balanço a cabeça negativamente. ― Mesmo assim, perdão por ter demorado para falar.
― Está tudo bem! Vamos esquecer isso. ― Ela assente. Então, toco em seu queixo e o levanto, fazendo nossos olhares se encontrarem. ― Eu quero consertar nossa relação... — Sussurro, olhando fundo em seus castanhos. — Quero nos achar de novo. — Passo meu dedo por seu queixo, boca e cicatriz... — Eu não quero te perder, Regina. Eu quero tentar novamente... ― Encosto nossas testas novamente, mas não fechos os olhos. ― Você me perdoa? Perdoa, por todos os erros que cometi, todas as palavras erradas que disse que te magoaram e te feriram, por todas as atitudes impensadas que tomei, por toda dor que te fiz passar, por todas as lágrimas que te fiz derramar, por te fazer quase entrar em depressão, por ter feito você tomar atitudes erradas que te deixaram em perigo e por não ter lutado por nós quando deveria?
― Você me perdoa por não ter contado o que aconteceu antes? — Indaga-me em vez de me responder e eu entendo que pretende me pedir perdão por tudo que acha que fez de errado. — Por não ir atrás de você quando foi preciso, por não ter arriscado mais, pelas brigas, pelas lágrimas que eu sei que você derramou por mim, por você ter quase se matado bebendo e usando droga, por não ter estado com você quando sua mãe não estava bem, por não ter ido atrás de você nas férias e por ter feito o que fiz nas últimas horas, deixando vocês preocupados comigo? ― Suas grossas lágrimas escorrendo pelo rosto novamente, partem-me o coração.
― Eu perdoo você por qualquer coisa, meu amor. — Respondo com dificuldade devido a emoção.
― Eu também perdoo você por qualquer coisa, se você se perdoar também. ― Dá a condição, tocando em meu peito, na altura do coração. ― Você não tem culpa sozinha e sabe disso. ― Acrescenta, tentando me convencer. Eu sabia que ela estava certa, mas eu não conseguia pensar diferente. Contudo, eu respiro fundo e balanço minimamente a cabeça de modo afirmativo, aceitando a sua condição. Não seria fácil, mas eu iria tentar. Não só por ela estar pedindo, mas por mim também.
― Eu quero recomeçar. Quero tentar de novo. — Afasto-me um pouco, volto a segurar seu rosto dos dois lados e começo a acaricia-lo enquanto nossos olhos não se desgrudam. — Eu quero mudar. Não quero ser o que sua mãe disse que eu era... Quero mostrar para ela que não sou uma criança, imatura, que não sabe ter um relacionamento e todas as coisas que ela falou. ― Falo com firmeza. ― Quero mostrar para mim mesma que eu não sou tudo o que acho que eu sou. Quero mostrar não só para ela, mas para todos e principalmente para você que eu posso ser uma pessoa séria e que sabe levar e cuidar de um relacionamento... ― Algumas lágrimas descem por meu rosto e ela as enxuga rapidamente. ― Quero amadurecer, ser mais responsável, quero ser uma boa namorada, quero te fazer apenas feliz, quero te amar cada dia mais... ― Meu amor sorri lindamente e eu a acompanho. ― Eu quero ser o melhor para você, Regina.
― Eu também quero ser uma boa namorada, quero te fazer bastante feliz, quero consertar os meus defeitos, minhas atitudes erradas e minhas posturas dentro de um relacionamento. Quero te amar cada dia mais e quero dar o melhor de mim e ser o melhor para você, Emma. ― Ela segura dos dois lados do meu rosto e o acaricia também. Eu fecho os olhos por alguns segundos, apreciando seu carinho.
― Vamos recomeçar... ― Abro os olhos e encontro os castanhos me olhando intensamente. ― Eu amo você. — Aproximo-me devagar e beijo seus lábios demoradamente. — Eu amo você... ― Sussurro e toco nossos lábios mais uma vez.
― Eu também amo você... — Beija-me novamente e roça nossos narizes. — Muito...
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