Next to Me

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Notas iniciais
Obrigada por todos os comentários do capítulo passado, principalmente sobre o hot, vocês são maravilhosos, e aos novos favoritos. Novos leitores, sejam bem-vindos.

Na manhã seguinte, eu acordei primeiro que Regina, e me pus a velar seu sono, que parecia bastante tranquilo, e brincar com alguns fios de seus cabelos.

Eu estava distraída brincando com suas mechas, quando ela dá um grito e acorda assustada. Eu também me assustei e dei um pulo para trás.

— Emma! ― Olhou-me com seus castanhos marejados e então me agarrou, começando a chorar. — Eu tive um pesadelo horrível. ― Abraçou-me mais apertado. Para tentar lhe acalmar, comecei a afagar seus revoltos fios morenos.

— Dizem que quando contamos os sonhos, eles não se realizam. ― Afastei-me para poder ver seu rosto. — Talvez, sirva para os pesadelos também. ― Dei um sorrisinho e consegui arrancar um meio sorriso dela.

— Estávamos em uma laje que parecia ser na escola... ― Começou a contar, endireitando-se mais na cama. ― Estávamos sentadas, e eu estava te abraçando por trás. ― Trocamos algumas palavras e quando nos beijamos, alguém atirou em nós e eu não lembro mais o que aconteceu. ― Finalizou, abraçando-me novamente, enquanto eu tentava me encontrava surpresa e sem palavras, pelo que acabara de ouvir.

E então eu entendi tudo.

Em forma de sonho, ou pesadelo, melhor dizendo, ela havia se lembrando de tudo. Ou pelo menos o motivo de sua quase morte e vários dias em coma. A parte que envolve Neal atirando em nós por causa de sua obsessão por mim.

― Emma? ― Traz-me de volta a realidade.

— Isso não foi um pesadelo. ― Soltei, e sem lhe encarar, senti seu corpo se afastar bruscamente do meu. ― Foi real. ― Sussurrei. — Lembra-se da história que te contei, do porquê o meu ex namorado estava me seguindo? ― Ela balançou a cabeça afirmativamente, confirmando. — Foi isso que aconteceu no dia. Ele viu quando nos beijamos.

— Então eu me lembrei de tudo. ― Afirmou. — Não lembrei? ― Questiona-me ainda confusa com as novas informações.

— Você lembrou-se desse dia, mas não sei se lembrou dos meses anteriores. ― Expliquei e ela franziu o cenho. — Você lembrou? ― Indaguei curiosa. Se ela se lembrou mesmo de tudo, poderá responder várias perguntas que eu tenho para fazer desde o começo dessa história.

— Eu não... ― Começa a falar, mas não termina. Faz uma careta e se deita na cama novamente. — Ahhh! ― Gritou, assustando-me.

— Está tudo bem, Regina? ― Perguntei preocupada. — O que você está sentindo? ― Ela estava se contorcendo na cama, com uma das mãos na cabeça e fazendo uma careta.

E então os gritos cessaram e ela desmaiou. Assim como das outras vezes, durante o mês passado. Desesperei-me ao vê-la desacordada. Não parecia nem que respirava. Não parecia haver vida em seu corpo. Um pouco perdida sobre o que fazer, dei um pulo da cama e peguei minhas roupas que estavam jogadas ao chão, como um lembrete da noite anterior. Vesti-me nas carreiras e após pegar a delas, comecei a vesti-la também. Para a minha alegria e alívio, quando eu finalizava de abotoar sua calça, ela acordou.

— Graças a Deus você acordou. ― Sentei-me do seu lado, e ela me acompanhou. — Está se sentindo bem? ― Bastante preocupada, toquei em seu rosto, procurando algum machucado, ou qualquer coisa que me indicasse que ela não estava bem.

— Estou com uma leve dor de cabeça. ― Falou num sussurro, fazendo uma breve careta de dor. Parecia estar zonza e fazia uma expressão de quem estava vendo coisas à sua frente. — Em, acho que me lembrei de tudo, agora. ― Colocou a mão na cabeça. — Não tenho muita certeza, mas... ― Suspirou. ― Acho que me lembrei. Veio tudo como fleches. ― Encarou-me séria e eu fiquei nervosa. — Lembrei de coisas que fiz no começo do ano, e antes de tudo acontecer naquele dia. ― Explicou-me, fazendo uma careta novamente. Provavelmente ainda estava sentindo as dores.

— Tudo mesmo? ― Quis saber, e ela assentiu, confirmando. — Que ótimo! ― Abracei-a feliz, mas nervosa ao mesmo tempo.

— Por que você não me disse o que aconteceu de verdade? ― Indagou séria, e o seu olhar me fez ficar arrepiada dos pés à cabeça. — Por que não me contou que tínhamos nos beijado antes de tudo acontecer? ― Voltou a questionar, e agora, com uma leve irritação na voz.

Eu não acredito que vamos brigar, logo agora, depois da nossa noite incrível.

Antes de responder, respirei fundo.

— Você tinha acabado de passar por uma cirurgia, tinha perdido uma parte da memória e estava casada com o meu ex-professor de matemática. ― Comecei, com calma. — Eu não podia chegar e dizer: Regina, o Neal, meu ex-namorado, estava atrás de mim porque estávamos nos beijando na laje da escola. ― Disse com voz de deboche e ela estreitou os olhos, mas ignorei, preparando-me para continuar minha defesa. ― Eu não sabia o que você sentia por mim antes do acontecido. ― Encolhi os ombros. ― Como eu te explicaria nossa situação? ― Perguntei retoricamente, e ela me olhava com uma expressão indecifrável para mim. — E depois que você perdeu a memória, aí é que eu não soube mesmo, o que você sentia por mim. ― Fiz uma pausa, remexendo-me no lugar, e passei as mãos em meu rosto, fechando os olhos por alguns segundos. — Como dizer para uma pessoa desmemoriada, que ela tinha beijado sua aluna, as duas sendo apenas amigas, e ainda mais sendo casada? ― Voltei a questionar retoricamente, mas dessa vez, em um sussurro. — O médico disse que você não deveria fazer esforços para se lembrar, que tudo deveria vir naturalmente. ― Olhei em seus olhos e ali permaneci. — E foi o que eu fiz.

Ela abaixa a cabeça, focando sua vista em algum ponto da cama. Provavelmente, estava pensando sobre o que escutara.

— Você está certa. ― Murmurou em um sussurro. — Seria um grande problema, se você dissesse tudo. Desculpe-me. ― Pediu baixinho.

— Não precisa pedir desculpas. ― Toquei em seu queixo e o levantei para que ela pudesse me encarar.

Ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas nos olhando intensamente, e meus dedos faziam um carinho suave em seu queixo e bochecha.

— Se nada disso tivesse acontecido, o que teria acontecido com a gente depois daquele dia? ― Pergunta de repente, quebrando o silêncio. Essa era uma das minhas maiores dúvidas desde que tudo aconteceu.

— Eu não sei. ― Respondi sincera, juntando os ombros. — Você estava casada com o Robin ainda. ― Encostei-me ao espelho da cama, e sem olha-la, continuei: — Eu não iria querer ser amante.

— E você não iria. ― Pegou em minha mão direito e começou a acaricia-la. — Eu já não amava o Robin naquela época. ― Confessou, deixando meu bobo coração, acelerado. — Eu já estava apaixonada por você bem antes de tudo aquilo. ― Se já estava acelerado antes, agora ele estava a ponto de ter um infarto, ou explodir.

— Desde quando você estava apaixonada por mim? ― Indaguei hesitante, aproveitando o rumo da conversa, e lembrando das duas dúvidas que eu tinha sobre nós e o seu casamento, quando ela ainda estava no hospital.

Antes de começar a me responder, abriu um lindo sorriso, colocou os cabelos para trás da orelha, em um gesto envergonhado, e suspirou, remexendo-se no lugar.

— Lembra quando você começou a namorar o August? ― Assinto rapidamente, abrindo a boca, demostrando minha surpresa com a descoberta. — Pois é. ― Sorriu, e eu pude perceber que ficou ainda mais envergonhada, pois suas bochechas coradas, e seu olhar desviando de mim, entregaram-lhe. — Depois que você me apresentou a ele, eu comecei a ficar com ciúmes quando via vocês juntos, ou quando você falava dele, ou então saia com ele. ― Eu estava sem palavras para descrever o quanto estava surpresa com o que ouvia. — Foi aí que eu percebi que o que eu sentia por você não era apenas amor de amizade, ou mesmo ciúme de amigos. ― Concluiu com um sorrisinho.

— Isso faz mais de seis meses. ― Sussurrei, mais para mim do que para ela, ainda chocada por descobrir que ela começou a sentir algo por mim, ainda no ano passado. Se eu me lembro bem, eu comecei o namoro com August, entre o fim de agosto e o começo de setembro.

— Isso mesmo. ― Confirmou, e se aproximou de mim. Deu-me um beijo carinhoso na testa, e se levantou da cama. — Vamos tomar café. Estou morrendo de fome. ― E segundos depois, sumiu do quarto.

Assim que ela saiu, peguei uma roupa na cômoda, e corri para o meu banheiro, para tomar um banho. Depois de alguns minutos me refrescando, desci para a cozinha e quase fui ao chão procurar um buraco para me enterrar, quando dei de cara com a vovó e Regina no maior papo. Meu corpo gelou no mesmo momento que seus olhos se encontraram com os meus. Desde que eu e Regina começamos a namorar, assim como não conversamos sobre quando esquentaríamos as coisas, não conversamos sobre contar ou não, para as pessoas que nos conhecia.

— Minha preciosa! ― Minha avó veio até mim, que estava estática no fim da escada sem saber o que fazer ou falar.

— Vovó, que surpresa. ― Falei mais surpresa que o normal. — Faz tempo que a senhora chegou? ― Abracei-a de lado, e andamos até a cozinha.

— Faz uns quinze minutos. ― Beijou demoradamente a minha cabeça, como sempre fazia, e se sentou em uma cadeira ao lado de Regina, que nos olhava com uma expressão indecifrável no rosto, enquanto eu, tenho certeza, que estava demostrando o meu nervosismo.

— Eu contei para ela. ― Regina solta, de repente. Eu até que poderia me fazer de perdida, e perguntar sobre o que ela tinha contado, para não correr o risco de ser outra coisa, e eu revelar o que não deveria, mas eu sabia bem que não era outra coisa. — Contei o que você deveria ter contado assim que aconteceu. ― Acrescentou, fazendo-me entender que não era sobre nós, que ela falava. Eu quase dei um pulo de alegria, por ter entendido tudo errado. Meu suspiro de alívio foi imediato.

— Por que não me contou, Emma? ― Vovó me perguntou com um semblante triste, mas não irritado, o que ela deveria estar. Sua expressão triste me partiu o coração. É normal que não gostemos de ver as pessoas que gostamos, triste, mas com a minha avó, era além do normal.

— Eu não queria preocupar a senhora. ― Falei em minha defesa. E essa era a verdade, afinal.

— Eu quase perdi você minha, pequena. Três vezes! ― Uma lágrima desceu por sua bochecha e eu corri para enxuga-la. — E se aquele louco tivesse feito algo com você e você não tivesse escapado? ― Sua voz estava falha. Eu estava começando a me sentir mal, e envergonhada. — Hoje eu estaria em seu túmulo, em vez daqui. ― Eu poderia dizer que ela estava sendo radical, mas sabemos que ela não estava. ― E pior... ― Continua. ― Quando me perguntassem como aconteceu, eu não saberia responder, porque você não me falou nada antes. Nem sobre a primeira vez que aconteceu, dois anos atrás, e nem agora. Eu seria tão pega de surpresa quanto os outros, quando tudo acontecesse. ― Finalizou em um tom baixo, denotando sua decepção. E esse era o jeito da minha avó me dá uma bronca. Com palavras e ações que ela sabia que me deixavam com a consciência pesada. — E você Regina. ― Virou-se para a minha professora, que estava com os olhos marejados. — Sempre que puder, ligue-me para me dizer como você está. ― Pediu séria. — Eu tenho você como uma filha e a amo muito. Assim como digo para Emma, digo para você: se você não tivesse sobrevivido ou se não tivessem escutado a Emma quando queriam desligar as máquinas que mantinham você viva, onde eu estaria hoje, em vez daqui? ― Questionou retoricamente. Não ousávamos falar uma palavra sequer. Estávamos ouvindo tudo de cabeça baixa. — Eu quase perdi vocês duas de uma vez só. ― Fez uma breve pausa. ― E se tivesse acontecido, eu teria sido pega de surpresa por não estar sabendo de nada que se passava. ― Suspirou pesadamente. — Emma deveria ter me ligado quando você... ― Apontou para Regina. — Estava mal e depois que aquele louco morreu, e você... ― Apontou para mim. — Saiu do hospital. — Olhou bem para nós e estreitou os olhos. ― Nunca mais façam isso. ― Pediu e nós assentimos sem pensar duas vezes. — Venham aqui. ― Abriu os braços e nós nos lançamos neles, apertando-a com bastante força.

— Desculpa vovó. ― Pedi num sussurro, ainda abraçada a ela.

— Tudo bem minha preciosidade. ― Vi um sorriso em seus lábios, e respirei aliviada. — Agora eu acho que você tem outra coisa para me contar. ― Soltou-nos do abraço e arqueou a sobrancelha, cruzando os braços. — Vocês duas. ― Acrescentou, em um tom malicioso e eu logo entendi do que se tratava. Como será que ela descobriu?

Rapidamente, voltei a ficar nervosa.

— Temos? ― Indaguei, fingindo não entender do que ela falava. Ela descruzou os braços e os colocou nos quadris, batendo o pezinho no chão, e arqueou a sobrancelha novamente. — Tudo bem, nós temos. ― Abaixei a cabeça e procurei Regina com o olhar. Ela parecia tão calma.

Será possível que só eu estava com medo, mesmo ela sendo a casada, sendo a professora que inflige a ética, que corre o risco de ser demitida, e ser impedida de continuar ensinando, e todas essas coisas ruins?

— É... ― Cocei a cabeça em sinal de nervosismo. — Bem... ― Eu não sabia como falar aquilo.

— Seja direta, minha pequena. ― Pediu, claramente adorando me ver nervosa. Estava rindo de mim na cara dura, e Regina não fazia nada. Nem mesmo para me ajudar.

— Certo. ― Suspirei, criando coragem. — Eu estou namorando. ― Falei, propositalmente, rápido demais.

— Com... ― Movimentou as mãos como um sinal para que eu continuasse.

— Com... ― Pigarreou. ― Com uma pessoa que tem cabeça, olhos, orelhas, bocas, mãos, pernas...

— Emma Swan! ― Interrompeu em um tom sério que me fez arrepiar até os cabelos que eu não tinha, do lugar onde o sol não bate. Quando olhei para Regina, ela estava sorrindo. Perguntei-me como era possível ela estar tão tranquila em um momento desse.

Que raiva! E inveja, ao mesmo tempo.

— Desculpa vovó. ― Suspirei mais uma vez, e decidi falar logo. — Eu estou namorando a Regina, e pelo jeito a senhora já sabe, então por que me pedir para falar? ― Seu sorriso aumentou ainda mais.

— Eu queria ouvir da sua boca, minha querida. ― Confessou. — Adoro ver você assim, envergonhada. ― Veio até mim e abraçou-me carinhosamente.

― A senhora não é a primeira que me diz isso. ― As duas me olham curiosas, principalmente Regina, e eu balanço a cabeça, com um pedido para esquecer o que eu disse. — Como você soube, vovó? ― Indaguei curiosa, voltando para o assunto anterior. ― Em nenhum momento eu dei bandeira com Regina, dei?

— Eu suspeitava que você estivesse com alguém desde a minha última visita. ― Confessou, e minha mente se clareou, explicando-me o motivo pelo qual ela tinha feito aquelas perguntas. — E depois de tudo que a Regina me falou, que ela sabe que você fez por ela durante os problemas, eu percebi que o que te motivou a fazer tudo aquilo, não foi só porque você a amava como amiga. ― Fez uma pausa, e eu vi Regina balançando a cabeça afirmativamente. ― Não que se você não a amasse de outro jeito, não faria o que fez, ou então, outras pessoas que só são amigas, você também não faria. — Explicou. ― Pois eu sei que existem pessoas que realmente fazem tudo por um amigo, quando a amizade vale a pena. E eu sei que você é assim. ― Sorriu, e eu lhe acompanhei. — E eu conheço muitas roupas suas, e sei que essa que a Regina está usando não é dela. ― Apontou para a minha professora, e eu arregalei os olhos em surpresa, e olhei para Regina, confirmando o que fora dito, e só então percebendo que, quando ela desmaiou mais cedo, eu a vesti com a minha blusa, e não a dela, e que, provavelmente eu vesti a dela. O nervosismo foi tão grande que eu nem percebi. — E Regina me confirmou quando eu perguntei. ― Concluiu. Então está explicado por que Regina estava tão calma.

― Então vocês estavam tirando uma com a minha cara, quando eu desci e ela me abordou dizendo que tinha contado tudo? ― As duas gargalharam, entregando-se. ― Não acredito nisso. ― Fiz um bico, e as duas me abraçaram, beijando minhas bochechas. — Mas para você está tudo bem, vovó? ― Indaguei hesitante.

— Claro que está, minha querida. ― Segurou minhas bochechas, fez uns carinhos e beijou minha testa. Sempre muito carinhosa. ― Eu amo você, e amo a Regina. ― Declarou-se. ― Ela é uma ótima mulher, eu a conheço bastante, e você está feliz. Isso é o que me importante. ― Abraçou-me novamente, puxando Regina para o abraço também. — E eu não sou uma mulher preconceituosa.

Depois que o momento tenso entre nós, foi embora, que na verdade, só era tenso para mim, passamos o resto da manhã conversando, e depois de muito insistirmos, vovó ficou para o almoço, e passou a tarde toda com a gente, assistindo filme de terror. Minha avó, assim como eu, adorava filme de terror.

Em alguns momentos, que vovó me dava brecha, ou que eu encontrava, na verdade, eu tentava falar dos meus pais com ela, porém dona Eva sempre mudava de assunto, e me deixava com uma pulga atrás da orelha. Estava claro que minha avó não queria falar sobre o assunto.

Meus pais não estavam me ligavam há um bom tempo, e quando eu ligava, eles não atendiam, ou a secretária atendia e dizia que não podiam atender no momento. Isso nunca acontecera antes. Todos os meses que minha avó vinha me ver, ou mandava alguém vir, eu tinha notícias deles. E a cada dois meses, eles sempre me ligavam, ou mandavam uma mensagem, e eu ligava, seja via Skype, seja por ligação telefônica mesmo. Porém, desde que esse ano começou, eu só consegui falar com eles, uma vez, logo na virada do ano.

Algo estava acontecendo com James e Ingrid Swan, e eu iria descobrir, porém, pelo jeito, não seria pela minha avó.

Notas finais
Espero vocês nos comentários, dizendo suas impressões sobre a história e o capítulo. Estamos se aproximando da metade dessa fanfic.