Next to Me
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Notas iniciais
Durante o mês que passara ‘’voando’’ eu recebi inúmeras ligações da secretária do curso que eu comecei a fazer, e parei de ir depois da descoberta sobre a professora. Inventei algumas desculpas esfarrapadas, como um pé quebrado, e ela parou de me cobrar presença.
De alguma forma, Fiona conseguiu o número do meu celular, e como se estivesse sempre me vigiando, ela ligava para mim sempre que eu estava sozinha. Era incrível o timming dela.
Na escola, não me deixava em paz. Nas suas aulas, como sempre, procurava implicar comigo por qualquer besteira, como se só quisesse chamar a minha atenção, e quando me via sozinha na quadra, na frente da escola, no banheiro, ou na sala de aula mesmo, vinha puxar assunto sempre com uma aproximação inapropriada. Sempre querendo se chegar mais, e provavelmente tentar algo. Porém eu sempre era salva pelos gongos chamados, Ruby, Killian, Ariel, Nellie, e a Regina. A última era a que mais me salvava. Outra que tinha um ótimo timming.
Não estava sendo nada fácil fugir daquela mulher, que parecia estar sempre me perseguindo. Onde eu estava, Fiona aparecia como se fosse mágica. Isso me dava bastante medo. Talvez ela fosse mesmo, alguma feiticeira.
Hoje eu estou completando um mês de namoro com Regina, e quero aproveitar bastante com ela. Quero passar um dia especial ao seu lado. Comemorar o primeiro mês de muitos que virão, se Deus permitir, e se ela quiser, porque eu quero. Quero fazer algo especial, e aproveitar que é final de semana, e poderemos sair sem se preocupar com a hora, por causa do dia seguinte.
Durante o mês que se passou, tive que socorrer Regina para o hospital algumas vezes, pois em algumas noites, ela sentira bastante dor de cabeça, a ponto de desmaiar e ficar desacordada por horas. De acordo com o médico, enquanto ela não tivesse as “memórias perdidas” de volta, isso iria acontecer algumas vezes. Recomendou-me diversas vezes, para sempre ficar de olho no que ela fazia e para estar sempre por perto, pois se quando esses desmaios voltassem a acontecer, em algumas dessas vezes ela caísse e batesse com a cabeça no chão, poderia causar mais problemas.
Certo dia, Regina também decidiu que pediria o divórcio de Robin o mais rápido possível, pois não queria mais nenhuma ligação com ele, e queria acabar com as suas chatas insistências em querer reatar o casamento.
•§•
Durante a manhã de sábado, passei a manhã inteira numa floricultura, decidindo qual a cor da rosa que eu levaria para Regina. Seria apenas uma porque a ideia seria, todo mês ir aumentando a quantidade, de acordo com o nosso tempo juntas.
Depois que saí da casa das flores, fui até uma loja de presentes e comprei um cartão preto com bordas douradas. Ato seguinte, fui até a biblioteca pública do centro da cidade, e na seção de romance, procurei por algum livro do Nicholas Sparks, já que era o meu escritor favorito, assim como o de Regina também, escolhi uma de suas citações, e transcrevi para o cartão que havia comprado minutos antes.
A ideia de dar uma rosa com um cartão, além de ser clichê, é algo simples. Porém eu nunca fui romântica. Meus antigos namorados também não foram românticos comigo. Especialmente Neal, que quase me matou. Então, tirando os livros do Nicholas, eu não tinha reais experiências, para poder aplicar. Mas, como Regina sempre me disse que, o que vale é a intenção, e como o que importa é realmente a intenção, sei que ela irá gostar. E eu não queria e nem poderia deixar essa data passar em branco.
Quando cheguei em casa, estava no fim da tarde. Para minha sorte, Regina tinha ido visitar Tinker pela manhã, e como a sua ex-sogra estava lá, acabou ficando para o almoço, voltando apenas no fim da tarde, assim como eu, então não tinha visto que passei o dia todo fora.
Assim que entrei em casa e fechei a porta, vi Regina descer as escadas com um enorme sorriso nos lábios, vindo em minha direção.
— Passei apenas algumas horas longe de você, mas já estou com saudades. ― Dá-me um beijo terno nos lábios e depois me abraça forte.
— Eu também já estava com saudades. ― Beijo sua testa, e nos soltamos do abraço. — Vamos sair hoje à noite? ― Sentei-me no sofá para tirar minhas botas. Minhas compras estavam todas dentro de minha mochila, então ela não desconfiaria de nada, e nem ao menos veria.
— Eu adoraria. ― Senta-se ao meu lado, e liga a TV. — Para onde vamos? ― Indaga já animada.
— Eu não sei. ― Deitei-me em seu colo e no mesmo instante suas mãos delicadas começaram a contornar o meu rosto, num carinho gostoso. Eu estava quase pegando no sono, já que estava bastante cansada. Já estava forçando-me a ficar de olhos abertos. — Vamos apenas andar pelo centro, comer alguma bobagem em alguma lanchonete, andar um pouco por algum parque, ou ir a algum cinema. ― Sugeri, abrindo a boca.
— Podemos fazer todos. ― Sugere, dando de ombros. — O que acha?
— Ótimo. ― Levantei-me de seu colo, espantando a preguiça e o cansaço. — Vamos começar a nos arrumar, então. ― Pego minha bota e a bolsa, ambos jogados no chão. — Quero aproveitar bastante o nosso passeio. ― E então subo as escadas correndo, já entrando no banheiro.
•§•
Depois de meia hora, até que rápido, nos arrumando, finalmente saímos de casa. Já estava escuro, e no céu já era possível ver algumas estrelas brilhando mais que outras.
Assim que chegamos ao centro, fomos logo para o cinema. Escolhemos assistir “O melhor de mim’’, sem nem mesmo discutirmos. Ambas queríamos o mesmo, já que é baseado justamente em um dos nossos livros preferidos.
Regina chorou metade do filme, enquanto eu me fiz de durona e me permiti apenas no final. Mas nada muito escandaloso, como algumas pessoas ao meu redor.
Depois que saímos do cinema, a contragosto de Regina, comemos em uma lanchonete que tinha por perto, e depois seguimos para o parque, terminar o nosso passeio por lá.
Ficamos horas deitadas na grama verdinha do parque, em silêncio, abraçadas uma a outra, olhando para as estrelas.
Horas depois, demos fim ao nosso passeio e fomos embora para a minha casa novamente.
Durante todo o nosso passeio, Regina não falou sobre o que significava o dia de hoje. E mesmo que sem querer, isso acabou por me deixar um pouco triste. Será que ela tinha esquecido?
Quando chegamos em casa, ela foi para a cozinha e eu fui para o meu quarto, buscar o que tinha preparado para ela. Queria mostrar que eu não me esqueci do dia de hoje. E se ela não se lembrou, eu a faço lembrar.
Voltei para a cozinha, e encontrei minha professora de costas para mim, encostada ao balcão. Cheguei por trás dela, devagar, e com um braço eu a abracei, e com a outra, mostrei a rosa e o cartão, em seguida dando um beijo em seu ombro.
— Obrigada por me aturar um mês. ― Sussurrei em seu ouvido.
— Em... ― Virou-se de frente para mim, totalmente surpresa, e me deu um beijo. Depois, virou novamente e pegou a rosa e o cartão. — Eu pensei que você tinha esquecido. ― Falou em um tom baixo.
— Jamais esqueceria essa data importante. ― Beijei-lhe a face e me afastei, sentando em uma cadeira. — Abre o cartão. ― Apontei para o mesmo.
— Antes, eu irei buscar o cartão que fiz para você também. ― E então saiu correndo cozinha a fora, deixando-me totalmente surpresa, voltando alguns minutos depois com um cartão vermelho e bordas também dourada. Acho que ela comprou no mesmo lugar que eu, pois eu me lembro de ter o visto por lá. — Esse é para você. ― Estendeu-me o cartão e eu o peguei rapidamente. — Eu também não esqueci o dia de hoje. ― Confessou sorrindo, como se tivesse lido os meus pensamentos.
— Então vamos ler os cartões. ― Levantei o meu, balançando-o no ar, e depois o abri.
No momento em que li o que tinha no cartão, não aguentei a emoção que me acometeu, e uma lágrima desceu pelo rosto.
— Emma... ― Sussurra, e eu levanto minha vista, vendo-a de olhos marejados, e um sorriso emocionado.
‘’Porque em cada pedaço de mim, sempre haverá um pedaço de você.’’ Era a frase que tinha no cartão que ela me deu, e foi a mesma frase que eu coloquei no seu, coincidentemente.
Meu amor veio em minha direção e me abraçou forte. Em seguida, afastou-se um pouco e me deu um beijo cheio de amor e carinho.
— Isso foi lindo, Em. ― Sussurrou em meu ouvido e me abraçou novamente. — Eu quero fazer amor com você essa noite. ― Confessou em meu ouvido, fazendo-me estremecer dos pés
à cabeça, e o coração bater acelerado.
Fazer amor com Regina Mills não estava nos meus planos para essa noite, mas eu amei o fato de ter acabado de entrar.
— Você tem certeza disso? ― Indaguei um pouco nervosa diante seu pedido. ― Não precisamos fazer nada disso agora... Podemos esperar o momento certo, e...
— Não tenho dúvidas. ― Interrompeu-me, sussurrando novamente em meu ouvido.
E então, sem nenhuma palavra a mais ser dita, coloquei-a em meus braços, com ela rodeando minha cintura com suas pernas, e braços rodeando o meu pescoço, e aos beijos, subimos para o meu quarto.
Ao chegar em minha segunda casa, dentro da minha própria casa, deitei-a delicadamente na cama e me posicionei em cima de seu corpo. Inclinei-me devagar e comecei a beijar-lhe o pescoço, dando algumas mordidas e chupões que já surtiam efeitos, fazendo-a gemer baixinho em meu ouvido.
Depois do pescoço de me delicia-me com aquele pescoço que tanto amo, olhei-a bem no fundo de seus olhos, e voltei a atacar aquela boca carnuda que tanto amo, enquanto uma de minha mão andava por aquele corpo que eu tanto amo, apalpando algumas partes, e a outra eu usava para não jogar todo o meu peso em cima dela.
Quando precisamos parar o beijo por conta do fôlego, sentei completamente em cima de sua barriga e comecei a tirar a blusa bem devagar, enquanto ela analisava todos os movimentos feitos. Era possível ver o seu nervosismo.
— Posso continuar? ― Indaguei hesitante. Eu não queria parar, porém se ela não estivesse preparada, eu pararia.
— Pode. ― Confirmou num sussurro. Quando eu retirei minha blusa por completo, revelando meu sutiã preto, ela começou a passar a mão por minha barriga, subindo até os meus seios e os apertando de leve, ainda por cima do sutiã, o que me fez gemer baixinho. Depois desceu pela minha barriga novamente, parando em minha cintura. — Você já fez isso antes? ― Indagou de repente, parando suas mãos.
— Não. ― Respondi encarando-a, mas logo voltei a beijar seu pescoço.
— Então é justamente o que eu imaginava... ― Murmurou, e eu franzi o cenho, sem entender. — Nós seremos como duas cegas em um tiroteio. ― Completou, sorrindo baixinho. Porém percebi que a risada era de nervosismo.
— Nunca fiz, porém já vi ao vivo e sei exatamente como faz tudo. ― Parei de beijar seu ombro, e lhe encarei. Regina me olhava com evidente surpresa. — Depois conversamos sobre isso. Tudo que você precisa fazer, é seguir o seu instinto. — Ela assentiu rapidamente, puxando-me para mais perto, e atacando minha boca mais uma vez. Utilizando apenas uma mão, comecei a briga com os botões, para desabotoar a sua blusa social.
Quando finalmente terminei de desabotoar a peça, contemplei por alguns segundos, a beleza daquele corpo seminu. Como um animal conhecendo seu território, comecei a passar minha mão por toda a parte que podia. Comecei pelo pescoço, depois desci pelos ombros, passando pelos braços, parando nas mãos e dando um beijo em cada uma, e depois voltei para os ombros, dessa vez descendo pelos seios, apertando-os com toda vontade que eu estava sentindo, e parando em sua barriga. A cada toque meu, meu amor arfava e fechava os olhos.
Mais uma vez, voltei a beijar seu pescoço e desci lentamente para os seios. Enquanto eu beijava a parte descoberta, ia abrindo o sutiã e revelando aquela beleza gigante que era os seus seios.
Após admira-los por alguns minutos, comecei a passar os dedos de leve, ao redor dos seios, e pelo meio, parando então nos bicos, e segundos depois, Regina levou suas mãos até o fecho do meu sutiã, e o tirou, começando a fazer o mesmo que eu.
Levantei-me de cima dela e tirei a minha calça, ficando apenas de calcinha. Aproveitando o momento, minha professora tirou por completo o sutiã e a blusa, ficando apenas de calça.
Voltei para a cama e me deitei ao seu lado. Passei mais uma vez, a mão por toda a parte descoberta do seu corpo, parando novamente nos seios, e enquanto eu a beijava, ia massageando aquela parte que também me agradava também.
Por fim, resolvi ir para a calça. Lentamente comecei a desabotoar a peça, e a cada parte que ia sendo revelada para mim, eu ia beijando, até chegar no pé, e eu beijar cada dedo. Cada centímetro de pele. No caminho de volta, fiz pela outra perna, e parei na barriga. Nossos olhos se encontraram mais uma vez, e silenciosamente, questionei mais uma vez se podia continuar, e como resposta, ela me sorriu. Tendo então a sua permissão mais uma vez, ataquei seus seios com os lábios, iniciando um carinho lento com a língua.
— Aah... ― Geme. Levantei minha vista para lhe observar, e a vi mordendo os lábios e sorrindo de olhos fechados. — Isso está tão bom... ― Confessa baixinho, com dificuldade, jogando a cabeça para trás. Abri um breve sorriso, e voltei a me concentrar no que fazia, passando a sugar, morder, e passar a língua de leve pelo bico, no seio seguinte, vendo-a arqueava as costas e prender os lençóis com força.
Enquanto eu chupava um de seus seios, tentei ficar com as mãos livres e descer minha calcinha, porém não tive sucesso, então parei o que estava fazendo e arranquei a minha peça restante de uma vez.
Voltei a beija-la e, enquanto o fazia, deslizei minha mão por todo seu corpo até chegar em sua intimidade. Ela já estava pronta para ser penetrada, tamanha era a umidade daquele local.
Fiquei massageando sua região de prazer por alguns minutos, para cima e para baixo, bem lentamente, até que parei o beijo e fui descendo pelo seu corpo, passando pelo vale dos seios, chegando até barriga, e pulando para a coxa.
Após chupar e morder vários locais daquelas coxas que tanto amo, e que é a minha área preferida no corpo, depois de sua boca, fui finalmente para onde eu, e com certeza ela, queria que chegasse.
Comecei dando uns beijos de leve, e aos poucos comecei a sugar seus grandes lábios, deslizando com a língua por toda aquela região, até finalmente abocanhar, porém devagar, seu clitóris com desejo. Foi então que meu amor gemeu tão alto, que por um momento me assustou e eu olhei assustada para ela, que estava se contorcendo de costas arqueadas, e olhos fechados.
Peguei em suas mãos e as apertei com força, enquanto eu trabalhava em sua região de prazer, que a cada segundo ficava mais molhada. Eu chupava todas as partes que eram possíveis de se alcançar, passando a língua em toda a extensão daquele local, tentando lhe dar o melhor prazer possível.
Soltei uma de suas mãos e comecei a massagear seu ponto de prazer, enquanto continuava a suga-la com voracidade. Regina abria a boca, mas seus gemidos saiam silenciosos, como se estivesse querendo se segurar. A cada movimento que eu fazia, ela apertava ainda mais as minhas mãos, e se contorcia.
Foi então que eu resolvi subir em seu corpo, para que pudéssemos chegar ao ápice juntas.
Entrelacei minhas pernas nas suas, e comecei a fricção bem devagar. Enterrei minha cabeça em seu pescoço e comecei a ouvir seus gemidos de mais perto.
— Mais rápido, Em. ― Pediu sussurrando sensualmente em meu ouvido. Prontamente atendi ao seu pedido, e aumentei a velocidade da fricção. E a cada gemido que sua garganta soltava, mais eu aumentava a velocidade.
Com uma das minhas mãos livres, já que a outra eu estava me apoiando, eu comecei a massagear os seus seios, e beijar-lhe o pescoço. E timidamente, com uma mão, minha professora começou a apertar meus seios, enquanto que com a outra, colocou em minha bunda, puxando-a mais para si, a cada movimento meu, para aumentar o nosso contato.
No meio dos nossos movimentos, minha morena soltou um gemido bastante alto e muito excitante para mim, e em sequência, senti algo molhar bastante a minha intimidade, logo descendo por uma de minhas pernas, denunciando o orgasmo que estava por vir.
Apesar de não ter experiência na prática, a experiência teórica serviu bastante, pois Regina acabara de ter um squirting*. Poucos homens ou mulheres conseguem satisfazer tão bem a sua parceira, a ponto de conseguir tal feito. Eu estava me sentindo o máximo. Não só por isso, mas por saber que eu, tão inexperiente, estava dando tanto prazer ao meu amor, a ponto de isso acontecer.
Logo que ela terminou de expelir todo o líquido, algo ascendeu mais ainda em si, e então, colocou as duas mãos na minha cintura, começou a me forçar para baixo, e a se movimentar freneticamente, o mais rápido que podia. Aquilo estava me levando à loucura, além do barulho que nossos sexos juntos, faziam, e o suor que descia por nossos corpos. Continuei com uma mão em seu seio, apertando-o de leve, e voltei a beijar-lhe, escutando seus gemidos abafados por minha boca.
Minutos depois, eu cheguei ao orgasmo, soltando o gemido preso em minha garganta, em seu ouvido, seguido por Regina, que soltou vários gemidinhos.
Deitei-me completamente em cima de seu corpo para regularizar a minha respiração, e ela por sua vez, abraçou-me forte.
— Isso foi incrível... ― Confessou com a voz ofegante. Saí de cima dela, e me deitei ao seu lado na cama. — Foi maravilhoso! ― Deu-me um beijo calmo e apaixonado.
Ainda estávamos com a respiração ofegante. Nossos corpos estavam suados e a cama estava consideravelmente molhada na parte de baixo.
— Foi incrível... ― Repeti seu comentário, iniciando um carinho em seu rosto.
— Eu quero novamente. ― Sussurrou, pegando-me de surpresa com sua confissão. Porém, sem esperar um segundo pedido da minha morena, fui para cima dela novamente e ataquei a sua boca de novo. Desci minhas mãos lentamente por seu corpo, e parei em sua intimidade. Parei o beijo, olhei bem para ela, e lentamente, penetrei dois dedos, acrescentando mais um logo depois. Ela arfou com a ação, e me puxou em direção a sua boca.
Comecei a me movimentar dentro dela, bem devagar, mas depois fui aumentando a velocidade de acordo com os seus gemidos sensuais, que me indicavam que eu estava fazendo certo.
Sorrateiramente, Regina desceu sua mão até minha intimidade, e não penetrou, apenas ficou estimulando a minha região de prazer.
A cada onda de prazer que Regina me fazia sentir com seus sutis toques, eu aumentava as estocadas em sua intimidade, fazendo-a gemer ainda mais.
— Está gostando? ― Sussurrei em seu ouvido.
— Hmm... ― Gemeu de volta, de olhos fechados. Voltei a beijar-lhe a boca, acelerei gradativamente as estocadas, e ela fez o mesmo, estimulando-me mais rápido, até que eu não aguentei, e novamente cheguei ao ápice.
Comecei a senti-la tremer em baixo de mim, e prender-me em suas coxas grossas. Sua intimidade ficou mais apertada, e então ela chegou ao ápice também.
Deitei-me novamente ao seu lado, na cama, e percebi o quanto ela estava cansada. Aninhei-me em seus seios, e comecei a fazer carinho em sua barriga, enquanto ela fazia carinho em meus cabelos.
— Mais uma vez, eu adorei essa noite, Em. ― Confessou baixinho, seu tom era cansado.
— Eu também adorei, Rê. ― Rebati rapidamente, com um enorme sorriso. — Podemos repetir quando você quiser. ― Falei em um tom malicioso e ela gargalhou.
— Eu adoraria. ― E então ficamos em silêncio, até que eu senti sua respiração ficando calma, e constatei que ela pegou no sono. Depois de alguns minutos contemplando seu sono, rendi-me a ele também.
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