Nem Todos São Iguais !!

19 Capítulo 19 - Preparações


Notas iniciais
Hi guys!! Como estão?! Bem é... Desculpas pessoal, sério, não tive tempo pra postar o capítulo, aí vcs me perguntam “porque” porque simplesmente me FUDI com escola integral, isso mesmo escola INTEGRAL, eu não estou acostumada acordar cedo ir estudar e chegar em casa às 6 hrs da noite, estava com muita fadiga esses dias, intt agr que a situação se estabilizou um pouco, resolvi postar , mas se estiver só um comentário feito o capítulo anterior ou não tiver nenhum comentário irei excluir a história pq só continuarei me esforçando pra trazer conteúdos pra vcs, se vcs compararem, dizer se tá gostando, odiando, em que precisa melhorar se não, não irei saber como estão suas opniões acerca da história e com a escola agr irá ser difícil fazer isso sem o apoio de vcs. Intt é isso. Bem o capítulo está o MÁXIMO aconselho vcs a lerem deitada para não cairem.. Bem não vou dar spoliers.. PS : posso ter me empolgado um pouquinho. Comentem e como sempre BOA LEITURA!!

# Julieta Narrando

Era o dia da social, onde eu estava com a cabeça quando eu resolvi concordar com isso? Acho que eu estava sobre o efeito de drogas. Única explicação. Depois de ter mais um trágico dia de escola, finalmente estava em casa, mas belle não estava ajudando para contribuir com a minha paz, já que ela estava na sala fazendo a sua decoração fala sério, pra que tudo isso?! A jú estava ajudado — a, e eu observava tudo do sofá, os meninos e chris estavam agora no supermercado comprando os restos das bebidas e petiscos para logo mais, só espero que venha poucas pessoas.

— Ó julie você não acha que está sendo muito folgada não — perguntou jú e me olhou de relance enquanto colocava algo que não conseguir identificar na parede

—Eu? — perguntei com cara de inocente — magina

— além de ser folgada ainda tem a cara de pau de dizer que não é — comentou belle

— Bem... Vocês que inventaram isso, aguentem as consequências — respondi dando de ombros enquanto me aconchegava mais no sofá, passaram — se alguns minutos, estava quase adormecendo quando escutei um grito, me fazendo acordar alarmada

— NÃO ACREDITO — gritou belle

—Jesus — falei enquanto caia do sofá devido ao susto o que foi criatura? — perguntei enquanto me levantava

¯ Não está aqui... Que droga.. Eu jurava que estava aqui — falou ela observando o conteúdo da caixa que segurava — mas se não estiver aqui onde é que está? — falou sozinha, se antes eu estava perdida agora eu estava boiando

— dá pra falar em português? o que é que não está aí? — perguntei apontando para a caixa que estava em suas mãos

— O globinho, os jogos de luzes da balada — falou ela jogando a caixa no chão, e pegando sua bolsa que estava no sofá

— É isso? — perguntei retoricamente revirando os olhos, olhei para ela e está já estava rodando a maçaneta da porta — onde você vai? — perguntei quando à vi abrir a porta e se colocar no lado de fora do apê

— Procurar onde o deixei — falou devo ter esquecido na loja, ou na casa da polly — falou ela pensativa, quis perguntar o que supostamente a polly estaria fazendo com as coisas dela, mas resolvi deixar quieto

— e jú? — perguntei sentindo sua falta — onde ela está?

— Gabriel chegou aqui e disse que precisa da ajuda dela.. Bem, da sua também, mas como você estava dormindo.. Ele não quis te acordar — falou dando por fim as costas e entrando no elevador, fechei a porta e por fim peguei meu violão e comecei a dedilhar cordas aleatórias, estava deveras entediada, depois de algum tempo deixei o violão de lado e procurei algum canal de TV que me enteressasse, mas só passava desenhos e entrevistas, nada me chamava atenção, quer dizer eu gosto de desenhos, eles são legais de se assistir quando nos encontramos no tédio, mas dora a aventureira e peppa pig com certeza não era o meu forte

— Caralho não tem nenhuma bosta que preste hoje em dia — resmunguei enquanto desligava a televisão e jogava o controle longe, deixei a cabeça cair no sofá e fechei os olhos, mas abri ligeiramente quanto o fechei

— É isso — falei comigo mesma dando um pulo do sofá o bolo vai ser a minha salvação — fazia tempo que não cozinhava bolos... Só espero que não tenha desaprendido

***

Depois de pegar todos os materiais da geladeira e armário, prendi os cabelos em um coque firme e comecei despejando alguns dentro da vasilha e comecei a bate — lo, fazendo uma mansinha pastosa, adicionei um pouco de leite e mais alguns ovos e continue a bater, depois da massa pronta coloquei — a no forno, me sentei na cadeira da mesa e tirei o celular bolso e comecei a jogar um jogo qualquer que tinha na memória do celular, era legal.. e até um pouco viciante, estava quase alcançado o recorde quando sou interrompida por um resmungo um pouco alto

— Julie, que porra é essa? — perguntou uma voz de reeprendimento, olhei pra cima e encontrei o olhar de Matt repousado em mim

— O que? — perguntei despreocupada, voltando minha atenção para o meu telemóvel

— Julie que cheiro de queimado.. e que fumaça é essa? — perguntou, depois disso me toquei, tinha me esquecido completamente

— Meu bolo — respondi mais pra mim mesma do que pra ele, levantei da cadeira em um pulo, coloquei as luvas de cozinha e rapidamente abri o forno, onde fui recebida por um vapor quente e fumaça, abanei um pouco as mãos por cima do meu nariz evitando assim que a fumaça entrasse em meus pulmões

— merda — resmunguei, tirei o bolo com cuidado pra não me queimar e praticamente o joguei em cima da mesa, a sua superfície estava completamente preta e rachada

— É isso que você chama de bolo? Perguntou com voz de gozação

— Calado Matt — falei olhando-o atentamente — acredite já fiz melhores — falei com ar de melancolia olhando a miniatura de meteoro frito que estava na minha frente.. Minha mãe que tinha nos ensinado... Quer dizer à eu e Renata

— Mas eu acho que... — falei indo em direção à uma das gavetas do armário, peguei uma faca

— Acha o que? — questionou matt confuso, peguei na faca e tirei um pequeno pedaço do bolo

— Não, você não — ele tentou falar mas já era tarde de mais, eu já tinha o colocado na boca — comer isso — terminou ele, arrisquei morder o pedaço dentro da boca, senti o gosto de queimado e ovo puro. Merda coloquei ovos demais, fiz uma careta quando senti ânsia de vômito e logo tirei o pedaço fora da minha boca

— E aí ? Tá Gostoso? — perguntou ele gozando da minha cara , o olhei com olhos venenosos e ele sorriu ainda mais, deu de ombros e pegou um pedaço do bolo, fez a mesma coisa que eu anteriormente, fez uma careta tão fofa que tinha vontade de a observar por horas.. Tá legal eu não pensei nisso

— Isso tá horrível — ele atirou, fazendo ainda mais careta quando jogou o pedaço fora

— Não me diga — falei com ironia nem se percebe

— Julie, definitivamente você não sabe fazer bolos — falou ele

— Ei... Sei sim — me defendi — Só esqueci como é a prática, merda.. Só queria bolo — minha voz saiu manhosa, fazendo matt dá pequenas gargalhadas

— Isso não tem graça — atirei

. — Você parece uma criança quando faz birra — falou ele sorrindo É fofo — falou, ignorei o que ele falou e cruzei os braços, tava com fome, precisava arrumar o que comer

— Tá legal — falou matt atrapalhando meus pensamentos — vem cá — falou ele colocando as mãos nos meus braços e me arrastando para a mesa e me colocando de frente pra ela

– O que você está fazendo? — perguntei desconfiada

— Calma aí — falou se distanciando de mim — Vou te ensinar como se fazer um verdadeiro bolo caseiro

....

Depois de pegar os ingredientes que antes tinha pegado, Matt os colocou em cima da mesa muito tranquilamente, (estava achando ele muito folgado para o meu gosto) ele se posicionou ao meu lado, mandando — me colocar na vasilha, ovos, farinha, leite, cenouras raladas, açúcar, fermento e óleo

— Pronto agora é só mexer — falou ele, obedeci, pegando a colher e mexendo a massa pastosa como antes tinha feito

— Não não — falou, fazendo — me soltar a colher e colocar as mãos pra cima não assim — falou ele e se posicionou atrás de mim, tentei ao maximo ignorar o frio na barriga e um estranho arrepio que esse pequeno movimento provocou no meu corpo, ele pegou cuidadosamente minha mão, fazendo — me sentir o quão quente a sua estava, colocou minha mão dentro da vasilha, fazendo — me juntar as sobrancelhas em confusão, logo depois ele colocou sua mão em cima da minha, sinto sua respiração em meu pescoço e semi serro os olhos, por favor hormônios agora não, por favor não se arrepie merda, ele foi movimentando minhas mãos na massa em pequenos círculos ainda com sua mãos em cima das minhas, tentei esquecer o quanto ridículo isso estava parecendo.. Quer dizer... Estava parecendo o filme gost tá bom... Eu admito.. Tava sendo divertido, admitir isso não mata ninguém certo? .. Então acho que não tem problema

— Tá vendo .. É assim que se faz — falou atrás de mim fazendo alguns fios de cabelos voar um pouco por conta da sua respiração demasiado perto do meu pescoço, impressão minha ou a sua voz estava um pouco mais rouca que o normal? Tá legal, já tô começando a pirar ignorei esse fato, tentando ao máximo controlar meus pequenos arrepios involuntários, estava concentrada na massa quando de repente sinto minha mão mexer — se sozinha e logo, não só meus lábios, mas sim toda a minha cara estava suja da massa

— Você não fez isso — falei lentamente me virando pra trás e encontrando o sorriso malicioso de matt — não acredito — falei enquanto tentava tirar a massa pegajosa que se grudou em minha cara

— Ops! — foi a única coisa que ele disse em sua defesa, isso não ia ficar assim, me virei e peguei um bocado da massa em minha mãos e fui em sua direção com o mesmo sorriso malicioso que ele tinha em seus lábios poucos segundos atrás , corri em sua direção mas esse fez o mesmo : correndo para o lado oposto ao meu, fui atrás dele e algum tempo depois consegui me vingar em seu cabelo. Ops parece eu ele não gosta que toque em seu cabelo, dei uma gargalhada ao ver sua cara de descontentamento, mas logo meu sorriso se desfez assim que vi ele vindo em minha direção

***

A cozinha estava uma bagunça, cheia de farinha, leite, ovos estourados e massa por tudo que é lugar, e duvido que exista mais algum pouco dela dentro da vasilha, mas matt ainda possui uma grande quantidade em sua mão querendo deposita — lá em mim, estou encurralada de costas pra geladeira com a mesa em minha frente e lados ( fiz isso na intenção pra ele não me alcançar aqui) estou segurando firmemente a ponta da mesa pra que assim ele não a arraste e chegue até mim

— Se rende Julie, de um jeito ou de outro vou te alcançar — falou ele rindo

— Em hipótese alguma — falei

—%Pensa melhor... Olha, se você se render eu pego leve com você — falou

— Não, obrigada, estou bem aqui — falei

— Tudo bem.. Você que escolheu assim — falou ele, começou se aproximando ainda mais da mesa e num movimento rápido pulou a mesma e em instantes estava praticamente me impressando contra a geladeira.. Merda. Agora FUDEU DE VEZ

— Eu avisei — falou ele vitorioso olhando em meus olhos, sentia sua respiração em meu rosto, dando — me uma vontade quase incontrolável de fechar os olhos com essa proximidade — e Você não me ouviu — continuou ele um pouco mais baixo do que sua última fala, agora ele estava mais perto, sentia isso, sua respiração estava mais acelerada do que o normal, via seu peito subindo e descendo de uma forma descompassada e tenho quase a certeza de que o meu não estaria diferente,seu maxilar se tenciona e vejo — o engolir em seco. Merda como eu faço pra sair daqui? Engulo em seco sentindo a necessidade de mais água na minha boca, sinto sua cabeça ficando mais perto da minha, me encolhi ao máximo. Isso de novo não, seus lábios estava muito próximo aos meus, sentia seu hálito em meus nariz... era tão convidativo. Não. Não Julie, se concentra, se ele tentar algo eu arranco a cabeça dele durante o ato. Estava pensando mesmo em colocar o plano em prática quando o sinto sorrir, e passar toda a sua mão com a massa na minha cara, ainda atingiu de raspão no queijo mas logo desviei, passo por debaixo dele, deixando — o com os braços apoiados na geladeira, passo por baixo da mesa e levanto — me correndo um pouco, não queria me sujar mais do que já estava, mas quando estava quase fora do alcance da cozinha, piso na massa pastosa e fecho os olhos já sentindo antecipadamente o encontro com o chão, mas esse não vem, sinto os braços de matt na minha a cintura e em vez de ter um encontro com o chão, sinto — me chocada contra o seu peito, tento me segurar o máximo em seu braço, meus pés e os deles estão bastante escorregadios, (estávamos praticamente dançando tango) depois de alguns segundos rápidos conseguimos nos estabilizar sem cair

— E mais uma vez eu te salvo a vida — falou sorrindo, ainda me segurando

— É... Parece que sim. — falei me afastando, mas não contava em pisar (mais uma vez) nos ovos do chão, é... dessa vez já era.. Além de eu ser estúpida, virei uma desastrada

— Merda Julie — escuto Matt falar antes de cair no chão... Não.. Pera.. isso está muito confortável pra ser o chão — olho para baixo e vejo matt em baixo de mim... Porque ele fez isso? olho nos seus olhos

— Obrigada — falo de maneira muito mais lenta do que o normal... HORMÔNIOS DESGRAÇADOS

— Não há de que — falou sorrindo de lado, mostrando suas covinhas... Caralho de uma merda porque que a maldita da convinha tinha que ser tão bonitinha? Fica um silêncio constrangedor. 1 por que estava por cima dele e 2 porque tinha pensamentos indevidos passando em minha mente, apoiei meu cotovelo em cima do seu peito me equilibrando e me levantei lentamente, não queria acabar fazendo uma besteira. Estava quase me levantando por completo

— Você pode me matar por isso depois. Mas não aguento mais.. Então foda — se — Matt diz de maneira atrapalhada, depois sinto suas mãos quentes nas minhas puxando — me para baixo, fazendo meu corpo ser chocado contra o seu e meus lábios quentes com os seus frios.
Era pra ser apenas um beijo.

Um simples roçar de lábios, como forma de agradecimento talvez. Ou o que eu acreditava ser uma forma de fechar o que iniciamos.

Mas assim que sinto seu gosto, deixo de pensar.

E um suspiro trêmulo escapa de meus lábios, se mistura com o dele e nossa respiração se torna uma só, quente e inebriante.Intoxica meus sentidos e aquece minha pele.

Me faz romper o espaço entre nós, buscando o calor do dele.

E um roçar se tornam muitos. Doces. Insistentes.

Instigantes.

Fecho os olhos e passo a língua por seus lábios. Em resposta, ele prende meu lábio inferior entre os dele, sugando.

Eu derreto e gemo, prendendo meus dedos em seus cabelos e inserindo a língua em sua boca. A dele me encontra no meio do caminho e não há mais lugar para suavidade.

Sinto seus braços me rodeando, me apertando e exulto, deixando sua boca vagar sobre a minha em beijos molhados, quentes, intensos.

E o que mais me assusta é que quero mais

Quero sentir sua boca em cada pedaço de mim.

E estes pensamentos me enchem de uma excitação febril, que se desloca sobre minha pele e pulsa em partes estratégicas do meu corpo. E quanto mais matt me aperta e me beija, mais eu me sinto desligando do mundo real. Não penso, não raciocino. E não sei quanto tempo passamos ali, nos beijando loucamente, até que não parece mais ser suficiente.

Até que ele para, a testa encostada na minha, o barulho de nossas respirações ofegantes enchendo a cozinha. Eu nem sei dizer como foi que suas mãos foram parar em meu quadril. Sinto — me tonta, como se tivesse bebido 5 copos inteiros de vodka, ou se estivesse na roda gigante e essa rodasse várias e várias vezes seguidas, quero sentir raiva, ódio, repulsa, nojo, não sei.. Quero sentir algo ruim, algo mal, algo que me faça vomitar, mas não sinto nada disso, tudo o que eu sinto é... Não sei.. Sinto — me viva talvez? Como se a felicidade fosse possível, como se eu pudesse alcança — lá onde quer que ela estivesse, como se tivesse um refúgio, um lugar de paz, um templo, um lugar seguro, longes dos meus pensamentos, minhas memórias e lembranças como se fosse possível viver sem a culpa que eu carrego e sempre tento esquecer ou pelo menos amenizar, mas sei que isso nunca será verdade, isso nunca irá acontecer, nunca me libertarei da culpa que insiste em me perseguir. Mas merda. Nem nos meus sonhos isso me deixa em paz, nunca ficarei em paz, porque sei que nunca serei feliz por ser o mostro que sou.

Notas finais
Suprise mother the fuck. Espero q ainda estejam vivos, bem esse capítulo tá um pouco larlcrante não!? Eu sei eu sei.. Tá parei de me exibir, agr a pergunta q não quer calar, O QUE ESTAO ACHANDO DA HISTORIA? E Matt e Julie, háhah eu sei q vcs estavam à fim disso, não neguem, o que acham que vai acontecer próximo capítulo, deixe a sua opinião aí. É sério gente, como eu expliquei eu preciso saber da opiniões de vcs. Não se esqueçam se contribuir para o apoio da continuação da história. Amo vcs Até a próxima