Necrofilia II: A Ilha
8 Socorro
Notas iniciais
Retirei as roupas de Jason deixando-o completamente pelado, assim como ele tinha feito comigo. Depois reclinei a cadeira ao máximo, de forma que ele ficasse totalmente estirado. Abaixei a parte onde se colocava as pernas, deixando que as pernas dele ficassem livres e pendentes.
— Agora podemos começar.
— Você não vai enfiar isso em mim!
— Vou sim.
Joguei lubrificante sexual sobre o consolo e o enfiei com força no ânus daquele infeliz, ouvindo-o gritar como uma vadia.
— É assim que eu me sinto, seu porco inútil!
Continuei a penetrá-lo com aquilo, cada vez mais forte. Tomei o cuidado de não ficar de frente para ele pôs de certo ele me chutaria, ao invés disso fiquei ao seu lado, com meu braço entre suas pernas.
Com a outra mão eu apertei seus testículos e ele grunhiu de dor e agonia.
— Foi o que você fez com o Cayo? Espere até que eu arranque os seus olhos, desgraçado!
Peguei o bisturi sobre o braço da cadeira e comecei a fazer cortes por todo o seu rosto, escrevi assassino psicopata em seu tronco, depois coloquei a corrente envolta do seu pescoço e inseri o cano da arma na sua boca.
— Chupe ou esbagaço seus miolos!
Enfiei o cano mais fundo em sua boca, fazendo-o engasgar.
— Eu vou te desamarrar com cuidado, mas não tente nada, ou eu mato você!
Ele concordou com a cabeça e eu desfiz as amarras, sempre com a arma próxima ao seu rosto. Ele ficou de pé, segurei-o pela corrente e exigi que ficasse de quatro.
— Ande!
Subimos a escada do porão degrau a degrau com ele de quatro, pelado e sangrando sob a mira da arma. O fiz caminhar daquele jeito até o sótão, o lugar onde ele tinha matado o meu marido. Soltei a corrente e me afastei, apontando a arma.
— Chegou a sua hora.
Atirei duas vezes, os tiros o atingiu no abdômen e ele caiu agonizando, enquanto eu deixava o cômodo chorando de ódio e ao mesmo tempo aliviada, vingada e pronta para ir embora daquela ilha amaldiçoada.
Pouco tempo depois eu tinha pegado todas as minhas coisas e deixado a casa a bordo da Land Rover Defender, dirigindo até a cidade com pressa.
***
Ele tinha perdido muito sangue, mas não estava morto. Jason conseguiu se arrastar pelos corredores e escadas até o térreo, deixando um rastro de sangue por onde passou. Deitado e fraco sobre o chão da sala, ele se esforçou para retirar alguns equipamentos de dentro do móvel encostado na parede e ligá-los na tomada. Era um celular, fontes, cabos e um roteador wi-fi.
Turistas estúpidos, ele pensou depois de lembrar da mentira que tinha contado quando disse que ali não tinha internet. Quando tudo estava ligado ele encaminhou um pedido de socorro para as autoridades competentes da ilha, que chegaram alguns minutos mais tarde.
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