Naive - Hiatus
18 Capítulo dezessete
Notas iniciais
Obrigada por todos os reviews e vamos lá...
Quando os grandes portões de carvalho abriram-se mal pude conter o alvoroço que fazia o coração palpitar como louco contra as costas. Mais parecia uma garotinha a espera de um portentoso presente prometido do que qualquer outra coisa.
— Onde está Jacob, senhora Thompson? — Perguntei.
Ela sorriu afavelmente com os olhos brilhantes e as bochechas rosadas.
— No escritório duquesa.
Então os pés levaram-me e quando me vi já havia aberto as portas e estava dentro do escritório com o coração batendo ruidoso.
Jacob residia atrás da mesa, sentado em sua poltrona em meio a um turbilhão caótico de papéis e escrituras. Levantou os olhos negros que brilharam com a claridade que filtrava através das cortinas abertas assim que havia passado pela porta e encarou-me apoiando o rosto em seu punho fechado.
— Vejo que estas recuperada — Disse cordialmente. — Fico feliz em ver-te bem Renesmee.
O sorriso abriu-se em meu rosto assim que havia pousado os olhos em mim e sem reprimendas por adentrar em sua sala em um ímpeto Jacob examinava-me de cima a abaixo com os olhos minuciosos.
— Como passou a semana?
— Bem, tranquila e você? Fez bons negócios?
— Espero eu que sim — Disse sorrindo deixando alguns papéis de lado.
O cômodo foi então tomado pelo silêncio. Não sabia o que esperava adentrando o escritório de Jacob daquela maneira e agora parecia pura e simplesmente uma tola por estar parada a sua frente sem nada de relevante ter a dizer enquanto em minha mente só conseguia pensar em coisas néscias.
— Estava pensando em voltar para o quarto — Ele disse após um momento, rompendo o silêncio. — O nosso quarto quero dizer, no segundo andar, se isso, absolutamente não apresentar quaisquer transtornos a ti.
O sorriso mais aberto que brotou em meus lábios e o coração que bateu feroz como um leão no peito pareciam coisas impossíveis de se controlar.
Jacob ainda encarava-me a espera de uma resposta.
— Não apresentará, em absoluto! — Disse com muito mais entusiasmo do que pretendia, a voz saiu euforia e fez com que Jacob lançasse-me um meio sorriso de lado enquanto eu tentava recuperar alguma compostura. — Digo, a casa e todos os aposentos nela são seus, retorne quando quiser.
Jacob sorriu e anuiu, fazendo o cabelo recém-cortado balançar.
— Sendo assim mandarei as criadas levarem minhas coisas.
Com um meneio inclinei-me em uma reverência pronta para sair do cômodo e não deixar com que o silêncio fizesse-me parecer mais tola ou aturdida do que já parecia e sempre me portava diante da presença dele, entretanto, parei em uma meia reverência e aproximei-me de sua mesa fazendo com que o sapato ressoasse contra o piso, com o coração sendo mais ruidoso do que de costume.
Jacob encarou-me com seus olhos negros de mar de obsidiana quando fiquei de frente para si, mas não fez menção em me parar quando minha mão trêmula tocou em seu rosto em um delicado afago, ou quando meus dedos correram por seu pescoço, por sua veia crepitante, pairando sobre seu peito, aonde o coração debatia-se vigoroso. Meus lábios tocaram a pele macia que tinha nas bochechas em um singelo beijo antes que desse meia volta e os passos ressoassem novamente enquanto deixava o escritório.
Naquela noite esperei sentada de frente para a janela, observando a chuva torrencial como gostava de fazer.
As criadas já haviam entrado e saído do quarto, trazido consigo as coisas de Jacob e arrumado-as, e então para que tudo ficasse completo novamente faltava somente ele.
Não tardou a chegar. Os passos de suas botas soaram fazendo-me saltar da cadeira a qual repousava e lançar um olhar buliçoso para o espelho a procura de qualquer imperfeição, qualquer mínima coisa que pudesse estar fora de lugar, mas a camisola de chemise ainda caía perfeitamente em meu corpo, meio transparente, indo até os pés. O cabelo ainda estava arrumado, preso em forma de cascata no penteado que Cassie havia levado horas e queixas para fazer, com nem mesmo um fio adjacente, e a maquiagem permanecia com o rosto pálido pelo pó, os cílios alongados e negros e o batom vermelho trazendo destaque a boca e criando harmonia com o cabelo cobre.
Um relance rápido para a cama foi o que bastou para certificar-me de que estava arrumada com as colchas douradas que luziam com as luzes das velas. Queria que tudo estivesse perfeito para ele.
Quando adentrou pela porta encontrou-me de pé, olhando para si. Seus olhos brilharam com as pupilas negras dilatadas ardendo com o fogo, passando por todo o meu corpo para parar em meu rosto quando Jacob deu um sorriso descontraído com o canto da boca. Andou até mim e quando parou segurou firme em minha cintura, fazendo com que seu cheiro de limpo inundasse-me e embebedasse-me pelas narinas. Depositou um beijo em meus cabelos e deixou com que a mão deslizasse enquanto dirigia-se à cama. Aquilo foi suficiente para que o coração quase chegasse a boca, debatendo-se furiosamente.
Andejei até a porta fechando-a. Ele estava sentado na cama, retirando as altas botas negras polidas de couro e o coração infrene, em conjunto com as borboletas no estômago, acompanharam-me no caminho de volta à cama.
Jacob não era ingênuo, estava bem longe disso, e a essa altura já haveria percebido a tempos o que tudo aquilo queria dizer. Eu só queria ter seu corpo perto de mim e sabia bem o quão masoquista ou insano aquilo poderia ser, deixar com que seu fogo marcasse-me mais uma vez, quando as vezes anteriores não resultaram em boas consequências. Que queimasse-me e que arruinasse-me, e desencadeasse-me a um amor sem esperança, entretanto estava cansada de lutar, de imprimir um sentimento que gritava com cada vez com mais força dentro de meu peito. Tentaria uma vez mais e permitiria que as chamas apoderassem-se e que engolissem-me se isto fosse preciso.
Os dedos hesitantes e trêmulos foram aos botões de sua camisa, abrindo os primeiros deles, com o olhar focado em seu peito que subia e descia em sua respiração remansada, enquanto que a minha era entrecortada e tesa, saindo com dificuldade dos pulmões.
Jacob levou a mão ao meu queixo, ergueu meu rosto e fez-me encarar seus olhos escuros. Tomou meus lábios em um beijo lascivo, um beijo onde sua língua passeava por cada canto de minha boca, fazendo-me experimentar de seu gosto juntamente com o sabor doce de bebida.
Meus dedos agarraram-se em seus cabelos, incentivando-o, querendo mais de seu sabor, mais de si enquanto aprofundava o beijo com minha própria língua. Jacob levou uma das grandes mãos quentes a minha coxa. O contato, mesmo que interrompido pelo tecido da chemise, fazia-me a pele arder. Agarrou minha coxa em um forte apertão, enquanto a outra mão foi a minha cintura e ergueu-me sem dificuldade alguma, fazendo-me sentar sobre seu colo.
Podia sentir seu membro intumescido latejar, ainda preso pelas calças negras apertadas. Pareceu inchar ainda mais em contato com meu sexo, enquanto remexia-me sobre seu colo, friccionando-os e abrindo os últimos botões de sua camisa.
Qualquer coisa incoercível passou por seus lábios e no segundo seguinte tinha as costas pressionadas contra o toque frio de uma parede. Jacob beijava-me o pescoço, sua língua sugava-o de forma impudica e dolorida e suas mãos estavam por toda a parte, fazendo o tecido da camisola subir cada vez mais e parecer não ser nada.
Agarrei-me em seus largos ombros em meio a um beijo lascivo. Jacob ergueu-me, sentando-me sobre uma mobília qualquer. Agarrou-me os joelhos e abriu minhas pernas para que pudesse acomodar-se entre elas.
— Maldito tecido! — Grunhiu em uma voz gutural.
Agarrou o pano na altura de minhas coxas e rasgou-o com um único puxão forte, fazendo do tecido frangalhos em sua mão. Minhas pernas estavam agora totalmente a mostra e a visão encheu os olhos de Jacob que apertou-me as coxas entre suas grandes mãos quentes e puxou-me para si, tomando possessivamente meus lábios.
Minhas pernas, sem ter mais tecido algum para interromper, enlaçou-se em volta de seu quadril, tentando trazê-lo para mais perto, como se minhas mãos em seus ombros e cabelos já não fossem suficientes. Senti seu enorme volume que havia se formado, aprisionado em suas calças implorando para sair e soltei o gemido que a muito esperava em minha garganta para ser liberado contra seus lábios grossos.
A mão de Jacob que estava em meu quadril subiu, em meio aos apertões, fazendo todo o contorno da lateral de meu corpo até finalmente parar nas saliências de meus seios. Apertou-o de forma bruta, enchendo toda a sua mão, fazendo-me esbaforir sobre o móvel. Grunhiu mais qualquer coisa contra meu pescoço, mas naquele momento nada conseguia ouvir e num rompante impaciente levou as duas mãos até a parte da frente da camisola, arrancando-me qualquer tecido que poderia ter. Agora vestia as calçolas e apenas isto.
Senti o calor subir às bochechas, o calor do sangue que amontoava-se nelas, porém pouco tempo tive para tentar dar atenção a qualquer acanhamento. No segundo seguinte Jacob tinha os lábios contra um de meus seios e sugava-o de maneira atroz, como se estivesse sedento, tendo sede de mim.
A carícia fez-me levar a cabeça para trás, soltando um longo gemido e fazendo com que o contato entre os nossos sexos aumentasse. O membro de Jacob ardia, muito mais quente do que qualquer outra parte de seu corpo. Mordendo os lábios segurei em sua cintura, fincando minhas unhas nela para conseguir ter algum apoio, atritando meu sexo contra o de Jacob em uma deleitosa fricção que fez-o soltar um gemido em meio aos meus seios enquanto sentia-me cada vez mais úmida, prestes a estourar a qualquer momento de tanto tesão.
Quando abandonou-me os seios eles ardiam, escaldantes e vermelhos. Afastou-se um momento e fez com que meu corpo inteiro clamasse por ele, era incrível como reagia daquela maneira a cada mínima carícia dele.
— Jake! — A voz saiu pedinte.
Ele entendeu e limitou-se a dirigir-me um sorriso garboso, sem nunca estar longe demais, de modo que poderia sentir seu calor febril exalando, vindo como ondas até mim, coisa que parecia fazer tudo ficar pior, como numa vil tortura.
Levou as mãos até o cós da calça e abaixou-a somente o suficiente para liberar o seu membro enorme que estava hirto e pulsante em sua mão. Aproximou-se um passo e eu pude sentir seu calor contra minhas coxas, fazendo-me o ventre contorcer-se e mais líquido descer pelo meio de minhas pernas. Fez-me prender os lábios entre os dentes com força para não soltar um gemido.
Jacob percorreu com as mãos hábeis ao longo de sua grossa virilidade, uma e outra vez antes de prender-me novamente em seus lábios.
Apoiando as mãos em seu ombro achei o chão sob meus pés e desci do móvel. Jacob olhou fundo nos meus olhos e depositei um beijo em seu pescoço e em seu ombro, seu largo peito e quando cheguei ao seu rijo abdome estremeceu. Ajoelhei de frente para si, de frente para o seu intumescido membro e terminei de retirar sua calça. Passei a língua na suave pele sensível de sua cabeça, pela pequena fenda úmida que possuía. Jacob urrou, levou a cabeça para trás soltando um rouco gemido. Aquilo fez com que meu próprio sexo palpitasse, inchado e completamente banhado.
Suguei sua cabeça mais uma vez e passei a língua por toda a sua extensão. Jacob segurou-se no móvel a sua frente, tão fortemente que as dobras entre seus dedos ficaram brancas. Ajeitei toda sua virilidade em minha boca, da melhor maneira que podia, não caberia tudo mas suguei-o e lambi-o, passando fracamente os dentes, enquanto seu membro entrava e saia de minha boca, hirto e potente, parecendo ficar cada vez maior. A outra mão de Jacob veio ao meu cabelo, agarrou-o e incitou-me a continuar, açodando o ritmo das investidas contra a minha boca e a cada estocada parecia que mais um centímetro seu adentrava.
De sua boca apenas grunhidos e palavras desconexas saíam e seu membro latejava cada vez mais vivo dentro do úmido de meu lábios. Segurei-o em sua base, enquanto a outra mão arranhava a pele de seu abdome descendo e subindo. A mão de Jacob em meus cabelos ditava a cadência das investidas e meus dedos massageavam seu escroto retesado. Entrou e saiu de dentro de mim até seus gemidos ficarem mais altos e sua virilidade maior e mais quente. Senti-o inchar e estremecer e Jacob retirou-o de minha boca assim que seu gozo saiu quente em uma rajada que caiu derramando-se sobre os meus seios.
Jacob sorriu, apoiando-se com mais força na madeira e com o outro braço puxou-me. Segurou em minha cintura enquanto beijava meu pescoço e andava até a cama. Logo podia sentir a suavidade do colchão em minhas costas e o corpo de Jacob não tardou em parar por cima do meu, enlaçando-me em seus lábios novamente enquanto suas mãos cálidas apertavam-me corpo. Abandonou-os, trilhando um caminho quente por meu pescoço, indo parar em meus seios. Abocanhou o esquerdo, enquanto enchia a mão violentamente com o outro e estreitava-o entre seus dedos. Percorreu em círculos o contorno do mamilo com a língua antes de mordiscá-lo e sorvê-lo veemente.
— Es deliciosa Ness — Murmurou.
Desceu mais de seus beijos e quando chegou-os a minha barriga, mal conseguia encontrar o ar para respirar. Meu quadril inclinou-se em sua direção, implorando para que continuasse. Jacob sorveu em minha barriga e continuou lambendo-me até embaixo. Quando chegou às calçolas retirou-as delicadamente, deixando com que o ar frio que adentrava pelas frestas juntamente com o ar quente de sua respiração fossem as únicas coisas envolvessem meu sexo.
Depositou beijos com os lábios febris fazendo com que gemesse e contorcesse-me sobre os lençóis da cama. Então tomou-me novamente os lábios e antes que eu pudesse pensar ou raciocinar sua língua perita já havia entrado em minha boca, abrindo-me os lábios, entrando mais profundamente em um beijo sedento.
Minhas mãos arranhavam suas costas e passeavam livremente por seus cabelos quando seu membro, completamente ereto e latejante, pressionou-se contra minha entrada. Soltei um longo e despudorado gemido ao senti-lo, mordendo os lábios. Jacob já estava excitado de novo.
Abri mais as pernas, para que o contato entre nossos sexos fosse o maior possível, Jacob soltou um gemido rouco e remexeu-se sobre mim, movimentando seu quadril em uma fricção. Minhas paredes já estavam rígidas, eu não iria aguentar muito mais tempo naquele martírio.
— Vamos Jake, por favor — Minha voz saiu rouca e fraca sem que eu nem percebesse.
Meu sexo palpitava úmido e inchado em cada movimento que Jacob fazia. Forçou mais uma vez seu sexo contra o meu, fazendo minhas unhas cravarem firmes em suas costas, então observou-me com seus olhos profundos que pareciam tenuemente desfocados.
— O que você quer Ness? — Sua voz soou extremamente rouca. — Diga-me.
— Quero ter-te dentro de mim — Disse sem importar-me em como aquilo soaria.
Jacob deu-me um sorriso concupiscente e senti sua cabeça fazer pressão em minha fenda, gemia em deleite quando lançou-se impiedosamente contra mim, fazendo-me abafar o grito de prazer e dor em seus ombros. Ele também urrou, rouco contra meu ouvido quando começou com as investidas que rapidamente adquiriram uma velocidade vertiginosa. Não conseguia sentir nada mais além do prazer de tê-lo entre as pernas, da labareda que queimava-me por dentro, de suas estocadas firmes, fortes e precisas, que levaram-me a entrelaçar as pernas ao redor de seu quadril fazendo-o ir mais fundo.
Jacob aumentou o ritmo, enterrando-se dentro de mim em um entra e sai insano. A cama produzia um ruído toda a vez que se deslocava e logo depois um baque toda a vez que a madeira ia de encontro à parede, em sincronia com nossos corpos. Estava à beira do êxtase, sentindo meu sexo fisga-lo e minhas paredes apertá-lo.
— Goza pra mim Ness.
Sua voz rouca e calma foi o que bastou. Meus dedos agarraram na pele quente e nos músculos bem definidos de suas costas e minha cabeça foi para trás assim que atingi o ápice extremo em um escandaloso gemido, mas Jacob ainda não havia terminado, agarrou-se a madeira da cama, com sua respiração buliçosa batendo em meu rosto e foi preciso mais três investidas vorazes e duras para derramar seu líquido cálido e abundante dentro de mim. Enterrou os dentes em meu pescoço para que não gritasse e ofereceu-me mais espasmos novamente ao senti-lo.
Desvaneceu-se sobre mim, igualmente cansado e banhado de suor, com os cabelos grudados na testa. Cada terminação nervosa de meu corpo doía, rígida sob o seu corpo, mas ainda assim não queria que movesse-se dali, pretendia acreditar que as pernas, entrelaçadas as suas, fossem avisos suficientes para que soubesse bem disso.
Ainda estava dentro de mim e era assim que sentia-me mais plena, não mais vazia, sem saber o que era. Quando ele estava dentro de mim eu me encontrava, sentia-me verdadeiramente completa.
Nossos corações batiam rudes, um contra o outro, enquanto tentávamos normalizar a respiração. Jacob tinha a cabeça repousada entre os vales dos meus seios e passeava os dedos despreocupadamente ao redor de um mamilo em uma deliciosa carícia enquanto os meus afagavam seus cabelos negros.
— Eu te amo — Disse com a voz fraca a fatigada, quase que num sussurro, mas tive certeza de que ele ouviu.
Nunca palavras tão verdadeiras e sinceras haviam sido discorridas por meus lábios, tinha plena certeza daquilo. O corpo de Jacob sobre o meu por um momento ficou rígido, mas não dirigiu-me o olhar, ou falou qualquer coisa. De qualquer jeito não esperava nada diferente dele e não sentia-me verdadeiramente mal por isso. Amava-o, mesmo não podendo ser um sentimento recíproco e não havia vergonha ou fraqueza ao admitir o óbvio em palavras.
Jacob segurou em meu seio, apertou-o e beijou-o com os lábios macios. A outra mão dirigiu-se para minha cintura, invertendo as posições e pondo-me sentada sobre seu abdome.
O corpo doía como nunca doera antes, o sexo entre minhas pernas ardiam, clamando por algum descanso e tinha manchas vermelhas e roxas em cada parte do corpo que podia ver, mas Jacob estava hirto e trepidante novamente, com as veias de seu membro sobressalientes e inchadas e seus olhos negros fixos em mim de maneira intensa eram hipnotizantes, era impossível dispensa-lo em troca de descanso, e nem eu ansiava isso.
Apoiando as mãos em seu peito ajeitei-me sobre si e quando afundei-me rebolando em sua virilidade soltou um ronronar de satisfação bem vinda.
Notas finais
Beijinhos.
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