Notas iniciais
Avisos importantes lá embaixo!

– Por Deus, onde se meteste a noite inteira Renesmee? — A voz de Alice zumbiu em minha cabeça, não muito diferente a um enxame de abelhas antes mesmo que eu pudesse abrir os olhos.

Me arrependi quando o fiz. Devia se tratar de não mais do que seis da manhã, mas as primeiras serpentinas do fraco amanhecer já apareciam às janelas. Aquilo me irritou estranhamente o olhar, me obrigando a semi cerra-los para poder encarar seu rosto.

Estava mais pálida do que o habitual, os olhos virtualmente esbugalhados e eu conseguia ouvir os batimentos frenéticos de seu coração. O peito subia e descia conforme sua respiração descompassada.

Estalou alguns dedos no ar, tentando captar minha atenção.

Elevei meu corpo pela cama, enquanto os lençóis de linho rangiam abaixo dele. Apoiei minhas costas na madeira mogno da cama de quatro colunas.

– Não sabe o desespero por qual passei a noite inteira quando sai da casa da senhora Naomi e não consegui encontrá-la na carruagem, não consegui encontrá-la em lugar algum. — Seu tom de voz era mais baixo agora, mas ainda assim indignado. — Eu e Christopher a procuramos por toda a noite, madrugada, sem sequer poder perguntar sobre você pelas ruas e não levantar suspeitas. Então eu chego em casa e encontro-me com você deitada, dormindo tranquilamente sobre suas colchas. Quer me explicar isso?

Tentei me lembrar, mas eu realmente não conseguia, não tinha a mínima noção de como havia vindo parar em meu quarto, deitada na minha cama, com as roupas de dormir.

A última coisa a qual me recordava era a viela úmida, e como queimavam-me os pulmões por respirar aquele ar rançoso, o homem ferido aos meus pés agonizando, e depois seus dentes cravados em minha garganta. Aquela lembrança arrepiou-me os pelos, tudo parecia um sonho impossível e distante. Mas depois de tudo aquilo eu não conseguia me lembrar de mais nada.

Alice bufou impaciente do outro lado do quarto, mas a claridade escassa que escapava pela janela ainda faziam meus olhos arderem.

– Pode fechar as janelas e as cortinas por favor?

Caminhou até elas, parecia mais plácida agora. Assim que seu corpo pequeno inclinou-se para fechá-la uma rajada de vento escapou entrando pelo quarto e com ele trazendo o cheiro de Alice até minhas narinas que captaram tudo com uma rapidez ardilosa. Meu corpo fincou rígido no lugar e eu tive que apertar minhas unhas pelas colchas de linho para evitar que me levantasse e me atirasse na direção de Alice.

Ela nada notou, nos segundos seguintes fechou as duas grandes janelas e suas devidas cortinas.

Pude abrir os olhos normalmente, seu cheiro estava dissipado-se parcialmente pelo quarto, era só uma questão de não ficar muito perto dela, pelo menos até entender o que estava acontecendo.

Ela parou em frente a cama e cruzou os braços magros, esperando uma explicação.

– Eu voltei para casa sozinha, caminhando. — Menti. — A casa da senhora Naomi não é assim tão longe e o ar fresco me fez bem.

Eu só queria que Alice engolisse aquilo e fosse embora, eu precisava tentar entender as coisas. Mas seu rosto ficou ainda mais atônito do que quando havia irrompido pelo quarto como uma louca assim que ouviu cada palavra por mim proferida.

– Ficou louca? E se te vissem perambulando a noite por aí? Você já parou para pensar se isso chegar aos ouvidos de Jacob?

– Ninguém me viu. — A assegurei. — E eu sinto muito. Sei que o que fiz foi imprudente e estúpido, mas não pretendo repeti-lo.

– E seus pais? Não a interrogaram por chegar em casa a uma hora daquelas sozinha?

– Não me viram. — As mentiras fluíam por minha boca com naturalidade e certeza, de fato eu apostaria que ninguém havia me visto. — E nem nenhum dos criados, todos já haviam se retirado e eu me troquei sozinha. Só precisa encarregar-se de que Christopher não dê com a língua nos dentes.

Alice sorriu, visivelmente mais relaxada.

– Com isso não precisa se preocupar. Christopher não vai querer perder o bom emprego que tem e muito menos ver seu pai furioso, pois é assim que ele ficaria se viesse a saber de tudo isso.

Lhe retribuí o sorriso, grata por se tratar de Alice ali, naquela ocasião e não de nenhuma outra, sabia que nela poderia confiar.

– Agora vou deixar-te descansar um pouco, tentarei fazer o mesmo já que passei a noite em claro procurando-te. — Revirou os olhos. — Mas já aviso que a pouco subira uma donzela para arrumar-te. Jacob pretende vir aqui hoje afim de conhecê-la melhor antes do casamento.

Ela sorriu divertida, eu assenti, não demonstrando meu descontentamento interno com a visita, além de toda a loucura que estava ocorrendo ainda teria que ver meu sutil noivo.



Eu tentei dormir, juro que tentei. Deslizei meu corpo e afundei-me em meio aos travesseiros, lençóis e colchas, mas simplesmente não consegui. A cada segundo passado as perguntas feitas por Alice ainda martelavam em minha cabeça e eu havia mentido em cada resposta, não sabendo bem porque, só parecia insano demais profeir que um homem havia bebido meu sangue, eu nunca acreditaria em tais palavras se não ouvesse acontecido comigo. De qualquer modo parecia que eu não teria descanso enquanto não obtivesse algumas respostas.

Levantei da cama, pelo sol que escapava pelas finas brechas entre as janelas e as cortinas pude concluir que já deveria se passar das sete, havia ficado mais de uma hora deitada pensando.

Me dirigi a cômoda em frente a cama, a que continha um espelho apoiado na parede e quando olhei meu reflexo uma estranha inquietação formou-se em minha barriga. Eu estava diferente, mas ao mesmo tempo permanecia igual, era difícil descrever. Meus olhos atentos percorreram cada forma de meu rosto, minha pele que sempre havia sido muito branca parecia ainda mais, meus cabelos tinham mais volume e minha pele não apresentava nenhum mínimo tipo de imperfeição, estava perfeita a ponto de maquiagem ser desnecessária.

Fiquei algum tempo olhando-me no espelho, tentando perceber se aquelas mudanças sutis realmente aconteceram ou se eram coisas da minha cabeça confusa, Alice não havia notado nada incomum, mas Alice nunca foi o que pudéssimos chamar de observadora.

Desviei meu olhar do espelho, cansada de olhar pra mim mesma, cansada de tentar entender o que diabos estava acontecendo e acabar em um beco sem saída, sem respostas. Meu olhar observou a penumbra em que o quarto estava mergulhado e mesmo assim eu sabia onde encontrava-se cada minúscula peça. Por fim meus olhos se dirigiram a qualquer ponto a minha frente, a confusa cabeça caiu apoiada entre minhas mãos. Aquilo era insupotável. Com a cabeça baixa rapidamente percebi o papel amarelado e dobrado sobre a cômoda a minha frente, não estava ali ontem, eu podia afirmar com toda a convicção que tinha.

Meus dedos tremulantes o pegaram e eu respirei fundo, observando a mim mesma no espelho, estava com medo de um pedaço de papel?

Meus braços ainda tremiam, por mais que eu mandasse comandos ao meu cérebro para acalmar-se, lentamente abri o pedaço de papel, o coração deu um salto assim que li o que preferia-se das letras com escrita perfeita feitas à tinta negra.

''Espero que aproveite sua nova vida adorável Nessie.''

Em minha cabeça o labirinto sem saída tornavasse mais tortuoso. Ele conhecia-me, o homem que havia me atacado conhecia-me, sabia onde eu morava e como me chamavam.

Meus olhos ainda olhavam o papel sobre minhas mãos brancas e trêmulas, minha mente não conseguia chegar a sentido algum, estava cheia de espaços em branco. Meu corpo deu um pulo e o coração quase fora posto para fora assim que batimentos suaves do lado de fora da porta foram audíveis.

– Senhorita? — Disse a voz desalentada do outro lado da porta.

Dobrei rápido o papel, e escondi-o em uma das gavetas da cômoda, abaixo de uns livros e outros papéis velhos.

– Pode entrar.



Agradeci internamente aos céus assim que os lacaios chegaram portando bandejas de prata e colocando-as sobre a mesa, servindo-nos com o chá.

Jacob havia chegado a tarde, depois do almoço e não se importou de ser o único homem a mesa, tomando chá com três mulheres, já que meu pai havia tido um imprevisto de negócios e necessitou sair.

Os olhos atentos de minha mãe observavam cada mínimo movimento de Jacob, ela não fazia por mal, eu sabia, só queria conhecer melhor o homem a quem entregaria sua filha. Jacob também portavas-se como um perfeito cavalheiro, parecendo não notar seus olhares ardilosos, ou pelo menos fingindo não notar.

– Soube que comprou cavalos para a mansão com o senhor Ollie Jacob, são realmente ótimos cavalos.

A habilidade de Alice de iniciar um assunto era admirável e ela sabia de cada fofoca ou boato de qualquer um da cidade.

Jacob deixou de bebericar a xícara de chá e olhou-a, levantando uma sobrancelha, provavelmente surpreso por ela saber aquilo.

– Absolutamente. Necessito de cavalos para puxar as carruagens e todos os meus infelizmente permaneceram em Berkshire.

– Deve sentir uma saudade imensa de lá, sempre tive vontade de conhecer.

– Berks é um condado incrível e quando dispuser de tempo e vontade faço questão de que fique em minha propriedade.

Os olhos de Alice brilharam e seu sorriso esticou-se no rosto, não era de se admirar que ela apreciasse tanto Jacob. Mamãe também sorriu, ele cativava a todos por apenas ser bem educado, um verdade cavalheiro, e reconheço, na presença de outros.

– Mas também não se engane, Devon é muito mais bonita. — Ele sorriu.

O chá durou ainda mais alguns minutos, entre conversas agradáveis e casuais, principalmente entre Jacob e Alice, minha mãe também comentava, mas Alice sempre havia sido a mais tagarela da família. Eu apresentei apenas breves comentários, não me deixaria enganar pelo falso cavalheirismo de Jacob, eu já havia comprovado em outro momento que tudo não passava de encenação e conveniência.

Devo ter bebido umas três xícaras de chá, o cheiro do hortelã que subia com sua fumaça me ajudava a manter-me concentrada. O cheiro forte de Jacob que se encontrava a meu lado estava me embriagando, e a mesma vontade de jogar-me contra o corpo dele eclodiu, mas dessa vez era muito mais forte, dessa vez a experiência com Alice, na manhã daquele dia, parecia insignificante.

– Bella vamos deixá-los sozinhos, precisam conhecer-se melhor. — Alice se manifestou enquanto levantava da mesa, arrumando o vestido bufante cinza, uma das suas novas aquisições.

Minha mãe assentiu enquanto levanta-se também e antes de partir lançou-me um sorriso feliz, eu conhecia aquele sorriso, Jacob havia sido aprovado por ela.

Amaldiçoei Alice em pensamento, ela deixou-nos sozinhos bem na hora em que ia inventar uma enxaqueca.

Jacob aproximou sua cadeira da minha e seu cheiro atingiu-me de uma forma que tive que prender a respiração e tentar pensar em qualquer coisa menos naquilo, estava difícil, estava impossível com ele tão perto, com seu coração batendo tão alto.

– O que você acha de darmos um passeio? Mostrar-me seus belos campos enquanto o sol ainda está posto?

– Acho uma terrível ideia já que sei o resultado de dar passeios com o senhor.

Jacob riu, uma risada rouca que saiu de seu peito e que soou mais sexy do que deveria em meus ouvidos.

– Acha que faria-te alguma coisa agora? Em sua própria casa, repleta de serventes?

Revirei os olhos tentando transparecer que aquilo me enfadava, vacilei ao ponto que aquilo não parecer genuíno nem mesmo para mim, o sorriso torto nos lábios de Jacob aumentaram.

Eu estava em um luta interna, entre o que eu queria fazer e entre o que eu deveria fazer. O que eu deveria fazer era simples demais, subir ao quarto e continuar ponderando sobre a noite passada. O que eu queria fazer era tão mais complexo já que eu mesma não sabia respondê-lo com certeza.

Jacob levantou-se da cadeira e afastou a minha sem que eu tive-lhe dado uma resposta, mas já era tarde, eu acabei fazendo o que queria fazer, entreguei-lhe minha mão e deixei-o guiar-me porta afora.

O sol ainda irritava-me, mas não tanto quanto a manhã, talvez estivesse me acostumando. Jacob parou de andar assim que subimos a virtual inclinação que havia a um lado do campo e sentou-se. Sentei-me ao seu lado, ajeitando toda a camada de tecidos provenientes do meu vestido.

Jacob olhava a mansão e os serventes que pareciam menores daqui. Alguns cuidavam do jardim, outros dos cavalos e outros apenas davam assistência as suas próprias crianças. A visão era realmente estonteante, até mesmo para mim, que poderia vê-la todos os dias.

Jacob suspirou, ainda sem olhar-me ou dizer qualquer coisa, o peito musculoso e amplo subiu e desceu ocultado pela blusa branca de algodão egípcio. Seu aroma viajou até mim e filtrou-se através de minhas fossas nasais, rodeando-me, penetrando-me. Bebi dele, tão embriagada por sua proximidade como um cavalheiro estaria depois de tomar umas taças. E então o desejo esdrúxulo rompeu novamente, dessa vez com mais intensidade, incontrolável, não havia nada ali para distrair-me, era apenas Jacob e eu.

Meu corpo lançou-se contra o dele e Jacob já estava pronto para receber-me em seus braços, antes que eu pudesse pensar ou raciocinar, sua língua perita já havia entrado em minha boca, me abrindo os lábios, entrando mais profundamente. Extraiu o gemido que esperava em minha garganta para ser liberado.

Minha mão deixou sua face e deslizou para baixo, meus dedos roçando em seu pescoço, na pele macia que se encontrava ali, enquanto a outra ainda bagunçava-lhe os cabelos, o trazendo mais para perto. Minha boca ainda era pressionada contra a sua e nossas línguas dançavam umas contra as outras, o cheiro dele estava por todo o lugar.

Minha mão foi descendo sem que eu percebesse enquanto procurava o pulso, o sangue trepidante que pulsava ali, e deslizei a boca diretamente para aquele ponto. Minha língua procurou o fluxo trepidante até que ele estremeceu. O que tinha despertado em mim? Cada fibra de meu ser morria e clamava por aquilo.

Os beijos concentrados apenas naquela região estavam me deixando insana, eu precisava de mais e mais, apenas sentir sua veia pulsando ali contra a minha língua era excitante demais, sentir a sua vida transcorrendo e latejando por aquele local. Mas no que eu estava pensando afinal? Esse era precisamente o problema, não estava pensando. A proximidade de Jacob era como uma droga que me arrastava, apagando os limites do que estava bem e o que estava mau, nublando a razão. Tudo o que eu queria agora era romper a pele de seu pescoço, apenas uma mínima fissura, e sentir a vida dele em minha língua, deslizando por minha garganta.

Teria-o feito de fato se Jacob não erguessem meu rosto a procura de meus lábios de novo. Senti suas mãos quentes em minhas pernas, por debaixo do desgostoso vestido que agora parecia impedir muita coisa. Enquanto beijava-me os seios, superficialmente expostos pelo largo decote do vestido sua mão subiu até as minhas coxas, abrindo minhas pernas um pouco mais enquanto a outra mão puxou-me para ainda mais perto. Em seu colo senti seu membro rígido e pulsante em minhas coxas, aquilo pôs a prova meu coração que golpeava-me incessantemente e umedeceu meu próximo sexo. Não sabia que havia gemido até que ele ressoou em meus ouvidos, misturado-se ao rugido liberado pela garganta de Jacob.

O desejo cada vez mais incontrolável discorria dentro do meu corpo ao mesmo ritmo que o estremecido coração pulsava apertado contra meu peito.

Jacob voltou a buscar meus lábios, desta vez mais atroz, não me importei, lancei meu corpo ainda mais a frente, fazendo meu sexo umedecido encontrar com seu membro, que a essa altura forçava a costura das calças pretas justas, o rugido de Jacob entoou dentro de mim e eu sorri contra a sua língua devido a isso.

O gosto mais estupendo que eu jamais cheguei a sonhar a sentir acentuou-se em minha língua e tudo o que eu queria era sentir mais daquilo. Era inigualável, nunca havia experimentado nada tão magnífico.

A magia pareceu durar milésimos de segundos. Jacob afastou-me dele, como se meus braços rigidamentes postos ao redor de seu pescoço não fossem nada.

Levou uma das mãos a boca, enquanto limpava a pequena fissura em seu lábio inferior, ao qual saía uma linha contínua de sangue escarlate e hipnotizante. Bramava uma centena de palavrões.

O choque foi imediato e eu obtive com agrura alguma das respostas que me fazia incessantemente a pouco. Agora eu sabia do que estava atrás quando aquela vontade de jogar-me em direção a qualquer outra pessoa se dava, eu estava me tornando um monstro, assim como o monstro que havia me transformado.

Meus olhos turvaram-se em resultado as lágrimas, que já se atreviam a brotar na frente dele, levante-me de seu colo como se aquilo me desse um choque e apesar de suas mãos tentarem me segurar no lugar eu me afastei, dando dois passos para atrás.

Parecia bem melhor agora, a fissura era apenas uma linha vermelha, de onde não gotejava mais sangue. Ele olhava-me tentando entender e eu sentia repúdio de mim mesma por ainda desejar aquele sangue arduamente.

– Eu... Eu sinto muito, me desculpe. — Murmurei.

Jacob estendeu-me os braços novamente e fez menção em levantar-se.

Dei mais alguns amplos passos para trás ainda encarando sua expressão confusa. Então dei-lhe as costas e me pus a correr, em plenos pulmões de volta a casa.

Notas finais
Como vocês notaram, ou podem deduzir, a Renesmee virou vampira e como a história é universo alternativo meus vampis são um pouco diferentes dos da steph, então vou esclarecer alguns pontos aqui.. 1) Eles não brilham na luz do sol e nem viram cinzas, queimam e etc... eles se sentem um pouco incomodados, mas não passa disso. 2) Eles aqui têm sangue (da pessoa que eles bebem) e por isso ainda possuem um coração batendo. 3) Eles podem chorar se quiserem. 4) Eles têm presas e quando ficam com sede ficam parecidos com os vampiros de Vampire Diaries. Abaixo uma foto caso alguém nunca tenha visto... [ http://data.whicdn.com/images/7112076/tumblr_lgk0rmG8DR1qgrlejo1_500_large.jpg?1297597712 ]*suspira* Até assim o Damon continua lindo e sexy K Qualquer coisa a mais aviso vocês e qualquer dúvida, elogio, crítica construtiva e seus afins mandem reviews que eu respondo. Beijos.