My Rebel Heart

24 Revelações, tratos, acordos e prazos. (Regina)


Notas iniciais
Hello Darlings VAMOS SEGUINDO COM A "SEMANA ESPECIAL"!!! Então, o capítulo de hoje é muito importante para o andamento da fanfic, vai clarear as ideias e vai dar muitas respostas para vocês! NÃO É PQ FUI EU QUE ESCREVI NN, MAS TA MUITO BOM! Bom, boa leitura amores! ❤ Twitter: @HausOfVal

Assim que aquela estranha entrou em minha casa, eu fechei a porta e a indiquei o sofá principal.

No momento que ela se sentou, Zelena apareceu e se assustou com a mulher sentada ao meu lado, assustou a mulher a minha frente e consequentemente seu gato:

“Quem diabos é você?” – minha irmã exclamou o mais alto que pode fazendo com que o gato em minha frente grunhisse alto e arranhasse sua dona.

“Oh meu santo Deus!” – a mulher a minha frente exclamou com um sotaque tão carregado que tirou todas as dúvidas que eu tinha sobre ela ser ou não do meu Reino. E a resposta foi: não – “Está tudo bem Lúcifer...” – Ela disse acariciando o pelo arrepiado do animal.

“Está tudo bem?” – eu disse aproximando minha mão de seu ferimento no braço.

“Oh, está sim querida!” – ela disse enquanto uma névoa da cor de seus olhos se envolvia em seu braço a curando.

Ok, ela tinha magia.

“Você é a dona dele?” – Zelena disse se aproximando de nós.

“Oh, sim.” – Ela disse meio hesitante e então olhou para mim como se perguntasse se poderia confiar na figura ruiva a sua frente, em resposta eu apenas assenti e ela sorriu voltando a mirar minha irmã – “Você ajudou Henry com os cuidados dele?”

Zelena apenas assentiu e o sorriso da mulher a minha frente se tornou ainda maior, então com um movimento de sua mão esquerda, ela fez aparecer uma corrente com um pingente de esmeralda em formato oval por trás de uma névoa cinza.

“Por favor, aceite esta corrente como um agradecimento por cuidar de meu gato!” – ela disse estendendo a mão e assim que minha irmã viu o pingente, ela sorriu e o pegou, agradecendo e dizendo que não tinha feito nada demais.

Então Zelena levantou o olhar, e seus olhos encontraram os da mulher a minha frente. A surpresa estampada em sua face foi absurda. Ela dividia o olhar entre os meus olhos e os dela, enquanto esboçava um perfeito “O” com sua boca.

Algum tempo depois, minha irmã arranhou a garganta, me lembrando de que eu não tinha respondido sua pergunta. Mas, afinal, quem era a mulher em minha frente? Nesse momento eu fitei seus olhos e eu inacreditavelmente não vi nenhum traço de perigo ali.

“Zelena, está tudo bem! Você poderia nos deixar sozinhas durante um tempo?” – eu disse suavemente olhando para minha irmã que apenas assentiu dizendo que daria uma volta pela cidade enquanto sua filha dormia e guardando o seu mais novo presente no bolso de seu casaco.

Assim que Zelena saiu, eu foquei meus olhos nos dela e ela nos meus. Ficamos nesse transe durante um bom tempo até que a sua voz de fez presente:

“Você não imagina o quanto eu esperei para ver alguém com o mesmo poder que o meu.” – então ela sorriu.

“O que?” – eu exclamei assustada.

“As Lágrimas da Rainha...” – Ela disse como se fosse óbvio.

“A Lenda fala sobre apenas uma mulher...” – Eu disse enquanto me levantava – “Você está mentindo! SOU EU!”

“Sinto muito por seu ego, Re-gi-na, mas somos duas!” – ela disse enquanto acariciava seu gato sem nem se importar com a minha reação.

Naquele momento a única coisa que eu tinha força pra fazer era me sentar e tentar engolir aquela informação.

Eu não era a única.

Todos esses anos imaginando ser a única com esse fardo, e agora eu não era a única.

Mas, como num clique, eu lembrei que não sabia nada sobre a estranha em minha frente.

“Espera! Você sabe meu nome, o do meu filho e da minha irmã e eu nem sei quem você é... Quem é você?” – eu sussurrei já perdendo a paciência.

“Meu Deus, é a segunda vez que ouço isso nessa terra...” – Ela disse com um revirar se olhos – “Mas pra você eu dou detalhes, já que acho justo, visto que sei toda a sua história...” – ela dizia como se fosse para ela mesma” – “Apenas fique CALMA MULHER, eu não vou fazer nada com você!” – ela concluiu como se eu imaginar isso fosse o maior absurdo existente e ela começou:

“Resumindo: meu nome é Victória, que por sinal, é o nome de uma rainha deste mundo... Eu nasci e fui criada no Reino de Gregon... Minha infância não foi muito melhor que a sua, querida! Eu fui filha de um inventor da cidade... apontada na rua em todos os momentos que pisava na mesma. Aos 15 anos comecei a treinar magia e descobri que era a Rainha das Lágrimas da Profecia... No auge de meus 17 anos, eu me apaixonei por um cavaleiro do Rei. Mathew era seu nome.” – ela disse enquanto lágrimas manchavam sua vista – “Mas ele foi morto por camponeses, na minha frente enquanto os mesmos tentavam retirar minhas lágrimas...” – Então Victoria deu uma pausa para controlar o choro, quando eu fiz menção de a interromper, ela continuou – “Nesse mesmo ano, eu fugi para o Reino vizinho, para me proteger... E lá fui capturada e vendida para o Rei como esposa...” – ela disse fazendo outra pausa para controlar o choro, então eu peguei sua mão e apertei, mostrando que sabia, ao menos um pouco, do que ela tinha passado – “Foram terríveis momentos, mas então tudo melhorou quando eu vi o rosto de minhas duas filhas: Anastácia e Drizela. Elas eram tão lindas!” – ela disse com um sorriso nostálgico – “Anastácia gostava de tudo relacionado a plantas! Com 7 anos já tinha sua própria estufa, que era a maior do Reino! Já Drizela era apaixonada por animais... Nós até tínhamos um gato chamado Deus... Drizela prendeu com uma amiga sua a adestra-lo...” – ela disse com seus olhos mostrando todo o orgulho que sentia –“Cruella era o seu nome.” – ela disse com um sorriso.

Cruella.

Victoria conhecia Cruella.

Eu sabia que Cruella em seu carro tinha passado por muitos reinos, mas não imaginava isso.

Fazia tempo que eu não ouvia seu nome, desde sua morte, mais precisamente, mas eu não tinha tempo para pensar nela agora.

“Bom, continuando.... meu marido, o Rei, tinha um filho mais velho, que não dava sossego a nenhuma de nós... 10 anos depois eu descobri que ele tinha abusado de minhas filhas, suas irmãs... e então eu fugi... por pura raiva e essa é uma das coisas que eu nunca irei me arrepender...” – ela disse fitando os meus olhos, como se quisesse mostrar a veracidade de suas palavras – “Bom... fui capturada novamente...” – Ela disse com um sorriso triste – “Mas eu e minhas filhas conseguimos fugir e antes de sermos capturadas mais uma vez, eu consegui um outro casamento.. Com um cavaleiro do Rei, era arriscado... muito arriscado porem era o único jeito... O único problema era que ele tinha uma filha.... Cinderela.” – ela disse com um revirar de olhos – “Sempre deslumbrada com a vida no Palácio, achando que o Príncipe iria bater os olhos nela, se apaixonar e leva-la para o Castelo... E MICHEL ALIMENTAVA ESSA INSANIDADE!!” – ela disse se levantando, então Lucifer se aconchegou no meu colo.

Victoria deu 3 suspiros pesados e se sentou novamente, continuando – “Eu fiz de tudo para tirar isso de sua cabeça... Fiz de tudo para ser a melhor madrasta que ela poderia ter... Fiz de tudo para ser a mãe que ela não tinha... mas ela sempre ficava criando suposições sobre o quão ruim eu era, é o quão infeliz eu queria que ela fosse... Mas tudo piorou com aquele maldito convite... Cinderela, com seus 18 anos recém completados, achou o convite antes de mim e colocou na cabeça que iria ao maldito baile que o Rei estava dando para seu filho. Eu tentei conversar com ela, mas nada adiantava... então eu a proibi de ir, com a ideia ingênua de que ela iria me obedecer... Bom, ela roubou um de meus vestidos azuis, de quando eu ainda era rainha, e fugiu. No outro dia, tudo o que eu ouvia pelas ruas do Reino era que o Príncipe tinha se apaixonado por uma moça misteriosa que usava azul e sapatos de cristal, que a mesma tinha perdido um deles na escadaria do Castelo e que o Príncipe iria mandar alguém bater de porta em porta para achar a garota... apenas essa informação fez com que minha mente ligasse todas as informações, a moça era minha entreda, Cinderela. Minha cabeça girou e eu voltei o mais rápido possível para casa. Eu e minhas filhas estávamos em perigo! Eu já tinha minha magia, só precisava achar minhas filhas e sair dali, porém eu não fui rápida o suficiente.”

Nesse momentos, até os meus olhos estavam marejados, então ela continuou – “Antes de que tudo estivesse pronto, eu fui solicitada por uma governanta para ir ao encontro de um mensageiro do Castelo.” – ela disse já sem nem tentar segurar as lagrimas que manchavam seu rosto – “Eu nunca tive tanto medo em toda a minha vida, porém eu tinha que enfrentar aquilo, e assim fiz. Quando cheguei na sala principal. Eu o vi. O Grão Duque. E ele me reconheceu. Antes de eu ter tempo de fazer qualquer coisa, eu fui novamente capturada...” – Ela dizia chorando com tanta força que eu apenas a abracei – “Eles... Eles decapitaram minhas filhas em minha frente... Em minha frente Regina!!” – ela sussurrava em meu ouvido enquanto suas lágrimas manchavam meu vestido, e nem eu consegui segurar o choro.

Sua história era terrível.

Eu posso ter sofrido muito, mas eu não vi um filho meu ser decapitado em minha frente.

E ela viu duas.

Depois de estabilizar seus soluços ela continuou:

“As pessoas dizem que foi nesse momento que eu me tornei má... bom, a muito tempo eu cansei de me importar com a opinião alheia... Eu fiquei 4 anos sendo prisioneira do Rei e, só então consegui fugir. Fui para o Reino mais distante que tinha conhecimento: Helsken. Fiquei durante muito tempo nesse Reino e foi lá que eu soube de sua existência...” – ela disse com um sorriso esperançoso — “Fiquei anos te estudando e tentando encontrar um jeito que ir ao seu encontro, até que eu descobri uma maldição.... Você sabe de que maldição eu estou falando, não sabe?” – ela disse fitando meus olhos.

A Maldição das Trevas.

“Mas, só existia uma, não é?” – eu perguntei receosa, já que várias coisas que eu achava serem únicas não eram.

“Exato..” – ela respondeu com um sorriso de canto – “E você já tinha a lançado, tão eu fui atrás de quem a criou.” – ela concluiu enquanto suas bochechas iam ficando em uma coloração avermelhada.

Ela estava corando.

“Rumple? Mas ele estava aqui!.. E Você e Rumple...?” – eu questionei enquanto, inconscientemente, criava uma realidade em que a mulher a minha frente e meu professor de Magia eram um casal.

O espanto dela foi absurdo, seu rosto de contorceu em uma careta inexplicável e a única coisa que ela disse foi: “NÃO E NÃO! Ele, embora seja o Senhor das Trevas, não tem cacife pra criar algo assim... E ELE NÃO FAZ MEU TIPO!!” – ela concluiu com tanto nojo que eu não pude segurar a risada...

“Ok! OK! Então quem a criou?”

“Fiona, a Fada Negra, é claro!?” – ela disse com se fosse óbvio ficando ainda mais vermelha.

Isso era outra novidade.

“Ohhhh!” – eu disse com um sorriso bem sugestivo.

“Pare!” – ela disse focando seus olhos no chão. Minha única reação foi pegar minha mão livre de Lucifer e levantar seu queixo, é o que eu vi em suas órbitas foi puro e claro.

Eu vi amor.

“VOCÊ A AMA!” – eu gritei ainda processando a informação.

“Amo! Mas ninguém além de mim e você precisa saber disso” – ela cochichou com um sorriso encantador, que eu nem sabia que podia existir no rosto de alguém que sofreu tanto.

“Ela sabe que você a ama?”

“Não, mas eu irei contar na próxima vez que vê-la!” – ela exclamou com convicção -“Mas vamos voltar enquanto eu ainda tenho coragem de falar sobre tudo isso... Nós fizemos um acordo: eu dei um pouco de minhas lágrimas a ela e a coisa que eu mais amava, que era o gato da minha filha, e a mesma me deu uma réplica diferente da Maldição das Trevas.... essa Maldição apenas amaldiçoava quem ela queria e fazia com que eu trouxesse quem e o que eu quisesse para Storybrook, por um tempo determinado.. 6 dias, mas ao menos eu não mataria ninguém... Fiquei durante muito tempo planejando como vir para cá e fazer o que quero dar certo, ate que consegui uma estratégia para que o tempo que ficarei aqui seja suficiente para conseguir o que eu quero e voltar para onde vim.”

“E o que você quer?” – eu disse ainda processando as informações.

“Suas Lágrimas.” – ela disse fitando os meus olhos.

Nesse momento minha postura endureceu e eu me levantei. Então era isso que ela queria o tempo todo?

“Não! Use as suas!”

“Vamos lá Regina, você não é estúpida e sabe que não podemos usar as nossas lagrimas para nós mesmas!”

“Eu... Eu não vou dá-las a você! Ao menos não sem saber o que você quer fazer com elas!”

“ISSO NÃO É PROBLEMA SEU!” – ela gritou ofendida – “Espere! VOCÊ ESTÁ DUVIDANDO DE MIM???” – ela disse já começando a chorar outra vez.

Silêncio foi a única coisa que eu me atrevi a emitir.

Eu a tinha conhecido naquela noite, não posso confiar assim tão rápido nela.

“Ótimo, Re-gi-na!” – ela disse com desdém enquanto invocava um filtro dos sonhos e o atirava em minha direção. Assim que foquei naquele objeto, eu nem precisei fazer magia, foram mostradas a mim lembranças.

Lembranças de Victoria.

Sua infância sendo apontada na rua.

Sua adolescência com o cavaleiro.

A morte do mesmo.

Ela sendo capturada.

Seu casamento com o Rei.

O nascimento de suas duas filhas.

O seu segundo casamento.

Cinderela a insultando.

O Grão Duque a reconhecendo.

A morte de suas filhas.

Ela fugindo novamente.

Ela estudando jeitos para me encontrar.

Sua viajem até a Fada das Trevas.

O dia que ela lançou a maldição.

E o dia que ela acordou aqui.

Tudo estava lá.

Ela realmente não tinha mentido.

Me senti uma tola por não acreditar nela e comecei a chorar.

Nesse momento Victoria, que até então estava de costas para mim, como se ver aquelas lembranças fosse dolorido demais, se virou e veio ao meu encontro. Ela me segurou com suas mãos e sentou comigo no sofá.

“Não chore!” – ela disse – “Eu sei que é muita coisa pra engolir de uma vez só, mas, apenas acredite em mim!” – ela disse com um semblante cansado.

E naquele momento eu acreditei.

Eu acreditei e sorri.

“Bom, eu tenho um trato a lhe propor.” – ela disse suavemente enquanto eu a olhava – “Eu cheguei aqui na última manhã, consequentemente, eu só tenho 5 dias restantes aqui” – ela dizia enquanto soltava minha mão e mostrava o número 5 com os dedos — “ Eu te dou 5 dias para decidir e me entregar lágrimas... O bastante para 5 desejos, um para cada dia de espera... Obviamente eu terei que te dar um pagamento, e esse será a mesma quantia, só que em minhas lágrimas.” – ela disse por fim com um sorriso. ***

As lágrimas dela.

Caso eu aceite, eu receberia as lágrimas dela.

“Eu... Eu..” – comecei a balbuciar anos perdida.

“Vamos lá Regina, você quer isso tanto quanto eu! Pense em todas as coisas que você pode ter! 5 desejos são muita coisa!” – ela disse sendo sincera – “Eles podem te trazer conceser muitas coisas.... podem te trazer muitas pessoas de volta, desde Rocinante, até seu pai e Daniel... ou Robin!”

Metade de minha mente apenas dizia para entregar logo as minhas lágrimas e receber as dela...

Eu poderia fazer tantas coisas... me livrar de tantas coisas...

Eu poderia ter meu pai de volta.

Eu poderia ter algum dos meus amores de volta.

Amores.

Como num clique minha mente me levou para Emma Swan. Involuntariamente eu ergui minha cabeça e lancei um olhar para a mancha escura em minha parede.

Eu poderia simplesmente esquecer de Emma Swan.

Poderia esquecer de meu sentimento por ela...

Esquecer do que ela fez comigo.

Esquecer de toda essa dor no meu coração.

Seguindo meu olhar, Victoria levantou e foi em direção a mancha.

“Cuidado!” – eu sussurrei e a mesma apenas me lançou um olhar tranquilizador.

“Regina... apenas para ajudar seus pensamentos, isso não é um veneno!” – ela disse passando o dedo indicador em cima da mancha – “Isso é uma poção!” – ela concluiu olhando pra mim.

Minha cabeça simplesmente girou.

“O que?” – eu disse olhando para a mulher que sorria a minha frente – “Poção para que?”

“Isso você tem que descobrir sozinha querida!” – ela disse pegando Lucifer do chão e vindo em minha direção – “Eu sei o que acontece no seu coração querida... demorou muito para que eu descobrisse como ver o interior das pessoas, mas eu consegui e a única coisa que tenho a te dizer é para pensar, nas duas loiras a sua volta e em seu sentimento sobre elas.”

Duas loiras.

No mesmo instante, imagens de Maleficent e Emma entraram em minha mente brigando por dominância.

Ela sabia até do que eu escondia de mim mesma.

“Não fique assustada querida, apenas siga meu concelho de.... amiga?” – ela perguntou com uma sobrancelha erguida.

“De amiga!” – eu assenti e sorri.

“Bom, aparentemente nós somos amigas que partilhamos segredos... espero que o meu esteja seguro com você do mesmo jeito que o seu está comigo!” – ela disse seria e eu apenas assenti- “Bom, eu preciso ir agora, preciso te deixar com seus pensamentos!”

“Você não gostaria de ficar? A casa é grande! Você pode dormir aqui!”

“Não querida, já está quase amanhecendo e eu tenho um abrigo no meio da Floresta, prefiro ficar lá com meu cavalo e Lucifer!”

Então, ambas fomos em direção a porta principal e eu me despedi de seu gato com um carinho em seu pelo e quando fui me despedir de Victoria ela disse:

“Bom.. 5 dias! Não me deixe esperar muito para sua resposta, porque eu sempre tenho um plano B!! E... por favor, aceite, eu esperei muito por isso e isso só fará bem... para nós duas. Até mais querida!” – ela finalizou me abraçando e indo embora, me deixando para seguir seu conselho, pensar.

Notas finais
Obrigada por lerem darlings! Se preparem porque essa semana é muito especial pois, como prometido, terá att tdo o dia. ❤ Espero ansiosamente o retorno de vcs por meio de lindos xingamentos e ameaças de morte...❤ Grupo da fic: https://chat.whatsapp.com/JlbzS21ikDjL5C3X7kEMCe PS: Muito obrigada pelos comentários, favs e inventivos, vcs fazem minha semana melhor Xoxo Val (@HausOfVal)