Notas iniciais
E aí, bebês? Como vocês estão? Então, eu terminei de escrever o capítulo um dia antes da minha previsão (sexta-feira), mas isso não é motivo para reclamar, não é? Eu gostaria de agradecer a todos que estão acompanhando, favoritando e comentando a Fic. Um agradecimento especial àqueles que comentaram, pois isso me animou e eu escrevi bastante em apenas três dias. Enfim, boa leitura e aproveitem o capítulo. PS: por favor leiam com atenção e me avisem caso haja qualquer tipo de erro no capítulo, O.K.? Assim eu posso corrigi-los já que às vezes alguns erros passam despercebidos quando eu leio o capítulo. :3

A carruagem mágica pilotada por John andava em uma velocidade surreal. Tanto é que Lucy precisava segurar Júpiter, sua Exceed, com atenção redobrada. E porque os cinco estavam em uma carruagem mágica em alta velocidade? Bem, para explicar com exatidão é necessário voltar um pouco no tempo. Logo após o contato telepático do mestre Erik, no qual ele contava sobre os últimos feitos da Tartaros, descobertos por ninguém menos do que a Fairy Tail, os cinco magos e a pequena Exceed partiram imediatamente para a localização da casa do ex-presidente do Conselho Mágico. E com o intuito de chegar rapidamente, John se ofereceu para dirigir. Na opinião de Lucy, qualquer um dos cinco magos poderia dirigir, devido à grande quantidade de poder mágico que cada um possuía, mas John insistiu para que fosse ele.

Porém Lucy não se sentia incomodada pela velocidade em si, pois quanto mais rápido fosse o transporte, mais rápido eles chegariam ao seu destino, a casa do ex-presidente. O que realmente incomodava Lucy era o fato de ela saber que quanto mais rápido o veículo se movesse, mais rápido ela reencontraria sua antiga guilda, ou no mínimo algum membro dela. Provavelmente se alguém perguntasse para ela se ela estava bem, a maga responderia sim, sem dúvidas, porém internamente a antiga guilda ainda possuía uma influência sobrenatural sobre ela. A Maga Celestial estava poderosíssima e ninguém jamais poderá feri-la fisicamente de novo. Porém ela ainda estava com sua mente ferida, de uma forma que ela ainda não pôde curar.

A loira ainda cogitava a hipótese de pegar Júpiter e saltar pela janela do veículo, mas isto seria um ato covarde. E ela não poderia mais viver com medo de seres tão desprezíveis quanto eles.

− Lucy? – chamou Marcus.

− Sim? – atendeu a loira.

− Já chegamos – avisou o moreno.

E então Lucy olhou ao redor e viu que ela era a única que ainda estava no veículo. Todos os outros já haviam saído e estavam aguardando a Maga Celestial descer da carruagem.

Lucy desceu do veículo com Júpiter em seus braços. Ela olhou ao redor e constatou que o antigo presidente morava em uma grande residência isolada no coração da floresta. A jovem mal sabia onde estavam exatamente.

− De acordo com as informações do mestre, é esse o lugar – disse John – Sabia que tinha pegado o caminho certo – completou, olhando para Marcus.

Marcus por sua vez apenas bufou, fechou os olhos, empinou o nariz e seguiu para a porta da frente.

− Maldito orgulhoso – ralhou um muito irritado John, baixinho, de forma que apenas as garotas ouvissem.

− Relaxa – disse Katherine enquanto passava o braço pelos ombros do rapaz – Você sabe que lá no fundo, bem no âmago daquele coraçãozinho gelado que o Marcus tem, ele reconhece que você tem razão. Apenas não admite – terminou dando uns tapinhas de leve nas costas do amigo.

Depois disso, a morena foi se juntar a Marcus.

− Ela tem razão – concordou Carol, também batendo nas costas do rapaz e indo para a porta da frente.

Lucy deu alguns passos à frente e disse próxima de John:

− Eu não vou bater nas suas costas.

John riu por um microssegundo e foi se juntar aos outros, assim como Lucy.

Os cinco pararam em frente à grande porta dupla, que era a entrada, e Katherine deu uma batidinha de leve na mesma. Os cinco magos ouviram passos pesados caminharem em direção à porta e alguns segundos depois ela foi aberta por um senhor de idade. Ele era grande e alto. Possuía uma grande barba, completamente branca, a qual era amarrada em dois coques. Os poucos cabelos de sua cabeça formavam um coque igual aos da barba. Suas vestimentas um tipo de “camisola”, mas esta se assemelhava a uma túnica e ela era verde.

− Vocês devem ser os magos da Phoenix Sorciére, não é? – perguntou o senhor em um tom gentil.

− Sim, meu nome é Marcus e estes são John, Katherine, Carol e Lucy. Eu sou filho do mestre Erik – respondeu Marcus educadamente.

− Meu nome é Crawford Seam e sou o ex-presidente do Conselho Mágico. Então, o que estão esperando? Entrem, entrem – falou alegre enquanto abria passagem – Eu estou muito grato por vocês estarem aqui para proteger um velhaco como eu, mas a sua presença pode não ser tão necessária.

− Por que diz isso? – perguntou John.

− Não estão sabendo? – retrucou o homem enquanto guiava os magos até um cômodo – A Fairy Tail mandou duas magas para cá. E elas são poderosas o suficiente para me proteger, mas é como dizem: quanto mais, melhor.

Dito isso, o senhor abriu uma porta. Esta dava para um cômodo com uma grande mesa e diversos vasos de plantas ao redor do recinto. A mesa e as cadeiras eram feitas de madeira, provavelmente mogno.

Sentadas à mesa estavam duas mulheres. Uma possuía cabelos escarlates enquanto a outra tinha cabelos brancos. Estas eram conhecidas de uma das recém-chegadas loiras. A boca de Lucy de escancarou. Por que elas? Ela pensava. Mas antes que ela pudesse praguejar, a cabeleira ruiva tornou-se um borrão vermelho, o qual ia e alta-velocidade em direção à Lucy com uma espada em mãos.

A Maga Celestial poderia facilmente receber o golpe sem sequer se mover ou se arranhar, mas Júpiter estava em seus braços, então Lucy virou de costas, cobrindo completamente a Exceed, pronta para levar o golpe por ela. Mas este não veio.

Lucy olhou por cima do ombro confusa e viu John empunhando uma espada a qual ele usou para parar o ataque de Erza. As duas lâminas tilintavam uma na outra. Em seguida, em um movimento rápido, o rapaz empurrou a sua espada contra a de Erza, fazendo com a lâmina voasse e se cravasse na parede à direita deles. Após isto, o moreno chutou rapidamente a ruiva fazendo-a voar contra a mesa, destruindo-a.

Erza teria se estatelado no chão se Mirajane não a tivesse segurado.

− O que foi isso? – questionou John altamente irritado.

− Não devo satisfações a você – disse Erza se levantando com a ajuda de Mira – Meu problema é com ela – completou reequipando uma espada e a apontando para Lucy.

A loira rosnou. A seguir entregou Júpiter, que havia acordado assustada pela movimentação, para Katherine.

− Cuide dela – pediu enquanto andava para frente de John, que ainda empunhava a espada contra as outras duas magas.

Lucy ficou a frente do mago e uma grande quantidade de poder mágico passou a emanar de seu corpo, formando assim uma aura dourada. Diante disto, Erza e Mira fizeram menção de recuar, mas não o fizeram. Ao que parecia a magia esmagadora de Lucy as deixava apavoradas.

− Sua putinha de quinta – exclamou Mirajane ativando seu Satan Soul – Como conseguiu esse poder?

− Do que isso importa – disse Erza ríspida reequipando a Armadura do Purgatório – Nós vamos matá-la mesmo.

As duas fadas foram em direção à Lucy. Erza levantou a enorme clava acima de sua cabeça e Mira recobriu suas mãos com esferas negras. Ambas estavam prontas para esmagar Lucy, mas ela simplesmente bloqueou cada golpe com uma mão.

− Como? – questionou Erza incrédula.

Lucy envolveu suas mãos em esferas de energia rosa e, a partir delas, lançou duas poderosas rajadas de energia as quais acertaram uma maga, cada uma. As duas fadas voaram para o outro lado do cômodo. Erza estava novamente com sua típica Armadura Heart Kreuz e Mira havia voltado à forma humana. Ambas estavam no chão aparentemente sem nenhum ferimento visível.

− Embora eu quisesse muito retalhá-las em pedacinhos minúsculos... – começou Lucy enquanto massageava as têmporas – Essa não é a hora certa pra isso. Estamos aqui para proteger o ex-presidente, então tenham a devida postura. Por isso, comportem-se crianças, senão a mamãe vai pôr vocês de castigo – completou Lucy com um sorriso macabro.

Lucy voltou para os amigos e pegou Júpiter de Katherine. A Exceed estava tremendo por causa do susto.

− Tudo bem pequena – disse Lucy a acalmando – Eu estou aqui.

A gatinha se acalmou e “escalou” Lucy, deitando-se na cabeça da mesma, fazendo parecer que a loira usava uma touca em formato de gato.

− Me lembre de nunca ofender você – disse Marcus rindo.

− Não se preocupe – disse Lucy – Isso foi apenas um antigo... “Atrito”.

Katherine deu uma risada.

− Amiga. “Atrito” eu tenho com o meu despertador – disse entre gargalhadas – Aquilo foi fúria cega.

Lucy bufou.

− Peço desculpas pela confusão Sr. Crawford – disse a loira para o velho senhor.

− Tu-tudo bem – respondeu o velho, um tanto assustado pelo poder da loira – Era só uma mesa velha.

Enquanto a Maga Celestial se desculpava, Mira e Erza se levantavam e a encaravam com um olhar frio. Elas se endireitaram e ficaram no canto da sala, afastadas dos recém-chegados.

− Bem, considerando que a sala foi destruída, acho melhor irmos para cozinha – disse o Sr. Crawford saindo do cômodo – Vamos.

Os magos cinco magos saíram da sala, seguindo o velho até a cozinha. Lucy foi a última dos cinco a sair e quando o fez, lançou um olhar mortal para as duas fadas no canto da sala.

Os cinco magos acompanharam o Sr. Crawford, enquanto as duas magas da Fairy Tail os seguiam de longe. Eles chegaram à cozinha rapidamente. Esta era espaçosa como todos os outros cômodos da casa e era também decorada com muitas plantas e peças em madeira.

− Por favor, sentem-se – disse o senhor apontando para uma mesa que era ligeiramente menor do que a que foi destruída – Uma boa conversa é tudo que precisamos para acalmar os ânimos.

Os cinco magos da Phoenix Sorciére se sentaram de um lado da mesa, enquanto as magas da Fairy Tail sentaram do lado oposto e o Sr Crawford se sentava na ponta da mesa. Os magos se encaravam mortalmente. Tanto é, que John mantinha sua espada sobre a mesa.

− Então, alguém tem algo que queira compartilhar? – perguntou o senhor tentando quebrar o silêncio.

Erza ficou em silêncio por alguns segundos até que se pronunciou:

− Lucy é uma ex-maga da nossa guilda – disse a ruiva – Ela foi expulsa quatro anos atrás.

− Expulsa? – questionou o velho – Por qual motivo?

− Informações internas da guilda senhor – respondeu Mira – Temo que não possamos responder.

Lucy riu.

− Informação interna ou vergonha de admitir o que vocês fizeram comigo? – perguntou Lucy com ódio no olhar.

− Vergonha do que? – perguntou Katherine – Como assim Lucy?

A loira ficou levemente abalada com a pergunta da amiga. Pela primeira vez em tempos ela mencionaria o ocorrido.

− Eu fui expulsa por ser fraca – explicou a garota deixando todos confusos – Ou foi o que disseram para mim, pelo menos.

− Explica isso direito – pediu John encarando as duas fadas com um ódio palpável.

Então a loira o fez. Explicou tudo o que acontecera quatro anos atrás, desde os amigos a ignorando até o dia fatídico onde ela fora atacada, espancada e expulsa sem uma explicação plausível.

Ao terminar os outros quatro magos da Phoenix Sorciére possuíam uma expressão macabra. Todos encaravam as fadas com nada mais nada menos do que o puro ódio.

− Mas antes de qualquer um de nós fazer algo a respeito, eu tenho algo que gostaria de perguntar a vocês – disse Lucy para as magas.

Ambas ficaram surpresas com o que ela disse, mas ouviram atentamente o que veio a seguir.

− E quanto ao Makarov? – perguntou a loira − Ele sabe o que vocês fizeram?

As expressões das fadas azedaram como se alguém as tivesse obrigado a comer um limão.

− Sim – respondeu Erza fazendo com que Lucy ficasse ainda mais irritada – Embora ele não tenha concordado muito com o método utilizado, ele concordou que você deveria sair da guilda.

− Foi a decisão mais sábia que ele poderia ter tomado – completou Mira com escárnio na voz.

Logo após o que foi dito pelas fadas, instaurou-se um silêncio avassalador. Os magos apenas se encaravam com puro ódio, principalmente por parte de Lucy, a qual não conseguia acreditar que Makarov havia concordado com sua expulsão.

Eles ficaram nesse clima por alguns minutos, até que uma movimentação do lado de fora da casa fora notada pelos magos.

− Sr. Crawford, a sessão de terapia continua depois – disse Lucy.

− Agora nós temos que lutar – explicou Katherine.

E com isso todos os sete magos se posicionaram frente à porta da cozinha, local onde a movimentação era mais frequente.

Um segundo depois, a porta explodiu e diversos soldados, os quais trajavam armaduras negras e empunhavam lanças, invadiram a casa. Todos atiraram rajadas de energia de suas lanças de maneira uniforme, porém ineficaz, já que todos os magos se defenderam de uma maneira própria. Erza reequipou sua Armadura de Adamantium, enquanto Mira ativava seu Satan Soul e produzia uma barreira simples, que repeliu os ataques. John desviou graciosamente as rajadas com sua espada, Marcus produziu uma barreira de chamas vermelhas que consumiu os raios lançados contra ele, enquanto Katherine fez uma barreira d’água que protegeu tanto ela quanto Lucy, Carol, Júpiter e o ex-presidente.

Após se defenderem dos fracos ataques, os magos partiram para ofensiva. Erza mudou para a Armadura Imperatriz das Chamas e ela e Mira lançaram um ataque combinado de fogo e trevas, fazendo assim, com que parte dos magos fosse mandada para fora da casa. John se pôs em posição de ataque e cortou o ar. No primeiro momento não parecia que ele havia realmente atacado, mas em seguida, as armaduras e armas dos inimigos estavam em pedaços e estes possuíam diversos cortes por todo corpo. Enquanto isso, Marcus transformou seu escudo de chamas em um tornado o qual lançou todo o restante dos magos para fora da casa e os nocauteou.

− Bem... Isso foi... – disse Katherine dissipando sua barreira de água.

− Decepcionante – completou Carol.

− Com certeza – concordou Marcus – Mas essa não é nem de longe a força real da Tartaros.

− Você está certo – disse o ex-presidente se afastando do grupo e pegando uma pequena lacrima em uma gaveta – Sinto muito por isso. Mas vocês serão cobaias perfeitas.

Dito isso, ele ativou a lacrima. Ela brilhou fortemente por um segundo e depois se dissipou. Os magos não entenderam o que ele havia tentado fazer, mas em seguida todos passaram a se sentir fracos e tontos. O Satan Soul de Mira foi desativado e ela caiu no chão. O mesmo aconteceu com Erza e sua armadura. Não demorou muito para que os Infinity Slayer’s também fossem afetados. Todos caíram e ficaram inconscientes.

− Ótimo trabalho... – disse uma melhor em roupas ousadas entrando no recinto – Sr. Crawford.

− Kyoka-sama – disse o homem se curvando para a mulher – Muito obrigado, senhora.

− E além de nos conseguir aquela que precisamos para achar o Jellal... – disse a mulher virando o rosto da inconsciente Erza com o pé – Conseguiu também espécimes maravilhosos para nosso exército – completou encarando os outros magos com um olhar malicioso – Então? O protótipo do Face funcionou perfeitamente?

− Sim senhora – respondeu rapidamente o velho entregando a lacrima para Kyoka que analisou o pequeno cristal – Mesmo que temporariamente e em uma pequena área, o dispositivo funcionou como devia.

− Entendo – concluiu Kyoka esmagando a lacrima – Então o original irá funcionar como deve. Não é?

− Sim, sim. Eu garanto – respondeu o velho com certo medo na voz – O original tem poder o suficiente para dizimar a magia do continente permanentemente. Basta que o ativemos. Kyoka-sama, se me permite perguntar, como estão as buscas pelo Jellal?

− Não muito boas – respondeu a mulher com ódio na voz – Mas com ela, o acharemos fácil – completou se referindo à Erza – Agora, chega de perder tempo. Estamos indo.

Após essa ordem, Kyoka se retirou do recinto, acompanhada por um entusiasmado Sr. Crawford. Em seguida soldados entraram e recolheram todos os magos inconscientes.

John acordou sobressaltado e nu. Ele estava em algo que parecia uma cela. Grades de ferro, paredes de tijolos maciços, suas mãos presas por algemas anti-magia. É. Com certeza era uma cela. A questão é: como ele chegou lá? O rapaz forçou sua mente ao máximo, tentando fazer com que esta se lembrasse de como ele chegara àquele lugar escuro, e então sua mente estalou. Crawford usou uma lacrima para drenar o poder mágico deles. Ele estava com a Tartaros. Mas espere um segundo, pensou ele, onde estão os outros? Questionou desesperado. Ele olhou ao redor da prisão e viu Carol e Katherine no canto do recinto. Elas estavam no mesmo estado que o garoto, nuas e algemadas. Qual é o problema da Tartaros com as roupas? Pensou ele.

− Katherine – chamou baixinho enquanto tentava se arrastar até as garotas – Carol. Acordem.

As pálpebras da morena se mexeram e ela despertou ainda meio zonza.

− John? – questionou Katherine balançando a cabeça para tentar organizar seus pensamentos – Onde estamos? E por que você tá pelado? – ela gritou a segunda pergunta.

− Crawford nos traiu. Ele está trabalhando com a Tartaros. E eu estou pelado pelo mesmo motivo que você – respondeu sarcástico e se sentando.

Ao que parece foi apenas após a fala do garoto que Katherine notou que não usava nenhuma peça de roupa. Ela gritou e se virou, ficando de costas para ele. Fez o mesmo com Carol já que ela estava inconsciente.

− Relaxa. Eu não tenho o mínimo de interesse por vocês – disse John irritado – Agora temos que nos preocupar em como sair daqui.

− John? – Katherine chamou a atenção dele – Onde estão a Lucy e o Marcus?

Neste momento caiu a ficha para o rapaz, que finalmente notou que dois amigos estavam desaparecidos.

− Eu não sei. Quando eu acordei só vi vocês – explicou o rapaz – Mas se fizerem qualquer coisa com eles... A Tartaros vai sofrer – completou o moreno em um tom medonho.

E então eles ficaram lá, arquitetando um plano de fuga.

Enquanto Katherine e Carol trabalhavam em uma maneira de fugir da cela, Lucy despertava algemada a uma parede. Tanto suas mãos quanto seus pés estavam presos por fortes correntes bloqueadoras de magia. E, como se a situação já não fosse suficientemente desconfortável, a loira estava sem nenhuma roupa.

Ela olhou ao redor e constatou que estava em uma espécie de calabouço. Este possuía apenas uma porta e duas tochas presas as paredes para iluminar o lugar. A garota analisou cada centímetro do cômodo no intuito de encontrar algo que a ajudasse a se soltar, porém não viu nada.

Então a porta se abriu com um rangido macabro e nesta apareceu uma mulher completamente desconhecida para Lucy, a qual usava roupas um tanto impróprias na opinião da loira. Ela adentrou o quarto e fechou a porta atrás de si.

− Isso será divertido – disse a mulher com um sorriso sádico.

Próximo capítulo: Dor.

Notas finais
E então? O que acharam? Tá bom? Tá ruim? Teve pouca treta, né? Eu sei, só que no meio de uma missão não dá pra ter três garotas tretando em uma luta mortal. Mas eu prometo que faço esse capítulo. Algum dia, hehe. Enfim, comentem. Digam se acharam algum erro e como vocês viram ver as opiniões dos leitores me inspiram a escrever um pouquinho mais rápido, hehe. Mas não se sintam obrigados por isso, apenas sintam-se à vontade para expor opiniões e críticas. Por hoje é só pessoal. até o próximo capítulo :3 PS: Crawford : http://vignette3.wikia.nocookie.net/fairytail/images/7/7a/Crawford's_image.png/revision/latest?cb=20150620084409 PS: Kyoka: http://vignette1.wikia.nocookie.net/fairytail/images/4/4a/Apar%C3%AAncia_de_estr%C3%A9ia_de_Kyoka.png/revision/latest?cb=20151102215621&path-prefix=pt-br Eu sei que grande maioria que acompanha o mangá ou anime sabe como eles são, mas ainda assim é bom lembrar. :3 PS: CAPÍTULO COM MODIFICAÇÕES.