Notas iniciais
Nota: — Os personagens de Fairy Tail não me pertencem. Grande parte dos personagens da Fanfiction são criações do mangaká Hiro Mashima. — Alguns dos personagens da Fanfiction (Ex.: Draco, Vitous, Urano) são criações próprias. PS: O personagem Urano foi criado com base no deus grego de mesmo nome. PS2: O personagem Draco, teve o nome inspirado na constelação de dragão. — O conteúdo da Fanfiction (Ex.: Magia Infinity Slayer, Dragon Soul) são criações próprias não devem sob hipótese alguma ser inseridos em Fanfictions de terceiros. Caso você conhece alguma Fanfic com algum dos elementos originais deste enredo, por favor denuncie. E aí gente? Então, a partir de agora eu colocarei esta nota em todos os capítulos, enquanto as minhas novidades para vocês ficaram abaixo delas. Vamos ao capítulo: é aquela coisa de sempre, caso encontrem qualquer erro de escrita, por favor me avisem pelos comentários, O.K.? E outra, eu sei que eu disse que postaria amanhã, mas eu sei que postar um pouquinho antes nunca é ruim, não é? Hehe. Obrigado a todos que favoritaram e comentaram o capítulo passado. Vocês são demais. PS: (IMPORTANTE) eu modifiquei o capítulo anterior e avisei a todos que comentaram para que relessem. Caso você tenha lido o capítulo 10, mas não tenha comentado, logicamente eu não consegui avisá-lo. Mas estou avisando agora, tudo bem? Por favor releiam o capítulo 10, pois as modificações que eu fiz foram bem importantes e sei que valerá a pena. Obrigado e até as notas finais :3

Marcus acordou em um pulo. Ele não tinha a mínima ideia do que estava acontecendo ou de onde estava. Só sabia que não estava nas melhores condições. O rapaz se encontrava completamente nu, algemado a uma mesa de aço. O moreno olhou ao redor e teve uma boa ideia de onde estava. Era um quarto completamente branco e nele havia uma mesa com diversos instrumentos cirúrgicos, tais como, bisturis e tesouras, porém também havia objetos nem um pouco comuns, como uma serra. A ideia passou como um relâmpago por sua mente e ele a analisou minuciosamente. Ele estava em uma sala de cirurgia e ao que parecia o paciente era ele.

− Você é bonitão – disse uma voz esganiçada, vinda de um canto escuro da sala – De onde você vem, há mais homens como você?

E então a portadora da voz veio para a luz. Era uma garota de cabelos escuros e curtos, e no topo de sua cabeça havia um par de orelhas de coelhos. Ela usava um grande casaco branco, uma saia, meias arrastão, uma blusa simples e uma gravata.

− Quem é você? – perguntou Marcus com nojo na voz.

A garota deu uma risada que feriu os ouvidos do garoto.

− Você quer saber meu nome? – retrucou ela voltando a rir – Eu sou Lamy. Sou um membro da Tartaros. E você é?

− Marcus. Sou da Phoenix Sorciére – disse o rapaz docemente – Então, nós vamos nos divertir ou não?

Após ouvir o que o rapaz disse, Lamy deu uma risada maníaca para em seguida começar a mexer nos instrumentos cirúrgicos.

− Carol. Vamos... Acorde – disse Katherine mexendo a amiga.

Enquanto Katherine e John conversavam sobre um possível plano de fuga, eles haviam passado as mãos para frente do corpo, incluindo as de Carol. Mas apesar desta pequena melhora, eles continuavam presos.

− Você não se cansa de tentar acordá-la? – perguntou John com escárnio – É obvio que ela não vai acordar. Não passa de um estorvo.

A morena o encarou, chocada.

− Como pode dizer isso de uma companheira? – questionou a maga incrédula – Você enlouqueceu?

O rapaz riu.

− Provavelmente – respondeu o moreno se levantando e andando com passos pesados em direção à morena − E como eu enlouqueci, eu tenho todo o direito de dizer que eu cansei de ouvir sua voz – completou com um sorriso sádico.

Katherine jamais pensou que John algum dia faria o que fez a seguir. Ele pulou em cima dela e envolveu o pescoço da mesma com as mãos. Katherine gritou com a última porção de ar que possuía na tentativa de alguém socorrê-la, mas ninguém apareceu. A morena encarou o rosto do amigo e viu medo estampado nele. Aquela situação também o afetava profundamente, mas ele não desistiria.

− Morra. Apenas morra – pediu o rapaz em um tom maníaco.

E então, quando parecia que a maga atenderia ao pedido dele, dois guardas usando armaduras negras apareceram em frente à cela. Um deles rapidamente sacou uma chave e abriu a porta, e com isso, ambos entraram indo diretamente até John.

− Carol agora! – gritou John.

E para surpresa dos guardas, a loira que parecia estar inconsciente, saltou e acertou uma voadora nos dois, fazendo com que agora, eles ficassem inconscientes.

Com os dois guardas desmaiados, John se viu livre para soltar a amiga e sair de cima dela, e logo em seguida a ajudou a se sentar.

− Não precisava apertar tão forte – disse Katherine, arfando.

− Eu sei, mas tinha que parecer o mais real possível – explicou-se o rapaz.

− Encontrei – exclamou Carol chamando a atenção dos dois.

A loira estava com um molho de chaves na mão, este havia sido tirado das vestes de um dos soldados.

− Perfeito – exclamou o rapaz sorrindo.

Exatos cinco minutos depois os três estavam perfeitamente soltos. As duas magas haviam vestido os trajes dos soldados, os quais foram adaptados por Carol para ficarem mais femininos e bonitos. John ainda estava nu.

− Vai andar pela base inimiga desse jeito? – perguntou Katherine, evitando olhar a nudez do amigo.

− Particularmente eu achei um máximo – disse Carol, analisando John da cabeça aos pés.

O rapaz suspirou pesadamente e reequipou as roupas que usava anteriormente, mas agora ele usava o peitoral de aço de uma armadura, assim como as luvas e as botas da mesma.

− Bem melhor – disse Katherine finalmente olhando o amigo.

− É... Melhor – concordou Carol levemente desanimada.

− Tem certeza que eles não vão dar problema? – perguntou John.

Ele se referia aos guardas, os quais agora usavam apenas roupas íntimas. Eles também estavam envoltos em vinhas, principalmente suas bocas.

− Absoluta – respondeu Carol confiante – Nada pode quebrar essas vinhas. E elas vão durar por uns três dias, então não há a mais remota chance deles escaparem.

− Assim espero – disse Katherine – Quanto mais tempo pudermos ficar aqui sem a Tartaros saber que fugimos, melhor. Vamos ter mais chances de achar o Marcus e a Lucy. Sem falar da Júpiter. Se alguém mexer na minha gatinha, eu vou mandar esse lugar pelos ares – completou em um tom muito mais maníaco do que John fizera anteriormente.

John e Carol tremeram ao ouvir o que a morena dissera.

Lucy reprimiu um grito novamente. Desde que a mulher, que mais tarde se apresentou à loira como Kyôka, começou a torturar a Maga Celestial, esta se recusara a dar qualquer grito.

− Tenho que admitir que você é resistente. Quando eu torturei a Erza ela gritou como um bebezinho e me disse tudo que eu queria saber – elogiou Kyôka em um tom divertido.

− Ah, é? – perguntou a loira, respirando de forma desregulada – E o que ela poderia te dizer?

A outra riu.

− Isso foi uma tentativa de me fazer revelar meu objetivo? – questionou Kyôka, enquanto alongava uma de suas garras, de forma que esta ficasse semelhante a um chicote – Bem, já que você vai morrer aqui, não vejo motivo de não sanar sua curiosidade.

Dito isso, ela usou a garra para arranhar a perna de Lucy, na qual se formou um pequeno corte.

O rosto da loira se contorceu em dor, mas ainda assim ela se conteve a lançar um olhar furioso contra Kyôka, a qual riu.

− Eu torturei a Erza, para conseguir informações sobre o Jellal – explicou a mulher.

− Informações sobre o Jellal? – questionou a loira – O que a Tartaros iria querer com um fugitivo do Conselho? Não me diga que vocês querem prende-lo e tornar o mundo um lugar melhor? – completou provocativa.

− Você é divertida – disse Kyôka – Quando eu torturei a Erza, ela só ficava repetindo para que eu soltasse a Demônio Mirajane. Mas você tem senso de humor. Gosto disso – disse voltando a açoitar a loira, provocando um pequeno corte na barriga de Lucy.

Depois de açoitar a garota, Kyôka fez com que sua garra voltasse ao tamanho normal.

− Mas eu me pergunto se você também me pediria para soltar alguém. Traga-a – Kyôka disse a segunda parte um pouco mais alto do que o habitual.

Alguns segundos depois, a porta tornou a se abrir e um guarda entrou no calabouço. Este trazia consigo uma espécie de gaiola, na qual havia uma pequena coisa branca. Lucy reconheceu imediatamente a pequena coisa branca.

− Júpiter? – questionou Lucy desesperada – Júpiter – gritou, porém a Exceed não se moveu.

Kyôka riu da expressão da Maga Celestial. Em seguida a integrante da Tartaros tirou a gatinha da gaiola e ordenou que o guarda saísse. Este o fez, mas deixou a gaiola no local.

− Você vai me implorar para deixá-la ir? – perguntou Kyôka levantando Júpiter na altura do rosto de Lucy – Hein, Lucy?

A expressão outrora desesperada de Lucy transformou-se em uma face repleta de ódio. O maxilar da loira estava travado e seus dentes a mostra, enquanto seus olhos estavam cerrados e transmitiam uma fúria imensurável.

− Se você machucar ela, eu te mato – ameaçou a loira.

A ameaça da Maga Celestial fez com que Kyôka risse descontroladamente.

− Presa nessas correntes? Eu acho que não, mas ainda assim eu acho que encontrei a tortura que realmente vai lhe causar a mais profunda e aterrorizante dor – disse Kyôka segurando a Exceed pelo pescoço.

Ao sentir as garras apertarem seu pescoço, Júpiter acordou assustada. Os olhos âmbar da Exceed transmitiam pavor.

− Solte-a – ordenou Lucy – Solte-a agora.

Kyôka riu baixinho e soltou Júpiter, que caiu fortemente no chão.

− Júpiter respire devagar e fique calma – pediu a loira.

− Calma? – questionou Kyôka sombriamente – Como se atreve a mandá-la ficar calma comigo aqui? – disse usando suas garras para arranhar os braços da Maga Celestial e chutando Júpiter contra a parede – Isso só está começando.

Marcus corria rapidamente pelos corredores de pedra da sede da Tartaros. Desde o momento que ele escapara, o mago tentava achar seus companheiros, mas não obteve sucesso. O moreno estava prestes a dar a curva em um corredor quando alguém em igual velocidade se chocou contra ele.

O rapaz se levantou em posição de combate, pronto para atacar quem estava à frente, porém uma voz conhecida o fez parar.

− Calma, sou eu, então não me derreta com o olhar – disse John estatelado no chão, com as mãos a frente do corpo.

− Você está bem – disse Marcus maravilhado, enquanto levantava o amigo e o abraçava fortemente – Achei que tinha sido morto.

− Achou... É? – questionou John em um sussurro levemente irritado.

− Ei, nós também estamos vivas – exclamou Carol irritada e chamando a atenção de Marcus.

− Putas – exclamou o mago.

Marcus se soltou de John e abraçou Carol e Katherine.

− Se vocês tivessem morrido, eu teria as trazido de volta só para matá-las – disse o rapaz fofamente se soltando das garotas – Onde vocês estavam?

Os três fizeram uma careta envergonhada antes de John responder.

− Nós estávamos em uma cela com correntes bloqueadoras de magia. E também estávamos pelados.

John disse a segunda frase em um sussurro, mas por causa da audição apuradíssima de um Infinity Slayer, Marcus escutou perfeitamente e deu uma risadinha.

− Sério? – perguntou o rapaz rindo – Eu também estava, mas não era em uma cela.

− Como assim? – perguntou Carol.

− Eu estava em uma mesa, como essas de cirurgia – explicou Marcus – E tinha uma louca tarada me vigiando. É fácil escapar quando se é lindo – completou com um sorriso convencido.

Os outros três escutaram o que o amigo disse, incrédulos.

− Convencido – disseram os três em perfeita sincronia.

O clima exalava descontração até que uma rajada de energia quase acertou Carol.

− Os prisioneiros escaparam. Eles estão na região sudeste – disse um soldado em uma lacrima, enquanto avançava contra os magos, junto a um esquadrão de vinte homens.

Carol estava quase lançando uma magia, mas Katherine a puxou e os quatro correram.

− Por que estamos fugindo? Podemos cuidar deles sem problemas – perguntou a loira correndo contra sua vontade.

− Claro que podemos, mas se ficarmos parados para lutar, corremos o risco de sermos encurralados pala força principal da Tartaros, Os Nove Portões Demoníacos – explicou Katherine – E nós ainda temos que achar a Lucy e a Júpiter.

− Sem falar nas fadas – completou John.

− Tem certeza que precisamos resgatá-las também? Por mim elas podem apodrecer aqui – disse Marcus, mas John lhe lançou um olhar sério – Tá bom, vamos salvar as “rabos de fada” também.

Os quatro deram a curva em um corredor, mas os guardas ainda os perseguiam. Carol parou de correr e se voltou para o caminho de eles vieram.

− Vão. Eu seguro eles e depois encontro vocês – disse a loira confiante, enquanto os soldados surgiam a sua frente – Desabrochar Violento – exclamou a loira levando ambas as mãos ao chão.

Do solo de pedra brotaram vinhas muito espessas. Elas imobilizaram os soldados e a entrada do corredor foi tapada pelo que agora era uma mini-floresta. Carol achou que seria o suficiente para inutilizar soldados de baixo nível, mas dentre eles havia alguém que não era um mero soldado.

Um homem, ou pelo menos era o que parecia ser, atravessou as fortes vinhas e ficou frente a frente com a maga da terra.

− Magia da Mãe Terra. Quanto todo esse poder vale? Quanto? Quanto? – disse o ser admirando a magia de Carol.

− Carol, ele é um dos Nove. Tem certeza que...? – perguntou Marcus, mas a loira o interrompeu.

− Sua descrença em mim me ofende. Agora vão. Depois nós nos encontramos – disse a loira com um sorriso, que inspirou confiança nos outros três.

Marcus, Katherine e John avançaram deixando Carol para enfrentar o inimigo.

− Afirmar que pode derrotar Franmalth, o Blindado, tão facilmente. Quanto será que vai lhe custar essa estupidez? Quanto? Quanto? – disse o homem.

− Fazer o que? Eu me garanto – explicou a loira – Mas antes de começarmos eu gostaria de lhe fazer uma pergunta: você é mesmo um demônio? – perguntou curiosa, entrando em posição de luta.

O ser, nomeado como Franmalth, riu loucamente. E então ambos saltaram rapidamente em direção ao outro.

Marcus, Katherine e John corriam pelos corredores, em direção ao cheiro que haviam identificado como o de Lucy. Eles se moviam com todo cuidado do mundo para não serem vistos, mas um pequeno contingente de soldados inimigos surgiu de um corredor. Os três magos conseguiram se esconder em um corredor paralelo e, devido à proximidade, conseguiram ouvir perfeitamente o assunto abordado por eles.

− Temos de ir para sala de controle. O ex-presidente está lá e devemos protegê-lo – disse um soldado que parecia ser o comandante do pelotão – Vocês três devem ir até o laboratório e certificar que ele está em segurança. Ele é uma peça vital para os nossos superiores – ordenou apontando para três soldados especificamente – Vão.

− Sim, comandante – responderam todos e seguindo as ordens dadas.

− Sala de comando, é? Parece interessante. Eu vou até lá. Talvez ache algo sobre o objetivo da Tartaros – explicou John – Achem a Lucy e a Júpiter – completou indo discretamente na direção pela qual os soldados foram.

− Kath, eu vou até esse laboratório. Tenho uma teoria sobre o que ele pode ser. Se estiver certa, poderemos derrotar a Tartaros definitivamente. Ache os outros – Marcus disse, para logo em seguida correr atrás dos três soldados mandados até o laboratório.

Katherine suspirou.

− Sempre deixam a parte mais importante para mim. Na verdade, eu acho que isso é um elogio.

E então, ela voltou a seguir o cheiro de Lucy.

Lucy gritou. Pela primeira vez desde que a tortura de Kyôka começara, a loira gritou, mas não por algo feito contra si, mas sim por algo feito contra Júpiter. Kyôka pisava com força na cauda da pequena gata que chorava.

− Por favor, pare – suplicou a Maga Celestial – O que diabos você quer de mim? Eu não sei nada do Jellal.

Kyôka riu e tirou o pé da cauda da pequena Exceed, para logo em seguida ficar frente a frente com Lucy.

− Eu já consegui o que eu queria saber do Jellal, por meio da Erza – explicou Kyôka – Só estou fazendo isso por que é divertido – completou arranhando novamente a barriga da loira.

A expressão de Lucy era da mais pura dor, beirando o mais profundo e inconseqüente ódio que ela poderia ter sentido por qualquer um.

− Seu demônio feio – exclamou Lucy.

− Quase. Eu sou uma Etherious. Um demônio do livro de Zeref, não um demônio raso – explicou Kyôka – Nós Etherious, somos dotados de poderes que vocês humanos mal podem compreender.

− Grande coisa. Um pouco mais de magia do que a maioria dos magos e ficam se achando – provocou Lucy tentando manter a atenção de Kyôka sobre si.

− É impressionante a sua capacidade de não compreender as minhas habilidades – debochou Kyôka – Nós, Etherious, não usamos magia.

A expressão de Lucy mostrava toda sua confusão.

− O que? – questionou a loira duvidosa.

− Nós, Etherious, usamos maldições. As quais não dependem de poder mágico, por isso não nos preocupamos em nos livrar da magia deste continente. A minha maldição, por exemplo, permite que eu afete o corpo de outras pessoas. Em você, eu a estou usando para aumentar sua sensibilidade à dor, por isso até mesmo o menor dos arranhões lhe causa uma dor insuportável – explicou Kyôka – E agora, eu usarei isso nessa sua gata pulguenta.

Kyôka sorriu maniacamente e se voltou para Júpiter, ou melhor, para o lugar onde ela achava que a gata estava.

− Mas onde é que... Argh.

A Etherious não pôde terminar, pois Júpiter, que voava acima da cabeça de Kyôka com a gaiola de ferro, deixou que o objeto caísse na cabeça da mulher que torturara sua dona. O susto e o pequeno impacto fizeram com que Kyôka se jogasse no chão, segurando a cabeça.

− Sua maldita – exclamou Kyôka com raiva, se virando pronta para atacar Júpiter com suas garras, porém a mão dela foi parada por Lucy.

No meio tempo em que Kyôka se distraíra, Júpiter soltou Lucy das correntes, mesmo que com certa dificuldade, já que suas patinhas tremiam de cansaço, mas ainda assim ela obteve sucesso. Agora Júpiter se encontrava protegida por Lucy que segurava Kyôka com ódio no olhar.

− Lembra o que você me disse quando entrou aqui? – perguntou Lucy – Não se lembra? Então me permita refrescar sua memória – completou confiante

A expressão de Kyôka estava repleta de medo, e esta apenas piorou quando uma roupa semelhante à de uma vaqueira passou a vestir Lucy.

− Star Dress: Taurus Form – proferiu a loira – Isso será divertido – repetiu sorrindo.

Próximo capítulo: Carol VS Franmalth – A Alma da Terra.

Notas finais
E aí gente? O que acharam? Vou fazer um resumão do que eu tenho para falar tá? Começando: 1: não me matem pelo que a Kyôka fez a Júpiter. Foi só para aumentar a tensão. 2: o próximo capítulo vai ser mais focado na Carol, logo, eu vou dar umas pistas de quem treinou ela. 3: algo vai acontecer a Mira no próximo, hehe. Só isso mesmo. Se tiverem teorias, críticas ou sugestões, por favor comentem. E por favor se não tiverem visto nas notas iniciais, eu modifiquei o capítulo 10, então por favor releiam. É isso, até o próximo e mais uma vez obrigado por lerem :3 PS: Lamy : http://vignette1.wikia.nocookie.net/fairytail/images/5/5f/Lamy's_image.png/revision/latest?cb=20150704050940 PS: Franmalth: http://vignette3.wikia.nocookie.net/fairytail/images/7/7b/Franmalth_Perfil.png/revision/latest?cb=20160117134225&path-prefix=pt-br PS: Star Dress - Taurus Form: http://40.media.tumblr.com/66b2b30d49acff9adc8804441cec13b7/tumblr_nn3ypuyK0l1shicf7o1_1280.png