My New Life

12 Carol VS Franmalth - A Alma da Terra


Notas iniciais
Nota: — Os personagens de Fairy Tail não me pertencem. Grande parte dos personagens da Fanfiction são criações do mangaká Hiro Mashima. — Alguns dos personagens da Fanfiction (Ex.: Draco, Vitous, Urano) são criações próprias. PS: O personagem Urano foi criado com base no deus grego de mesmo nome. PS2: O personagem Draco, teve o nome inspirado na constelação de dragão. — O conteúdo da Fanfiction (Ex.: Magia Infinity Slayer, Dragon Soul) são criações próprias não devem sob hipótese alguma ser inseridos em Fanfictions de terceiros. Caso você conhece alguma Fanfic com algum dos elementos originais deste enredo, por favor denuncie. E aí, povão do meu kokoro. Como vocês estão? Então, eu nem achei que ia terminar esse capítulo a tempo de postá-lo hoje, então só de eu publicá-lo já é uma vitória, hehe. Ele está um pouco maior do que o meu mínimo de 2500 palavras, então está em um tamanho aceitável. Enfim boa leitura e já sabem né? Leiam com atenção e digam se há qualquer erro de escrita, OK? Só isso. Aproveitem. :3

Os punhos de Carol e Franmalth se chocaram com força e o impacto fez com que ambos se afastassem dois metros um do outro.

− Tanto poder. Quanto será que isso vale? Quanto? Quanto? – disse o Etherious.

O braço do inimigo de alongou, tornando uma espécie de tentáculo, o qual foi usado por Franmalth para tentar imobilizar Carol, mas esta saltou para o lado no último instante.

− Rugido do Dragão da Terra – proferiu a loira.

Um laser verde, composto por folhas cortantes e estilhaços de rocha, foi lançado contra Franmalth. Quando o ataque acertou o alvo, levantou uma grande cortina de fumaça que impediu a maga de enxergar o inimigo.

Carol não achava que derrotaria um dos Nove Portões Demoníacos com um ataque como esse, e ela estava certa. O inimigo estava em pé sem nenhum arranhão.

− Você é poderosa, mas eu sinto que não está usando seu potencial máximo – elogiou o demônio – Vamos, não tenha medo de me atacar com tudo que tiver.

Carol rosnou.

− Seu maldito.

A loira tornou a atacar, porém desta vez ela conjurou um sabre de espinhos o qual possuía uma aparência afiadíssima.

John seguiu os soldados de antes até a tal sala de controle em silêncio absoluta. E ao que parecia o mago ainda não havia sido visto ou notado por ninguém.

Os soldados eram desajeitados. John se perguntava internamente como a Tartaros havia recrutado pessoas tão incompetentes. Ao menos eles seriam fáceis de derrotar.

A tropa inimiga entrou em uma sala grande e circular, na qual diversas telas mágicas flutuavam provavelmente frutos de uma magia Arquivo. E lá dentro estava o traidor. O ex-presidente do Conselho se encontrava lá dentro operando as telas mágicas. Ao que parece, ele estava controlando remotamente alguma coisa.

John entrou disfarçadamente e “silenciou” sua própria magia, para que ninguém notasse sua presença. O mago se posicionou atrás de uma grande pilastra. E graças a sua super audição, poderia ouvir perfeitamente tudo que era falado lá dentro.

− Isso! – disse a voz do ex-presidente.

− Isso, o que? – questionou uma voz irritada masculina irritada.

Foi ouvida uma risada do velho.

− Eu consegui quebrar o selo do Face – explicou de forma energética.

− Como? Achei que precisaríamos matar aquele ex-membro do Conselho. O Jellal? – perguntou a outra voz em um tom de surpresa.

− Bem, não era obrigatório, pois eu consegui remover o “controle” dele sobre o Face. Agora não há mais ninguém impedindo que o Face seja ativado.

− Então, o que está esperando? – perguntou o outro – Ative-o logo – ordenou.

John em seguida ouviu uma série de sons estranhos, como se botões estivessem sendo pressionados. Em seguida uma grande luz azul inundou a sala. O mago olhou discretamente pelo lado da pilastra e viu um círculo mágico em formato de cronômetro.

− Sim. Sim – exclamou o belho, que agora podia ser visto por John – O Face está ativo. Este tempo será usado para que ele absorva Ethernano suficiente para detonar. E graças a mim e ao meu Super Arquivo, nós podemos controlá-lo remotamente – completou rindo.

− Bom – disse a voz irritada de antes, a qual se revelou sendo de um homem cujo cabelo formava curiosas orelhas de gato – Agora se proteja. Eu vou precisar lutar.

O homem se virou para a pilastra na qual John estava e os olhares de ambos se encontraram. John teve de admitir que o fato de ele notar sua presença fora um feito impressionante.

− Por que não sai para brincar? – perguntou o membro da Tartaros enquanto estalava os dedos – Mago.

John não entendeu o que ele fez, porém a pilastra que o escondia começou a brilhar, para em seguida explodir. A explosão não causou nenhum dano ao mago, porém conseguiu distraí-lo, enquanto o inimigo corria em sua direção.

O membro da Tartaros juntava energia em sua mão esquerda e com ela tentou desferir um soco no rosto do mago, mas John reequipou uma espada, bloqueando o ataque e cortando um dos dedos do inimigo fora. O outro gritou por culpa da dor e recuou alguns passos. John ainda apontava sua arma contra o outro.

− Maldito – exclamou o homem enquanto segurava a mão esquerda com força – Como ousa?

− Sr. Jackal, tome cuidado – avisou o ex-presidente do Conselho, que se escondia atrás dos guardas enviados para protegê-lo – Ele é um espadachim muito habilidoso.

O homem, agora identificado como Jackal grunhiu.

− Eu não preciso de conselhos seu velho – gritou Jackal com ódio – Eu sou um Etherious. Eu nunca seria derrotado por um mago de quinta – completou lançando pequenos projéteis explosivos em direção a John.

O mago interceptou as explosões, mas as forças destas o arremessaram para longe.

— Está vendo? Está tudo sobre controle – exclamou Jackal com um sorriso psicótico – Ele está morto.

O demônio riu de maneira escandalosa, enquanto apreciava a destruição causada por seu ataque.

— Você não deveria tomar conclusões precipitadas sobre o seu inimigo – disse John, que saia da cortina de fumaça para o espanto de Jackal.

O corpo do mago foi envolto por uma luz dourada que obrigou todos os presentes a fechar os olhos. Quando a luz se apagou e todos abriram seus olhos, os inimigos se assustaram ao ver a nova forma do mago

John usava uma armadura que ficava perfeitamente adepta ao seu corpo desenvolvido. O peitoral desta era de um metal negro, mas com partes que se assemelhavam a chamas, as quais recobriam as laterais do abdômen e do peitoral dele. As calças haviam sido revestidas por uma liga metálica, negra como o peitoral. As botas de armadura, as quais ele usava antes, haviam adquirido tons vermelhos e negros. As luvas agora eram de um vermelho intenso com detalhes em dourado, e estavam em chamas. Mas, diferentemente de antes, o mago usava um elmo negro com detalhes em vermelho e dourado.

— Ainda mais… – disse enquanto uma espada, de lâmina vermelha e empunhadura negra, surgia em sua mão – Quando o seu inimigo é o God Slayer da Guerra – completou olhando ameaçadoramente o demônio que agora havia parado de sorrir.

Katherine corria como uma louca. Ela se lembrava que a última vez que havia corrido desta forma, fora quando um confeiteiro muito famoso visitou Gardênia e ela não sabia deste fato. Quando ela finalmente havia descoberto esta informação valiosíssima, por meio de Marcus, já estava quase na hora do restaurante onde o confeiteiro estava fechar. Então ela correu como uma louca varrida, ignorando toda a atenção que recebia de estranhos, assim como os insultos, e chegou a tempo de comprar um bolo de chocolate de três camadas, o qual ela descobriu ter sido uma encomenda da guilda para ela, a qual seria entregue em sua casa, pelo próprio confeiteiro. Katherine se lembra até hoje o quanto ela riu da situação quando a descobriu.

A morena entrou rapidamente em um corredor a sua direita. Ela estava começando a ficar preocupada com a Maga Celestial, pois há alguns instantes ela havia sentido uma grande concentração de poder celestial. Isso significava que ela podia usar magia, mas se Katherine pôde sentir a magia da loira, a Tartaros também pôde.

Katherine chegou a um corredor de pedra negra, no qual havia apenas uma porta. A morena tinha certeza que foi dali que veio a magia que ela sentiu antes, mas antes que a maga pudesse se aproximar dela, a porta foi arrebentada. Uma mulher de aparência um tanto singular estava no meio dos escombros. Ela estava com sérios ferimentos pelo corpo, como cortes e lacerações profundas, tanto é que uma grande quantidade de sangue escorria de seu olhou esquerdo, ou pelo menos do lugar onde ele ficava, pois agora a mulher só possuía o olho direito.

— Eu disse que seria divertido – falou uma voz conhecida de Katherine. Lucy atravessava o batente da porta despedaçada.

A loira usava uma roupa que lembrava à Katherine os trajes de uma vaqueira. No braço esquerdo se encontrava Júpiter, a qual escondia o rosto nos seios de Lucy. Já na mão direita da Maga Celestial, estava um enorme machado dourado de lâmina dupla.

— Júpiter, não olhe ainda – pediu Lucy se aproximando da mulher caída no chão – A coisa vai ficar feia. Bem, mais feia.

A loira andava em direção à mulher de forma compulsiva. Ela nem sequer parecia notar que Katherine estava ali, há alguns metros dela.

— Lucy!? – chamou Katherine – Lucy!

Katherine vendo que a loira estava com o pensamento fixo na mulher a sua frente, a morena viu que o único jeito de impedir que a amiga fizesse algo horrível, era ela mesmo fazendo.

Katherine deu um passo à frente, ficando atrás da mulher caída, a qual era com certeza uma integrante da Tartaros. A morena segurou a cabeça da outra, fazendo com que tanto ela quanto Lucy, notassem sua presença ali.

— Obliterar – disse Katherine.

O corpo da inimiga começou a brilhar. Quanto mais intensa luz se propagava, mais alto a mulher gritava.

Até que em um momento, a mulher deu um grito desesperado final e foi completamente atomizada pela magia de Katherine. Agora no lugar onde a inimiga se encontrava havia apenas cinzas.

— Ela era minha – exclamou Lucy com raiva, chamando a atenção da amiga.

Katherine encarou a outra e viu o mais profundo ódio refletido em seu olhar.

— Você estava descontrolada – argumentou a morena, enquanto se aproximava da amiga – E você não tem cara de que é uma assassina.

O olhar de Lucy se acalmou, se tornando um olhar preocupado.

A loira voltou seu olhar para Júpiter, que ainda escondia seu rosto nos seios da loira.

— Tudo bem – disse Lucy tentando acalmar a Exceed – A mulher má se foi.

A gatinha olhou timidamente para cima e encontrou os olhos de Lucy, os quais a acalmaram instantaneamente. Júpiter tentou se esticar para tocar o rosto de Lucy, mas no meio do processo ela se dobrou e gemeu de dor.

— Júpiter? – chamou Lucy preocupada

— O que aconteceu com vocês?

Lucy fez com que o machado desaparecesse de sua mão direita e segurou Júpiter com ambos os braços.

— Aquela mulher, Kyôka, estava me torturando. Quando viu que não estava me afetando do jeito que ela queria, ela passou a torturar a Júpiter. Torturá-la na minha frente – explicou a Maga Celestial desesperada.

— Tudo bem. Ela está morta. Não pode mais ferir nenhuma de vocês – disse Katherine tentando consolar a amiga – Agora nossa prioridade é cuidar da Júpiter e parar a Tartaros.

Lucy controlou sua respiração descompassada e se acalmou. Ela ergueu a mão direita, na qual surgiu uma chave dourada.

— Abra o portão para a donzela, Virgo.

Um pequeno brilho dourado surgiu, para logo em seguida sumir rapidamente. Onde ele havia aparecido, estava agora uma mulher com roupas de empregada e cabelos em tom entre rosa e roxo.

— Hora da punição, princesa? – perguntou o espírito.

— Punição? – questionou Katherine não entendendo o que se passava.

— Esquece – pediu Lucy – Virgo, leve a Júpiter para o Mundo Celestial e cuide dela, por favor. Não poderei lutar tendo que me preocupar com ela.

— Sim, princesa.

O espírito pegou delicadamente a Exceed dos braços de Lucy, mesmo que com uma pequena relutância da gata em se separar da loira, e em seguida desapareceram do mesmo modo que Virgo havia chegado, envoltas em um brilho dourado.

Katherine reparou bem em Lucy e viu que ela ainda estava abalada.

— Ei, tudo bem – disse a morena pondo a mão do ombro da Maga Celestial – Kyôka está morta. Ela não vai mais ferir você, ou a Júpiter.

Lucy suspirou.

— Não é isso que eu penso

— Por que não?

A loira balançou a cabeça.

— Por nada. É só uma desconfiança minha.

— Sendo assim, nós temos que ir. Em algum lugar lá em cima há uma sala de controle, onde o ex-presidente está. John foi até lá para averiguar, mas é melhor nós irmos também – explicou Katherine.

— Então vamos lá – concordou Lucy.

E com isso, ambas voltaram pelo caminho que Katherine veio, mas sem notar a sombra que às seguia.

Marcus havia seguido os três guardas até o laboratório que eles haviam sido enviados para proteger. Eles não haviam notado a presença do mago o que era uma confirmação de que grande parte deles possuía pouco ou nenhum treinamento.

Os três entraram apressados em uma grande sala. Marcus entrou sorrateiramente lançando sobre si mesmo uma magia de camuflagem com as sombras. Uma vez dentro da sala o mago constatou que era realmente o que foi dito pelos guardas. Diversos tubos de vidro, grandes o suficiente para comportar um humano corpulento, estavam distribuídos de maneira organizada e alinhada pelo local. Estes estavam cheios de um líquido azulado que definitivamente não era água. Os tubos estavam conectados entre si por uma espécie de tentáculo, o qual os ligava até uma mesa, semelhante a um painel de controle.

O jovem analisou cada um dos tubos de forma minuciosa e dentro de um deles encontrou alguém conhecido. Mirajane estava flutuando em um tubo, com uma série de tentáculos ligados ao corpo dela. O rosto da albina refletia dor e agonia.

Marcus cogitou imediatamente a ideia de tirá-la de lá, mas diante do tubo onde estava a maga, se encontrava uma mulher. Ela possuía cabelos azulados e usava um curto quimono, o qual era extremamente revelador com suas curvas. Porém a característica mais gritante em sua aparência era o par de chifres que ela possuía. A presença dela ali fez com que Marcus começasse a pensar sobre um plano para tirar a fada dali. Mas ele viu que não seria necessário.

− Senhorita Seilah – gritou um dos guardas chamando a atenção da mulher.

− O que foi? – questionou a mulher, chamada Seilah, em tom sério.

− Um dos Nove foi morto.

− Como? Quem?

− A senhora Kyôka, senhorita.

Ao ouvir aquilo Seilah acompanhou rapidamente o guarda até o outro lado do laboratório, dando assim uma oportunidade perfeita para que Marcus usasse sua magia para tirar Mira do lugar onde ela estava presa.

− Território – proferiu o mago em tom baixo.

Mirajane sumiu rapidamente do tubo onde estava e surgiu nos braços do mago que a segurou e pôs a cabeça dela deitada em seu colo.

− Ei – chamou Marcus dando tapinhas no rosto da maga – Acorde. Nós temos que sair daqui.

As pálpebras da garota tremeram e ela abriu os olhos. Sentou-se com dificuldade e, quando notou que estava nua, usou magia de transformação e passou a usar um vestido amarelo em estilo oriental.

− Onde estamos? – perguntou a albina massageando a cabeça – E... Quem é você?

O moreno ficou chocado com a pergunta da maga.

− É sério que você tá me perguntando isso? – questionou o rapaz e a albina balançou a cabeça em afirmação – Marcus. Sabe? O amigo da Lucy, a garota que você e sua guilda quase mataram.

O rapaz explicou sendo um pouco mais direto do que o necessário.

− Quase matar a Lucy? Do que você está falando? A Lucy é minha amiga. Uma companheira de guilda, e eu não acho que ela conheça voc... – a garota parou de súbito e segurou a cabeça com as mãos.

Ela parecia estar à beira de lágrimas, não, ela já estava chorando e soluçando baixinho.

− O que foi que eu fiz? – perguntou-se a fada.

− Como assim o que você fez? – questionou o garoto.

Mira parecia que ia começar a explicar, porém o local onde eles estavam, atrás de um tubo mais afastado do resto da sala, foi atacado por uma série de livros. Os dois magos desviaram e se posicionaram para o combate iminente. A fada pareceu se acalmar e se focar no momento atual.

− Então quer dizer que os ratos conseguiram chegar até aqui? – perguntou Seilah se aproximando com uma série de livros girando ao seu redor.

− Quem é você? – perguntou Mira para a mulher da Tartaros.

− Eu sou Seilah, a Deusa da Lua Fria, e membro dos Nove Portões Demoníacos da Tartaros. E serei aquela que irá matá-los por terem matado a senhora Kyôka.

Uma vez apresentada, os livros que rodeavam Seilah começaram a emitir um círculo mágico cada um.

− Vem com tudo, bibliotecária – provocou Marcus.

Os livros voaram em direção aos dois.

O sabre de espinhos de Carol se chocou contra a resistente pele de Franmalth. A batalha já durava algum tempo e a maga ainda não conseguira fazer com que seus ataques tivessem efeito no demônio à sua frente.

− Qual o problema com você seu maldito?

Franmalth riu.

− Você ainda não quer usar seu potencial máximo contra mim, não é? Deve ser para não gastar todo seu poder mágico e essa seu pensamento apenas afirma que você é uma maga habilidosa – elogiou o inimigo – Mas o seu poder atual não pode derrotar um Etherious como eu. Principalmente dada à natureza da minha maldição.

− Maldição? – questionou a maga confusa.

Franmalth voltou a rir, porém desta vez o corpo dele emanava uma energia sombria.

− Nós Etherious, como demônios do livro de Zeref, possuímos maldições ao invés de magia. A minha permite que eu absorva almas humanas e até mesmo a alma da magia. Por isso nenhum dos seus ataques teve efeito sobre mim.

− O que...? Ah.

Carol foi atingida rapidamente na barriga por Franmalth, porém a aparência dele estava diferente desta vez. Ele havia ganhado uma barba e sua aparência estava mais humana, mesmo que estivesse muito mais vergonhoso.

A loira voou contra uma parede. O que havia sido este surto de poder que a acertou em cheio?

− Revolução – disse o Etherious – Transformação de Hades. Está é a minha alma mais poderosa e é ela que eu usarei para absorver você garota. Quanto deve custar a sua alma? Quanto? Quanto?

O integrante da Tartaros não cabia em si de tanta euforia.

− Absorver a alma da magia, não é? – disse Carol se levantando com a ajuda do sabre de espinhos – Será que esta habilidade possui limites? Vamos descobrir.

Desta vez o corpo de Carol começou a brilhar. A aura que se formava ao seu redor foi se espalhando pelas paredes e pelo chão. Todo o ambiente começou a tremer.

− O que... O que é este poder? – perguntou Franmalth a si mesmo em um tom de pânico – Eu não... Posso absorver?

A loira juntou ambas as mãos e as ergueu para o alto.

− Tècnica Secreta da Deusa da Terra: Abraço de Gaia.

E então, em surto de poder inimaginável, as rochas das paredes, do chão, as árvores que a loira havia invocado antes, todos se moveram em direção ao Etherious esmagando-o completamente.

Quando a poeira proveniente do ataque passou, foi revelada a imagem de uma mulher de rocha, a qual segurava o demônio, esmagando-o com uma pressão absurda.

− Obrigada por me emprestar seu poder mãe.

A imagem da mulher de pedra começou a afundar no chão, devido os danos que ele havia sofrido. Logo, o corpo do Etherious morto foi levado com ela.

− Você pode até absorver almas humanas, até mesmo a da magia, mas você não pode absorver algo tão puro e grandioso como a Alma da Terra. A Alma de Gaia – a loira arfava – Até outro dia, demônio.

A loira desatou a correr, agora que havia derrotado o inimigo e sua guilda estava um passo mais próxima da vitória, ela encontraria seus amigos e usaria cada gota de seu poder para protegê-los.

− Eu vou achá-los. E vou vencer esta guerra – a loira levantou a manga de sua jaqueta, e olhou a marca em seu antebraço. Asas negras, como as de um corvo – Mesmo que eu tenha de usar isto.

Próximo capítulo: No Coração do Inferno.

Notas finais
Então? Bom? Ruim? Se expressem nos comentários tá OK? Assim uma pergunta: vocês estão shippando o Marcus e a Lucy? Sério? Respondam por favor. Emfim eu não tenha muito para dizer. Mas no próximo capítulo teremos um foco a mais no Marcus e por consequência na Mira. Se bem que eu acho que vocês querem que desenvolva isso que eu comecei dela nesse capítulo não é? Hehe. Também vai ter uma coisinha do John e eu vou colocar uma introdução à batalha que a Katherine e a Lucy vão encarar. MUAHAHA cof cof. Enfim, comentem por favor. Ver a opinião dos meus leitores é uma coisa que eu adoro. E se vocês quiserem fazer uma comentário grande, façam. Eu adoro comentários gigantes e eu farei o máximo para responder com um comentário igualmente grande. Hehe. PS: Jackal: http://vignette4.wikia.nocookie.net/fairytail/images/a/ab/Jackal_attacks_Org.png/revision/latest?cb=20150523084051 PS: Seilah: http://vignette4.wikia.nocookie.net/fairytail/images/3/3e/Seilah_reading_a_book.png/revision/latest?cb=20150613192736 PS MEGA IMPORTANTE: segunda que vem começam minhas aulas e minha escola vai ser bem longe de onde eu moro. Por isso o ritmo de escrita vai dar uma diminuída, então se eu demorar um pouco para postar não fiquem desesperados achando que eu abandonei tá? Só isso mesmo. Até o próximo :3