My Family
23 A irmã do meu namorado & ele voltou ...
Notas iniciais
A conversa ficou por ali. O Austin estava muito nervoso. Quando chegamos a casa vi-o a dirigir-se para a cozinha sem dizer uma única palavra. Peguei na Angie e levei-a para o seu quarto. Dei-lhe um banho e vesti-a. Levei-a novamente para a sala e sentei-a no sofá.
Respirei fundo.
– Aus ? Podes tomar conta da Angie enquanto me troco ? — perguntei.
– Claro. — falou lá da cozinha .
Fui para o meu quarto e tomei um banho. Bem demorado, estava a precisar para relaxar. Preparei-me. Não sabia bem como ir. Não sabia se o lugar era chique ou descontraído. E se a irmã dele não gostar de mim? E se ela me achar demasiado fútil ou algo do género?
Vá, pensa positivo, Ally ! Positivo!
Quando cheguei à sala, estavam lá o Austin e a Angie a desenhar qualquer coisa. Decidi começar a preparar o jantar. Fiz algo rápido e pus na mesa. Chamei-os e Angie veio a correr, o meu namiradi apenas assentiu e sentou-se à mesa passados uns minutos.
– Desculpa. — falou.
– Está tudo bem. — sorri .
– Eu estava nervoso e ... — Eu o interrompi.
– Esquece isso, amor.
– Está linda meu anjo. — falou sorrindo.
– Acha que a tua irmã vai gostar de mim? — perguntei nervosa.
– Eu é que tenho de gostar de ti! — falou meu namorado soltando uma gargalhada , mas olhando para a minha expressão de preocupada ele continuou. — Mas se você quer saber : sim. Ela vai te adorar ! Vai te convidar para ires as compras e fazer essas coisas de mulheres é sério!
– Ainda bem! — falei.
1 HORA DEPOIS
Chegamos ao bar e sentámo-nos numa mesa num canto. Era um bar calmo. Parecia mais um café familiar mas bem moderno. Ficamos um pouco mais de 10 minutos à espera e apareceu uma mulher , com um sorriso parecido com o do Austin. Abraçou-o e de seguida abraçou-me a mim.
– Oi eu sou a Rydel e você deve ser a namorada do meu irmão né ? E bom conhecer você Allys ... Eu posso te chamar de Allys né ?- Ela falou tudo muito rápido eu apenas assenti . — É esta a Angie?
– Sim. — sorri.
– Olá, pequenina! Eu sou a titia Rydel ... Dás-me um beijinho?
Angie assentiu e deu-lhe um beijinho na bochecha. Rydel sentou-se ao lado de meu namorado e começamos a conversar. Quando dei por mim estavam apenas eu e ela a falar sobre roupa. Rimo-nos ao reparar na cara de aborrecida do Austin. Rapidamente mudamos de assunto.
–O Austin falou muito bem de ti. — falei.
– A sério? — perguntou não acreditando no que eu havia acabado de falar.
– Sim! Não foi, Aus ?
– Sim! Mas também referi que é uma chata ... — falou meu namorado corado.
– Olha, Allys , ele é um ciumento do pior. Tem cuidado! — falou e riu.
– Eu já reparei nisso ! — falei rindo.
– E se amanhã fossemos às compras para o almoço de Domingo? — sorriu.
– Eu não disse? — falou meu namorado rindo.
– Boa ideia! Vamos!
– E eu? — perguntou meu namorado.
– Vens e trazes a Angie! — sugerio Rydel .
– Ok, ok! — falou já rendido.
– Bom eu tenho que ir ... eu tenho um encontro para ir — falou Rydel .
– Ok Tchau Ry — falei e Aus apenas acenou com a cabeça.
EM CASA
– Obrigada meu amor ...
– Não tens que agradecer, amor. Queres ver um filme comigo?
– Sim! Titanic? — perguntei sorrindo.
– Sim! — sorriu e levantou-se para pôr o filme.
Depois de carregar no play, deitou-se outra vez ao meu lado e abraçou-me. Deu-me suaves beijos que me fizeram derreter. Eu preciso mesmo destes momentos com ele. A meio do filme comecei a ouvir barulhos estranhos vindos do exterior.
– A — Austin ?
– Hum? Sim, amor?
– Ouviste isso ?
Ouviu-se um grande estrondo.
– Eu vou ver o que é que se passa — falou se levantando.
– Não! Não me deixes aqui sozinha, Austin.
– venha comigo.
Aus deu-me a mão e caminhamos, sorrateiramente, até à janela da sala. Aus espreitou por entre os cortinados e suspirou. Deu-me um sinal para ir espreitar e não estava a acreditar. O Dallas . Mas o que é que ele quer desta vez?
– Eu vou lá! — falou meu namorado já nervoso.
– Não. Vamos chamar a polícia. — falei já entrando em desespero.
– Mas ele assim vai fugir!
– Amor! Pára e pensa! Ele está em cima do telhado, como é que ele vai fugir?
Austin assentiu e ligou para a polícia. Dirigimo-nos para o quarto da Angie e pegamos ela e trouxemo-la para a sala. Deitamo-nos os três no sofá à espera que a polícia chegasse. Foi quando a campainha tocou.
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