My Dark Angel
25 Thinking Of You
Notas iniciais
Vou deixar "ocês" lerem, tá bom?! Ah, o nome desse capítulo é por causa da música da Katy Perry, Thinking Of You, minha inspiração para este.
Agora sim, leiam.
Espero que gostem, beijos!
–Está melhor? –ele perguntou. Duff já havia me posto sentada no sofá e me acalmado com um copo de água com açúcar.
Assenti.
–Acho que a situação com o Axl não foi nada legal, não é? –ele disse.
–Ainda não sei como ele pode mentir tanto para mim. –respondi. –Calma aí. –parei para pensar. –Você também mentiu para mim. –eu disse levantando-me do sofá. –Sabia da verdade o tempo inteiro.
–Não, eu não menti para você. Nunca disse que não usava drogas, que não frequentava festas diárias, e que morava naquela casa, e mesmo que eu tivesse feito, não era eu o seu namorado. –ele disse e eu me sentei, fitando o chão, digerindo aquilo tudo. –Por mais que eu quisesse. –percebi que ele estava mais próximo de mim do que a segundos atrás. Virei meu rosto e dei de cara com sua face colada a minha.
Nunca havia parado para reparar o quanto ele era bonito, talvez não mais bonito que Axl, mas tanto quanto. Acho que a grande verdade era que eu estava tão cega por Axl que nunca pude me encantar por algo a mais que não fosse ele.
{N/a: Coloque essa música para tocar}
Um novo clima se formara entre eu e Duff. Ele me olhava fixamente enquanto eu podia ouvir o som de minha respiração descompensada. Sua face se tornava cada vez mais próxima a cada segundo, se é que poderia se tornar mais próxima do que já estava.
–O que pensa que está fazendo, Duff? – eu questionei ainda presa em seus olhos.
–O que você queria que eu fizesse. –ele disse e me beijou, sem que eu pudesse reagir, mas não o impedi de continuar, pelo contrário, deixei que ele terminasse o que começara.
O beijo se tornou mais intenso. Sua mão corria por minha cintura enquanto a outra se perdia em meus cabelos. Ele me puxou para mais perto e eu não hesitei. Por melhor que o beijo fosse, nada se comparava a sensação que eu tinha quando os lábios de Axl encontravam os meus.
Ainda não sei onde estava com a cabeça por me deixar levar, só sei que a intensidade e o calor de meu beijo com Duff foi tanta que quando percebi já levantávamos do sofá sem desgrudar nossos lábios.
Encaminhamo-nos ao meu quarto, onde demos continuidade ao que fazíamos. Ele puxou-me contra seu corpo de forma que fiquei na ponta dos pés. Suas mãos vagaram por minha barriga antes que arrancassem minha blusa que logo estava no chão. Ele fez o mesmo com a dele e eu não me permiti reparar em seu corpo.
Pulei em seu colo e o beijei avidamente, enquanto ele pressionava minhas coxas, impulsionando-as para cima. Senti a pele de minhas costas ir de encontro a parede fria. Ele me prendeu ali e beijou meu busto. Depois deitou-me na cama e percorreu as protuberâncias de minha barriga com beijos nada sutis.
Levantou meu corpo, com um dos braços e me jogou para o outro lado da cama. Senti seu corpo quente pesar sobre o meu e seus lábios fazerem pressão contra minha boca. Suas mãos corriam por meu corpo e apertaram minha cintura.
Reparei que em questão de minutos eu não podia sentir mais minha calça. Ele voltou a minha boca e por fim correu seus lábios por meu corpo novamente. Tomou liberdade para desencaixar os ganchos de meu sutiã e devorar os seios agora despidos. O hálito quente percorreu minha barriga deixando beijos molhados por onde passavam, até encontrar meu umbigo.
Tirou sua calça preta e voltou e enlaçou meus lábios, permitindo-se, por fim, a fazer caminho por meu corpo até que chegasse a barra de minha calcinha. A arrancou com o dente. Naquele momento, de olhos fechados, foi impossível evitar as lembranças da minha primeira vez com Axl, quando ele retirou minha calcinha da mesma forma. Era como se eu pudesse senti-lo novamente ali, sentir o calor de seu corpo encostando no meu, seu perfume fresco e embriagante, a maciez de sua pele branca.
Minha face se contorceu em uma expressão de dor em decorrência da lembrança.
Senti algo novo e um arrepio de prazer tomou conta de meu corpo. Deixei que um gemido escandaloso escapasse de meus lábios. Dessa vez não era Axl que estava dentro de mim, e era repugnante pensar que eu me entregara a outro homem, ao amigo do homem que eu amava.
Eu já podia ouvir os gemidos de Duff e isso de certa forma me incomodava ainda mais. Após certo tempo, levantei-me, sentando em seu colo, virada para ele. O abracei enquanto ele beijava meu pescoço e soltava novos gemidos. Arranhei suas costas com minhas unhas ainda sem abrir os olhos. Ele mordeu o lóbulo de minha orelha e eu me permiti gemer também.
Seus gemidos encheram meus ouvidos ecoando como um som de uma traição. Não queria abrir os olhos, não podia ver sua face em uma expressão satisfeita, seus olhos ardentes de luxúria, aquilo me machucava tanto quanto pensar em tudo que Axl havia feito.
Ele logo chegou a sua satisfação total. Caiu sobre a cama e eu deite-me ao seu lado. Eu não suportava ver seu rosto, vê-lo daquela forma e saber o que havia acabado de fazer. Coloquei minha calcinha novamente e depois virei-me para o outro lado encolhendo-me. Fiquei com o silêncio do quarto tomado pelo som de sua respiração irregular. Meu corpo molhado de suor estava coberto pelo lençol de seda branca.
–Nossa! Nunca estive tão satisfeito como agora. –ele disse. –Você é realmente incrível. –uma lágrima silenciosa desceu de um dos meus olhos.
O que eu havia acabado de fazer? Nem mesmo eu sabia. Estava com nojo de mim mesma, de pensar no que fiz. Meu estomago revirava dentro de mim, lembrar daquela situação me dava vontade de vomitar. Talvez, carência, ou então ódio, desejo de vingança. Eu não sabia como pude me deixar levar. Aquilo tudo era tão repugnante para mim. Eu me sentia a verdadeira culpada de um crime tenebroso. Estava mal comigo mesma.
Mas como eu poderia me culpar de trair o homem que havia feito o mesmo comigo várias vezes e não parecia sentir o mínimo de remorso por isso? Ah, eu não era tão baixa e hipócrita quanto ele de repetir aquele ato todos os dias sem sentir nem um pouco culpa.
O homem que disse que me amava, que beijou minha boca todos os dias, que se deitou ao meu lado, a quem eu me entreguei de corpo e alma, transava todas as noites com vagabundas de qualquer esquina.
Depois de um certo tempo, Duff foi embora. Me deu um beijo antes que eu fechasse a porta, mas ainda sim continuei com a tristeza estampada na cara.
Voltei até o quarto e me sentei frente à penteadeira. Queria observar um pouco meu rosto. A maquiagem antes perfeito estava agora borrada. Mais uma lágrima escorreu de meus olhos e eu sabia que como aquela, muitas estavam por vir.
Levantei-me, irritada comigo mesma. Lágrimas não deveriam ser derramadas por quem não merece, eu sabia disso, mas eu era tão tola que ainda sim não conseguia segura-las dentro dos olhos. Eu estava com raiva, com raiva de Axl e mais ainda com raiva de mim mesma. Eu poderia dizer que naquele momento eu me odiava, me odiava por ter sido tão burra, por tanto tempo.
O sangue correu por minhas veias com a mesma efervescência da gota de água sobre uma superfície de metal extremamente quente. Então quase por um impulso, tomei nas mãos o vaso da mesinha de cabeceira e o taquei na parede, deixando que um terrível grito de ódio escapasse por entre meus lábios. O vidro se partiu em dez mil pedaços e caiu ao chão. Ignorei a sujeira que acabara de fazer e virei-me de costas, levando as mãos a cabeça.
Joguei-me no chão, com joelhos dobrados e meus cotovelos apoiados neles, permitindo que minhas mãos chegassem a minha testa. Permiti-me voltar a chorar, como se de alguma forma lágrimas fossem capaz de apagar uma dor.
Quando consegui secar a inundação de meu rosto, voltei a sala e sentei-me no sofá. Fitei o chão por algum tempo e algo me chamou a atenção. Um cigarro que Duff provavelmente deixara cair antes de sair.
Não pensei duas vezes. Movida pela raiva que sentia de Axl, fui até o fósforo e acendi a ponta do cigarro. O olhei por alguns segundos antes de leva-lo a boca e disse:
–Era isso que você queria, Axl Rose? Proteger-me de suas sujeiras? Pois então veja o que eu faço agora. –murmurei comigo mesma e depois pus o cigarro entre os lábios. Traguei forte de uma vez e senti a fumaça dominar em minha garganta e minhas narinas. Uma leve ardência e a tosse desesperadora e imediata. Corri para o banheiro e cheguei a tempo de colocar para fora tudo que eu havia digerido, dentro da pia.
Aquilo não fora o bastante para impedir que eu repetisse o ato. Estava decidida a comprar mais cigarros pela manhã.
Aquela noite foi mais longa do que pensei. Rolei por inúmeras vezes na cama, esperando pelo sono que não dava sinal de chegada. Lágrimas foram inevitáveis, derramei um oceano durante a madrugada. Depois de tantas tentativas inúteis, acabei na varanda da sala de estar, sobrepondo o peso do corpo nos braços que apoiavam-se na estrutura de ferro que me cercava. Contentei-me com a visão da aurora por um longo espaço de tempo, até que meus pés reclamassem.
Deitei-me no sofá da sala observando o movimentar de meus dedos. Uma nova lembrança apareceu para me perturbar da última vez que estivemos no naquele sofá.
Flashback On
–Quero casar com você. –murmurou, quebrando o silêncio. Ri baixinho. –Quero construir uma família com você, ver nossos filhos correr no jardim de nossa casa, você chamando pela menina de cabelos dourados que está dando comida para o cachorro, enquanto eu ensino o garotinho ruivo a tocar piano...
–Isso vai acontecer um dia. Só nos resta esperar. –eu disse.
–Eu vou esperar por você, Elizabeth, nem que isso me custe uma eternidade. Eu te amo, te amo como nunca amei ninguém. Seria capaz de largar tudo se fosse para ficar com você. –indagou. –Quem diria que naquele dia que eu salvei sua vida, eu estava salvando a minha vida.
–As coisas aconteceram tão de repente, outro dia você era o bêbado na minha porta, depois virou meu herói, logo após passou a ser meu professor de piano, por fim meu namorado, namorado que nunca imaginei ter, o homem da minha vida.
–Nossa história estava escrita nas estrelas. –ele disse.
–Prefiro dizer que nossos destinos foram traçados na maternidade.
Flashback Off
–Por que fez isso comigo, Axl? –perguntei a mim mesma perante a lembrança, deixando que lágrimas mais uma vez lavassem meu rosto. –Por que deixou que eu acreditasse? Tantos planos, promessas... não podia ser tudo mentira. –murmurei desanimada e por fim fechei os olhos.
Os olhos despertaram com a falta de ar que acometeu-me. O rosto molhado não era só em decorrência das lágrimas. Estava com a cabeça afundada em uma bacia cheia de água. Tentei levantar o pescoço, mas a tentativa fracassou, havia algo me prendendo ali, impulsionando-me para baixo. A água então coloriu-se de vermelho como se um balde de sangue tivesse sido derramado ali. Meus olhos arderam, não iriam manter-se abertos por muito tempo, meu pulmão gritava por ar enquanto eu batia com as mãos em um recipiente duro como o mármore, recipiente o qual minha cabeça encontrava-se afundada.
Balancei a cabeça e tentei gritar mais uma vez, mas era impossível embaixo d’água. Minhas mãos moveram-se desesperadamente e meus pés também, estava em uma tentativa frustrada de gritar por socorro.
Uma imagem então se fez no mar de sangue. Estava embaçada, desfigurada, mal me permitia enxergar o que ali estava.
–Elizabeth, nós voltamos. –sussurrou à voz de meus pesadelos, eles estavam de volta. Aquietei-me por alguns segundos, arregalei os olhos, assustada. Voltei a bater e balançar a cabeça desta vez ainda mais desesperada. –Viemos te buscar, Elizabeth. –sussurrou sem que eu parasse de me mexer.
Um pulo no sofá e eu novamente conseguia respirar. Mantive-me ofegante por alguns minutos enquanto os olhos arregalados varriam a sala. Minhas mãos estavam trêmulas e eu um tanto assustada.
Depois que consegui respirar com mais tranquilidade repassei na cabeça o curto pesadelo. Eu já não os tinha a um bom tempo, desde que comecei a namorar Axl, para falar a verdade. A volta deles era o que eu menos precisava naquele momento.
Sobrecarregada demais para me aterrorizar com a volta dos pesadelos, ignorei todos os pensamentos do tipo e fui até o banheiro, precisava de um banho, pois tinha uma hora e meia até ter de ir para a escola.
Afundei o corpo na banheira de água quente que dificilmente usava. Deitei a cabeça na beirada e deixei-me relaxar. As pálpebras pesaram não me permitindo ficar de olhos abertos. Mas aquilo significava ser arrastada para pensamentos sufocantes escondidos em vielas escuras da mente destruída.
Logo vozes se misturaram a dizer milhões de palavras que eu mal conseguia entender. Mas algumas das frases ganhavam destaque em meio à cena do dia em que ela foi dita. “Eu quero casar com você, Lizzi Muller. Quero que você seja minha mulher, quero poder acordar todos os dias ao teu lado, para sempre.” “Qualquer tipo de relacionamento com um Guns é um caminho para uma vida muito difícil...” “Eu te amo de uma forma que nunca amei ninguém, garota” “...até a morte” “Charlie estava lidando com uma nova banda...” “Mike morreu de overdose” “ele talvez tenha dito que te amava mais na verdade vai para cama com várias vagabundas toda noite” “Eu te amo, Lizzi Muller”
Meus olhos abriram-se rapidamente, de forma que eu pudesse fugir dos pensamentos perturbadores. Desnorteada, saí da banheira puxando o roupão branco e cobrindo-me. Fui até o quarto e antes que pudesse trocar de roupa sentei-me na cama desanimada. A possibilidade de ir para a escola naquele dia não me deixava nem um pouco animada. Deitei-me na cama ainda desarrumada da noite anterior e fitei o teto. Estava distante, aproveitando o momento de mente vazia, depois do que acontecera sabia que dificilmente teria um momento como aquele, em que a apenas um pensamento em branco, no lugar das lembranças que tanto me machucavam, se é que era possível abrir novas feridas em um corpo tão destruído, em uma mente demolida e um coração massacrado.
Não sabia quanto tempo havia ficado ali, mas sabia que no fora todo tempo que queria. Eu apenas desejava dormir por dias e dias, e acordar somente quando aquele pesadelo chegasse ao fim. Mas a avançada medicina não havia inventado nenhum remédio para aquilo, nem descoberto algum comprimido milagroso que fosse curar um coração partido. Talvez nem mesmo um comprimido milagroso fosse me salvar daquele poço de angústia e dor no qual eu me afogava.
Pensamentos e sofrimentos a parte, era hora de ir para a escola. Puxei do armário a saia azul-escuro –saia a qual eu não mais poderia substituir por um jeans, já que acabara de entrar na turma com o qual a escola era mais rigorosa, o 3° ano do ensino médio. -, a blusa social branca, as grandes meias de mesma coloração que a saia, e por fim, teria de acompanha-los com um sapato branco.
Diferente do que de costume, não era um dia muito quente na Califórnia. O céu estava tomado por nuvens, e o vento frio que lá fora soprava invadia o quarto por uma brecha da janela. Não tive outra escolha que não fosse tirar do armário um moletom qualquer, que ao menos pudesse me aquecer naquele dia chuvoso.
Sentei em frente à penteadeira, uma expressão relutante se fez em meu rosto. Parecia estranhamente difícil encarar-me naquele espelho. Era a face destruída de uma idiota, os olhos cheios de amargura de uma traidora. Somente naquele momento pude perceber que a inocência da menina recém-chegada em uma nova cidade já escorrera por meus dedos, deixando que o desejo de vingança de uma garota machucada me banhasse, protegendo-me com uma armadura mais resistente.
Naquele rosto desfigurado, já não havia mais marcas daquela boba garota doce que reinou em meu corpo por longos dezessete anos. Já não restava vontade de usar aqueles ridículos vestidinhos estampados, ou aqueles sapatos delicados. Mas quanto as roupas dignas de uma menina inocente que um dia se encaixaram muito bem com a personalidade de uma idiota, eu poderia decidir depois.
Apenas escovei os cabelos e os prendi em um rabo-de-cavalo desajeitado. As olheiras subitamente arroxeadas carregadas em baixo dos olhos, que nunca estiveram tão inchados, não me incomodavam. A pele marfim parecia extremamente mais pálida, e os olhos não se limitavam apenas em olheiras ou inchaços, também estavam caídos e desanimados. Estava certa de que não precisava de maquiagens, certamente mal conseguiria levar um batom até a boca.
Puxei a bolsa de cima da poltrona do quarto e saí, não demostrando pressa. Meus passos pesados me renderam minutos de atraso, mas não o bastante para que me levasse a uma explicação na diretoria. Cheguei a tempo de subir junto aos outros alunos.
Taquei minha bolsa em minha carteira e então sentei-me. Não precisava olhar em volta para confirmar. Ela não estava lá. Fora a primeira vez que Sarah faltara aula desde que cheguei a Los Angeles.
Notas finais
Ah, gente, eu amo essa música, quem já viu o clipe ou sabe a tradução da letra se ligou que o começo do capítulo tá totalmente inspirada nela, né? Bom, se alguém nunca viu o clipe é sério, vejam, recomendo muito, é lindo, vale a pena.
E aí o que acharam? Bom, para falar a verdade eu bati o pé que não queria botar esse capítulo porque eu acho que até a metade dele pelo menos a escrita estava muuuuito ruim e eu odeio isso, mas tipo hoje eu realmente não tenho condições de escrever, porque além de não estar bem tenho uma porrada de coisas para fazer. E tendo as férias sem fazer nada a minha labirintite só foi atacar hoje com meu dia cheio. O pior é mais tarde, tenho de ir ao shopping fazer algumas compras porque vai começar as aulas, né...Aí vocês perguntam, qual o problema nisso? ODEIO FAZER COMPRAS! Shopping só me é útil para Mcdonald's e cinema.
Agora mudando de assunto alguém aí é do Rio De Janeiro. Bom, sorte de quem não é (também não sei como tá o tempo em outras cidades), o Rio De Janeiro está fervendo, tá muito quente, aí vocês perguntam, qual o problema nisso, querida Carolinna? EU ODEIO CALOR! Resumindo: EU SOU INSUPORTÁVEL (doente então, vixi!) O legal é quando chegam para mim e dizem que carioca tem que gostar de samba, praia, sol. Não gosto de sol, não gosto de praia, muito menos de samba, se gostasse não queria me mudar para Londres ou pro raio que o parta, eu preciso de frio, neve, casacos, sem sol, sem praia, calor ou coisas do tipo.
A enjoada aqui já tá falando demais, né? Bom, ignorem, eu doente fico pior do que já sou.
Espero que tenham gostado, desculpa o cap. pequeno e chato ( igualzinho a quem escreveu) , e desculpem também algum erro, hoje eu tô no meu momento sem paciência. Vou ouvir Patience, sempre me ajuda.
Bem, eu fico por aqui, beijos, suas lindas!
Fale com o autor