My Dark Angel

15 The Mystery Of Mike


Notas iniciais
Bom, esse capítulo...hã... err... Ok, confesso, não sei o que dizer sobre este (Novidade, nunca sei o que dizer ou então não gosto do cap.)
Enfim, me ignorem, leiam, com carinho e digam-me a verdade, ok?
Espero que gostem.
Beijos!

Tentei esquecer o assunto durante a comemoração e agir como se nada tivesse acontecido. Por fim, a mãe de Sarah, Martha, levou-me em casa, não me permitira sair de sua casa em horário tão tardio, sozinha, depois do ocorrido, em que Axl me salvou.

Eram quase 23:00 horas quando cheguei. Presumi que Axl chegaria logo, então tomei meu banho quente e coloquei uma camisa junto a uma calcinha um pouco maior, era a forma que eu gostava de dormir, talvez Axl não se importasse. Já que era tão tarde, não me permiti molhar os cabelos.

A campainha soo escandalosa exatamente as 23:36. Corri para atender, já sabia muito bem quem era.

–Oi meu amor. –eu o recepcionei sorridente com um beijo.

–Oi docinho. –ele disse.

–Tá com fome? –perguntei depois que ele entrou e fechou a porta. –Posso fazer alguma coisa para você comer.

–Não, não precisa. –ele disse.

Ele me puxou para mais perto, pela cintura, e meu deu um beijo longo.

–E aí, como foi na casa de Sarah? –ele perguntou.

–Ela e mãe dela prepararam uma festa surpresa, com direito a cardápio refinado e bolo de três andares. –respondi.

–Nossa! Para quantas pessoas?

–Três.

–RáRá, elas fizeram isso tudo só para vocês três?

–Sim. –respondi. –Estou cansada? Vamos para o quarto?

–Tudo bem. –ele disse e me acompanhou, abraçando-me pelas costas.

Sentei-me em minha cama e ele fez o mesmo. Trocamos alguns beijos, mas entre tantos um deles ganhou mais intensidade. Fiquei de joelhos enquanto Axl subia ainda mais na cama. Ele me puxou para mais perto e não hesitei.

Sua boca bailou por minha face e eu já estava completamente envolvida pela situação. Suas mãos correram por minhas coxas, fazendo caminho por meus quadris e se encaminharam a minha cintura, a partir daí voltaram se percurso e estacionaram na beirada de minha blusa. Ele tocou a pele de minha barriga e um arrepio percorreu meu corpo. Suas mãos subiram ainda mais por baixo de minha blusa enquanto a camisa que antes grande já estava na altura de meu umbigo e subia cada vez mais.

Estava completamente envolvida pela sincronia de nossos lábios no beijo intenso e enlouquecida pelo som de nossas respirações descompensadas. Meu sangue pareceu ferver em minhas veias e meu coração saltar, afobado, em meu peito.

–Não, não, não, Axl... –eu disse enquanto ele beijava meu pescoço e empurrei levemente seus braços, para que ele parasse.

–Desculpa. –ele disse se afastando de mim e ficando de pé, rápido, como se tivesse feito algo muito errado.

–Quem tem que pedir desculpas é eu. –eu disse fitando o lençol branco da cama. –Sei o quanto é difícil para você, mas eu acho que não estou pronta para isso, entende? – Desde quando havia chegado em L.A. havia aprendido muito sobre coisas que eu nem sabia a existência, os livros que lia claro me ajudaram muito. Mas tudo que eu sabia, fora o bastante para concluir como aquilo iria terminar. Sexo. Eu confiava em Axl, mas ainda assim tinha um certo medo, sentia que não era a hora certa.

–Tudo bem. Por você, eu posso esperar. –ele disse.

Recostamos na cama, uma ao lado do outro e permanecemos conversando por horas. Acabei caindo no sono.

Axl P.O.V On

Lizzi acabou dormindo depois de tanto conversarmos. Olhei o relógio e vi que já passava das 03:00 da madrugada. Voltei minha atenção para a linda garota que agora dormia ao meu lado. Eu não me cansava de olhar para ela. Tão perfeita, tão linda, tão minha...

–Não sei como um anjo como você pode se apaixonar por alguém como eu. –murmurei comigo mesmo enquanto a observava.

Levei meus dedos a sua face e a acaricie levemente, era um rosto perfeito. Meus olhos percorreram as extremidades de seu corpo tentador sob o efeito da luz fraca do abajur. Era tão difícil me controlar. Meus extintos gritavam, gritavam por ela, pelo corpo dela, e a queria por inteira.

Por mais bobo que isso fosse, eu ainda me perguntava como aquele lindo anjo poderia estar apaixonado pelo monstro drogado. Por que?

Eu nunca deveria ter deixado ela se apaixonar, deveria ter me afastado antes, mas quando percebi já não podia mais viver sem ela e muito menos quebrar o coração que agora batia por mim.

Não merecia alguém tão boa quanto ela.

Em meio aos meus pensamentos e meu olhar atento em Lizzi percebi que ela se mexera, aproximando seu corpo do meu e deitando sua cabeça em meu peito.

Levei minha mão aos seus cabelos e os percorri com meus dedos.

–Oh merda. –grunhi. Tarde de mais, eu já estava completamente excitado.

Axl P.O.V Off

O despertador soo escandaloso as 06:00 da manhã me obrigando a acordar. Apertei rápido o botão para que ele desligasse, não queria acordar Axl, mas minha tentativa fracassou. Ele já se mexia na cama e logo abriu os olhos.

A primeira coisa que fez foi sorrir assim que me viu, eu retribuí o sorriso enquanto imaginava o quanto estava pavorosa. Cabelo bagunçado, rosto inchado... Como ele conseguia sorrir para um ser tão monstruoso.

Ele inclinou-se levemente para me dar um beijo.

–Bom dia. –eu disse sorridente ainda com meus lábios grudados aos dele.

–Bom dia, docinho. –respondeu e moveu seus lábios para selar-me. –Nossa, que horas são?

–06:00 da manhã.

–Por que acordar tão cedo? –ele perguntou.

–Porque eu tenho aula. –respondi.

–Não sei como você aguenta, fazer isso todo dia. –ele disse.

–Vou preparar o café. –eu disse.

–E eu preciso de um banho urgente. –murmurou posicionando o travesseiro um pouco abaixo da barriga e indo em direção ao banheiro. Eu ri.

Fui até a cozinha e preparei algumas panquecas para Axl, já que eu costumava me alimentar apenas de frutas de manhã.

Logo ele saiu de seu banho rápido e nos sentamos juntos para nos alimentar.

Por fim me direcionei ao banho e troquei de roupa. Não queria me atrasar para a escola. Juntei algumas de minhas coisas espalhadas pela sala e pus em minha bolsa.

–Posso te levar? –Axl perguntou enquanto eu guardava alguns livros em minha bolsa.

–Não precisa. –respondi.

–Por favor? –suplicou.

–O.K. – respondi. Não queria negar a um pedido de Axl. –Mas você terá que me deixar alguns metros antes da escola. Não podemos ser vistos juntos. –eu disse e ele sorriu fraco. Aproximei-me e selei-o. Ele me surpreendeu quando eu cortei o beijo e me impediu de me afastar, puxando-me de forma que sentei em seu colo e me deu um longo beijo.

Saí apressada para aula, estava prestes a me atrasar. Dentro do elevador, Axl me prendeu contra a parede e me beijou entre sorrisos. Quando chegamos ao térreo, fugi de seus braços e saí andando rápido em meio a risos e ele se aproximou na mesma velocidade me agarrando pela cintura enquanto já saíamos do prédio e beijando minha face.

Entramos no carro e ele seguiu o caminho da escola. Ele falava besteiras enquanto dirigia me fazendo gargalhar. A cada risada minha ele parava com um sorriso entre os lábios para observar minha face. Ele parecia gostar do que via. Parecia gostar de me ver rir. Tudo bem, eu era muito perceptiva e usava isso o tempo inteiro, ou pelo menos a maior parte do tempo.

Despedi-me dele alguns metros antes da escola e segui meu caminho.

[...]

–Ah! –Sarah parecia ter lembrado de alguma coisa quando sentamos em nossos devidos lugares. Virou-se para sua bolça e tirou de lá um envelope bem feito e com sua marca de cera derretida vermelha, na parte de trás, fechando-o. Eu conhecia aquela marca. Passei os dedos de uma das minhas mãos sobre o símbolo de minha família, em forma de cera. –Sua mãe mandou para você, chegou ontem pela manhã e esqueci de lhe entregar. –ela disse e eu não me permiti tirar minha atenção do envelope.

Virei a parte frontal do envelope branco. Lá estava a letra delicada de minha mãe, na caneta de ponta fina e preta, direcionando a carta a mim. Abri o envelope e retirei o papel meio amarelado e bem dobrado de dentro.

Olá meu anjinho!

Não sei como estará ou onde estará quando estiver lendo esta carta, mas espero que esteja bem. Peço-lhe desculpas sinceras por não ter ligado em seu aniversário, um erro meu, não fui permitida de fazer isso, então lhe envio está carta, fiscalizada por seu pai.

Queria poder estar ao seu lado, poder concluir as mudanças eu seu rostinho nesse dia que você completa 17 anos, mas não foi possível. Quem sabe no próximo aniversário?

Mal posso acreditar que minha bebê está completando 17 anos e eu ainda me lembro, como se fosse ontem, o dia em que lhe peguei nos braços pela primeira vez. Mas, não ligue para sua mãe chorona, que desaba em lágrimas enquanto escreve esta carta, quero ter a certeza de que abrirá um grande sorriso depois que ler minhas palavras.

Feliz aniversário, meu pequeno anjo, espero que esteja feliz, onde quer que esteja, exibindo seu lindo sorriso, tão doce e que me faz tanta falta. Saiba que seu pai também lhe deseja um feliz aniversário.

Espero vê-la em breve.

Eu te amo.

Assi: Lara De Oliveira C. Muller

Lágrimas arderam em meus olhos e um nó se fez em minha garganta perante as singelas palavras de minha mãe. Quando dei por mim, o quadro a minha frente estava repleto de fórmulas complexas de física.

Tentei voltar minha atenção à matéria, mas em meados da aula, algo mais perturbou minha cabeça. Mike. Eu precisava saber mais sobre sua morte, e eu tentava acha a forma de fazer isso, mas pensando um pouco cheguei à resposta de alguém que talvez pudesse me ajudar. Senhora Taylor Lyn. Ela era a professora mais antiga daquela escola, talvez soubesse algo sobre Mike.

[...]

–Ainda não entendo por que minha mãe mandou minha carta para sua casa e não para o meu apartamento? –questionei enquanto sentávamos em nossa mesa, no refeitório.

–Foi bom ter tocado nesse assunto, pois precisamos conversar sobre isso. –ela disse.

–O que aconteceu? –perguntei curiosa.

–Bom, eu sei o porquê da carta ter sido enviada para minha casa.

–E por quê?

–Ela foi enviada junto às outras coisas. — Outras coisas? Eu perguntava a mim mesma.

–Hã...Lizzi, seus pais me mandaram uma carta, na verdade, seu pai me mandou uma carta dizendo que você terá de fazer uma viagem.

–Uma viagem? –perguntei franzindo o cenho.

–Sim, uma viagem, mais especificamente uma viagem a Paris, a negócios. –ela disse e eu tentava entender.

–Como, negócios? Eu não entendo nada de negócios. –eu disse.

–Não é bem isso. Seu pai tem alguns acionistas, investidores, correlacionados a empresa em alguns países.

–Sim, eu sei disso. Já o ouvi falar com alguns empresários ingleses. –eu disse.

–Então, alguns desses empresários estão se reunindo para uma comemoração de final de ano em Paris, mas seu pai não estará presente, já que ele considera importante e não gosta de faltar a tais compromissos resolveu mandar a única herdeira da empresa em seu lugar. –ela disse enquanto eu digeria a tais informações. –Não será nada de mais. Terá apenas que marcar presença no evento, como filha de Henrique Muller. –ainda não sabia o porquê de eu estar surpresa com aquilo tudo. Papai sempre gostou de me exibir como um troféu, sua linda e perfeita filha. Mas ainda assim nunca deixou de culpar mamãe por não ter lhe dado um filho homem, como ele queria.

Permaneci calada.

–Só tem um problema. –ela disse. –Ele pediu para que eu cuidasse da compra das passagens, hospedagem no melhor hotel de Paris, me enviando toda a quantia necessária para isso, mas eu como sua babá deveria lhe acompanhar. Mas, eu não posso, não posso deixar que minha mãe passe o natal sozinha, aqui em Los Angeles. Você vai ter de fazer isso sozinha. –ela disse.

–Não...eu não vou saber o que fazer. –eu disse perplexa.

–Não se preocupe com isso Lizzi. Você é inteligente, sabe falar muito bem inglês, francês, espanhol, até o básico de alemão você sabe, sem contar o português. Vai ter muito dinheiro em mãos... Você sobrevive, confia em mim? –ela disse e eu tive uma ideia.

–Tudo bem. Mas, eu quero uma coisa. –eu disse e ela esperou que eu fizesse meu pedido. –Quero que você me deixe cuidar desta parte da viagem, passagens, hospedagem... –eu disse.

–O.K. –ela respondeu. – Irei te entregar o dinheiro enviado por ele.

[...]

–Quero lhe pedir uma coisa. –eu disse a Axl, que acariciava meus cabelos enquanto eu estava deitada em seu colo.

–O que?-questionou.

–Quero que passe o natal comigo. –eu disse.

–Mas eu acho que era isso que íamos fazer, não é? –ele perguntou incrédulo.

–Em Paris. –eu disse levantando-me para ver seu rosto.

–Paris? –ele perguntou de olhos arregalados.

–Sim. Meu pai quer que eu passe o natal lá, para comparecer a um evento de negócios, mandou o dinheiro para organizar a viagem a Sarah, o bastante para que ela pudesse me acompanhar, mas ela não poderá ir. Consegui convencer Sarah a deixar que eu mesma organize a viagem, porque eu quero que vá comigo. –eu disse e ele ficou pensativo.

–Isso vai te deixar feliz? –ele perguntou.

–Muito. –respondi.

–Tudo bem. Tenho apenas que avisar aos garotos. –ele disse e eu pulei em cima dele, saltitante de alegria, beijando-lhe.

–Ah, eu te amo, Axl Rose. –eu disse e ele riu.

Os dias passaram, mais rápido do que eu esperava, quando dei por mim, já estava em inicio de provas. A viagem para Paris já estava organizada. Passagens compradas, reserva no melhor hotel de Paris...

Com a proximidade do final das aulas algo voltou a me perturbar. Eu precisava urgentemente falar com a Sr. Lyn, a respeito de Mike, mas faltava coragem, talvez eu fosse tímida de mais para isso, mas eu tinha de fazer.

–Sarah, vai descendo que eu vou tirar algumas dúvidas sobre essa matéria com a senhora Taylor. –menti, mas ela fez o que eu disse. Com a sala vazia senti-me liberta para falar com a senhora Taylor que mexia em suas coisas. –Senhora Taylor. –eu chamei enquanto me aproximava timidamente e ela me olhou carrancuda. –Será que poderíamos conversar? –eu disse sentando-me na cadeira em frente a sua mesa.

–Sobre o que? –ela disse sem olhar-me.

–Sobre Mike Johnson. –ela parou o que fazia assim que ouvi eu pronunciar o nome de Mike, inclinou a cabeça lentamente para olhar meu rosto.

–Estou atrasada, tenho que ir. –ela disse tentando esquivar-se do assunto e dando as costas.

–Por favor senhora Lyn, isso é muito importante para mim. –supliquei e ela parou onde estava.

–E por que não pergunta a sua amiga, Sarah? –questionou.

–Ela... não gosta de tocar no assunto. –eu respondi. Ela virou-se e tacou seus livros pesados sobre a mesa, baixou a cabeça e começou a falar:

–Mike Johnson. Um dos melhores alunos que já tive, ah doce Mike. Era um ótimo menino, esforçado, inteligente, tímido e com certeza o melhor jogador do time da escola. Entregava trabalhos em dia, prestava máxima atenção em minhas aulas, estava sempre presente, com seu sorriso escondido nos lábios, mas que não impedia de ver sua expressão radiante. Sempre tão atencioso, prestativo, melhor aluno da sala. –ela recordava-se com brilho nos olhos. –Até que seu comportamento vinha mudando, e certo dia eu dei sua falta na aula...-vi seus olhos se estreitarem em uma expressão de dor, enchendo-se de lágrimas. -E então a noticia que nunca esperei... Foi tão triste perder alguém como ele tão cedo. –ela disse secando uma lágrima que descera de seus olhos. –Mas se procura informações sobre Mike, não sou eu a pessoa certa para isso. –ela disse e eu esperei que desse continuidade ao que falava. –Apenas uma pessoa poderá te ajudar.

–Quem? –perguntei incrédula.

–A única que sabe sobre tudo que aconteceu. A senhora Martha Johnson. –ela disse e eu balancei a cabeça sutilmente, comigo mesma, fazendo sinal de negação.

Eu sabia que não daria certo. Martha talvez não gostasse de falar sobre Mike assim como Sarah. Mas eu estava certa de uma coisa, se eu queria mesmo ajudar Sarah eu teria de tentar.

–Agora tenho de ir. –ela disse pegando seus livros novamente, virou-se de costas para sair e eu a chamei mais uma vez:

–Senhora Taylor. –ela virou-se em minha direção. – Obrigada. –ela assentiu rapidamente com a cabeça e se retirou da sala. Fitei o quadro a minha frente e viajei em meus pensamentos.

Cada vez mais a situação correlacionada a Mike se tornava enigmática. A cada informação nova que eu tinha sobre o irmão de Sarah aquilo se tornava mais misterioso. Mudança de comportamento. O que a senhora Taylor queria dizer com isso? Até onde eu sabia era que Mike era o filho perfeito, o irmão perfeito...

O mistério estava perto do fim, pois eu estava decidida a falar com Martha. Teria de pensar em uma forma driblar Sarah e conseguir chega até Martha quando ela não estivesse por perto. Mas, poderia pensar nisso depois que voltasse de Paris.

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Notas finais
O que acharam? O que estava ruim? Mereço reviews?
"Don't you cry tonight. I still love you baby. Don't you cry tonight. Don't you cry tonight. There's a heaven above you baby and don't you cry tonight" *Momento cantoria*
kkkk...Tô escrevendo isso ao som da minha música predileta do Guns, Don't Cry que divide lugar na primeira posição com So Fine. É difícil dizer qual música mais gosto do Guns, mas vou pelo óbvio, as duas são as mais tocadas no meu celular, não tem como fugir do vicio. Por falar em So Fine, alguém sabe de uma fiction do Duff para me recomendar? (Que não seja Dreams Of A Summer Trip I e II)
É, confesso, tenho um abismo pelo McKagan. rs'
Ah, estava pensando em mudar o nome da fic para My Dark Angel. O que vocês acham?
Bom, por hoje é só pessoal.
Beijos e até a próxima!