My Dark Angel
16 C'est à Paris
Notas iniciais
Divirtam-se.
Beijos!
Uma semana se passou e eu terminava minha época de provas aterrorizantes. Foram mesmo dias terríveis. Com a pressão das provas de final de ano, me resumi a estudar durante todo o dia, perdendo todo meu tempo vago e deixando de lado até mesmo meu namoro, o que acabou me rendendo uma discussão com Axl, mas por fim ele acabou entendendo que me dividir entre duas coisas importantes para mim era um tanto complicado, caótico diga-se de passagem.
Notas subiram e eu encerrei bem o ano. Adeus escola, por alguns meses, claro e olá tempo vago. A cinco dias da viagem resolvi montar uma árvore de natal em casa.
Axl foi o escolhido a sair comigo por lojas de departamentos, a procura de enfeites natalinos. Confesso, que era engraçado. Ele tornava algo divertido em incrível.
–Falta pôr a estrela no topo. –eu disse ao terminamos de montar a árvore.
–Põem. –ele disse como se fosse algo fácil.
–Eu não alcanço. –estiquei-me em uma tentativa frustrada e ele gargalhou.
–Quem mandou comprar uma árvore com mais de 2 metros hein, senhorita Lizzi? Apesar que eu acho que o problema não é bem a árvore. –ele disse irônico. Olhei para ele de cara feia.
–Já disse que não sou baixinha.
–Bom, eu não considero míseros 1,65 muito alto, não. –ele disse e eu me aproximei, aplicando-lhe um tapa no braço.
–Me ajuda a colocar logo essa estrela ali. –eu disse. –Me levanta. –ele abaixou-se para que eu subisse em seus ombros, depois que o fiz, ergueu o corpo e eu balancei. Estremeci de medo.
–Calma aí, não se mexe. –eu disse depois que ele se aproximou da árvore. Estiquei-me para colocar a estrela. –Axl, para! –ordenei quando senti que ele se movia, brincando comigo. Ele riu e continuou o que fazia. –Para, Axl! –ordenei novamente.
–O que estou fazendo? –ele perguntou sínico.
–Não mexe no meu pé, por favor, para! –eu disse quando senti ele escorregar seus dedos pelo meu pé. Se mexeu mais bruscamente rindo.
–Para Axl, eu vou cair em cima da árvore. –as palavras saíram desesperadas de minha boca acompanhadas de um grito. Ele se desequilibrou, indo para trás e eu caí no chão junto a ele.
–Sem graça. –eu disse a ele, ainda no chão. — Isso doe. –Ele beijou minha perna. Movimentou-se para se aproximar de meu rosto e enlaçou meus lábios com um beijo.
Levantei-me esfregando meus glúteos, que estavam doloridos em decorrência da queda.
–O que foi? –ele perguntou enquanto eu andava.
–Tá doendo. –eu disse.
–Desculpa. Quer que eu faça massagem? –ele levantou-se indo atrás de mim enquanto pronunciava a frase cheia de malicia.
–Não. –respondi.
–Tem certeza?
[...]
–O que está fazendo? –ele disse chegando ao quarto e deparando-se com um mar de roupas espalhadas por todos os lados.
–Arrumando minha mala. Embarcamos amanhã a tarde, tem de estar tudo pronto. –respondi e ele ergueu as sobrancelhas.
–Ainda não me sinto bem em saber que você está arcando com os custos da viagem, sozinha. –ele disse empurrando algumas peças de roupa para trás, para que pudesse sentar-se na cama.
–Quantas vezes terei de dizer que não há nada de errado nisso, a começar pelo fato de que o dinheiro não saiu de mim e sim de meu pai, e com toda a cotia que ele mandou eu poderia viajar mais de uma vez e ainda sobraria, eu não teria o que fazer com todo aquele dinheiro. –expliquei-lhe enquanto dobrava alguns vestidos. – Pense que estará fazendo um favor a ele, pois eu iria sozinha se você não fosse e creio eu que papai não gostaria nem um pouco disso. –pus um sorriso fraco entre os lábios levemente esticados.
–Acho que ele gostaria menos ainda de saber quem ira te acompanhar no lugar de sua babá. –murmurou.
–Não seja tolo. –me aproximei para sentar em seu colo. –Papai não está aqui, já não age com tanta autoridade sobre mim, não me importo mais se o que estou fazendo é errado ou não. Eu estou com você e é só isso que importa agora. –eu disse e lhe dei um beijo longo.
Logo tive de me despedir dele. Pois ele também tinha uma mala para arrumar, mas ele parecia não estar nenhum pouco preocupado com isso. Depois que fechei a porta ouvi o telefone tocar.
–Alô-disse assim que atendi.
–Lizzi. –a voz doce de Sarah soou ao outro lado.
–Oi. –respondi a ela.
–Estou ligando só para avisar que eu passarei aí às 14h, amanhã para te levar até o aeroporto, ok? –ela disse.
–Não. – a palavra soou quase como um grito desesperado. –Não, é melhor não... –eu disse levando uma das mãos a cabeça, tentando pensar em uma desculpa. –É que eu não gosto de despedidas...então não seria legal.
–Mas eu faço questão. –insistiu.
–Não Sarah, por favor, não. Nós já nos vimos hoje e fazer isso novamente amanhã, antes que eu viaje vai acabar me fazendo desistir. Você sabe como eu sou, insegura, emotiva para despedidas...
–Ah Lizzi, queria te ver antes que você viajasse.- ela disse melosa.
–Você verá quando eu voltar, tenho certeza que não vai sentir nenhuma falta. –eu disse.
–Não seja boba. Agora vá arrumar a mala, porque se eu bem lhe conheço, nem terminou de arrumar ainda.
–É, adivinhou. –confirmei.
–Então, até dia 27. –ela disse.
–Ok, até dia 27. –eu disse.
–Beijos e boa viagem e por favor, não esqueça de me ligar assim que chegar, independente do fuso horário, ok?
–Tudo bem. –falei. –Beijos. –eu disse desligando o telefone.
Com a chegada do dia seguinte fiquei elétrica, com a aproximação do horário da viagem. Mas logo a campainha tocou, anunciando a chegada de Axl, única coisa que poderia me deixar mais calma. Corri deslizando pela sala, parei apenas quando cheguei à porta.
Ele estava parado na soleira da porta, com uma mala na mão. Me deu um beijo intenso e quente assim que me viu.
–Hmm...Calma. –eu disse quando desgrudei meus lábios dos dele.
–Eu estou calmo. –ele disse me empurrando sutilmente para dentro e largando no chão sua pequena mala para que pudesse me pegar pela cintura. Beijou minha boca bruscamente mais uma vez.
Ele parecia estar realmente mais animado aquele dia, mas tal animação me ajudou a tirar minha cabeça da viagem por algum tempo, até que tivéssemos que sair com as malas, seguindo o caminho do aeroporto.
Fança, Paris, aeroporto Charles de Gaulle
Depois de uma longa viagem finalmente pisávamos na incrível Paris. Um novo ar penetrava em minhas narinas e uma língua diferente ocupava meus ouvidos.
–Eu não sei falar francês. –disse Axl assim que saímos do aeroporto.
–Tudo bem, eu te ajudo. –eu lhe disse sorrindo e ele postou um beijo em minha boca.
[...]
–Então, que dia vai ser a tal festa? –ele perguntou enquanto eu ajeitava nossas coisas no quarto do hotel.
–No dia 24, véspera de natal. –respondi.
–Nossa! Que divertido passar o natal com empresários chatos e velhos. –ele disse sarcástico e eu ri. –E eu? Vou fazer o que enquanto você estive lá? –ele perguntou.
–Como assim “Enquanto EU estiver lá” ? –eu perguntei incrédula. –Axl você vai a essa festa comigo. –eu disse.
–Isso é loucura. –ele bufou. –Eles vão me vê lá, vão contar ao seu pai sobre nós dois, que você não estava com sua ba... –eu o interrompi com o dedo indicador em seus lábios.
–Shhh. –emiti o som, já sentada em seu colo e ainda com o dedo em sua boca. –Papai não irá descobrir nunca. Ele não mantém conversas diretas e frequentes com esses empresários, não fala com eles sobre outra coisa que não seja negócios . –eu disse e ele me deu um beijo.
Não demorou muito para que estivéssemos juntos, percorrendo a incrível e sofisticada Paris. Era uma cidade encantadora. Era tão bonita quanto os escritores franceses de livros que li descreviam, para falar a verdade, Paris era uma cidade indescritível.
Parecia o cenário perfeito para o que eu e Axl vivíamos naquele momento. A cidade transpirava amor, tinha um incrível clima de paixão a solta no ar. Preocupamo-nos apenas de sair por suas ruas encantadoras com um catálogo na mão e a câmera fotográfica na outra. Visitamos tudo que podíamos. Museus, restaurantes, lugares históricos, sem esquecer, é claro, da encantadora Torre Eiffel.
Por fim, completamente exauridos, terminávamos o dia atirados a cama do hotel.
–Não sei o que vestir. –eu comentei percebendo que havia apenas uma jovem camareira no quarto.
Ela me olhou cautelosa por alguns segundos.
–Preciso de ajuda, será que pode me ajudar. –eu disse. Diferente de meu pai, eu não definia uma barreira que me separava das classes mais baixas.
–Ei, não se sinta reprimida. Preciso de ajuda, não tenha medo de mim. –eu disse a ela, ela pensou por alguns longos segundos, mas acabou se rendendo a minha suplica.
–Tudo bem. –ela disse soltando as toalhas que segurava sobre a cama. –Bom, pelo que vejo a senhora... –ela disse e eu a interrompi.
–Você, por favor. –eu disse.
–Você tem uma festa para ir hoje à noite, que provavelmente é a festa típica entre empresários de final de ano.
–Isso mesmo. Já ouviu falar da tal festa? –questionei.
–Acho que metade de Paris sabe dessa festa. É coisa da alta sociedade. Muitos empresários que vêm de fora para ela se hospedam aqui. Já lidei com as roupas de algumas mulheres de empresários que se hospedaram aqui, então acho que posso lhe ajudar. –explicou.
–Ótimo. –eu disse sorridente.
–Bom, quais são suas opções de roupa? –ela perguntou e eu apenas olhei para as várias espalhadas pela cama. -Hmm...Pelo visto a senhora...você não costuma frequentar festas assim, não é? –ela questionou remexendo em alguns vestidos que ali estavam.
–É, não tenho o mínimo de experiência com isso. –confirmei.
–Achei a senhora tão jovem e bonita. Já casada com um empresário. –comentou e eu ri.
–Obrigada pelo elogio. É, jovem eu sou, tenho apenas 17 anos, mas não sou casada com nenhum empresário. –eu disse.
–Não? –ela perguntou me fitando incrédula e eu ri novamente. –Então que era aquele rapaz bonitão que estava com a senhora?
–Ah, Axl é meu namorado. Só está me acompanhando na viagem, ele não é nenhum empresário. Na verdade estou aqui como representante de meu pai, Henrique Muller. Não poderia comparecer, então mandou a herdeira em seu lugar.
–Ah! Agora eu entendi. Bem que eu percebi que aquele namorado da senhora não tinha cara de empresário, tão novo e bem apessoado, se a senhora me permiti dizer. –tornei a rir.
–Tudo bem. –eu disse com um sorriso.
–Posso ver o convite? –ela pediu e eu fui até a mesinha de cabeceira pega-lo.
–Aqui. –eu disse entregando em suas mãos o envelope sofisticado.
–Bom, pelo traje que é indicado aqui, permito-me dizer que em meio a tais opções este vestido seria perfeito. –ela disse puxando um vestido branco, um dos quais comprei como opção de roupa para a tal festa. –É um lindo vestido e acho que cairia muito bem em... você. –ela entregou-me o vestido. –A senhora tem meia calça? –ela perguntou.
–Sim. – respondi indo até a gaveta e tirando dela um par de meias, pretas, chamadas de 7/8, com barras de renda.
–Experimente. –ela disse e eu me direcionei ao banheiro. Vesti a tal roupa e logo saí do banheiro com a combinação.
–Perfeito. –ela disse. Corri até o canto da cama e peguei os sapatos pretos de salto que achei que fosse encaixar bem com a combinação. Olhei-me no espelho e vi que estava mesmo ótimo.
–Ah! Obrigada pela ajuda. Estava mesmo desesperada. –eu disse.
–Não tem de que. Agora preciso ir, o dever me aguarda. –ela disse.
–Tudo bem. Obrigada! –agradeci enquanto ela saia do quarto.
Fui até o banheiro trocar novamente de roupa.
[...]
Perambulei pelo quarto a procura de algo que nem eu sabia mais o que era. Axl, surgiu em minha visão com sua nova vestimenta. O fitei, deslumbrada, boquiaberta.
–Está lindo! –exclamei, e percebi o quanto ele estava enrolado com a gravata borboleta de seu Smoking.
–Obrigado. Você também está linda. –ele disse e eu revirei os olhos, já que ele se referia a garota que cobria-se apenas com seu roupão de seda, branco.
–Deixa eu te ajudar. –puxei a gravata em seu pescoço, e dei um louco nó dando a tal gravata borboleta a forma desejada. Percebi que Axl fitava meu rosto, maliciosamente. -O que foi?
–Está linda. –ele disse e eu balancei a cabeça em sinal de negação, seguindo até o banheiro onde acabaria de me vestir.
Prendi meu cabelo em um leve coque, deixando marcada ainda minha franja adorada. O rosto recém-maquiado se tornara mais exposto daquela forma. Subi o vestido por minhas pernas, escorregando seu tecido sobre a meia calça preta. Coloquei nos pés os sapatos de salto, me sentindo incrivelmente mais alta, algo que eu adorava.
Passei o gloss nos lábios rosados por uma última vez. Observei atentamente aos detalhes de minha face antes de sair. Rodei a maçaneta e coloquei os pés para fora do banheiro me deparando com Axl, de costas, mexendo em algo na roupa que não lhe agradava muito.
–Axl –chamei e ele virou-se em minha direção. Abriu a boca, mas não emitiu nenhum som apenas fitou-me, imóvel. –Então? – perguntei sorridente ainda esperando uma misera palavra.
–Está incrivelmente linda. –ele disse, deslumbrado.
–Obrigada. –agradeci. –Acho que já podemos ir. –Quebrei o silêncio que se formara por alguns segundos anunciando a última frase.
–Ok. –respondeu, parecendo acordar de um sonho, mas ainda desnorteado.
–Ah, calma. Esqueci-me de uma coisa. –direcionei-me a mesinha de cabeceira, abri a gaveta e puxei dela uma caixinha preta de veludo, onde brilhavam um par de brincos que foram parar em minhas orelhas.
–Nossa! São lindos. –Axl disse, ao ver os brincos.
–Presente de família, foi de minha vó, que deu para minha mãe antes de falecer que me deu antes que eu viajasse. Completamente cravejado em diamantes. –expliquei.
–Devem ser caríssimos. –disse ele enquanto eu pegava meu trench coat e me dirigia porta.
–Para mim, são inestimáveis. Simplesmente não possuem preço. Tem um incrível valor sentimental. –disse lhe já no lado de fora do quarto.
Pegamos o primeiro táxi que vimos. Como o esperado, o caminho até o lugar onde aconteceria a festa não era muito longo, o que era lamentável, já que, pelo que creio, a luminosidade de uma noite de véspera de natal em Paris, era muito mais interessante do que um jantar, com empresários egoístas, que não estão interessados em nada mais que não seja o crescimento de suas contas bancárias, e suas mulheres fúteis e arrogantes. Não sabia nem mesmo, o que estava indo fazer lá... Observar homens falando sobre dinheiro e investimentos – assunto o qual eu não passava de uma ignorante –, enquanto suas mulheres dondocas se preocupam com a visita ao salão de beleza na próxima semana ou com a renovação do guarda-roupa.
Por sorte, eu tinha alguém interessante ao meu lado, que eu estava certa que seria capaz de tirar-me daquele lugar, nem que fosse por um segundo, e fazer-me viajar por terras distantes onde eu teria o natal que desejara.
O grande palácio estava extremamente decorado, com luzes natalinas que reluziam sua luz amarelada, deixando o lugar ainda mais bonito. Na parte interior do grande palácio a decoração era mais sofisticada, menos luzes natalinas, mais objetos caros, que nada tinham a ver com o natal. Mas de que interessava aos organizadores o espirito natalino? Creio que o empresário que comandava a festa tinha um único desejo: Esbanjar sua riqueza tosca deixando consumido de inveja aqueles que tinha condições não tão boas quanto a dele.
Percebi olhares voltados para nós, assim que adentramos o local. Já não vestia mais meu casaco preto, ficara confiscado no lado de fora assim como o chapéu de alguns convidados. Ao ver o lugar plano, repleto de pessoas arrogantes e ricas, lembrei-me dos jantares dados em minha casa, no Brasil. Nunca participara de nenhum deles, mas por várias vezes, fugi de meu quarto e observei a festa escondida atrás de uma parede, do alto da escada. Talvez o que vira lá ajudasse-me a lidar com aquela situação pela qual passava pela primeira vez.
–Veja o que temos aqui. –Disse um senhor de cabelos acinzentados que vestia um terno da melhor qualidade se aproximando de nós. – Tão jovem e tão bonita assim só pode ser filha de Henrique Muller.
–Sim, isso mesmo. –eu disse ostentando um sorriso no rosto, feliz de saber que pelo menos o anfitrião da festa era simpático. Senti que Axl permanecia ao meu lado, envolvendo minha cintura com um de seus braços.
–E o senhor, quem é? –perguntou a Axl.
–Ah, ele é meu namorado. –respondi eu mesma.
–É mesmo um homem de muita sorte, rapaz. Tem uma linda namorada. –ele disse e Axl escondeu um sorriso nos lábios, e eu agradeci estendendo ainda mais o meu. –Isabel. –ele chamou pela mulher de vestido preto.
Uma senhora, de cabelos cumpridos, presos em um coque perfeito, no alto da cabeça, de tom tão escuro quanto de seu vestido se aproximou. Diferente do senhor a minha frente, ela trazia no rosto um ar de superior, parecendo erguer a cabeça o mais alto que podia, mantendo seu nariz empinado.
Notas finais
Bom, tô aqui ao som frenético de Rocket Queen, que eu amo de paixão, e queria só desejar um bom ano novo para todos. Se alguém for beber aí beba com moderação, muito dinheiro, muita saúde no próximo ano, muito Rock N' Roll, muito Guns N' Roses... Enfim, um ano cheio de realizações, que Deus me de muita criatividade para escrever e para todas aí que também escrevem. Muito obrigada por estarem ao "meu lado" no finalzinho desse ano, por fazerem dele um pouco mais feliz com os comentários, acreditem, eu quase solto fogos quando vejo, é uma felicidade... Chega de falar, vamos comemorar, hoje é o último dia do ano, preparem as taças, copos, que seja, vamos brindar e fazer de 2012 uma festa, vamos nos arriscar sem medo, dançar até o dia clarear, preocupar-nos menos com o que os outros pensam. Um brinde a vida e ao Rock N' Roll...
FELIZ 2012!!!
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