My Dark Angel

14 Someone Like You


Notas iniciais
Hey, girls! Esse capítulo deve ter o nome ignorado, já que não tem nada a ver, só pus esse porque é o nome da música que eu estava ouvindo quando escrevi. Enfim, sobre o capitulo eu só tenho a dizer uma coisa: Não gostei. Realmente não gostei desse capítulo, achei que tá sem graça, tá faltando alguma coisa, não tá bem escrito... Ah, sei lá, me ignorem também.
Tô mais chata que o normal hoje.
Espero que gostem.
Kisses!

Ele saiu do carro e logo após abriu a porta e puxando minha mão para que eu saísse. Sentiu um forte cheiro de areia molhada penetrar em minhas narinas. Certo ar gélido acompanhado de um novo aroma, e até então desconhecido para mim, preencheu meus pulmões enquanto eu tentava identificar do que se tratava.

O tal lugar parecia um penhasco rochoso, tinha uma coloração de lama seca, terra amarronzada, um crescimento de grama em suas beiradas e algumas flores cor-de-rosa misturadas ao verde. Mas, então de onde vinha o ar gélido e o cheiro de areia molhada? Parei para prestar atenção no único som que eu podia ouvir ali.

Pelo que já havia lido em alguns livros, se tratava do som do mar cujo as ondas arrebentavam próximo as pedras, na beira da faixa de areia e voltava para onde nasceu. Repetia a mesma ação por diversas vezes, sem se cansar do que fazia. O tal cheiro desconhecido e a brisa gélida só podiam vir dali.

Tive de soltar minha mão da de Axl para conferir. Corri até a beira da rocha para checar o que, afinal, corria lá em baixo. Como imaginei, uma bela praia ali se encontrava. E devo dizer que até mais bonita que esperei que fosse. Retirei meus óculos escuros e os coloquei no bolso de minha roupa para que pudesse observar melhor a coloração de cada pequeno objeto da natureza ali posto.

A água, de um tom meio escuro, formava pequenas ondas e batia contra as superfícies rochosas que lá em baixo se encontravam. Fazia isso várias vezes. A areia de cor suave, formada por minúsculas pedrinhas, estava encharcada, explicando o cheiro que sentia, ganhando uma cor mais escura. Olhando mais a frente era possível ver a linha horizontal que parecia ligar o céu da bela tarde de outono ao azul escuro do mar distante.

Era uma das paisagens mais lindas que já havia visto em toda a minha vida. Fechei os olhos e senti o vento soprar forte contra minha face impulsionando meus cabelos para trás. Respirei fundo o ar puro e deixei-me contagiar pela tranquilidade do momento.

Senti algo tocar minha mão e logo apertei forte, pois já sabia o que era. Virei-me para ele e olhei no fundo de seus olhos claros, sem pronunciar nenhuma palavra, apenas deixar que o sorriso que abrira falasse por mim. Cheguei mais perto e lhe compensei com um beijo longo, deixando que mais um som ecoasse em meus ouvidos, o do estalar de nossos lábios em sincronia.

Ele logo me puxou pela mão e corremos pela estrada de barro irregular que descia permitindo-nos entrar na tal praia. Antes que pudesse pisar na areia, retirei meus sapatos de salto, pois queria sentir cada sensação que aquele belo lugar poderia me proporcionar.

Pus meus pés descalços na areia e as pequenas pedrinhas pareciam acaricia-lo, fazendo algo parecido a cócegas. Senti um certo temor, pois conforme a areia afundava de baixo de meus pés parecia que eu não me manteria de pé. Saltitei levemente enquanto ainda segurava a mão de Axl que se direcionava na frente. Olhei para trás apenas para conferir o lugar em que eu havia deixado meus sapatos, jogados na areia.

Com a aproximação do mar, pude sentir a água gelada lamber sutilmente meus pés descalços e meu corpo se arrepiar por inteiro em decorrência da temperatura.

Chegamos perto de algumas pedras que se encontravam em tamanhos diferentes. O que nos permitiu subir como se fosse uma escada desorganizada até que chegássemos ao topo da mais alta.

As ondas lá em baixo não pareciam ter altura suficiente para chegar onde estávamos. Axl se sentou e me puxou para que eu sentasse entre suas pernas. Recostei –me em seu corpo, de costas para ele.

O senti beijar o alto de minha cabeça e depois voltar sua atenção ao mar. Ficamos naquela situação por um tempo. A vista dali era linda. O céu tomou-se em uma cor meio amarelada, algo que lembrava o dourado e puxava para o laranja. Era o anúncio do final do dia.

–Quero que me prometa uma coisa. –eu disse.

–O que?

–Que nunca vai mentir para mim, vai ser sincero quando disser que me ama, que não vai me fazer sofrer.

–Nunca precisaria prometer isso. –ele disse após um suspiro. –É um compromisso comigo mesmo. Te fazer sofrer seria despedaçar meu coração. Eu preferia a morte. Quanto ao mentir dizendo que te amo, tenha certeza de que isso nunca vai acontecer. Você é a real razão por eu me manter respirando.

–Jura? –perguntei.

–Juro.

Inclinei minha cabeça para poder alcançar seus lábios, o beijei ternamente, calmamente.

–Se um dia algo acontecer, se por acaso de alguma forma nos separarmos, lembre-se que eu te amo e que serei sua para sempre. –eu murmurei de olhos fechados, ainda com meus lábios próximos aos dele.

–Tenha certeza que nunca esquecerei. –ele disse.

–Eu estou acorrentada a você, Axl Rose, da pior forma possível, mas nenhuma dor no mundo nem mesmo a das correntes que me prendem a você vai fazer com que eu desista disso tudo, porque finalmente eu pude encontrar alguém a quem posso dizer “eu te amo” sem medo da dor que essas palavras possam me causar mais tarde. –murmurei.

–Não sabe o quanto me culpo por estar fazendo isso com você.

–Esqueça esse medo de me fazer sofrer. Confio em você.

Ele me abraçou mais forte e eu senti o calor de seu corpo percorrer o meu. Ficamos ali, com o mais lindo por do sol, trocando beijos carinhosos, cheios de calor e ternura.

–Eu sei que você não gosta muito de presentes, mas... –ele disse quebrando o silêncio que se formara por alguns minutos.

–Não, tudo bem. Eu posso considerar isso aqui como um presente especial. Como um presente especial para nós dois. –eu disse.

–Mas não é bem esse lugar a que me refiro.

–Não? –questionei incrédula. –É o que então?

–Isso. –ele disse puxando do bolso da jaqueta de couro uma pequena caixinha preta de veludo.

–O que é isso? –perguntei pegando cautelosamente a caixinha em minhas mãos.

–Abre. –respondeu. Fiz o que disse levantando a tampinha flexível. O objeto dourado refletiu a luz fraca do sol que se punha enviando contra meus olhos um novo brilho. O colar tinha uma fina e delicada correntinha e trazia nele pendurado um pequeno coração acompanhada de uma chavinha. Era realmente lindo. Por mais que eu não gostasse de receber presentes não tinha como brigar com ele por seu ato... romântico, pode-se dizer.

–Você sabe que eu não gosto de receber presentes. –eu disse com a cara fechada. –Mas não posso negar que amei este aqui. –abri um extenso sorriso, deixando-o feliz por ter gostado de presente. Deu-me um logo beijo, repleto de desejo. Logo após pendurou em meu pescoço o colar delicado que eu tanto amara.

–Sabe, talvez possamos visitar algum restaurante especial hoje a noite, algo como comida ita...

–Eu não poderei jantar com você hoje à noite. –eu disse o interrompendo. –Prometi ir à casa de Sarah hoje à noite, a mãe dela quer me ver... Sinto muito. –eu disse sentindo meu coração contrair-se.

–Tudo bem. –eu percebi a decepção em sua voz. –Podemos fazer isso outro dia.

–Ai, Axl! Desculpa! –eu disse ressentida, virando-me para ele. –Eu não podia simplesmente dizer que não ia. Sabe como a Sarah é... –tentei explicar. –Diz que não vai ficar chateado comigo? – o selei por várias vezes esperando para ver sua reação.

–Sem problemas, acho que eu sempre vou ter de dividir você com a Sarah.- disse tristonho.

–Não, você nunca terá que me dividir com ninguém, eu sou sua, vou ser sua para sempre, ok? –eu disse olhando para ele, com um sorriso escondido nos lábios. Ele insistia em desviar o olhar, mas esperei que os olhos dele voltassem aos meus. Ele sorriu fraco e me beijou.

Depois de certo tempo senti o vento frio se tornar mais forte. Estremeci e Axl pareceu perceber. Passou sua jaqueta sobre meus ombros e me abraçou mais forte. Depois de rimos muito e trocarmos muitos beijos e caricias, decidimos que era a hora de ir.

Olhei o relógio no pulso de Axl e percebi que já passavam das 18:00.

Entramos no carro e logo pude ouvir o ronco do motor. Ele seguiu pelo caminho de volta enquanto eu olhava a grande cadeia de árvores na estrada vazia por onde passávamos.

O carro só parou quando chegamos em frente ao meu prédio. Ele saiu e depois abriu a porta para que eu saísse também.

Passei por ele o abraçando pela cintura, fortemente. Ele lançou seus braços em volta de mim e posicionou seu queixo no alto de minha cabeça.

Logo soltei meus braços e olhei seu rosto esperando um beijo. Ele não hesitou e tratou de colar seus lábios nos meus, num beijo que não queríamos que terminasse nunca. Mas, logo teve um fim.

–Será que não poderia voltar mais tarde? –eu perguntei.

–É melhor não, talvez Sarah decida vir com você. –ele se recusou, mas vi em seus olhos que ele lutava para dizer o tal “não”.

–Por favor. Quero que durma aqui essa noite. –supliquei, sabia que ele não resistiria.

–Tudo bem. Então volto as 23:00. –ele disse.

–Ok. Nos vemos mais tarde, então... –eu disse, selando-o e virando-me para ir até a porta de meu prédio. Mas ele me impediu, puxou meu pulso fazendo com que eu virasse e me beijou, obrigando-me a ficar na ponta dos pés para alcança-lo.

Depois ele permitiu que eu finalmente entrasse no prédio.

Rodopiei até o elevador e logo que cheguei corri até a porta para abri-la. Adentrei a sala sorridente e depois fechei a porta novamente. Direcionei-me ao banheiro.

Assim que saí vesti um vestido qualquer que estava no primeiro cabide de meu guarda-roupa, peguei um par de sapatos delicados e uma jaqueta. Fiz uma leve maquiagem e desci pelo elevador até que chegasse ao térreo.

O porteiro chamou um táxi para mim e eu tomei a direção da casa de Sarah. Ao chegar a grande casa de pintura branca, toquei a campainha e esperei que Martha viesse atender. Mas, logo vi a porta se abrir e Sarah me receber sorridente. Ela não me deu tempo para locomover-me e saiu me puxando sala adentro.

Senti falta dos móveis da grande sala de estar que não estavam mais lá. Deram lugar a uma mesa com um lindo bolo de três andares, de tons sofisticados de lilás e rosa, com algumas flores espalhadas sobre ele. As velas com o número 17 chamavam a atenção no topo do bolo. Um pouco mais adiante estava a mesa de jantar, de baixo do grande lustre, com a decoração semelhante a do bolo e tão sofisticada quanto.

Martha estava de pé, na sala, esperando por mim. Logo ela abriu um sorriso e se apressou para me abraçar.

–Parabéns, querida! –ela disse.

–Obrigada. –depois que ela me permitiu sair do enlace de seus braços virei-me para conferir mais uma vez a decoração da festa sofisticada e extremamente exagerada. – Para que isso tudo?

–Hoje é seu aniversário, querida, é um dia especial e eu e Sarah decidimos comemorar. –ela disse com sua voz suave e tranquilizante que fazia com que as palavras que saíam de sua boca soassem como uma canção de ninar.

Lancei um olhar mortal para Sarah que se encontrava a alguns metros atrás de mim, com seu sorriso sonso estampado na cara.

–Sabia que eu não gostava de comemorações. –eu disse a ela (Sarah) que apenas deu de ombros.

–Ah! Sarah, me contou sobre isso, sobre você não gostar de comemorações e presentes em seu aniversário, mas junto a ela tomei a liberdade de preparar isso, espero que não fique chateada. –Martha disse, fazendo com que eu voltasse meus olhos a ela.

–Não, não há...nenhum... problema. –eu disse procurando as palavras. –Mas, acho que um bolo de três andares é um pouco exagerado, não é? –recordei-me da questão do bolo, o enorme bolo que eu vi logo que entrei, um bolo de três andares para a comemoração de três pessoas.

–Não se preocupe com isso. –ela disse. — O jantar está quase pronto. –assim que a mãe deu de costas Sarah me puxou para que subíssemos.

Ficamos em seu quarto conversando e as gargalhadas. Sarah, obviamente questionou-me sobre novo colar, obrigando-me a mentir dizendo que havia sido um presente de minha mãe e que nunca usava por medo de perde-lo. Logo Martha nos chamou para o jantar.

–Desça, antes vou ao banheiro. –eu disse a ela.

–Tudo bem, só não demore. –ela disse e saiu do quarto.

Fui até o banheiro e lavei minhas mãos, chequei minha maquiagem e molhei minha nuca, para aliviar a tontura que sentira a segundos atrás. Logo eu já estava melhor e voltava serelepe pelo corredor antes de descer as escadas, mas percebi algo novo. A porta que antes, sempre estivera fechada agora estava encostada. Direcionei minha atenção para dentro quando percebi que era o antigo quarto de Mike.

Impulsionada pela curiosidade da real história de Mike acabei entrando no quarto.

Tudo estava perfeito, em seu lugar, parecia até que ele não havia deixado o quarto há muito tempo. O cheiro perfumado tomara conta do local. Era um perfume fresco, muito bom por sinal. A cama, de edredom azul, estava arrumada nos mínimos detalhes, assim como o resto do quarto. Virei-me em direção a parede frente à cama e me deparei com algo novo.

Havia um grande quadro com a foto de Mike e em baixo dele uma prateleira, com algumas velas acesas, ao lado um crucifixo, um troféu e um jornal que estava aberto em uma certa página, mas antes de conferir a tal página permiti-me olhar a primeira página do jornal. Logo percebi que era um jornal típico de escola, e pelo que vi na primeira página era um jornal da escola em que estudava, corri os olhos pela página procurando a data de edição.

Data de Edição: 7 de abril de 1986.

–Um ano atrás. –murmurei comigo mesma. Lembrei-me da página em que se encontrava o jornal e voltei a ela para checar. Olhei o letreiro da noticia principal que dizia:
Aluno morre depois de uso abusivo de drogas.

O aluno e jogador de basquete do time da escola, Mike Johnson, 18, morreu na tarde desse domingo. Ainda não se sabe ao certo a causa da morte do jogador, mas tudo indica que Mike tenha morrido de overdose. O dia, a hora e o local do enterro ainda não foram divulgado pela família.

Tentei digerir o que acabara de ler, sem nem mesmo terminar de ler o texto. Overdose. Então, essa era a real causa da morte de Mike. Mas, o pouco de informações contidas naquele pequeno pedação de papel não eram o suficiente para explicar todo o ocorrido. Ainda havia muita coisa por trás daquilo tudo, eu estava certa disso.

– O que faz aqui? -antes que pudesse concluir meu pensamento ouvi a voz de Sarah ecoar em meus ouvidos. Estremeci com o susto. Olhei para a porta, onde ela estava parada. Por sorte eu já não estava com o jornal na mão e ela não percebeu que eu havia lido a noticia sobre a morte de Mike.

– Nada, só estava... olhando. –eu disse sem graça, tentando me explicar.

–Saia do quarto imediatamente, não deveria estar aqui. –ela disse, séria e eu segui suas ordens.

–Desculpa, não sabia que não iria gostar. –desculpei-me já fora do quarto.

–Tudo bem. Apenas não entre de novo. Agora vamos descer, mamãe está nos esperando.

–O.k. –eu disse e a acompanhei pelas escadas.

Foi impossível parar de revirar em minha cabeça o que eu havia visto. A noticia sobre Mike. Dizia muito pouco, mas já era alguma coisa, agora eu já sabia, por exemplo, que ele havia estudado na mesma escola que eu e Sarah estudávamos.

Não me pronunciei sobre o assunto com Sarah, ela não me contaria nada, e esse silêncio dela era o que mais me perturbava. Havia algo sobre a morte do irmão dela que ela não conseguia contar, algo que a sufocava cada vez mais, algo que não a permitia lembrar de seu irmão sem derramar pelo menos uma lágrima de dor, a dor que ela guardava dentro dela, escondida em algum lado obscuro de sua mente, a dor que a estava matando aos poucos.

Eu precisava saber o que realmente havia acontecido a Mike, o porquê desse medo de Sarah de falar sobre ele, era muito mais que uma curiosidade, era um compromisso comigo mesma, salvar minha irmã desse sofrimento terrível.

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Notas finais
Hehehe.. Olá meus anjos! E aí? E aí? O que acharam? Ok, não se reprimam e questão de criticas, são sempre bem vindas e construtivas. Sei que esse capítulo não ficou muito bom. Ficou sem graça, né? Mil desculpas.
Mudando de assunto. Estou tão feliz, porque para mim a melhor época do ano é essa. Então finalmente de 24/12/11. Ebaaa. Confesso que para mim o dia 24 tem mais graça do que o dia 25. Ansiosos para a chegada do Papai Noel? kkkk' :p (sou muito boba, gente, me ignorem). Já perceberam que eu tô pouco animada, aqui, né? É, como eu disse, adoro esse clima de festa, confraternização. Mas eu juro que eu ainda vou experimentar disso tudo fora do Brasil. Meu sonho é visitar Nova York nessa época. Por falar nisso, talvez eu vá para NY ano que vem, então não seria má ideia visitar a cidade em época natalina. Imaginem que lindo deve ser, a cidade todinha iluminada e cheia de neve? Bom, mas há muitas decisões ainda. Estou muito em dúvida em questão de destinos para minha viagem no ano que vem, passei acho que sete anos da minha vida pensando nessa viagem de presente de 15 anos. Mal posso esperar pelos meus 15 aninhos. É, eu só tenho 14 :'( Faço 15 em maio do ano que vem.
Mas, chega de enrolação, era para ser uma nota só desejando feliz natal e tudo mais e olha o quanto eu já falei... :s
Depois de tanto blah, blah, blah...(vou deixar de ser chata, juro. ) FELIZ NATAL, meus amores. Boas festas de natal, que papai Noel traga muitos presentes para cada um de vocês. Hoje é dia de enfiar o pé na jaca, comer muito (por favor, não sigam o meu exemplo que invento de comer um pouquinho de cada coisa e termino a noite de natal a base de remédio) Enfim, tenham, uma ótima noite, aproveitem as festas e tudo mais.
Até a próxima atualização meus amores.
Kisses!