Notas iniciais
Hello babies! Cá estou com o décimo oitavo capítulo. Como sempre não sei o que dizer. Aliás, sei sim. Vocês são fodas! Obrigada por todos os comentários até hoje e aqueles que nunca comentaram ou não tem o costume de comentar espero pelo de vocês também, hein?! Os comentários me deixam muito feliz, de verdade, da vontade de postar todo dia =D
Bom,espero que gostem.
Divirtam-se!
Kisses!

A fraca luz da manhã de inverno invadiu o quarto pela brecha da cortina chocando-se com meus olhos que se recusavam abrir. Insisti em lutar contra a luz por mais alguns minutos até que beijos molhados estalaram por minhas costas, fazendo caminho por minha nuca até chegarem a minha bochecha. Dei um sorriso preguiçoso. Os olhos que antes teimavam em continuarem fechados, agora tinham um motivo para abrir. Piscaram rapidamente antes que se arregalassem por completo, deixando visível a grande íris azulada.

Forcei minhas mãos para que ganhassem força e largassem o travesseiro de fronha macia. Virei-me de frente, ficando cara a cara com Axl que sustentava seu corpo em seus braços, um de cada lado, o que impediu que eu levantasse de imediato. E quem disse que eu queria? Estiquei um sorriso alegre enquanto mirava seus olhos e ele fez o mesmo.

Beijou-me uma única vez de forma que prendi seu rosto com as minhas mãos o impedindo de abandonar meus lábios. Ele não hesitou e continuou a me beijar. Por fim, eu mesma tratei de largar seus lábios quentes e macios abrindo um novo sorriso. Beijou-me mais uma vez, rapidamente, suspirando.

–Bom dia, docinho. –murmurou.

–Bom dia, amor. –respondi com um sorriso satisfeito.

–Bom, como eu sabia que a senhorita acordaria faminta, pedi café da manhã no quarto. –disse ele.

–É, está certo sobre isso. Estou mesmo com fome, muita fome. –confirmei impulsionando-me para levantar.

Direcionei-me ao banheiro e logo olhei-me no espelho. Estranhamente eu parecia mais bonita aquela manhã. Meu cabelo e meu rosto pareciam estar em uma sintonia perfeita. Coisa que dificilmente acontecia. Não precisei mudar nada no belo rosto refletido no espelho antes de voltar à mesa. Apenas vesti um roupão de seda preto sobre o lingerie de renda do dia anterior, deixando-o aberto na frente.

Direcionei-me a mesa que ficava próximo ao sofá da suntuosa suíte presidencial do hotel. Sentei-me de frente para Axl, bagunçando o cabelo.

–Que foi? –perguntei sem tirar a atenção do prato que havia pegado.

–Está linda. –ele respondeu, fitando-me com olhos de ternura.

–Obrigada. –respondi com um sorriso fraco, olhando seu rosto por um rápido momento e voltando minha atenção para o que eu punha no prato.

O que seria um romance perfeito? Será que ele realmente existia? Se não existia estava certa de que o meu com Axl estava perto, muito perto disso. Era incrível como nos completávamos, como estávamos certos dos sentimentos que estavam em jogo, na roda do amor. Entendíamo-nos por um olhar, um toque valia mais que mil palavras e um beijo era tudo que precisávamos para sobreviver até o fim do dia.

Seus olhos, seu sorriso, seus lábios tão quentes e macios, seu charme, sua forma de me amar... Ao meu olhar de apaixonada ele era aquilo que podia-se chamar de perfeito. Talvez exagero de minha parte, mas quem não se torna um completo exagerado quando está acorrentado pelo amor? Estava mesmo deslumbrada com o novo sentimento, acreditando que não poderia existir nada melhor do que olhar dentro dos olhos daquele que amo e enxergar naquele par de íris verdes que tudo que sinto é devidamente correspondido.

Olhando para trás, vendo tudo que tinha e me declarava feliz. Como? Meu Deus, como uma mulher pode viver sem o amor de um homem? Como uma mulher pode viver sem acordar todas as manhãs e ao arregalar dos olhos sonolentos deparar-se com outro par de olhos que lhe admiram com um sorriso pendurado nos lábios, esperando que sua amada desperte apenas para que ele possa alimentar-se de sua melhor refeição, seus lábios inchados, mas que para ele serão sempre os mais bonitos, rosados e macios, serão sempre sua maior necessidade?

A possibilidade parecia tão irresistível para mim, que durante minhas noites em Paris não houve uma vez em que eu tivesse fechado os olhos e não tivesse pedido a todos os santos e deuses que olham por mim dessem-me o privilégio de me deliciar da melhor visão de minhas manhãs por mais tempo, o olhar repleto de ternura daquele que amo, daquele sem eu não conseguiria mais viver.

Ele parecia roubar um pedaço de meu coração a cada beijo, fazendo com que eu me sentisse mais dele a cada dia que passava. Deveria me aterrorizar com isso tudo, a forma como eu estava presa a ele. Deveria preocupar-me com “E se um dia acabar?”. Sei que deveria. Mas entre tantos livros poéticos eu já havia lido estava certo que de acordo com a sabedoria de seus autores fantásticos não há por que preocupar-se com o futuro. Apenas viver o que a vida me proporcionava naquele momento. “E se um dia acabar?” E por que acabaria? Amávamo-nos, amávamo-nos mais do que nossas próprias vidas, confiávamos um no outro. Por que um dia acabaria?

Perante aos fatos eu não via o por que não entregar-me cada vez mais ao novo sentimento. Estava certa de que nunca acabaria. Estava certa de que não havia riscos apenas duas pessoas apaixonadas e prontas para aquilo. Então por que tantos nãos? Era hora de dizer sim à vida que havia me presenteado tão generosamente.

Após o café caminhamos pelas ruas frias de Paris, rodopiando serelepes como loucos, sem medo do que os outros pensariam de nós, afinal, éramos apenas um casal apaixonado. Acabamos por parar em uma cafeteria, um chocolate quente seria ótimo naquele dia gélido. Era impressionante como parecíamos ainda mais apaixonados um pelo outro. Eu tinha a impressão de que a noite anterior deixara ainda mais acesa à chama em nossos corpos e mais palpitantes nosso corações apaixonados.

–Que lindo casal! –disse a atendente simpática da cafeteria em um solene francês. Abri um extenso sorriso erguendo a cabeça para Axl que me envolvia com um de seus braços em minha cintura. Ele logo beijou-me e quando então voltei minha atenção a atendente que tirava da máquina a nota fiscal senti seus lábios alcançarem o alto de minha cabeça.

Por fim, decidimos passear pelo rio Senna. Alugamos um barco reservado, para que pudéssemos desfrutar de mais privacidade. Em meio ao passeio deitamos na superfície de madeira, no centro do barco, um ao lado do outro. Conversávamos sobre coisas bobas, desenhávamos no céu, sorriamos sem um por quê.

–Em que está pensando? –ele perguntou perante o meu silêncio.

–Na noite de ontem. –eu disse torcendo o pescoço para o lado e deparando-me com o mirar de seus olhos.

–Podemos repetir, sem problemas. –ele disse sínico.

–É claro que vamos repetir engraçadinho. – Colei meus lábios aos dele.

–Eu te amo, sabia?

–Mesmo?

–E você ainda duvida?! –perguntou ostentando um sorriso debochado e beijou-me.

Voltamos ao hotel trocando beijos quentes pelo corredor antes de entramos em nossos aposentos. Ele beijou-me avidamente e eu prendi minhas pernas em seus quadris, sobrepondo meus braços relaxados em seus ombros, mordendo lhe o lábio inferior carinhosamente.

Escapou de meus dentes “ferozes” voltando a beijar minha boca. Empresou-me contra a parede apertando meu corpo contra o dele. Rodopiamos pelo corredor e eu fugi de seus lábios, jogando-me contra a outra parede. Aproximou-se novamente apoiando suas mãos na parede, fitando meu rosto ardendo em desejo, enquanto eu mordiscava meu lábio inferior, tentou alcança-los, mas eu escapei, abaixando-me e fugindo por baixo de seu braço. Entrei rapidamente na porta a minha frente, de nosso quarto. Ele me seguiu e puxou-me pela cintura abruptamente após fechar a porta atrás dele. Senti sua respiração quente entrar em contato com a pele sensível de minha nuca junto aos seus lábios macios fazendo-me arrepiar inteiramente. Ri debochadamente. Virei-me brincando com seus lábios, deixando que ele ouvisse o som de minha respiração descompensada e então, antes que ele pudesse tomar meus lábios em mais um beijo quente corri pelo quarto, ouvindo um suspiro de sua parte. Logo me seguiu. Parei apenas no banheiro. Ele chegou à porta e fitou-me com olhos cheios de malicia e luxúria.

Ergui a sobrancelha, lançando lhe um olhar sensual junto a um sorriso canto de boca, enquanto minhas mão alcançavam o zíper de meu vestido. Encarou-me perante o barulho do feito pelo zíper ao escorregar pelo comprimento do vestido curto azul.

Retirei o vestido por completo, deixando que ele caísse ao chão, depois de passar por minhas pernas delicadamente. Meu corpo agora estava coberto apenas pela lingerie de renda francesa branca.

Axl se aproximou rapidamente puxando-me para junto de seu corpo abruptamente e eu soltei um riso baixo. Colou sua testa na minha observando a timidez escondida no fundo de meus olhos. Enlaçou meus lábios com um beijo transbordando em ternura, afagando levemente minha face. Deixou minha boca lentamente se esticando para que pudesse abrir o chuveiro.

Ouvi o som da água brotar do crivo e ir de encontro ao chão, espalhando gotículas pelo banheiro. Algumas delas alcançaram minha perna, deixando que eu sentisse a alta temperatura da água que ali jorrava.

Antes mesmo que ele pudesse jogar-me para de baixo do chuveiro ajudei-lhe a tirar a roupa. Entre beijos quentes- e repletos de desejo -, e risos perplexos Axl já se encontrava vestindo apenas sua boxer preta, juntou novamente nossos corpos quase despidos por completo deixando que sentíssemos o calor da pele um do outro. Um arrepio percorreu-me e eu podia sentir uma corrente elétrica passando por toda minha espinha. Beijou-me avidamente, com tanto desejo quanto antes. Afastei-o empurrando sutilmente seu peito e então lancei meus braços para trás abrindo meu sutiã.

Joguei-o para um canto qualquer do banheiro aproximando-me dele novamente. Ergui preguiçosamente um de meus braços jogando-o sobre seu ombro e deixando que meus dedos caíssem sobre o alto de sua cabeça, que puxei para mais perto com a mesma mão quando ele alcançou meus lábios. Senti sua mão prender-se na barra de minha calcinha, puxando-a para baixo e então tomei a liberdade de fazer o mesmo com a sua cueca.

Quando dei por mim já nos encaminhávamos ao box. Depois que entrou por completo puxou atrás dele a porta de vidro, tornando a me beijar. A água estupidamente quente tocou nossos corpos despidos sem fazer estragos por sua temperatura já que nossos corpos pareciam ferver ainda mais. Avançou os beijos por meu pescoço, tornando a distância entre nós dois inexistente. Escorreguei minhas pernas pelas dele até que subisse com ela para seu quadril. Ele a segurou, mantendo-a ali. Penetrou-me deixando que a enxurrada de prazer percorresse meu corpo tão intensamente quanto na noite anterior, mas diferente de minha primeira vez, naquele momento eu não sentia dor alguma.

Minhas mãos percorreram seu corpo enquanto eu ouvia gemidos vindos dele. Os meus antes guardados no fundo de minha garganta também tomaram a liberdade de vazarem por meus lábios com frequência. Senti seus dedos chegarem ao meu coaxe, empurrando abruptamente para seu corpo enquanto senti-o penetrar com mais força, seguido de um gemido repleto de prazer de sua parte. Um gemido semelhante a um grito de dor escapou de meus lábios perante ao seu ato que me causara uma intensa ardência momentânea.

–Desculpa. –lutou para murmura em meu ouvido.

–Não foi nada. –eu disse também relutante em meio a gemidos.

Desencaixando-me dele, virei de costas, deixando nossos corpos ainda grudados. Suas mãos preencheram meus seios, pressionando-os enquanto sua boca ocupava-se de minha nuca. Segurou-me pela cintura e encaminhou-me a parede. Senti a fricção dos azulejos mornos em meus seios, afastei levemente minhas pernas enquanto suas mãos escorregavam por meus quadris. O prazer da penetração desta vez foi diferente, algo que eu ainda não havia experimentado ainda, mas tão bom quanto o prazer trago pelas outras.

Por fim virei-me para ele novamente beijando sua boca e sentindo o penetrar-me novamente, parecia não ter se cansado daquilo, ainda. Também, como podíamos nos cansar de algo tão bom?

Entre gemidos constantes de ambas as parte e o banho de prazer senti minha mão encontrar o vidro do box deixando ali sua marca em meio ao embasado devido ao vapor da água quente e o outro tipo de calor entre eu e Axl. Chegamos os dois ao ápice. Acabei por desgrudar minha boca da dele e olhar dentro de seus olhos, com um sorriso satisfeito.

–Não acha que transar de baixo do chuveiro é meio louco? –perguntei.

–Se for com você, transo em qualquer lugar. –ele disse beijando-me.

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Notas finais
Hello docinhos! E aí? O que acharam? Fiquei com medo desse capítulo está muito exagerado em questão do hentai, porque minha primeira fic (uma merda completa) eu errei em fazer um fic que ficou aquela coisa super certinha e de repente parecia que o casal sobrevivia só de sexo, enfim, ficou uma coisa terrível.
Bom, estava tentando lembrar o que estava ouvindo quando escrevi este cap. já que costumo sempre ouvir alguma coisa quando escrevo, mas nem sei, enfim, revisei o capitulo agora ao som de Helena e Sing, meus vícios maiores do My Chemical Romance e terminei ouvindo This is War do 30 Seconds To Mars, então finjam que foram essas. Devem ter reparado que mudei o nome da fiction de My Angel para My Dark Angel, mandei recadinho para todas as leitoras, pelo menos todas que comentam.
Enfim, espero que tenham gostado capítulo, tô com minha irmã, a mini Stradlin de oito anos (loucamente apaixonada pelo Izzy, gente, tem que ver. A primeira vez que ela viu o Izzy, no clipe de Pardise City os olhinhos dela chegaram a brilhar), falando pacas aqui do lado.
Então, ficarei aguardando reviews, hein?
Até a próxima atualização e, ó, tá chegando a hora de revelar esse segredo de Lizzi com relação ao irmão dela, hein? Não é na próxima att, não, bobas, então nem adianta ficar ansiosa, mas o próximo cap. tá bom, eu gostei.
Kisses!