My Avenger Angel
19 Unforgetable Night
Notas iniciais
Tudo aquela noite estava se encaixando, as provocações na praia, acho que foi o limite pra mim. E o fato de eu ter dançando daquele jeito em cima dela, não teve como controlar meus pensamentos. Eu agradeci muito pela D. Atena às vezes dar uma ajudinha, mas não sabia se a Morg queria ir até o final.
Já estava impaciente na cozinha quando resolvi subir, dei de cara com a Morgana só de toalha de novo, infelizmente era um pouco maior, me imaginei passando a mão naquele corpo e queria sentir o calor do corpo dela no meu, eu estava clamando por isso, cada célula do meu corpo clamava por uma noite com ela.
Antes mesmo que eu me dessa conta já estava beijando ela no corredor, a única coisa que cobria ela era uma toalha, mas resolvi não ter pressa, não sei se é obvio ou se não, mas sim eu sou virgem, e não isso não quer dizer que não entendia o que tinha que fazer.
Vocês vão pensar no maldito redtube e digo novamente, enganados. Todo adolescente sabe o que fazer, isso é instinto, nasce com a gente, basta sentir desejo e seu cérebro saberá passo por passo o que fazer e não fazer, o corpo é uma maquina perfeita e eu queria aproveitar a perfeição que era Morgana Curts.
Eu comecei a puxar ela pro quarto em meio aos beijos, abracei ela pela cintura e a levantei um pouco do chão, me separei um pouco dela e ficamos nos olhando, os olhos dela estava com desejo o corpo arrepiado e aquilo fez meu estomago reagir, como se fosse contrair e arrepiar. Acho que era essa sensação das “Borboletas no Estomago”, só que eu tenho que admitir, o jogo da provocação me deixa com gosto de quero mais.
Comecei a beijar o pescoço dela com o máximo de calma possível, bem devagar, passando minha língua de forma lenta, a senti tremer nos meus abraços e ouvi um gemido reprimido no fundo da garganta dela, acabei por rir rouco, era inevitável eu ficava assim quando ficava... Excitado. Grudei o corpo dela no meu fazendo um encaixe perfeito e acabei movimentando da mesma forma que eu fiz na praia com ela, só que de pé.
– Baby Grind On Me... – Voltei a rir fraco no ouvido dela e me surpreendi ela me jogou contra a parede, com as mãos na minha cintura. – hmm... O que achou do show da praia? – Mordi meu lábio e olhei pra ela.
– Interessante... – Ela apertou minha cintura e deslizou a mão por dentro da minha camisa, eu fiquei arrepiado, mas eu queria mais do que apenas um “interessante” dela. Antes que eu fizesse alguma coisa, ela subiu na ponta do pé e mordiscou minha orelha, estremeci na hora, ela riu.
– Só isso? Mais nada? – Fechei os olhos e indaguei um pouco rouco, ainda não iria tirar a toalha dela ali.
– Na verdade eu fiquei maluca... Você dança muito bem. – A voz dela era baixa e um pouco arrastada, ela desceu da orelha até o pescoço e mordeu. Estava quase jogando ela contra a cama.
– Eu não brinquei quando disse que você era gostosa. – Troquei as posições e joguei-a contra a parede. Era minha vez de brincar, mordi o lábio inferior dela e falei roçando os meus lábios no dela. – Quando você gemeu meu nome... Eu quis mais... – Ela arranhou a lateral do meu corpo e levantou minha camisa.
– Thomas... Eu sinto... um desejo enorme por você, mas... – Por um momento esse “mas” me deixou com medo. – Você tem que saber que... – Ela respirou fundo e me olhou, eu esperava o pior agora. – É a minha primeira vez... – Ela sussurrou e eu não pude evitar de sorrir.
– Ei... – Acariciei o rosto dela e me aproximei do ouvido sussurrando de volta. – Eu também... Você é a minha primeira, Morgana Curts.
– E a ultima... – Ela sorriu e olhou determinada pra mim. – Porque você é meu e ninguém vai te tirar de mim, Vingador.
Ela tirou a minha camisa de uma vez e eu ri com a pressa dela, mas eu também estava. Ela tomou meus lábios de surpresa e me beijou com fervor e desejo, não preciso nem dizer que eu cedi na hora. Arrepiei-me quando senti a mão dela no meu cabelo puxando pra trás, a outra mão dela deslizou pelo meu tórax, senti cada musculo ali responder como se fosse um corrente elétrica passando, eu acabei por sussurrar no meio do beijo.
– Sempre serei seu... Eu te amo. – Ela encostou a testa na minha e mordiscou meu lábio e acabei por sorrir, ela olhou nos meus olhos e me perdi naquela imensidão, ela tinha os olhos claros um pouco acinzentados.
– Eu te amo Smith. – Aquelas palavras fizeram meu coração disparar, continuei com o sorriso aberto. Rocei meu nariz no rosto dela, podia sentir a respiração um pouco descompassada bater na minha pele.
– Seja totalmente minha... – Eu apertei o corpo dela no meu e mordisquei a bochecha dela.
– Eu sou sua Tom... E sempre serei. – Ela sorriu e segurou minha cintura, eu fechei os olhos e senti os lábios delas encostarem-se ao meu, nos beijamos devagar e meu coração se acalmou e logo deu lugar ao calor do desejo então aprofundei o beijo, levantei um pouco da toalha e tirei.
Ela corou assim que eu tirei a toalha dela, eu fiquei admirado com o corpo dela, me tirou o folego e eu me esqueci de respirar, até que senti ela desabotoar minha calça e abaixar o zíper, eu senti a mão dela roçar por cima da minha sunga e eu mordi o lábio, eu senti um calor e um formigamento muito intenso, em quanto eu me concentrei na mão dela na minha calça, agarrei na cintura dela quando senti chupar meu pescoço.
Quando dei por mim minha calça já tinha saído do meu corpo, ela acariciava minha cintura e mordiscava meu pescoço e voltou a me beijar, eu segurei o rosto dela e levei uma mão até a nuca dela e arranhei, os beijos ficavam cada vez mais intensos e lascivos. Empurrei-a até a cama, fiz ela deitar e finalmente pude olhar o corpo dela por completo, um sorriso sacana brincou nos meus lábios e eu deitei por cima dela.
Comecei beijando a região do ventre e fui subindo aos poucos, ela agarrou minha nuca e mordeu o lábio se remexendo em baixo de mim, eu gostava desse poder que tinha sobre ela e resolvi aproveitar mais disso, fechei os olhos e subi um pouco mais os beijos, arranhei a lateral do corpo dela a fazendo arquear as costas, então comecei a beijar um dos seios dela.
– O que... Thomas...
Eu beijava os seios dela e alternava entre mordiscar e chupar o mamilo dela, tudo nela era bom... O gosto do corpo, as reações, a voz... e os gemidos eram literalmente música pros meus ouvidos, deslizei uma mão até a coxa dela e fiquei acariciando, ela dobrou a perna e suspirou. Voltei a subir os beijos até o pescoço, ela deslizou a mão dela pelas minhas costas e me arranhava, como resposta eu gemia baixo.
Passei minha mão pela parte interna da coxa, ela corou um pouco prevendo o que eu iria fazer, antes que ela protestasse eu passei meus dedos pela entrada dela e pressionei atento as reações que teria, ela fechou os olhos e ficou um pouco mais vermelha, desceu a mão pelos meus braços e cravou a unha ali. Eu queria muito mais que aquilo, então me abaixei na cama e tirei meu dedo, segurando a coxa dela com força e sorri.
– Thomas... não faz isso. – Ela tentou se levantar, mas eu voltei a deitar por cima dela e a beijei.
– Fica calma... Você vai gostar.
Eu ri pensando no tanto que ela gostaria, olhei nos olhos dela como quem diz “Confia em mim” e ela assentiu, então voltei a descer, ela se apoiou nos travesseiros e eu estava entre as pernas dela, não demorei muito e já estava chupando ela, devagar e sem muita pressa, ela soltou um grito e agarrou no meu cabelo e puxou. Tomei aquilo como um sinal pra continuar e foi o que eu fiz, subi uma mão até os seios dela e apertei.
– Bom...
Foi tudo o que eu ouvi sair da boca dela, passei minha língua e aumentou a intensidade em que chupava a novata, agora sim ela se contorcia de prazer, mas eu ainda achava pouco e queria mais, com a outra mão introduzi dois dedos nela em quanto eu chupava com mais força, ela não aguentou e soltou gemidos um pouco mais descontrolados.
– Tom... ahn...
Ela levantou um pouco a cintura como se pedisse mais e atendi ao pedido dela, apertei forte a sua coxa e arranhei, gosto de tê-la totalmente entregue a mim, ela gemia cada vez mais alto e senti que ela estava chegando no limite e resolvi parar, ela olhou pra mim e gemeu protestando, eu sorri malicioso.
– Calma novata... Não acabou.
Foi então que me ajoelhei na cama e comecei a tirar a única peça de roupa faltante, minha sunga, foi um alivio tirar já estava me incomodando, Morg estava um pouco ofegante e corou olhando pra mim, só que ela passou a língua pelos lábios quando me olhou por inteiro, acho que corei um pouco e foi a vez dela rir rouca e de uma forma bem sexy.
– Corado Thomas? – Ela me puxou pra cima dela e me beijou e sussurrou no meu ouvido. – Sempre te achei um Deus Grego... Perfeito e gostoso. – Aquilo me excitou e me fez corar também.
– O que aconteceu com a garota tímida de cinco minutos atrás? – Ela revirou os olhos e sorriu.
Voltamos a nos beijar, me encaixei entre as pernas dela em quanto nos beijávamos, entrelacei uma das nossas mãos e forcei contra a cama, com a outra eu segurava a cintura dela e ela segurava o meu braço, eu teria que ir com calma e aos poucos eu fui penetrando ela. Apoiei minha cabeça no ombro dela, ouvi-a arfar com pouco de dor e se remexer então eu parei, ela apertou minha mão. Fiquei beijando o pescoço dela pra tentar aliviar a sensação e esperar ela se acostumar, mas estava sendo torturante aquilo pra mim então fechei meus olhos com força e dizia pra eu mesmo ficar parado.
Até que ela movimentou a cintura contra a minha e eu arfei apertando um pouco a mão dela e depois soltei, ela enlaçou e passou os braços dela pelo meu pescoço, segurei ela pela lateral do corpo e comecei a me movimentar, ouvi ela gemer baixinho, até que eu me coloquei por completo nela e o gemido saiu mais alto, eu mantinha o ritmo com medo de machucar, mas confesso que estava no limite da sanidade.
– Thomas... eu quero mais. – Ela chupou meu pescoço e passou as pernas em volta da cintura. – Mais.
Lembra que eu falei da sanidade? Esquece o que eu falei, ela não precisou repetir e eu comecei a movimentar mais forte, deslizei uma mão até a cintura dela, apoiei minhas duas mãos na cama e fiquei olhando pra ela, o ritmo ficou mais intenso, eu me movia cada vez mais rápido e ela gemia cada vez mais, ela desceu a mão do meu pescoço e foi pro meu tórax arranhando com força, eu olhei aquilo e senti o desejo aumentar, tinha ficado a trilha das unhas dela. Não dava pra se segurar assim com uma mulher dessas na cama, ela foi até minha barriga e passou a mão pras costas e foi ai que ela apertou a minha bunda.
– Morg ahn... nossa... – Não sei o que houve, mas eu fechei os olhos e minha cabeça foi pra baixo e eu tive a visão de estar penetrando ela.
– Thomas... ahnn assim...
Ela beijou meu pescoço e eu passei a gemer junto com ela, meu membro pulsava e eu senti ela me contrair. Eu sabia que estava chegando ao limite, ela segurou mais minha bunda e trouxe minha cintura mais pra perto o que fez ir mais fundo nela. Cara como ela estava me enlouquecendo, essa era a definição perfeita de ir pro céu e eu estava quase lá.
– Eu vou... – Mordi meu lábio com força e gemi bem mais rouco do que outras vezes. – Morgana... ahnn
– Não ainda... ahnn... Vingador. – Ela sussurrou no meu ouvido e mordeu o lóbulo da minha orelha.
Eu sou mais forte que ela, mas fui pego de surpresa agarrando meus pulsos e me virando na cama, ela me fez sair de dentro dela e mordeu meu lábio, ela sentou no meu colo e rebolou por cima do meu membro e me beijou, eu estava surpreso e acabei gemendo ao invés de retribuir o beijo.
– É a minha vez... – Ela me olhava com brilho nos olhos e mordia o lábio.
–-x—
Ah, ok. Eu não estava nem perto do meu normal, mas o que se pode fazer quando se tem O Deus Grego na sua cama, romântico do jeito dele, cheio de personalidade e que acima de tudo me amava? Como devem saber era minha primeira vez, mas já tinha ouvido falar de várias garotas que perderam a virgindade e o cara não mandou tão bem assim. Se eu tivesse como descrever o Thomas diria que ele é o melhor na cama, sem comparações. Ele era perfeito em todos os sentidos e eu não podia ficar só me contorcendo embaixo dele... Queria deixar ele ainda mais maluco como ele me deixou.
–Morg... O que... — Ele estava ofegante e eu cravei minhas unhas no peito dele.
–Shiu Smith...Você vai gostar. — Pelo menos era o que eu esperava. Eu só agia pelos extintos e a droga dos hormônios descontrolados. Ele só afirmou e engoliu um seco.
Eu alisei o peito dele com os dedões e arranhava ele de leve, ergui a cintura e senti a ponta do membro dele na minha entrada, estremeci por um instante e comecei a descer devagar enquanto rebolava. Vi Tom soltar um gemido baixo e desci tudo de uma vez soltando um gemido alto junto com ele. Comecei a levantar a cintura até o membro dele quase sair de mim e sentei com força nele de novo. Eu comecei assim, devagar e cada vez que eu sentava Thomas gemia mais alto e segurava ora os lençóis ora minha cintura.
– Morg... Caramba... Eu...
Ele perdeu a fala quando fiz os mesmos movimentos só que mais rápido... E mais... Até eu conseguir o mais rápido que podia firmando minhas pernas no lado do corpo dele. Fechei os olhos e inclinei a cabeça pra trás ouvindo nossos corpos se chocarem, nossos gemidos alternados e a cama rangendo. Ela era velha e por instantes pensei que ela pudesse quebrar... O que diria pra vovó depois? "Foram os hormônios vó..." Sabe? Até gostei...
Thomas não gemia mais, ele soltava urros, coloquei uma mão na coxa dele e acariciei com força inclinando meu corpo um pouco pra trás e a cintura mais pra frente o fazendo ir ainda mais fundo. Foi quando eu comecei a trincar os dentes e todos os meus músculos se contrair, eu e Tom íamos cada vez mais rápido, mais fundo... Ele segurou um dos meus seios e brincou com meu mamilo. Não aguentei e gritei o nome dele...
Vi uma pesquisa que dizia que somente 10% das mulheres tinham um orgasmo de verdade e eu pude perceber naquele momento que estava entre as 10% sortudas. Tudo ao meu redor ficou mudo, eu estava extasiada urrei e ouvi Tom gritar meu nome e foi naquela hora que não aguentei segurar e gozei junto com Thomas. Ele deu mais algumas investidas e eu cai exausta por cima dele, podia ouvir o seu coração acelerado como o meu e a respiração descompassada. Deuses o que foi aquilo? Nunca pensei que algo pudesse ser tão bom... Abracei forte o Thomas e ele afagou meus cabelos, eu fechei os olhos recuperando os sentidos e fiz cafune nele.
– Você é perfeita... Em todos os sentidos. — Sorri o ouvindo e fui pro lado dele que nos cobriu. O abracei e senti seu cheiro natural... Era tão bom.
– Você também oinc... Eu te amo. — Sussurrei e percebi que ele sorriu. Não aguentei e dormi exausta agarrada com ele me perguntando: Podia ficar mais perfeito?
Acordei aos poucos com a claridade. Demorei a perceber onde eu estava e com quem. Olhei pro lado e vi Thomas dormir tranquilo e sorridente, não pude evitar de sorrir o olhando. Toda a cena da madrugada passada se passou pela minha cabeça e mordi o lábio sorrindo.
Eu tinha orgulho disso, preservei a minha virgindade para tirar junto com a pessoa que eu realmente amava e que me correspondia, e não com um desconhecido na balada ou um ficante. E o melhor de tudo: Foi ótimo! Eu ainda estava nas nuvens por ontem e não me arrependera de nada. Isso tinha gostinho de "quero mais". Levantei da cama com cuidado pra não acordar Thomas e ajuntei a toalha que ele havia arrancado de mim, peguei uma roupa confortável para depois do banho.
Eu sentia um pouco de desconforto, mas pelo que parece isso era normal depois da primeira vez. Tomei um banho gelado e demorado, pelo que parecia vovó ainda não tinha chegado. Fiquei feliz que ela havia feito amigos por aqui também. Vesti-me com um short de malha leve e uma regata larga, nada podia apertar porque bem... Doía, mais uma desvantagem em ser mulher.
Tom ainda não tinha acordado e desci pra cozinha pra lavar a louça de ontem antes que vovó chegasse e preparar o café pro Thomas. Não sabia se acordava ele e optei por o deixar descansar um pouco, mulheres sempre foram mais fortes nesse quesito. Ri internamente e terminei de lavar a louça.
Fiz o café e resolvi esperar a Bela Adormecida acordar. Liguei a tv da cozinha enquanto o esperava deixando no desenho do Bob esponja que por mais infantil que fosse nunca ia deixar de gostar. Por um breve momento eu pensei em eu e o Thomas casados... Precipitado? Talvez. Mas era só uma ideia, não faria mal a ninguém, e eu gostei do que imaginei.
Escutei um barulho no banheiro e percebi que ele acordara. Sorri largo e mal podia esperar pra poder o ver e ouvir a sua voz novamente.
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