My Avenger Angel
47 New Step
Notas iniciais
Agora era minha vez de virar o jogo, todos os presentes ficaram chocados com as minhas palavras e do advogado. Decepção pra alguns, alegria pra outros, naquele momento foi coisa de cinema, repórteres surgiam alarmados afinal eles agora podiam entrar na sala e não tinha momento melhor que esse.
– Senhor Juiz, é obvio que o réu está blefando. – Era evidente o medo na voz do Madson.
– Oficial Patrick Madson, você sabe que diante dessa circunstância se o réu entregar provas ele diminui a pena então é nossa obrigação ouvir.
O meu advogado andou imponente até a mesa do juiz e entregou o dossiê, em nenhum momento eu desvia a atenção dele, ainda estava algemado, mas sabia que era por pouco tempo. Ele me deu um toque no ombro, e era o aviso que eu começasse a falar fio por fio, bandido por bandido.
– De fato eu venho cometendo alguns crimes, invasão de privacidade, roubo, investigação... Mas isso de fato foi necessário senhor juiz. Como você pode ver isso são provas que eu reuni nesse um ano que se passou, eu tinha apoio de dois militares nesse serviço, um me treinava e outro dava suporte direto da policia do estado.
– Eu quero o nome deles senhor Smith. – Era o promotor que mandava.
– Sargento Bradley Thiago Will ele foi mandado para minha escola justamente pra me vigiar e o mais importante, me proteger e me preparar pra policia local, já que eles além de negligenciar a investigação da morte da minha Mãe, Meredith Smith, eles também me fizeram criminoso e me perseguiram sem algum motivo.
Pode sentir todas as respirações diminuírem, o clima no tribunal ficava cada vez mais tensos e eu ficava arrepiado como se eu tivesse tocando guitarra, a voz saia naturalmente, como se a verdade quisesse ser exposta de forma mais clara e rápida possível, a verdade precisa ser livre, ou uma hora ela se liberta sozinha.
– O outro militar, na verdade é um do alto escalão da marinha e também meu padrinho... Poseidon Ambrósio. – O Juiz a minha frente estatelou e suas pupilas dilataram. Ele tinha consciência que com Poseidon não se brinca. – Eu tenho um vídeo onde admito que tudo que eu fiz tinha consciência de um grupo especial de investigação do estado da Louisiana por intermédio do Bradley e Poseidon.
– São acusações muito grave... – Ele abaixou os papeis do dossiê. – Você tem alguma prova de que Patrick Madson e Owen Wilson realmente negligenciaram o que diz?
– Senhor, eu já testemunhei sobre a morte da minha mãe, eu fui à única testemunha ocular, mas esses mesmos policias que agora você disse, negaram o meu depoimento falando que eu estava abalado e não tinha condições de dizer o que eu vi, e minhas testemunhas foram descartadas da mesma forma. – Um nó na minha garganta surgiu. – Eu cometi um crime, por um trauma, eu assassinei o assassino da minha mãe.
– Então você admite que matou meu pai! – A voz veio de algum lugar do tribunal, logo atrás de mim e quando virei... Eu já tinha tomado um soco. Era um rapaz, talvez minha idade seus olhos estavam vermelhos e furiosos. – Assassino!
Todo o burburinho na sala começou a aumentar, e aquilo me pegou de surpresa não sabia que o Jack Owen tinha um filho, mas isso pouco me importava... Ou talvez não, pra ele eu era o assassino que matou a pessoa que ele mais ama, ele era alguém como eu, e esse vinculo de ódio não ia ter fim. Me levantei e olhei pra ele com calma.
– Você pode me odiar o quanto quiser, eu já estive no seu lugar... Seu ódio é tão grande que você quer me matar com as próprias mãos, quer que eu sofra. – Fiquei bem próximo a ele, todos olhavam com medo a cena e o garoto tremia. – Você tem coragem de ser um assassino? Carregar na sua vida a vida de outro alguém? Se tiver, me mata agora... Mas saiba que seu pai foi o responsável de tirar a única família que eu tinha, ele me deixou sem a única pessoa que eu mais preciso até hoje. Seu pai também é um assassino, e espero que você não seja igual a ele... Ou seu tio, ou igual a mim.
O garoto olhou bem fundo nos meus olhos e vacilaram, talvez minhas palavras tivessem sido como um soco no estomago pra ele, talvez eu tenho estragado a imagem de pai que ele tinha. O garoto se afastou aos poucos e depois saiu correndo da sala, eu sabia que ele estava chorando... E eu não podia deixar isso barato assim.
– Thomas... – Foi o sussurro da voz dela, eu a olhei de canto e me virei pro juiz.
– Mas eu tenho uma prova mais concreta, uma testemunha ocular, um doutor e a garoto que me salvou da morte. – Me sentei e foi a vez do advogado.
– Quero que o Doutor Pitt, a senhorita Curts e o Jefrey apareçam aqui por favor.
Os três foram a frente no tribunal e o advogado Picker pediu a coisa mais simples que podia pedir, digam o que sabe.
– Na primeira semana de aula, quando eu sai da escola encontrei o Thomas todo machucado e largado no estacionamento, ele tinha perdido muito sangue, trincado as costelas, e tinha uma marca na perna com um hematoma muito grande, como eu era nova na cidade... Levei ele pra minha vó e cuidamos dele por uma noite.
– Obrigado Senhorita Curts... Agora, Doutor Pitt?
– Bom, o Sr. Smith... chegou no hospital acompanhado de outro garoto, depois dos exames pudemos confirmar a costela trincada, as lesões corporais dele, confirmamos ser causados por espancamento, mas ele não quis admitir e disse que foi um acidente, fizemos um pouco de transfusão de sangue e o liberamos com alguns analgésicos e pomadas. – A voz dele era firme, como se estivesse dando um diagnostico simples. – E garanto que não foi a primeira vez que o Sr. Thomas aparece daquele jeito no nosso hospital, mas sempre achamos que era por briga de rua, não por espancamento de um policial.
– Obrigado Doutor, pode se sentar... – Picker, o meu advogado, pegou o ultimo papel. – Por ultimo, temos o garoto Jefrey.
O garoto era franzino e magricela, usava óculos, era um geek declarado, amava jogos, HQ’s, animes e tudo o que imaginar. Eu nunca era de falar com ele, mas nos respeitávamos, o motivo era simples em uma ocasião nos tínhamos protegido um ao outro, nunca viramos amigos.
Foi quando eu tinha quase 15 anos, os bardeneiros da escola tinham armado pra mim e o diretor me pegou no local do crime, eu obviamente ia ser expulso e mandado pra um internato já que todos achavam que eu era louco, afinal tinha acabo de perder minha mãe. Entretanto Jefrey foi corajoso, entrou na sala do diretor e contou toda a verdade, eu fui inocentado e os verdadeiros responsáveis expulsos, um deles era o David Wilson, que foi transferido pra outra escola.
Nessa ocasião, os valentões da escola armaram contra o Jefrey, uma semana depois de ter me ajudado, eles se juntaram em cinco alunos pra bater nele, eles tinham marcado a hora e queria que fosse na frente de toda a escola, eu rapidamente fiquei sabendo e fui ajudar ele, afinal eu estava com uma divida grande.
Eu tinha chegado bem na hora H, eles estavam começando a empurrar e derrubar as coisas dele, um PSP nova sendo quebrado, o óculos dele partido no meio e bem quando levantaram o punho pra dar um oco, eu me coloquei na frente, recebendo o soco no lugar dele. Todos ficaram surpresos, então os cinco tentaram me bater, eu sai bem machucado, mas tinha conseguido vencer a luta.
– Então quando ele me percebeu na rua, colocou ele no carro e saiu em disparada. – Ele tinha terminado o depoimento enquanto eu pensava no dia que nos salvamos, e me passou na mente. “Eu estou te devendo de novo.”
– Obrigado Jefrey, pode sentar. – Picker desabotoou o paletó. – Como pode ver senhor, temos provas concretas...
– Meretissimo. – Me levantei e chamei atenção mais uma vez. – Peço que você olhe a ultima folha do dossiê, nele tem os nomes de toda a folha de pagamento do Oficial Patrick Madson, com hora, data e numero da conta.
O Juiz alarmado folheou até as ultimas páginas e começou a ler a enorme lista, meu sorriso aumentava conforme a expressão dele mudava, seu rosto que antes estava duvidoso e surpreso, agora estava firme como um juiz ficaria diante de uma crise.
– Essas provas são incontestáveis, guardas prendam as pessoas que eu for listando nesse momento. E tranquei as portas, ninguém sai até eu terminar isso. Senhor Thomas... Gostaria de pedir mais algo, depois desse serviço prestado. – Ele bateu o martelo. – Declaro Thomas Smith inocentado, e também que ele receba suas condecorações para com esse Estado.
Todo o tribunal explodiu de entusiasmo com a ultima martelada, guardas prendiam alguns jurados e os policias do Madson, até mesmo o promotor estava sendo algemado. Aos poucos pude escutar pequenas vozes entoando um nome até a maioria deles estarem ecoando o mesmo som.
“Vingador”
Picker fez questão de tirar minha algema e me abraçar.
– Parabéns Tom, sei que seu pai e sua mãe estão bem orgulhosos de você. – Ele sorriu e acompanhou a multidão. – Vingador! Vingador!
Fleshes iam acontecendo e repórteres faziam a maratona pra apresentar a reviravolta de hoje, eu tinha quase certeza que amanhã eu estaria na primeira paina de algum jornal local, cumprimentei alguns conhecidos e desconhecidos até que sentir algo pular em mim e me abraçar pelo pescoço, não precisei olhar... Aquele cheiro achocolatado e doce era inconfundível.
– Você conseguiu! – Ela me beijou de forma intensa, e antes os gritos que ecoavam meu apelido agora eram cheio de assobios, palmas e sempre o Alexis com “hmmm casamento.”
– Verdade, isso me lembrou uma coisa! – Sorri e dei um selinho na Morg, subi na mesa e pedi silencio. – Galera, eu tenho uma coisa pra falar.
Antes que eu começasse fui interrompido por um latido e um pulo no meu colo, era o Chad todo feliz abanando o rabo, aquilo deixou algumas risadas escaparem, então fiquei com ele no colo. Desci novamente da mesa e fiquei de frente pra minha namorada, ela não conseguia evitar de me olhar e sorrir.
– Morgana Curts, sei que parece muito cedo, são só um pouco mais de 6 meses de namoro. – Sorri, nunca pensei ficar tão nervoso como agora. – Mas não sei se você se lembra, que eu disse que depois de tudo isso eu iria fazer um pedido que ia mudar nossas vidas pra sempre.
Naquele momento o silencio era brutal, nem o Juiz deixou de prestar a devida atenção, os repórteres anotavam tudo de forma efetiva sem perder um detalhe, mas apenas olhei nos olhos acinzentados dela, sapecas como de uma criança, mas com uma maturidade de poucas... Uma mulher incrível.
– Tom... – Ela estava a ponto de chorar, odiava ser o centro das atenções.
– Então, essa é a hora do meu pedido... Nos somos praticamente tudo salvamos um ao outro como anjos, fomos confidentes e melhores amigos, já fomos inimigos.. – Pelos olhos dela, sabia que não tinha esquecido quando nos separamos. – Graças a uma amiga em comum... Claro. – Pisquei pra Gabriela que riu totalmente sem graça. – Eu sou seu guardião pela lei e somos namorados... Mas, só falta uma coisa pra me sentir completo... E é a única coisa que eu realmente quero ser pro resto da sua vida.
“Eu queria poder pedir isso pros seus pais, mas infelizmente nem tudo é como queríamos... – Acariciei o rosto dela. – Eu tenho certeza de que nasci pra você. – Me ajoelhei e sem tirar os olhos dela. – Sei que não é tão romântico como você deva ter imaginado um dia... Um príncipe encantado, todo certinho, a luz do luar. Eu sou ao contrario disso, um badboy arrogante que adora confusão.”
As lagrimas no rosto dela eram visíveis, Chad estava em total silencio e toda sala prendeu a respiração, o mundo ficou em câmera lenta. Eu fechei meus olhos por um instante e tudo o que eu pedi foi um segundo de coragem, pois meu medo era grande... Então ouvi o sussurrar de uma voz grave no meu coração.
“Nunca desista, eu sempre estarei aqui pra você. Um segundo de coragem filho... Esse é meu conselho de pai.”
– Morgana Curts. – Abri meus olhos e uma lagrima escorreu, aquela era voz do meu pai. – Você aceita ter esse cara cheio de defeitos? Você futuramente quer casar comigo?
Ela segurou minha mão, e me fez levantar... O burburinho aumentava aos poucos, de relance vi meu avô chorar o que era raro, Amanda estava aos prantos e o Alexis não tirava o sorriso do rosto. Voltei minha atenção pra ela que segurou meu rosto e fechou os olhos e tudo o que eu ouvi dela foi...
– Sim... Thomas Smith... Mil vezes sim! – Então nos beijamos mais uma vez.
– TODO MUNDO PRA PETERSON, POR MINHA CONTA! – Era meu avô gritando.
Todo o tribunal explodiu novamente em vivas, eu a girei no meu abraço e dei vários beijos. Finalmente tudo havia acabado, eu podia ter uma vida nova, e o sim da Morgana Curts, futura Smith era a porta aberta pra esse novo passo na minha vida. Eu finalmente podia dizer que estava completo.
– Alexis porque você não é romântico como o Thomas? – Eu me virei e ri. – Você vai ver quando chegarmos em casa.
– Mas espertinha... Eu..
–Sem desculpas Ambrosio! Greve de sexo!
–AMANDA... ISSO NÃO! — Eu e a Morg rimos da cena, ela me deu um selinho e um cãozinho muito enciumado puxou a barra da minha calça.
– Você também Chad! – Voltei a pegar ele no colo. – Finalmente vamos pra casa!
– Tom, antes de ir pra casa. – Vi a Gabriela andar até a gente e me abraçar. – Eu fiquei tão feliz por vocês, e quero agradecer o toque Morg. – Eu arqueei as sobrancelhas. – Eu estou saindo com ele!
– Que bom Gabi. – Ahn? Gabi? – Vocês vão ser bem felizes! – Então ela se afastou e continuei com uma cara de que não entendeu porra nenhuma.
– Fiquei bem amiga dela e eu dei um conselho... – Ela riu. – David Wilson é apaixonado por ela, até eu vi isso... Eu só dei uma de cupido!
– Ei Tom... Não acreditei que você saiu de uma prisão pra entrar em outra. – Alexis me abraçou e riu, Morg lançou um olhar mortífero. – É brincadeira Amoi, estou feliz... Agora vamos logo pra Peterson, seu avô vai bancar geral!
– Ele vai é falir isso sim! – E saímos rindo como nos velhos tempos.
–-x—
–Thomas foi inocentado pelas provas.
Sorri boba olhando para as estrelas. Havia me afastado do bar da Peterson, estavam realmente comemorando. Apenas disse ao Tom que ia ao banheiro e não pude evitar ir até o banco onde ele havia me pedido em namoro para falar com meus avós.
– Ele me pediu em casamento na frente de todos. Juro que queria o matar por ter tantas pessoas nos olhando, mas ele gosta de mostrar o quanto me ama, e isso é bom. Ele disse que talvez não fosse como eu imaginasse...
Ri fraca já tomada pelas lágrimas, a dor no peito pela falta que meus avós me faziam se misturava com a alegria que eu tinha diante de tudo que havia dado certo.
– Eu nunca me imaginei casando, vocês sabem, mas sinceramente... Eu achei perfeito. — Mordi o lábio com um sorriso de canto. — Fora a parte de vocês não estarem aqui.- Deixei as lágrimas rolarem por alguns instantes, puxei o ar e voltei a encarar o céu cheio de estrelas.
– Sr. Thomps está pagando a festa na Peterson para todos, acho que ele nunca sentiu tanto orgulho do Thomas... Todos nós estamos orgulhosos dele. — Limpei as lágrimas e sorri.
– As coisas vão ser diferentes agora... Uma vida nova. A cicatriz de vocês terem ido embora ainda está recente, mas Tom vai me ajudar a curar a cicatriz e vamos formar uma família.
Sorri largo novamente sentiu as lágrimas rolarem, de alguma forma via vovó Atena me abraçando e sorrindo e do outro lado o vovô Louis afagando meus cabelos me olhando com orgulho e com um pouco de medo, como qualquer outro pai faria.
– Eu amo vocês, espero que eu e o Tom sejamos como vocês... Nos amando até o último suspiro de vida.
As lágrimas finalmente sessaram e molhei meus lábios sorrindo. Estava completa, sabia de um jeito louco que eles haviam me ouvido, e era só isso que eu precisava, um pouco da presença deles. Levantei-me do banco e baixei o olhar, olhei o local novamente e respirei fundo fechando os olhos, sentindo o ar. Tudo estava perfeito, tudo estava calmamente perfeito. Soltei o ar e sorri novamente abrindo os olhos. E lá estava ele, o metido do Thomas.
Sabia que ele não havia ouvido nenhuma parte da conversa com os meus avós (isso soa tão louco que não me importo), mas pude ver pelo seu olhar que sabia que eu havia feito isso. Como eu sempre fizera nas noites tumultuadas. Caminhei calmamente até ele e toquei seu rosto sorrindo, olhei nos olhos dele, aqueles olhos negros que sugam sua alma e me deixa completamente feliz.
– Não pode ficar 10 min sem mim agora Smith? — Arqueei as sobrancelhas e falei em tom de brincadeira apesar da minha voz sair manhosa por causa do choro.
–Fiquei tempo demais longe de você, Novata.
Ele segurou minha cintura e puxou para si fazendo qualquer espaço mísero acabar entre nós dois. Sorri de canto e continuei acariciar seu rosto sem desviar meus olhos dele, mordi o lábio por um instante e sabia que a minha próxima pergunta talvez o deixasse um pouco chateado.
–Tom? Você tem certeza do que me pediu? — O encarei sério, pude ver um pouco de frustração em seus olhos e não pude deixar de rir fraco, foi como pensei. — Não tenho dúvidas de que nos amamos ao ponto de ficarmos juntos para o resto da vida, e é isso que mais quero. — Sorri e senti-o acariciar minha cintura com delicadeza enquanto se prendia em minhas palavras- mas somos jovens, e é tanta responsabilidade...
Ele sorriu daquela forma que me fazia suspirar, segurou meu queixo entre os dedos e me deu um beijo longo e calmo fazendo todos os meus medos saírem da minha mente, da minha alma, de tudo o que eu sentia.
– Eu não disse para nos casarmos amanhã. — Ele sussurrou em meus lábios enquanto nossas testas se encostavam.- Temos a faculdade ainda, não pense que me esqueci. Sei que não gosta das coisas com pressa, então, diante dos fatos podemos esperar até nos formamos para nos casarmos.
Rimos baixo e ele olhou para mim protetor, sorri junto com ele. Tom era o homem da minha vida, não havia outro, eu amava com todas as minhas forças. Me aproximei novamente e o beijei sorrindo, o senti me levantar no colo e eu sorri abertamente.
– Agora futura Sra. Smith, tem uma festa com boca livre e música boa nos aguardando. – O senti beijar meu pescoço e meu corpo todo se arrepiou. — E mais tarde teremos nossa noite particular de comemoração. — Ele sussurrou no meu ouvido e mordiscou meu lóbulo. Sorri com malícia sem ao menos perceber.
Deuses aquele garoto me tirava do sério com tanta facilidade que me dava raiva!
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