My Avenger Angel
49 Animals
Notas iniciais
Estávamos no nosso camarim, pela primeira vez nos não falávamos nada, acho que nem conseguíamos, Alexis e Amanda estavam num sofá afastado ensaiando um tempo da música que eles faziam juntos, eu estava deitado numa espécie de divã, com a cabeça apoiada na perna da Morg de olhos fechados enquanto ela fazia cafuné e cantava baixinho pra mim, era a única coisa que me acalmava no momento.
– The Avengers, você tem mais cinco minutos.
Eu achei que não podia ficar mais nervoso, até que um dos produtores falou essa frase, me levantei todo tenso e olhei pra Morg, ela com certeza era a que estava mais nervosa de todas nós, mas incrível ela era que acalmava a gente, sorri de canto e a abracei dando um selinho calmo e demorado.
– Vamos só nos divertir, certo? — Sussurrei pra ela que afirmou e apertou minha mão.
– O casal grego ta pronto? — Alexis riu e pegou as baquetas. — Vamos mostrar pra essas bandas coloridas como se faz Rock'n Roll.
Demos um grito e cada um pegou seu instrumento, podíamos ouvir a multidão gritando, pelo que era estimado, o teatro do show estaria lotado, com umas 10 mil pessoas, eu estava tão ansioso que não evitei morder meu lábio e pensar na minha mãe.
Os momentos seguintes passaram em câmera lenta, nossa entrada no palco, os fãs gritando e um sorriso abrindo em mim aos poucos, por um momento olhei pra Morg e vi que todo seu nervosismo aparentemente desapareceu, bom um engano meu, pois ela mexia muito na nossa aliança, era um sinal de nervosismo, mas sei que ela iria aguentar.
Apesar de ter umas músicas nossas, combinamos por começar com uma que todos pudessem curtir com a gente, começamos com Monster do Imagine Dragons, e aos poucos o estádio explodiu quando reconheceu a música eu comecei cantando como sempre nos ensaios até ela tomar a frente.
Era engraçado que apesar de ser nosso primeiro show, eu estava me sentindo como se tocasse na garagem da casa do Alexis, ou quando tínhamos apresentações na Sra. Peterson ou no Pavilhão do Rock. Era bom ter todas essas sensações, e o melhor você se sente completo quando tem seu sonho realizado, esse era um deles.
O tempo passava no show e estávamos cada vez mais a vontade, as vezes trocava o vocal com a Morg, ou as vezes eu estava na bateria no lugar do Alexis, no fim eu já estava sem camisa e todo suado como o Alexis, as meninas estavam com umas blusinhas regatas bem... uau...
– Espero que estejam curtindo o show. – Morg bebia água enquanto eu falava no microfone. – É uma pena dizer que os caras da produção disserem que está pra acabar. – Um “ahh” coletivo se instalou no teatro. – Como queremos fazer essa noite inesquecível... — Olhei pra aquela multidão e arrumei a guitarra. – Vocês vão poder escolher um música.
– Vamos dar umas opções pra vocês. – Morg segurou minha mão discretamente sorrindo. – Ficamos discutindo que música vocês gostariam de ouvir.
– E cada um da banda escolheu uma música. – Alexis e Amanda se colocar do nosso lado. – Então vocês vão decidir qual integrante da banda tem melhor gosto musical.
Porem antes mesmo de darmos as opções de música eles começaram a gritar lá do fundo uma música, que aos poucos foi graduando e finalmente pudemos ouvir, era um clássico, tínhamos cantado no Pavilhão e foi quando estouramos a internet.
– HIGHWAY TO HELL!
Comecei a guitarra e posso dizer que fui ao delírio com a galera, atravessamos o palco, subimos em caixa de som, fãs subiam no palco e se jogavam na plateia, até que uma hora que a Morg foi pra plateia, deixamos que o publico cantassem, e eles não nos deixavam na mão.
– I’m on highway to hell!
Morg me acompanhou no solo de guitarra, tocávamos um de frente pro outro e antes mesmo que acabasse eu dei um selinho rápido nela e dei um sorriso, estávamos feliz e isso era o que importava, e foi assim que terminamos nosso primeiro show, felizes... Todos felizes.
Somos a sensação do momento. Era isso o que o Alexis dizia enquanto tomávamos banho no vestiário masculino, e foi isso o que ele disse enquanto voltávamos caminhando pra casa, depois de acenar pra alguns fãs e dar no pé rapidinho. Eu estava um pouco cansado, mas eu tinha prometido pra novata uma noite incrível e era isso que íamos ter.
– Ta bom Alexis, a novata realmente está certa quando diz da sua empolgação. – Cheguei no ouvido dele. – Usa essa empolgação na Amanda, te garanto que é energia melhor gasta.
– Pode deixar. – Alexis apesar de ser todo saidinho, ficou um pouco corado de vergonha. Ele não é de falar disso abertamente sem ser com a Morg. – Vamos pra casa Espertinha?
– Vamos sim Menino Ostra. – O Peixinho ainda ficava meio bolado com o apelido e mexia a mão como se a ostra ainda estivesse presa no dedo dele. – Vocês dois durmam bem, rezem pro Chad não ter feito a zona na casa de vocês.
– Nossa... – A Morg realmente ficou preocupada. – Serio, demoramos muito pra arrumar a casa se o Chad aprontou... Ele vai ver só.
– Ei, nada de ameaçar meu filhote. – A abracei pela cintura e começamos a árdua subida até o quinto andar, claro que eu já subi aos beijos com a Morg. – É serio nada de machucar o Chad.
– Ai Amor, você sabe que não resisto aquela carinha fofa. – Assim que abrimos a porta, a nossa carinha fofa atacou nossos pés lambendo tudo o que podia, e a casa estava em ordem. – E viu só... NOSSO... Filhote é um bom garoto.
Ri com a ênfase que ela disse o “nosso”, mas ela tinha razão ele era nossa bolinha de pelo mais fofa do mundo, pegamos ele no colo e brincamos pra matar a saudade, ele subia no meu rosto e passava os dentes na mão da Morg, mas como todo filhote cansa rápido, não demorou muito e ele caiu no chão praticamente morto e todo largado.
– Ele é um cãozinho preguiçoso. – A Novata pegou ele no colo e colocou na caminha.
– Serio, ele foi o melhor presente de todos... – Deixei o ursinho que ele costuma brincar com ele e olhei pra Morg com os olhos brilhando. – Só tem um outro presente melhor que esse que você pode me dar.
– E o que é? – Fiquei perigosamente perto dela, mas ainda om alguns centímetros de distancia. – Tom...
– Um filho... – Ela mordeu o lábio e abriu a boca pra dizer alguma coisa. – Até lá, a gente treina pra poder ter filho.
– Smith... – Eu a agarrei e já fui deitando com ela no sofá, meus beijos eram calmos, mas totalmente provocativos. – Odeio... quando... faz... isso...
Seus braços passaram enlaçando meu pescoço pra logo depois agarrar minha blusa e começar a puxar pra cima, arranhando superficialmente meu corpo com as unhas, nos tínhamos uma atração fatal, não podíamos negar isso, eramos animais na cama.
Mas do mesmo jeito que eu a provocava, ela também fazia o mesmo. Morg gostava de me ver louco de tesão por ela e confesso que eu também gostosa, mas isso me deixava bem maluco e possesso como se eu precisasse revidar as provocações dela. Ela tirou minha camisa, ergueu a cintura e fez com que a intimidade dela roçasse pontualmente no meu membro e como se não bastasse ela me jogou com força no sofá e sentou no meu colo rebolando.
– Novata... – Com um sorriso safado ela pegou uma venda e amarrou nos meus olhos, sussurrando. – O que você esta fazendo?
– Dizem que apreciamos mais o toque de olhos fechados. – Senti ela sair de cima de mim e se afastar, meus sentidos se aguçaram, era como se eu pudesse sentir e seguir o rastro dela. – Se você quer tanto Smith... – A voz dela era tão sensual que meus pelos da nuca se eriçavam. – Vem pegar.
“Baby, I’m preying on you tonight… Hunt you down, eat you alive just like animals, animals, like animals-mals.”
Era incrível como eu podia sentir o cheiro dela, segui a flagrância achocolatada dela, tropeçava em algumas coisas que a fazia rir de uma forma gostosa e safada e que também me direcionava até ela, eu seguia todos os meus instintos e se estivesse certo, estávamos no quarto agora.
Ouvi o clique da porta fechar e me virei na direção do barulho, inalei profundamente o cheiro dela no ar e rapidamente a prendi na parede entre meus braços, podia jurar que a senti sorrir de canto, aproximei mais meu corpo do dela, podia sentir sua respiração no meu pescoço, deuses...
– Agora você não tem como escapar, novata. – Senti o seu suspirar prendendo a respiração, ela passou as unhas pelo meu corpo, abriu e desceu minha calça. Eu mordi o lábio todo arrepiado e joguei minha cabeça pra trás, mas ela saiu pela lateral escapando de mim e voltando a se esconder. – Morgana...
Eu voltei a levantar a minha calça e suspirei um tanto frustrado, mas agora essa brincadeira de cão e gato. Ela era minha presa, ela pode até fugir de mim, mas eu sou o predador ela não vai se esconder pra sempre. Em um dos cantos do quarto ouvi ela gemer pra chamar minha atenção e pra me deixar com mais tesão ainda.
“Maybe you think that you can hide I can smell your scent for miles just like animals, animals, like animals-mals”
Ela tentou passar por mim furtivamente, só que fui mais rápido, segurei ela pelo braço e puxei o outro a imobilizando e segurando firme, encostei minha cabeça na dela, senti sua essência e firmei meu corpo no dela de costas pra mim, soltei um riso sacana no ouvido dela e mordi o seu pescoço.
– Não provoca Curts... – O corpo da novata reagiu ao meu.
– Você adora esses joguinhos Thomas. – A Morgana encaixou mais a cintura contra meu membro, empinou a bunda e roçou. – Você adora caçar suas presas... – Ela se virou e me jogou com força na cama, por fim ela tirou minha camisa deixando finalmente meu peito nu.
– Coisa de cão e gato... – Apoiei meu peso no cotovelo e deixei um sorriso brincar nos meus lábios, senti ela sentar no meu colo e instintivamente umedeci meus lábios vagarosamente e rocei meus lábios no pescoço dela. – Quanto mais você foge... – Mordi forte o seu pescoço e sussurrei. – Mais gotoso fica.
“So what you trying to do to me. It's like we can't stop, we're enemies, but we get along when I'm inside you.”
– Não acabou.
Um sussurro e risada maliciosa, cheia de mistério ecoou pelo quarto, sento seus dentes no lóbulo da minha orelha e um aperto forte no meu membro. Ante mesmo que pudesse reagir ela já tinha sumido pro silencio do quarto. Trinquei meus dente tentando não gemer assim com tanta facilidade, resmunguei e voltei a ficar de pé.
– Isso é tão excitante pra você quanto pra mim, novata... – Dei um passo à frente.
– Talvez. – Ela agora estava exatamente do meu lado, senti algo na frente do meu rosto e peguei, no mesmo momento percebi que era a calcinha dela, então voltou a se afastar, mas eu já sabia o que fazer. – Essa é sua ultima chance Sr. Smith.
– Droga... – Eu movimentei minha cabeça devido ao forte frio na espinha, uma vontade tomou conta de mime agarrei a Morg contra a parede, dessa vez sem dar a chance de escapar de mim. – Você é tão viciante que ainda vai me matar. – Como se eu soubesse exatamente onde estaca a boca dela, mordi forte o lábio dela e puxei soltando devagar. – Eu vou te fuder inteira. – Colei meu corpo no dela e sussurrei antes de a beijar com toda vontade e tesão que sentia. – Eu amo te fuder.
A novata riu em meio ao beijo e sugou meu lábio com o mesmo tesão que eu sentia e logo voltou a colar os seus lábios no meu fazendo o beijo ficar ainda mais intenso e gostoso, com gosto de quero mais, como se fossemos devorar um ao outro. Passei minha mão pra parte de traz da coxa dela que automaticamente pulou no meu colo.
Suas pernas enlaçaram perfeitamente minha cintura que fez um movimento investindo contra o volume da minha calça, as mãos dela deslizaram pelas minhas costas até a nuca, senti suas unhas arranharem mais forte e agarrar meu cabelo, como se não quisesse que aquilo parasse, e nos realmente não queríamos.
Durante o beijo passei um dos meus braços pela cintura dela agarrando forte, com a outra tirei a venda dos meus olhos, parei o beijo e mordi o queixo dela, a deitei na cama e fiquei por cima dela, passei a deslizar minha mão pela lateral do corpo dela que já estava totalmente nu e comecei a tirar meus sapatos.
“You're like a drug that's killing me I cut you out entirely, but I get so high when I'm inside you.”
Suas mãos passaram habilidosamente pelo meu corpo e com tamanha facilidade também me deixou completamente nu, colei todo meu corpo no dela e esfreguei, sentindo seus seios contra meu peito e o relevo do meu corpo deslizar no dela, minhas mãos passeavam na lateral, pelas suas curvas como se já tivessem aquele caminho decorado, eu a apertava na lateral e fincava minhas unhas enquanto a beijava.
A deitei na cama passei o braço por de traz da nuca e a beijei, deslizei uma mão entre as suas pernas, depois rocei a ponta deles no clitóris dela, pressionando forte o que a fez gemer e parar o beijo. Suguei o lábio dela e desci a minha atenção pro eu pescoço, beijava e mordiscava enquanto eu a masturbava com uma das mãos.
– Hmm... Thomas...
Morgana estava totalmente entregue a mim, ela arranhava minhas costas e meu peito com força, seria mais uma das varias marcas de arranhados e chupões que ela deixa no meu corpo, volto a ficar por cima dela, a beijo devagar, consigo sentir seu coração pulsar forte, junto com o meu... Apertei forte minha mão no lençol e os pensamentos mais possessivos passavam pela minha cabeça.
– Você é só minha Morgana Curts... – Suspirei, rocei mais meu corpo no dela. – Você pode tentar encontrar qualquer outro, mas nenhum vai fazer o que eu faço. — Não deixei que ela abrisse a boca pra uma resposta. – Eu sou seu dono.
A beijei com tamanha vontade e possessão que com alguns segundos estávamos ficando sem folego, eu sentia minha pele clamar quando ela arranhava mais forte e cravava as unhas no meu peito, a novata mordeu meu lábio com força e soltou, os olhos dela mostravam o mesmo que os meus.
Entrelacei minha mão na dela e em apenas um movimento rápido eu a tomei pra mim, automaticamente ela arcou o corpo contra o meu, minha mão deslizou pelas suas cotas e agarrou a bunda dela, apertei com força, sorri maliciosamente e comecei meus movimentos lentos e tortuosos, eu não entrava e nem saia completamente dela. E isso, a fazia querer fuder mais, então uma das mãos dela passou pra minha bunda e me forçou a entrar todo nela numa única estocada.
– É assim que eu quero... – Ela arfou e a voz saiu falha. – Smi...th
“You can star over, you can run free. You can find other fish in the sea.”
Suas pernas enlaçaram minha cintura fazendo juntar mais meu corpo e consequentemente entrar mais fundo nela, a novata era esperta sabia que não ia ceder tão facilmente aos desejos dela, não sem ela implorar. Era esse meu jogo, caçar minha presa, encurralar e depois fazer implorar por piedade. É assim que funciona os nossos jogos e quanto mais ela resiste, mais excitante fica.
– Thomas... – Ela bateu na minha bunda com força e apertou, eu sabia o que viria em seguida. Minha barriga já se contraia e a adrenalina pronta pra explodir no meu corpo. Ouvi-a sussurrar enquanto eu fechava os olhos. – Me fode... Gostoso como só você faz, sem dó Smith... é pra valer...
– Merda... – Não importava quantas vezes eu ouvisse isso, eu simplesmente não podia parar meu corpo. – Então toma...
Apoiei minhas mãos na cama que era nova e reforçada não queríamos quebra-la ainda, a olhei nos olho e o sorriso malicioso e excitante surgiu nos seus lábios, suas mãos passou pro meu cabelo e puxou pra traz, então eu comecei as estocadas violentas, a entrada dela me contraia com força e eu me forçava a ir mais fundo.
– No..ssa... i..ss..o é...
– Eu, só... Comecei.
As mãos dela puxava meu cabelo com mais força, o corpo dela subia e descia conforme eu a penetrava e empurrava com a minha cintura, a novata estava tão extasiada que nem gemidos saiam mais da boca dela, apenas o que chamaríamos de gemidos silenciosos.
Mas eu queria mais dela, apoiei minhas mãos na cabeceira na cama e a puxei mais pra cima, tomei os lábios dela enquanto ainda estocava com força, suas mãos não sabiam onde parar, na minha bunda, minha nuca, meu peito... Isso era bom, ver ela tão desconcertada de prazer que perde totalmente a noção do que quer, além de que eu vá mais fundo e rápido.
“You can pretend it’s meant to be, but you can stay away from me.”
– Ma..mais T..To..om
Passei a segurar a cintura dela bem firme e fiquei sentado nos meus joelhos dobrados, ela erguia o quadril e rebolava devagar no meu membro, eu jogava minha cabeça pra trás e gemia alto, cravando minhas unhas na cintura dela. Suas mãos segurava com firmeza a cabeceira da cama, uma das mãos brincava com os seios.
– Morg..a..na...
Ela rebolou mais forte e eu voltei ao ritmo alucinante das estocadas, enterrava cada vez mais forte meu membro dentro dela, movimentos rápidos que fazia a cama bater na parede, com certeza nosso vizinho deve estar muito puto. Mas quem se importa? Eu tenho a mulher mais gostosa na minha cama, e sim eu foderia com ela a noite inteira se deixasse.
Inclinei meu corpo sobre o dela e tirei a mão que brincava com o próprio mamilo, mordisquei o mamilo rijo e comecei a chupar com avidez, como se em algum momento saísse leite dali. Nossos movimentos estavam sincronizados, ela forçava a cintura dela contra minha a cada estocada, meu membro pulsava mais forte.
Os gemidos agora estavam bem mais descontrolados, não tinha sentido algum nas palavras da minha Novata. Toda vez que ela tentava falar eu estocava mais forte e era como se ela perdesse a fala. Aquilo me fazia sentir um formigamento na espinha e sorrir sacana.
– Quer mais...? – Falava gemendo no ouvido dela, que passou a me abraçar e apertar mais minha bunda. – Ta gostoso... ta? – Eu dei uma estocada bem profunda que saiu apenas um grito da boca dela. – Tem muito mais Morgana... Eu ainda vou fuder bem mais essa sua buceta.
Chupei o pescoço dela, que assim que ouviu minhas palavras suspirou alto e estremeceu, desci os beijos pelo corpo dela, dando vários beijas na barriga que era seu ponto fraco, passei meus braços por de traz das pernas dela e coloquei no meu ombro, passei a língua na entrada dela e comecei a chupar com intensidade.
– Thomas... Não... tortura...
“I can still hear you making that sound. Taking me down, oh, under the ground. You can pretend it was me but no.”
Introduzia minha língua nela e sentia os espasmos, ela estava pra gozar, mas eu não iria deixar ainda. Então toda vez que ela estava perto de gozar eu parava e beijava ela, que protestava querendo logo sentir o corpo explodir de prazer, em resposta meu membro pulsava tão forte que ele mexia sozinho e aquilo estava me incomodando... Ele queria voltar a trabalhar dentro dela. Mais uma vez ela estava pra gozar e...
– Caralho Thomas... Será que da pra me comer logo?
Ri e a coloquei de quatro na cama, pus o travesseiro na barriga dela e forcei- a encostar o peito na cama, segurei meu membro perto da entrada dela, sorrindo maliciosamente, roçava a cabeça do meu membro na entrada dela, que suspirava aliviada quando eu começava a introduzir, mas reclamava quando eu tirava rapidamente.
– Me fode com esse pau gostoso Tom... por favor, me fodeeeee ahnnnn!
Antes mesmo que ela terminasse de pedir pra eu fuder com ela, eu já tinha enfiado todo meu membro dentro dela de uma vez só, esses pedidos sacanas era meu ponto fraco, eu não conseguia dizer simplesmente não pra ela. Eu apenas obedecia e fodia ela como bem queria e como ela gostava.
– Ahn, i-isso... ahn...
– Caralho... no-va...ta...
Trinquei meus dentes e fodi com toda força que eu tinha, a cama rangia e batia mais forte na parede, os gritos abafados dela ecoavam pelo quarto e se juntava aos meus urros e gritos, nossos corpos suados se movendo com facilidade. Eu batia forte na bunda dela e a empurrava pra frente, em resposta ouvia meu nome sair de uma forma tão gostosa que eu ia pro céu.
– Eu vou... Morg... eu ahn... Porra... – Eu estava quase gozando, quando dei por mim. A Novata estava em cima de mim. – Merda... Não faz isso.
– Pensasse antes de me torturar... Vingador. – Ela beijou o meu pescoço e me deixou arrepiado. Eu tinha certeza que ela iria me fazer pedir pra que eu a fudesse, e sabe do que mais.
– Manda ver novata, você sabe que eu amo isso.
–-x—
"So if I run, it's not enough. You're still in my head, forever stuck"
Mordi o pescoço dele causando arrepios e fazendo Tom soltar grunhidos baixos, passei minhas unhas arranhando o peitoral dele até chegar no seu membro segurando com firmeza, senti Tom estremecer ao toque e entre abrir os lábios, então rapidamente suguei seu lábio inferior.
Seus olhos me encontram com os meus, suas mãos agarraram firmemente o lençol da cama e sabia que o corpo dele implorava por mais, ele queria mais, porem não queria falar. Senti uma alegria interna com isso, ver a suplica nos seus olhos era excitante.
Passei a ponta do meu dedão na cabeça no membro dele que pulsou com o toque, inclinei meu corpo sobre ele, ficando perigosamente perto, mas sem dar o prazer do toque pra ele. Comecei a massagear seu membro tortuosamente enquanto beijava seus lábios e sugava a língua dele.
Rapidamente senti suas mãos saírem dos lençóis passearem pelas minhas pernas e fincar as suas unhas na minha cintura, ele retribuía o beijo de forma voraz colando todo seu desejo, como se a vida dele dependesse disso, e eu fazia o mesmo, minha vida dependia desse beijo.
"So you can do what you wanna do I love your lies, I'll eat 'em up"
Era hora de torturar mais um pouco, levantei minha cintura, deixando nossos sexos bem próximos, segurei a extensão do membro dele com firmeza e rocei a ponta dele na minha entrada, isso fez com que o Vingador se arrepiasse por inteiro... Era como se eu tivesse atiçado mais o animal dele, senti seus dentes prenderem forte meu lábio e movimentar a cintura pra cima.
A ponta do pau dele tinha me penetrado um pouco, tinha sido o máximo que ele conseguiu já que minha mão impedia o resto do processo pra que ele me penetrasse por inteiro. Soltei um riso sapeca e sorri maliciosamente, rebolei com o membro dele em mim, me inclinei mais chupando o pescoço dele.
– Pede Thomas... — Sussurrei rouca, ouvi ele prender o gemido na garganta e negar com a cabeça.
– N-não... — A respiração dele estava pesada e senti hesitação na voz. — Não..vou pedir.
Apertei bem a coxa dele que era seu ponto fraco, deslizei minhas mãos no membro dele com mais força dando estocadas fortes, mordisquei perto dos lábios dele. Usei a maioria dos pontos fracos que conhecia dele, sabia que não iria resistir por mais tempo, então dei o golpe final.
– Eu sei que você quer... — Colei meus lábios no ouvido dele. — Eu sei que quer que eu fique dentro de você. — Mordi o lóbulo da orelha do Tom que passou a ter a respiração bem mais rápida. — Deslizando no seu pau... Violentamente Thomas... — Ele gemeu alto estava entregue. — É só pedir.
– Morg... — Ele arranhou minha nuca e sussurrou. — Caralho... senta logo no meu pau. — Tom mordeu minha orelha. — Deixa eu te fuder mais.
Senti um frio na espinha, uma chama de desejo subiu de uma forma monstruosa em mim não tinha mais controle, senti esse desejo percorrer meu corpo e refletir no meu olhar, a forma como eu olhava pro Tom, me arrumei no colo dele e continuei a roçar seu membro na minha entrada.
"But don't deny the animal that comes alive when I'm inside you"
– Fala de novo... — Senti meu cérebro derreter com o sorriso dele e o seu olhar, sua voz estava carregada de desejo... Um desejo animal em devorar a presa.
– Eu quero você sentando no meu pau, quero te ouvir gemer como louca... Eu quero te fuder. — Fechei os olhos apreciando as palavras, voltei a passar meu dedo na ponta do membro dele.
– Pede por favor... — Mordi a orelha do vingador.
Thomas se sentou na cama, tirou minha mão do membro dele, roçou os lábios no meu e pediu contra minha boca, colando bem nossos corpos.
– Morgana eu quero você, quero você delirando de prazer, ouvindo gemer meu nome... Fuder essa tua buceta. — Não tinha como resistir assim, mas ainda queria um pouco mais. — Por todos os deuses... — Ele me beijou. — Senta logo no meu pau, ou eu mesmo faço você sentar.
Suguei seus lábios com orça, deslizei minhas mãos pelas costas dele arranhando sua nuca e agarrando seus cabelos com vontade, apertando. Puxei sua cabeça pra trás, pressionei meus seios contra seu peito, mordi o lábio com tanta força que pude sentir o gosto de sangue, ri maliciosa e divertida.
– É só pedir por favor Amor. — Como era prazeroso ouvi-lo suplicar. — Pede bem gostoso Smith.
– Por favor, fode logo. — Dessa vez não tinha como negar. — AHN!
Desci meu corpo aos poucos deslizando minha entrada pelo membro do Thomas, conforme fazia esse movimento, aos poucos um grito se formava na boca do Thomas, meu corpo reagia de forma perfeita e sentia mais prazer com as reações dele, rebolei devagar no seu colo e finquei minhas unhas no seu peitoral.
"Don’t tell no lie, lie, lie, lie You can’t deny, ny, ny, ny The beast inside, side, side, side Yeah, yeah, yeah"
Tudo em volta parecia passar em câmera lenta, eu só era capaz de sentir os toques e ouvir a voz do Smith, poderia acabar o mundo lá fora e a única coisa que iria me importar era estar com ele aqui. Mordi meu lábio e senti suas unhas perfurarem a pele na minha bunda, Tom apoiou a cabeça dele no meu ombro e depois o que eu pude sentir foi um forte tapa ser desferido na minha bunda.
– Morg... Ahn... — Em resposta, mordi o queixo dele e chupei o pescoço com força. Queria me deliciar mais dos gemidos dele. — Mais... porra... — Apoiei minhas mãos no seu ombro e penetrei minhas unhas na sua carne e aumentei o ritmo das estocadas. Soltava todo meu corpo quicando com força no colo dele.
– Isso... ahnnn.. Thomas...
Meus movimentos ficaram mais intensos, Tom voltou a deitar na cama e movimentava o quadril conforme eu sentava nele fazendo com que seu membro fosse mais fundo em mim. Estava perdendo a razão, apoiei minhas mãos no seu peito, levantei meu quadril até todo seu membro sair de mim e voltava a sentar com força e rebolava no final. Thomas urrava na cama, que se movimentava conforme nos movíamos nela, repetia o mesmo movimento cada vez mais rápido.
– AHN... THOMAS... ARG... — Gemia cada vez mais alto, minha sanidade não existia, eu não pensava, só agia, só queria mais. Era um desejo muito primitivo que se manifestava. — Gos...toso....ahnn
– Ninguém... — Ele me abraçou forte, bateu na minha bunda e me estocou fundo. Meu gemido não passou de um grito silencioso. — Vai...ahn... te fazer... — Ele repetiu os movimentos. — gemer assim...
A forma como ele me invadia impedia que eu formasse qualquer tipo de frase na minha mente, quem dirá elas serem ditas. Fechei meus olhos e escondi meu rosto na curva do seu pescoço inalando seu cheiro, estávamos suados, mas não me importava.
"No girl don't lie, lie, lie, lie You can't deny, ny, ny, ny The beast inside, side, side, side Yeah, yeah, yeah"
Firmei minhas pernas na lateral do corpo dele e movimentei minha cintura, o ritmo estava alucinante, Thomas não deixava de gemer e urrar, acho que ele não se importava com o fato de que até o Alexis e a Amanda poderiam ouvir a gente, na verdade nem eu me importava. Eu também estava gemendo descontroladamente, meu corpo estava entrando em espasmos, sentia o membro do Tom pulsar cada vez mais forte contra mim.
– Droga... AHNN... Eu vou... gozar. — Thomas me parou e me girou na cama, agarrou meus seios e nem tive tempo de reação, antes mesmo que pudesse falar ele já estava me invadindo e sugando meus seios.
– T-Th...o..mas... — Arqueei minhas costas e agarrei seus cabelos puxando pra trás., meu corpo subia e descia conforme ele me fodia. — Caralho... nossa... AHNN!!
– Toma gostosa... — Ele me beijou e deu mais algumas estocadas e pude sentir ele se despejar em mim. — MORGANA... — Seu membro pulsava tão forte que ele acabou rasgando o lençol da cama urrando.
– Hm... Deuses... ahnn, Tooom... — Soltei meu ultimo gemido como um grito enquanto gozava fincando minhas unhas nas costas dele, mordisquei o seu lábio e fiz carinho no seu cabelo. — Delicia...
"Ahhhhhhhh, oooooooooh!"
– Eu te amo... — Ele sorriu um pouco cansada e se deitou por cima de mim. — Ainda mais quando acaba comigo desse jeito.
– Eu também te amo... Gostoso. — Bati na bunda dele e ri ofegante, senti meus olhos pesarem então deixei eles se fecharem e acariciei seus cabelos.
– Pela primeira vez... Você me deixou sem pique pro segundo round. — Tom deslizou e deitou do meu lado, beijou meu rosto e me abraçou puxando pro seu peito.
– Não da pra ser de ferro também. — Me aconcheguei nos seus braços. — Abençoamos a casa.
– É... — A voz dele estava sonolenta. — Abençoamos nossa nova vida... — Ele mordiscou minha orelha. — Agora você é a noiva do Thomas Smith o Astro do Rock.
– E você noivo da Morgana Curts a vocalista sexy — Dei um selinho. — E inteligente, dois beijos querido. — Ri baixo. — Agora boa noite... — Bocejei. — Preciso me recuperar.
– Boa Noite Amor. — Ele me apertou e dormimos assim juntos pela primeira vez na nossa casa.
"Baby, I’m preying on you tonight hunt you down, eat you alive. Just like animals, animals, like animals-mal. Maybe you think that you can hide I can smell your scent for miles just like animals, animals, like animals-mal."
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