Mugiwara No Ichimi - Interativa
3 3 - A Dupla Dinâmica! Sho e Fuyuki!
Notas iniciais
– Absalom Júnior? Que raio de nome é esse? – perguntei à Matsuki.
Ela me mandou um olhar mortal.
– Eu sou o noivo desta linda dama – disse AJ, com os coraçõezinhos saindo dos olhos e fazendo uma dança esquisita.
Matsuki grunhiu com a katana na boca.
– BAKA! – gritou, avançando para o Homem-Leão.
AJ apenas desviou e Matsuki bateu de cara com a parede.
– Me desculpe querida. Mas... Acho que me apaixonei de novo!
Matsuki cuspiu sangue e limpou a boca. Ela fitou Absalom como se ele tivesse ficado maluco de vez.
– Como? – perguntou.
– Bem, agora que notei... TEMOS UMA MULHER EXTREMAMENTE-
Antes que ele pudesse terminar, Matsuki chutou a cara do Homem-Leão.
– Você é tão hentai e baka, que me dá pena. Não irei gastar meu tempo precioso ouvindo suas baboseiras, Absalom.
– Ciumenta, hein? – AJ deu uma risadinha. Matsuki parecia prestes a perder a compostura. – Só por que resolvi que irei me casar com a sua amiguinha, hein?
– Como? – perguntamos Matsuki e eu em uníssono.
– Isso mesmo, queridas. – disse, indo em nossa direção.
Ω
– BAKA! Quantas vezes vou ter que dizer para você parar de falar besteira? – perguntei à Sho, enquanto corríamos como dois loucos por Loguetown.
– Eu não tenho culpa, Fuyuki! Só falo o que me vem à mente! – respondeu se fazendo de santo.
– E é por isso que a gente só se mete em furada, Masaki! – retruquei.
Sho era mais velho do que eu por sete anos, mas, definitivamente, era eu que tinha 25 e ele que tinha 18, mentalmente falando. Sho tinha cabelos azul-claros, meio arrumadinhos que ele colocava para trás com o que chamava de “força cósmica”. Na realidade, “força cósmica” é apenas o gel que ele me obriga a comprar todos os dias. Ele era mais alto do que eu, por sete centímetros. Eu tinha 1.78 e ele 1.85. Ele não é nada musculoso, sendo que sua altura e “magreza” o façam parecer uma girafa cantante. Cantante por que Sho é louco por música. Sho tinha um rosto bem adulto, mesmo que ele seja infantil. Nariz longo e fino, sobrancelhas curtas e arqueadas, uma boca pequena e aquela cara de esnobe, mesmo que ele não seja minimamente esnobe. Ele canta e toca bem, é claro. Mas Sho é extremamente infantil. Bem... Minha visão dele é essa. Sho era branco, sendo que seu cabelo azul-claro o deixa parecendo o cúmulo das cores claras. Ele usava sua típica camisa branca de gola e mangas, sendo que as últimas sempre permaneciam arregaçadas. Ele também estava usando a calça preta que eu chamo de “clássica”, já que Sho é o cúmulo da classe. Ele também usava as suas velhas botas pretas, com detalhes ou desenhos prateados que chamavam muito a atenção. Conheci Sho mais ou menos há uma semana, quando meu barco naufragou e eu acabei aqui em Loguetown. Foi ele que me encontrou e acabamos virando amigos. Sabe-se-lá-como, já que Sho é extremamente irracional e eu sou o contrário da irracionalidade dele. Sho sempre tem a mania de falar o que não deve, sempre colocando mais lenha na fogueira. Mas, de certa forma, nós temos algo em comum: Uma paixão. Para ele é a música. E, para mim, é a maravilhosa e inacreditável arte da navegação. Ah... Como eu amo aquilo...
Ao lado de Sho, tinha o cara mais baixo, o que parecia estar queimando a paciência com o mais velho. Ele tinha cabelos de um branco meio acinzentado, com um corte esquisito. Era curto, mas na frente tinha um jeito meio surfista. Ele deixava a orelha aparecer, e a mesma tinha três brincos de caveira muito shows. Ele tinha sobrancelhas curtas, olhos puxados de um tom lilás-claro bonito. Tinha o mesmo estilo de nariz que Sho, embora fosse mais bonito. Sua pele era um pouco amarelada e um pouco branca, mais ou menos para o amarelo-claro. Ele usava um longo sobretudo de gola alta preto com detalhes em vermelho-sangue, sendo que, embaixo do sobretudo, havia uma camisa de gola branca. Ele usava calças pretas e um pouco sujas da lama de que havia caído há pouco tempo. Ele calçava sapatos de bico fino, pretos, com alguns detalhes em ouro. O cara era muito, muito bonito. O genro que toda mãe sonhou.
E ele era eu.
Sim pessoas. Eu sou esse cara. Esse cara lindo, maravilhoso, tudo de bom e...
♪ = Deixe de se achar, Fuyuki, e conte a porcaria da história!
Tá, tá.
Enfim. Sho havia feito besteira de novo. Ele inventara de ir comprar cordas novas para o seu violino e eu estava acompanhando-o, já que ele não tinha um tostão furado. Quando chegamos lá, o dono do estabelecimento estava brigando com a esposa. Parecia que ele havia pegado ela se atracando com outro cara na casa deles. O Sho inventou de se meter na história e chamou a mulher de vadia que foi... Ãhn... E uma coisa não muito agradável. Vamos dizer que ele disse que ela nasceu quando a mãe dela foi ao toalete. Resultado: A mulher e o dono da loja correndo atrás de nós com uma faca na mão e ameaçando a nos jogar no mar. E não seria nada bom para mim ser jogado no mar, já que sou usuário de Akuma no Mi e isso não seria legal. Como Sho não é usuário, a única preocupação dele é ser esfaqueado.
– Pare de agir como se você fosse o mais velho e inteligente daqui, Fuyuki! – replicou Sho.
– Mas eu sou! Por acaso você me imagina chamando uma desconhecida de vadia que nasceu quando a mãe dela foi ao toalete? — retruquei, irritado.
– A mulher traiu o marido dela! Você acha que eu ia ficar calado diante de uma situação ridícula como essa?
– BAKA! Mas pelo menos não chamava a mulher de devassa desvairada !
– Ela mereceu!
– Não importa se ela mereceu! O que importa é que a gente tá ferrado de vez!
Antes que Sho respondesse, eu parei. Na praça principal de Loguetown estava havendo um... Casamento? Um não. Dois. Um casamento duplo.
Havia duas mulheres. Uma azulada com cara de quem comeu e não gostou, e uma morena que parecia estar mais irritada que a primeira. As duas vestiam um vestido de noiva, obviamente branco-perolado, com várias pedras brilhantes e joias chiques. O cabelo de ambas estava preso em um coque que estava preso em um pequeno véu. A azulada segurava um buquê de margaridas, enquanto a morena segurava um de crisântemos. Elas estavam bonitas, é claro. Mas o que me perturbava era o fato de ambas estarem irritadas.
– Por que elas estão presas com Kairoseki? – perguntou Sho, ao meu lado.
Então eu percebi. Embaixo dos buquês, as duas noivas estavam algemadas. Era algemas de Kairoseki, o único material que não permite o uso dos poderes dos usuários de Akuma no Mi. Só havia uma explicação:
As duas garotas estavam sendo obrigadas a se casar.
De repente, surgiu um homem com a cara costurada de leão. Ele vestia um terno preto com uma pequena florzinha vermelha, sapatos de bico fino e luvas brancas. Ele parecia estar se sentindo o cara mais bonito do mundo. E o mais sortudo.
– Que se inicie a cerimônia!
Notas finais
Vocês devem estar estranhando os símbolos (Ω e ♪) durante a fic, né?
Resolvi usar os símbolos para avisar a troca de PDV (Ponto de Vista), em vez de colocar a velha sigla. Quando eles forem colocados nessa fórmula:
EX =
"♪ = Deixe de se achar, Fuyuki, e conte a porcaria da história!"
É quando um personagem interrompe o "contador" da história, chamando-o a atenção de um fato importante ou reclamando sobre algo. Quando é apenas o símbolo em uma única linha, sublinhado e em negrito, é a troca de ponto de vista.
Abaixo estão os símbolos de cada personagem que já apareceu (OBS:. Os mais fortes terão naipes em vez de símbolos comuns. Os símbolos latinos [Ω] serão para os fortes em nível médio. Os Grandes Piratas poderão escolher um símbolo para representa-lo).
♦ = Lucy
♠ = Matsuki
Ω = Fuyuki
♪ = Sho
Agora, às vozes:
Vozes:
Lucy: Yuriko Yamaguchi/Nico Robin (One Piece)
Matsuki: Eri Kitamura/Kana Alberona (Fairy Tail)
Fuyuki: Daisuke Kishio/Loke (Fairy Tail)
Sho: Hiroaki HirataIkue/Sanji (One Piece)
♥ ♥ Kissus, minna! Indo responder comentários! ♥ ♥
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