Mugiwara No Ichimi - Interativa

4 4 - A Aparição de Sniper Laki! Passado...


Notas iniciais
Sei que demorei, mas estou aqui! Me amem #LeitoresJogamSapados
Ah, esse capítulo é sobre o ponto de vista do nosso tão amado e misterioso Makino Laki. A Alex chan vai ficar super feliz com esse capítulo, que foi feito pra ela :3
Nos vemos lá em baixo!

~ Capítulo 4 ~

A Aparição de Sniper Laki!

Passado...


– Não. Você não é obrigada a cuidar de mim, Kiyomi – eu disse, mas a shichibukai não parava de me encher de bandagens.


– Cale a boca, pirralho – ela disse mal-humorada. Kiyomi era uma garota bem bonita, mas eu não a achava tão atraente assim. Ela tinha cabelos roxos, com algumas partes em violeta. Eram longos que iam até o final da cintura. Seus olhos eram de um belo castanho-avermelhado que brilhava na luz. Seu corpo era esbelto e curvilíneo, que deixaria muitas mulheres com inveja dela. Sua pele era alva, sem nenhuma anormalidade. Ela parecia jovem para 27 anos. Kiyomi usava um típico quimono preto com detalhes em roxo e ouro, florido e curto. Ela usava meias-calças brancas, botas médias de couro preto com detalhes em ouro. Suas espadas estavam embainhadas no lado direito de sua cintura.

Kiyomi estava responsável em minha captura, já que a Almirante da Frota, Jeanne, estava “ocupada” com seus trabalhos importantes de Almirante da Frota. E sim. Captura. Sim pessoal, o grande Laki está sendo procurado pela Marinha por destruir sem querer um dos centros principais da Marinha, o que é bem fácil... Para mim. E a Kiyomi, como eu disse, que estava responsável para me levar “a justiça”, me encontrou exatamente em Little Garden, quase sendo comido por um daqueles dinossauros-assassinos-do-mal. Ela ficou com pena de mim e acabou me ajudando a escapar daquele monstro. Ela acabou com ele em um único golpe, isso só pra mostrar a força dela. A Kiyomi me levou para Drum e cá estamos nós, na casa de uma velha coroca com Kiyomi me enchendo de bandagens inúteis. Caramba, mulher! Eu sou difícil de mais para se acertar!

– Pare com isso, Amaterasu! – eu disse, empurrando a mão dela.

– Ficou maluco, pirralho? Eu preciso te mandar inteiro para a Marinha! – retrucou Kiyomi. Ah, sim. Ela tem o costume de me chamar de “pirralho”.

– E quem disse que eu vou aceitar ir para Impel Down? Aquela joça é fraca demais para o meu poder!

– Fique quieto, seu pirralho narcisista de merda!

– Desculpe interromper a briga de casal, mas vocês poderiam parar de ficar gritando? Tenho clientes para atender! – disse a Dra. Kureha, entrando na sala.

– Nós. Não. Somos. Um. Casal. – falou Kiyomi, com raiva. – Ele é novo demais para mim.

– Não. Eu sou incrível de mais para você, bakacchi. – falei.

– Só que nunca. – murmurou Kiyomi.

– Eu ouvi essa.

– E daí?

– Daí que eu...

– Eu sou uma shichibukai. – interrompeu Kiyomi, com um olhar cético.

Pronto. Aquela mulher sabia muito bem como acabar com uma discussão. Pergunto-me como os outros shichibukais ainda a suportam.

Atualmente, só conheço quatro contando com Kiyomi. Eles são: Zakoni "Heartless" Keyoma, uma ruiva muito bonita que, definitivamente, é do mal. Mazuyena “The Elementary “ Shiro, um ruivo gigantesco e com cara de mau. E o Kamakiri “Tiger” Tora, um albino misterioso que chega dar medo. Eu os conheço via as notícias. Nunca me encontrei com eles e pretendo nunca me encontrar. Keyoma, Shiro e Tora são os shichibukai mais fortes, chamados de “O Trio”. Sem criatividade a Marinha, não? Que eu saiba, Heartless, Elementary e Tiger tem um tipo de aliança deste sei lá quando, sendo que, antes de se tornarem shichibukais, os três juntos derrotaram o ex-Almirante da Frota Akainu. A atual almirante é uma mulher franzina e esquisita chamada Beilschmidt von Jeanne. Foi ela que mandou Deus e o mundo atrás de mim. Ela me odeia mais do que qualquer outra pessoa e não vai desistir até me ver ou morto ou embaixo dos pezões dela ou numa cela, sendo torturado em Impel Down, no pior nível possível.

– Humpf... – bufei.

Kiyomi parou com as bandagens e se sentou à minha frente.

– Pirralho, por favor, poderia me dizer o porquê de que você virou pirata? Você é um usuário extraordinário! Mesmo não tendo uma Logia, você usa a Bang Bang no Mi como se a mesma fosse... Fosse... Sei lá. Uma Gomu Gomu? Poderia usar isso para o bem da população! Se tornando marinheiro! – ela disse.

– Recuso-me a seguir as ordens de uma vadia como a Jeanne. – eu disse, de braços cruzados.

– Só por tê-la chamado de “vadia”, você poderia ter sido preso em Impel Down.

– Dane-se. Ela continua sendo uma vadia.

Kiyomi deu uma pequena risada.

– Mas me diga, por quê se tornou um fora-da-lei?

Suspirei profundamente. Será que confiar em Kiyomi até esse ponto é seguro? Suspirei novamente e disse:

– Quando eu era pequeno, eu morava em Fuschia. Minha mãe se chamava Makino. Ela sempre me cuidou com muito carinho. Isso até uma mulher chegar em casa. Ela estava aos prantos, quase não conseguia falar direito devido as lágrimas. Ela se apresentou como... Como... A Ex-shichibukai Boa Hancock.

Kiyomi pareceu completamente surpresa.

– Eu tinha 4 anos na época. A mulher, Hancock, carregava uma criança de seus dois anos no colo. Makino provavelmente entendeu o que ela disse naquele dia e pegou a criança nos braços. Era uma garota. Uma garota demasiadamente bonita. Até para mim, que tinha 4 anos, me senti atraído por ela. Aquela garota era tão linda e perfeita, que parecia uma pequena boneca. A garota se chamava Lucy. E ela era filha de Hancock. Filha legítima dela com... Com... – Não posso falar o nome de Luffy. Seria confiar demais em Kiyomi e arriscar a vida de Lucy. Se é que ela está viva. — ... Com um homem chamado Reginald. Ela esqueceu o Monkey e se casou com esse cara. O cara morreu e Hancock, que estava sendo perseguida pela Marinha que acreditava que Lucy fosse a filha do Luffy, a deixou com Makino. Deste daí, eu vivi como irmão da Lucy. Um dia, aconteceu alguma coisa... Não me lembro muito bem. Toda a ilha de Fuschia foi destruída e eu consegui fugir em um barco de pesca velho que pertencia à Shanks.

– Shanks?! – exclamou Kiyomi.

– Sim. Então eu desmaiei no barco, por exaustão. Acordei em uma pequena ilha do North Blue. Vivi lá até ano passado. Eu queria... Não, quero, encontrar a minha irmã. Quero acreditar realmente que ela está viva. Que está me procurando. Por isso me tornei pirata. Apenas e exclusivamente para encontra-la.

Um pequeno sorriso apareceu no rosto de Kiyomi.

– Você a ama, não ama? – ela disse, com o sorriso.

Assenti com a cabeça.

– Inegavelmente e completamente. – eu disse. – E não é apenas pela Lucy.

– Como assim?

– Kiyomi, eu não sou filho legítimo de Makino. Ela me disse antes de morrer. E isto é apenas mais uma coisa para me fazer pirata. Passado e amor. Apenas isso.

Kiyomi abaixou a cabeça, como se imaginasse algo.

– Eu ainda preciso te levar para a Jeanne, pirallho...

– Você realmente acha que eu vou ser levado à justiça, Kiyomi?

A shichibukai pensou por um pequeno período de tempo.

– Não... – murmurou.

– Eu nunca, nunca, vou desistir do meu sonho. Não vou passar a minha vida inteira em Impel Down sem ao menos saber quem é a minha verdadeira família e que Lucy está viva. Eu sei que você também tem um sonho, Kiyomi. Eu a deixarei me capturar da próxima vez. Não irei falar nada, nem reagir, nada. Mas, por favor, me deixe encontrar meus pais e Lucy. É só isso que eu lhe imploro.

A espadachim pensou novamente, mais demoradamente. Ela parecia estar se lembrando de algo. Algo importante.

– Laki – ela chamou. Pela primeira vez, Kiyomi não me chamou de pirralho. – O que você sabe de Amaterasu Kiyomi?

– Sei que é uma shichibukai. – respondi.

– Antes dela ser shichibukai.

Pensei... O que eu sabia de Kiyomi? Apenas que ela era uma shichibukai, uma dos Sete Lordes do Mar e uma das pessoas mais poderosas do mundo.

Kiyomi percebeu que eu não sabia como responder a pergunta. Ela suspirou profundamente.

– Há muito tempo, 24 anos na verdade, eu morava em uma pequena linha em East Blue, chamada Mirandēlla. Eu, meus pais e meus dois irmãos mais velhos eramos muito felizes. Meu pai não era rico, mas nossa família era feliz. Não havia discórdia, brigas ou intrigas. Éramos felizes. – contou Kiyomi. – Mas, um dia, um grupo de agiotas invadiu nossa casa. Era natal. Eu estava comemorando com todos os meus amigos e parentes. Os... Os... Os agiotas... Eles... Eles... – ela começou a chorar em silêncio. Kiyomi pigarreou, tentando conter as lágrimas. — ...Eles assassinaram todos. Fugi por pouco. Depois disso, fui encontrada, ou melhor, salva por Dracule Mihawk e Shanks. Mihawk cuidou de mim por um longo tempo. Minha vida resumia-se em lutar contra babuínos.

Ri. Kiyomi? Tendo dificuldade com babuínos? Essa é nova.

– Saí das asas de Mihawk e me tornei shichibukai. — continuou. – Meu sonho é reencontrar Mihawk e vencê-lo. E eu preciso realiza-lo. Assim como você, Laki. Hoje, serei piedosa com você. Mas, veja, Makino “Sniper” Laki, se nos encontrarmos novamente, eu irei manda-lo para Impel Down. É uma promessa. E promessas minhas nunca, nunca, são quebradas. Agora vá. Encontre Lucy e descubra sobre a sua família. Realize seu sonho enquanto pode.

Sorri e fiz um sinal de “obrigado” para Kiyomi, que emburrou a cara. Levantei-me, peguei minha mochila, vesti um casaco e saí.

Lucy. Se você ainda estiver viva, por favor, me encontre. Entre na Grand Line. Faça o que seu pai fez. E realize aquele sonho ridículo de ser Rainha dos Piratas, minha amada baka.

Notas finais
Laki: O Novo Black★Star -kkkkkkkkkk

Acho que ando vendo Soul Eater viciadamente demais '-'
Imagem de Laki (por Miss): http://www.zerochan.net/1054972
Imagem de Kiyomi (por Alex chan): http://hdwallpapers4desktop.com/wallpaper/katana_girl_purple_cool-hd-wallpaper-473444.jpg

Vozes:

Laki: Mamoru Miyano // Death The Kid (Soul Eater)
Kiyomi: Sayaka Ohara // Erza Scarlet (Fairy Tail)

OBS:. Ignorem a autora viciada em FT e SE.
(Mister Portgas: E em SNK)
DE ONDE TU BROTOU, CRIATURA?! Enfim... Ignorem meu fanatismo obsessivo e retardado pelo Kid e pela Erza. Eles são meus personagens preferidos U-U

Kissus!/Arrivederci!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.