Modern Tales (Contos Modernos)
3 Capítulo 3 - Reunião
As coisas mais triste ligadas ao destinos e quando você não sabe nada sobre a sua vida, essa era sensação que Ana estava sentindo aquela manhã.
A sua noite anterior parecia que tinha sido um pesadelo tão real, que ela mal conseguia contar o sonho para sua melhor amiga, ela se sentia estranha em seu próprio mundo, como se um pedaço de alguma coisa estivesse faltando, como se aquela vida que ela estava vivendo fosse um disfarce para o que realmente é.
— Você já pensou como vai conquistar o seu príncipe?
— Ele não é meu príncipe, ele é só um estranho que apareceu de repente em meu sonho e na minha vida.
Ana pega os livros e vai arrumando na estante, enquanto sua amiga, sentada na cama fica espantada com a bagunça que está o quarto de ano.
— Você tem certeza que não passou um furacão aqui no seu quarto?
— Só se for um saci que passou por aqui.
— Ele era bonito?
Ana não está acreditando que tipo de conversar ela estava tendo. Ela sempre acreditou em mundos encantados, príncipes, princesas e bruxas, mas o sonho dela foi tão real e tão intenso.
— Pode deixar que quando o saci passar por aqui eu pego o número do celular dele.
O museu da cidade estava fechado naquela hora da manhã, o segurança está parado na frente do museu esperando um caminhão descarregar uma nova aquisições pro museo.
Martín para na frente do segurança, que o cumprimenta o rapidamente, ele entra no museo e segue até a sala do curador.
— Bom dia Martín, que milagre você vir me visitar.
— Eu precisava conversar com você, pai.
O homem que estava parada na frente dele, colocou uma xícara de café para o filho e sentou na cadeira.
— Pai está acontecendo de novo. Eu tive aquele mesmo sonho, só que agora foi diferente.
O pai dele tomou um pouco do café e ficou olhando assustado para o seu filho.
— O que mudou?
— Tinha uma garota no meu sonho. Talvez ela seja a princesa perdida. A descendente da Branca de Neve.
— Há muito anos temos procurado a herdeira, mas não achamos ela. Quando Branca de Neve saiu do seu reino e levou espelho para esconder para o sempre, ninguém nunca mais soube da sua linhagem.
— É por isso que estamos em Avalon. Aqui onde é reino encantado e mundo normal tem maior influência mágica.
— Eu tenho tentando entender os mapas da sua avó para encontrar as entradas do reino, mas está difícil. Se ao menos a contadora de histórias nos disse onde.
Martín, olhou para fora do museo e viu Ana andando com a amiga dela em direção a livraria.
— Ela já nos tem ajudados muito pai, ela fez uma promessa para a Branca de Neve e tem guardado esse segredo a mais de 1000 anos.
— Aquela velha é difícil de lidar com ela.
— Eu gosto daquela velha.
Alguém bateu na porta.
— Estava esperando alguém pai?
— Não que não lembre. Nossa conversa termina aqui.
Ele pega as coisas dele e sai da sala do pai dele, deixando a uma mulher que ele nunca viu entrar na sala.
Há muito anos atrás, a neve não parava de cair no reino encantado, Branca de Neve estava feliz com o seu casamento e com o seu filhos, o seu reinado de paz e prosperidade.
Mas havia algo que incomodava ela ainda, a escuridão que estava escondido no porão do castelo, o poder maligno do espelho ainda à assombrava.
— Você me chamou aqui Rainha Branca de Neve?
A moça que estava parada ali na sua frente tirou o capuz vermelho da cabeça e curvou se para Rainha.
— Sim, em breve irei partir em uma missão para esconder para sempre o espelho. O poder maligno dele, um dia ainda corromperá a paz do reino encantado.
— Onde você planeja levar o espelho?
— Para uma terra muito longe daqui, em lugar onde o espelho ficara para sempre escondido.
— Minha Rainha deixei me ir nessa missão, eu serei de grande ajudada a protegendo a.
Tentar esquecer o que aconteceu, pensou Ana enquanto ela folheando o livro que ela queria comprar.
— A verdadeira história dos contos de fadas. Um livro meio pesado para ler princesa.
Ana ficou um pouco assustada, que quase deixou o livro cair no chão, ela sem querer falou o nome dele.
— Martin.
— Nossa você sabe o meu nome. Olha que nem me apresentei para você.
— Estudamos na mesma faculdade.
— Tinha esquecido disso princesa.
— Ana. Meu nome é Ana.
— Prazer.
Ele pegou o livro da mão dela e começou a folhear.
— Contos de fadas podem ser assustado, alguns dele tem até canibalismo, abuso sexuais e até uso de drogas.
— Você parece saber muitas coisas sobre os contos de fadas.
— Um pouco, minha mãe gostava de contar para mim antes de dormir.
— Minha mãe tem o mesmo costume.
Martín vai em direção ao caixa e paga o livro que Ana estava folheando e entrega para ela.
— Um presente para você não esquecer o nosso segundo encontro.
Ela sorri para ele.
— Desde quando isso já virou um encontro?
— Sei que você não vai dizer não para um garoto que pagou o livro para uma linda garota.
— Você sempre faz isso para atrair sua vítima para suas garras?
— Você é a primeira.
— Tem uma cafeteira no centro que serve um bolo de chocolate divino, você gostaria de acompanhar.
— Tudo bem princesa
Ela ficou toda boba, escutando ele chamar ela de princesa.
A visão de Ana começou a ficar turva, ela soltou o livro no chão, Martin segurou ela antes que ela caísse no chão.
— Ana.
Ela abriu os olhos, mas tinha algo de estranho com ela.
— Ele está vindo. O espelho maldito está chegando, as trevas irá cobrir novamente. Encontre o espelho e destrua.
Ana acordou assustada, ela estava deitada no sofá, Martin estava conversando com pai dele.
— Ela começou do nada a falar sobre o espelho, será que é o mesmo espelho que estou pensando pai.
— Quem sabe, Martin.
Eles perceberam que Ana estava acordado, o pai de Martin entregou uma xícara de chá para a garota.
— Você está melhor?
— Eu estou sim. Onde eu estou?
— No meu escritório Ana.
Ela tomou um pouco do chá e entregou a xícara para Charles.
— Desculpe o incômodo Charles. Eu não queria incomodar você.
— Meu filho trouxe você aqui, depois que você desmaiou.
Ela olhou para o Martin e percebeu a semelhança entre eles.
— Ana, você lembra do que você disse para mim.
— Não.
— Você tem tido algum tipo de sonho estranho?
— Eu tenho tido uns pesadelos ultimamente, mas nada demais.
Charles olhou para Ana e percebeu que talvez eles tenha finalmente encontrada a princesa desaparecida.
— Martin leve a contadora de histórias.
Ana ficou assustada ao ouvir o nome contadora de histórias, no seu sonho, disseram para ela procurar a contadora.
— Quem é a contadora de histórias?
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