Modern Tales (Contos Modernos)
4 Capítulo 4 - Os Guardiões da Floresta
O carro de Martin estava cada vez mais se afastando da cidade, Ana olhava para o relógio para saber quanto tempo eles estavam viajando pela estrada.
— Eu preciso ligar para minha mãe, avisar onde eu estou.— Pode tentar.Ela pega o celular e vê que não tem sinal, ele olha para ela, como se soubesse que aquilo iria acontecer.— O que eu vou fazer agora? Minha mãe vai achar que eu fui seqüestrada.— Meu pai já deve estar dando um jeito. — Seu pai vai fazer o que?— Meu pai vai usar um pouco de magia.— Magia não existe. — Existe. Só que você não quer acreditar. Você vive no centro de tudo e nem acredita. Avalon é o pilar de tudo, foi onde tudo começou.— Avalon é só uma cidade esquecida.Martins parou o carro, na entrada do que parecia uma fazenda.— É aqui que vive a contadora de histórias?— Não exatamente. Ela vive lá.Ele apontou para floresta que crescia do outro lado da estrada.— A contadora de histórias vive no meio da floresta, escondido de todos qualquer ser encantado que queira saber o seu conhecimento. — Não seria mais fácil, ela viver em um lugar mais seguro, qualquer um poderia achar a casa dela.— A floresta está cheia de magia e os guardiões vão impedir de qualquer de ferir ela.— Que tipo de guardiões estamos falando?— Você verá, fique ao meu lado, e nada acontecerá com você.Desceram do carro e foram caminhando em direção a floresta, Ana escutava o som dos pássaros cantando, uma leve uma brisa no seu rosto e cheiro de ar puro tomava conta daquele lugar como se nunca alguém tivesse entrada ali.A caminhada era suave por uma trilha, a medida que eles entravam cada vez mais fundo na floresta, ela sentia que alguma coisa estava espreitando eles.— Você está sentindo?— O que eu deveria sentir?— A floresta está nos observando. Olhe para o chão.Ela olhou para o chão e viu marcas de pegadas, as marcas deles na verdade.— Estamos andando em círculo.— Eu avisei você. A floresta sabe que eu sou e quais são as minhas intenções, mas ela não sabe qual é a sua.— E agora vamos ficar preso aqui para sempre.— Não. Vou chamar um amigo, um guardião que nos levará em segurança.Ele assobiou, como se fosse um eco, a floresta respondeu.Como se a floresta do nada tivesse dado vida, eles estavam ali parado, grandes lobos pretos, como grandes olhos vermelhos, mostrando os dentes afiados, pronto para atacar.Ana lembrou a história da Chapeuzinho Vermelho.— O que são eles?— Nos somos lobos maus.Um garoto saiu de traz da árvore.— Seja bem vindo Princesa Ana. A contadora de histórias está esperando você.— Luke quanto tempo?— Já faz algum tempo Martín.Ana percebeu um certo clima um pouco tenso entre os lobos e Martin, somente Luke se aproxima deles.Os lobos foram entrando na floresta deixando somente eles.— Existe algo tenso entre vocês?— Eu pertenço a linhagem dos caçadores. Algumas criaturas mágicas tem medo de mim. Ele sentem o cheiro da morte me rodando.Luke foi mostrando o caminho para eles no meio daquela floresta escura e sombria, e ele não se preocupava muito com a presença de Martin.— As criaturas que estão desse lado tem um acordo artigo. A minha família só caça aquele que quebram as regras.— Você é tipo a polícia do conto de fadas.— Mais ou menos.— Martin é uma ótima pessoa, ele me ajudou, quando eu era pequeno. A meu clã apesar de não acreditar muito nos caçadores tem vivido em harmonia com eles.Um cheiro de biscoito toma o ar e uma casa aparece na frente deles, Ana fica impressionada com tudo, ela está se sentindo em um conto de fada.— A contadora de histórias está esperando. Pode ir.
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