Mistery In The City
18 correndo contra ao tempo
Correndo contra ao tempo.
_ ei espere ai...
_ senhor eu tenho que ir... eu tentava me livrar de suas mãos segurando em minha brusa fora deixada com ele .
_ mais o que? volte aqui...
(...)
_ mais aonde ela deve... estar?
Eu corria o mais rápido possivél em alcança-la até que ela sumisse de minha visão.
_ droga...Luna!
Tentando acha-la eu continuava a correr agora tão cansado.
_ ufs... ufs...
Sem parar mesmo cansado corria acelerando assim cada passo dado.
_ você tem que aceitar... eu me jogava agora contra ao chão ainda cansado não aguentando Douglas me acalçava.
_ o que lhe deu? ele se aproximava de mim._ levante-se.
Eu tentava me reerguer mais não conseguia olhava apenas em seus olhos o fitando.
_ o que foi? está bem?
Apenas balançava a minha cabeça o dizendo que não.
_ espere lhe trarei água... fique ai...
Ele corria até a um lugar aberto próximo dali enquanto eu ali ficava cada vez mais tonto, com todas aquelas pessoas que passavam e me olhavam de apenas isso eu me lembrava.
_ está aqui tome... ele colocava em minha boca para que eu tomasse depressa eu voltava a respirar.
_ ufs...
_ o que foi , o que aconteceu? ele levantava a minha cabeça.
_ senhor eu estava sem ar... acho que corri demais...
_ não , garoto, você não come corretamente ... isso lhe faltou forças...ele me dizia sério.
_ mais eu precisava correr...
_ vamos eu ajudo a procura-la... ele me oferecia sua mão.
(...)
Chegando a um ponto mais distante do bairro andando sem pensar.
_ ouça...
_ o que foi senhor?
choros ouviam-se perto daquele parque vazio aonde ninguém mais o frequentava , em passos largos e quietos eu me aproximava devagar ali.
_ fale baixo...shiu...
Por perto dali encontando ao ouvido sobre a parede , ouviam -se choros por mais altos.
_ eu pulo! dizia eu já pulando.
Logo a avistava ali sentada em uma balança parada alguns brinquedos já quebrados o silêncio aonde tudo tomava conta daquele lugar abandonado eu me aproximava sentando em um dos bancos ao seu lado fazendo a que ela me fitasse .
_ por que saiu correndo? eu perguntava quando ela finalmente notara a minha presença.
_ eu preciso pensar...ela me disviava o olhar.
Eu me levantava daquela balança quase quebrado e indo ao outro lado fazia com que não desviasse mais seu olhar.
_ então não acredita em mim? eu dizia quando seus cabelos cobriam sua face seus olhos castanhos enchados.
_ eu já não sei mais no que acreditar... ela me dizia em sua sinceridade enquanto ao chão eu me sentava.
_ eu nunca mentiria a você...
Sua expressão parecia confusa:
_ eu disse que só queria o seu bem, não disse?
_ sim...
_ não sabe como eu me sentiria culpado, se não lhe contasse isso agora...
_ Hector eu...
_ como se sentiria se soubesse a verdade depois de um certo tempo , talvez não por mim ou até mesmo pela sua...
_ ela não é...
_ eu saberia o tempo todo...
Ela permanecia em silêncio a algum tempo enquanto Douglas pulava o muro.
_ não tenho mais idade para isto... ele dizia com uma das mãos sobre a sua costas.
Ignorando totalmente a sua presença eu continuava a dizer:
_ aceite , supere... você sabe , não acredita em mim, então vai acreditar nela quando ela dizer? eu dizia isso mesmo chatiado.
Ela olhava contra o chão sem me dizer mais nada.
_ ela estava morta...
_ não...
_ meu pai sempre soube... ela erguia sua cabeça me fitando agora._ nunca me disse a verdade... e nunca iria dizer...mesmo que eu...
flash back.
_ o que é isto papai?
_ não é nada ...
_ quando a mamãe vai voltar?
_ nunca , ela nunca vai voltar!
_ cadê a minha mãe?
_ eu disse que ela está morta...morta... entendeu? agora vá logo para o calabouço e dela não saia...
_ mais...
_ vá...
fim do flash back.
_ perguntasse... dizia ela meia pensativa ainda sentada sobre a balança.
_ sei que está confusa... mais isto realmente me magoa... dizia eu por um desabafo sem querer.
Ela acordava sobre a realidade agora era eu quem lhe desviava o olhar:
_ Hector... me desculpa...
_ eu sei como é ser enganado...eu só deixei de acreditar com um tempo...agora eu tento me superar... eu dizia isso enquanto me levantava para ir embora .
_ espera... ela me puxava pela camiseta._ fique aqui...eu quero que me perdoe... não irei mais duvidar de ti...
_ sabe como me deixa feliz em lhe ver sorrir? você devia saber eu tento somente lhe proteger...
ela me olhava confusa ao me responder:
_ por que eu não posso fazer o mesmo?
Eu somente sorria a ela mais nada respondia enquanto Douglas somente nos observava.
(...)
Show me, show me, show me how you do that trick "The one that makes me scream," she said "The one that makes me laugh," she said And threw her arms around my neck Show me how you do it And I promise you, I promise that I'll run away with you I'll run away with you "Me mostre, me mostre, me mostre como você faz esse truque." "O único que me faz gritar..." — ela disse. "O único que me faz sorrir..." — ela disse. E atirou os braços em volta do meu pescoço. Me mostre como você faz isso E eu te prometo, eu te prometo que Eu fugirei com você. Eu fugirei com você... (...) _ podemos ir agora?ele nos perguntava . _ está bem... eu colocava meus braços em volta de seus ombros atrasendo para casa. _ ajude -me a subir novamente? perguntava o detetive. _ sim senhor! Todos pulvam o muro enquanto todos iamos para "casa". (...) Spinning on that dizzy edge I kissed her face, I kissed her head And dreamed of all the different ways I had to make her glow "Why are you so far away," she said "Why won't you ever know That I'm in love with you That I'm in love with you?" Girando até ficar tonto, Eu beijei seu rosto, beijei sua cabeça E sonhei com todas as maneiras diferentes de fazer ela brilhar. "Por que você está tão longe?" — ela disse. "Por você nunca soube que eu estou apaixonada por você? Que eu estou apaixonada por você" (...) " Casa dos Detetives." _ bom dia senhor... _ bom dia! (...) You... Soft and only You... Lost and lonely You... Strange as angels Dancing in the deepest oceans Twisting in the water You're just like a dream Just like I have a dream Você... Suave e única. Você... Perdida e sozinha. Você... Estranha como os anjos. Dançando nos mais profundos oceanos, Girando na água Você é como um sonho, Assim como eu tenho sonhado.
(...)
Sua filha estava a sua espera em sua sala e ele logo tomara o maior susto ao ver a porta se abrindo.
_ papi...
_ não tinha dinheiro o suficiente?
_ ai papi fale assim não eu queria lhe ver...
Ele olhava discretamente para mim enquanto eu ria.
_ sei como se sente sozinho... ela dizia enquanto ele ficava vermelho pela primeira vez.
_ comeu pimenta? eu perguntava a ele enquanto ele nervoso dizia:
_ céus...
Enquanto ele tentava fazer com que sua filha saisse de sua cola pela janela eu ouvia a música em que eu mais gostava vinda da casa vizinha .
(...)
Daylight whipped me into shape I must have been asleep for days And moving lips to breathe her name I open up my eyes I find myself alone, alone, alone Above a raging sea That stole the only girl I loved And drowned her deep inside of me A luz do dia me deixou em forma, Eu devo ter adormecido por dias. E movi meus lábios para respirar seu nome, Eu abri meus olhos E me encontrei sozinho, sozinho, sozinho... Acima de um mar revolto Que roubou a única garota que eu amei E afogou-a dentro de mim
(...)
Ainda com os olhos fechados acompanhando a letra.
_ princesinha o papai tem muito trabalho a fazer hoje talvez outro dia...
_ mais eu vim te ver...
_ mais você me ve todos os dias...
Agora ela ficava vermelha:
_ é ... mais... ela dizia enquanto ele tentava a colocar para fora.
_ you... soft and only... you ... lost and lonely... você é como o paraíso...
Agora todos olhavam para mim e o detetive pronto a me zuar.
_ que isso Hector? hahahahah... se empolgou... ele quase rolara de tanto rir, enquanto eu ficava vermelho.
_ bom eu... eu me sentava sobre o canto agora.
_ er... vá comprar mais algumas roupas filha... ele dava um cartão para ela enquanto enchugava uma lágrima.
_ está bem... ela saia finalmente.
_ café... preciso de café... hahaha...ele se sentava em uma cadeira.
(...)
Ele logo saia para ir para sua casa.
_ bom agora tenho que ir...
_ espere quando vamos envestigar?
Ele me olhava como se lembrasse de algo.
_ está semana Hector... voltamos ativo ... já que está suspenso podemos ir cedo...
_ certo...
_ posso levar para casa este diário?
_ pode sim senhor...
_ quero ver se descubro algo... vou indo... tranque tudo...ele dizia antes de sair.
(...)
Eram 19:00 da noite de Lua cheia, comtemplando mais uma vez aquele céu escuro enquanto não pegava no sono.
Ela ainda continuava encostada sobre aquele canto sua expressão parecia preocupada:
_ o que pensas? eu me aproximava.
_ eu não sei... não estou com sono!
_ tente descansar ou amanhã estara exausta...
Ela sorria para mim enquanto dizia:
_ uma vez eu disse a mesma coisa a você... hahaha...
_ somos muito parecidos... eu dizia isso fazendo com que desaparece seu sorriso de sua face aparecendo lhe uma expressão envergonhada._ então tá ... espere até que pegue no sono...
Ela nada dizia:
_ boa noite... dizia eu dando -lhe um beijo em sua testa.
_ boa noite... ela me dizia ainda envergonhada.
Até que a noite fora passando até dar 12:00 horas da noite até em que adormeciamos sem nos lembrar de quase nada.
(...)
6:00 horas da manhã, céu escuro mais perto do dia nascer.
_ bom dia... dizia em baixo tom o detetive.
Ele se aproximava e em minha mão colocava uma xicara de café com que eu acordava assustado perdendo o controle ele ria alto acordando Luna.
_ hahaha... devia ver a sua cara!
_ tá quente...
Ele ainda continuava a rir até que:
_ me desculpe Luna por lhe acordar assim...
_ não a nada a se desculpar Douglas... de qualquer forma eu teria de acordar...
_ dou lhe uma carona... tome logo este café... hoje é dia de envestigar...
_ alguma idéia?
_ para ser franco...
_ ah que bom... eu dizia tomando um gole de café.
_ nos pensa depois...
(...)
Dando logo a marcha para que não nos atrasarmos.
_ segurem-se...ponham os cintos de segurança.
Correndo feito um louco nos derrubavamos assim para lá e para cá até que chegasse na escola.
_ está bem boa aula...
_ obrigada...
(...)
_ bom agora podemos pensar?
_ oh sim... o que sabe a respeito do diário? ele perguntava comendo uma bolacha que aparecia de repente._ quer?
_ não... eu sei que...
_ bom na verdade acho que já me disse isso... oh minha cabeça , quanta aminésia...
_ hahaha... já tá ficando louco... eu dizia enquanto ele sorria.
O silêncio tomava conta apenas o trânsito era ouvido até que ele eu cortava o silêncio.
_ aquele sonho... você acha que pode ser...
_ não, não pode ser...
_ até por que você...
_ senhor o que?
_ você disse que fora o pai da Luna que estava no sonho, não disse?
_ disse foi o que eu sonhei e...
_ de acordo com o diário seu pai não era quem estava naquele acidente...
_ sim ... mais...
Ele brecava o carro com tudo e me fitava:
_ se tudo for verdade , tudo o que prova é que você e a Luna são irmãos!
Eu arregalava meus olhos e somente pensava nesta ipótese, abaixando a minha cabeça o detetive não pode desperceber a minha decepção e nem a minha tristeza.
_ não me diga que...
_ não , não é nada... eu tentava disfarçar mais de nada adiantava.
_ eu tô ligado... não precisa ficar com vergonha...
_ tá ligado do q...
_ você disfarça mais gosta dela sim...
Eu desviava o olhar para ele não ver minha face vermelha.
_ hahaha... durante toda a sua vida pensou de que nunca isso iria acontecer?
Eu olhava para ele ainda envergonhado mais nada a dizer:
_ eu também quando era mais jovem pensava assim... mais de nem tudo estamos certos não é?
_ tomara de que está ipotese esteja errada , então! eu dizia isso quando ele dava a partida.
_ tudo dará certo , Hector!
continua...
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