Logo , logo o dia amanhecia , e eu estava de pé logo as 5 horas da manhã.

_ que sono...

Quando Douglas aparecia de repente e me assustava.

_ o que... o que faz aqui a ... esta... ufs...

_ calma , menino ... eu vim te acordar...

_ acordou as 4:30 para chegar aqui as 5 , para me acordar?

_ não quero que fique do lado de fora ... sei como ela é chata!

_ como sabe?

_ eu sei quem é... minha filha reclama muito , eita , professora folgada...

_ eu não posso me atrasar apenas um segundinho que...

_ reclamões...

_ adivinhão...

_ bom , então vamos logo , hoje eu te levo...

_ pelo menos não vou levar chingo hoje...

_ se ela lhe dizer algo... já sabe... eu vou lá e...

_ acalme-se senhor...

_ não quero ver meu ajudante sendo tratado desta maneira...

_ valeu... dizia eu antes de entrar no carro.

(...)

E ele começava a dar a partida até a escola , e ele estava quase dormindo assim como eu já não me lembrava de mais nada.

_ tem certeza de que quer dirigir? dizia eu meio sonolento.

_ você quer pegar o volante?

_ ... você parece estar cansado... dizia eu ainda quase fechando os olhos.

_ não... não estou... afirmava ele mesmo com fadiga.

_ eu dirigiria se tivesse uma carta...

_ toma aqui , troque a foto...

Eu ria enquanto ele dirigia.

_ não...

Quando de repente um caminhão passava pela nossa frente eu olhava de repente num susto e gritava:

_ cuidado Douglas!

Ele olhava para frente , diante do retrovisor, aquele caminhão que passava lentamente:

_ bleca ...

Eu quase sem voz com o coração que batia a toda velocidade iriamos morrer em nanos segundos estavamos em quase alguns centimetros:

_ vamos bater...

E ele desesperado somente buzinava e ficava sem ação , em alguns segundos tudo ficava branco e eu já não me lembrava de mais nada.

_ cof... cof... cof... garoto... acorda... acorda... ele está ferido...

Ele pegava o celular de um de seus bolsos.

_ tem que funcionar... tem... que...

Seus olhos pareciam desesperados , ele encostava um de seus ouvidos sobre o meu peito :

_ o coração ainda bate está vivo... funciona celular velho!

Ele jogava o celular com tudo sobre o chão e achava o meu dentro de minha mochila.

_ sorte...

_ alô?

_ olá... dizia a pessoa que estava do outro lado...

_ o garoto sofreu um acidente , eu bati meu carro preciso que venham rápido o coração dele ainda bate...

_ aonde estão?

_ eu estou aqui perto da escola Limoeiro...

_ espere , já vamos já...

_ aguenta firme... ele dizia para mim , enquanto o sangue ainda estava fresco escorrendo pelo meu rosto.

_ a culpa é minha... droga...

Quando logo o corpo de bombeiros chegava.

_ aonde está o menino?

_ aqui ...

_ pegue logo ... rápido...

_ parece desmaiado...

_ entre ... dizia eles.

(...)

Mais rápido do que uma bala , chegava logo no hospital.

_ o que aconteceu? perguntava o doutor que logo aparecia.

_ o menino sofreu um acidente de carro...

_ levem ele logo para dentro , enterne...

(...)

Douglas logo , pegava seu celular novamente , e ligava para a sua esposa:

_ oi querido...

_ querida, não me espere hoje para almoçar...

_ por que?

_ eu bati o carro...

_ o que? mais como você está... eu vou ai já...

_ mais querida espere eu...

_ aonde você está? em que hospital...

_ no hospital do bairro do Limoeiro mais...

tu... tu... tu...

_ caiu?

(...)

Enquanto ele tentava ligar novamente para a sua esposa ele tentava entrar na sala sem que ninguém percebesse , depois de várias tentativas de pedir ao médico:

_ aonde está indo? perguntava a enfermeira.

_ a tomar água... disfarçava.

_ fica por ali... dizia ela antes de sair mais ainda assim ficava com a pulga atrás da orelha.

_ ufa...

Por fim ele conseguia entrar na sala, ele logo se aproximava , quando sua esposa e sua filha entravam com tudo na sala.

_ Douglas como você está?

_ pai...

_ calma , eu estou bem...dizia ele. mais meu ajudante não está nada bem...

_ querido ele estava com você?

_ estava...

_ nossa ele está sangrando... dizia a filha do detetive assustada.

_ eu tenho medo...desabafava o detetive.

_ mais como isso aconteceu , você quase me matou de susto eu e sua filha...

_ eu bati o carro...

_ meu deus que perigo... dizia a menina mais nova, enquanto se aproximava de mim.

_ ele é tão... bonito...

_ o que disse? perguntava o detetive olhando sério para a sua filha.

_ querido...

_ disse que ele é bonito... dizia a menina de cabelos longos.

_ bonito é, era só o que me faltava...

_ querido , não fale assim...

_ minha menininha...

_ sua menininha que tem 17 anos...

_ pai!

(...)

Eu ainda continuava imóvel e desmaiado.

_ cadê o médico? precisamos de um... dizia a garota.

_ vá chama-lo...dizia a mãe.

_ não , não senhora , vai ficar aqui...

_ por que pai?

_ porque... porque... porque não precisa , hora...

_ mas querido como assim não precisa?dizia a sua esposa olhando -o confusa.

_ vá chama-lo... dizia novamente sua esposa.

_ sim mãe...

(...)

Logo , logo chegava o medico e surpreso ele logo dizia:

_ por que é que tá tudo este monte de gente aqui?

_ como assim? perguntava a esposa.

Douglas escondia sua face.

_ como vocês entraram aqui? o médico ainda furioso.

_ vamos logo saia metade disto tudo ... fica apenas um...

Ele inspulsava o detetive e sua esposa do quarto ,e ficava apenas sua filha Cecilía.

_ ei... ei...

_ calma ai...

_ apenas um...dizia o medico antes de fechar a porta.

_ hm... ele ainda não acordou?

_ sim doutor...

_ ele precisa descansar ... talvez amanhã ele acorde melhor...

_ amanhã?

_ é tenha calma e paciência... dizia ele antes de sair.

_ está bem seu doutor...

Ela se sentava sobre o chão, e todos vararam a noite toda esperando que eu acordasse e ficasse bem .

Eram 12:00 da noite e eu despertava assustado:

_ Douglas?

A menina assustada despertava.

_ o que eu faço aqui? eu olhava para a minha volta ainda meio tonto.

_ calma... uma voz feminina me chamava a atenção.

_ Mônica?

_ não... Cecilia...

_ quem es tu? eu tentava me mover mais nada adiantava.

_ sou a filha do Douglas...

_ eu quero sair...

_ se acalme-se você ainda não está bem...

_ aonde está o senhor?

_ senhor?

_ Douglas... eu dizia ainda rouco.

_ eu vou chama-lo...

Apenas eu escutava seus passos apresados eu me levantava para ve-lo e tomar um ar.

_ eu pensei que havia voltado a ser orfão... não quero voltar a aquele lugar... cof... cof...

_ se acalme-se...

_ o que aconteceu? eu não estou lá...

_ nós sofremos um acidente garoto...

_ acidente? cof... cof... eu soluçava.

_ me desculpe... eu perdi o controle... dizia ele se sentindo culpado.

_ eu quero voltar...

_ mais você ainda está sem forças... dizia Cecilia enquanto pela primeira vez eu conseguia ve-la , e parava de falar por alguns instantes.

_ precisa ficar aqui e se recuperar... dizia ela me fitava com seus olhos tão azuis como um oceano.

Seus cabelos eram assim como os meus pretos como a escuridão , possuia uma franja lateral em sua testa, os cabelos semi enrolados apenas nas pontas e seus olhos se destacavam no meio de toda aquela maquiagem escura:

_ não tenha tanta presa aqui sera bem cuidado... dizia ela por fim.

_ boas noticias ... dizia o médico que aparecia na porta de surpresa.

_ ele já está bem... esta tontura passa logo...

_ então eu tenho alta? eu arregalava meus olhos feliz.

_ sim... dizia o médico antes de sair. pode irem...

(...)

_ consegue se levantar?

_ sim...

_ então vamos...

(...)

Eram quase a uma hora da manhã e a rua estava deserta , nós fomos para a casa dos detetives e todos dormiram por lá mesmo, descansamos , assim como todas as noites eu ainda comtemplava as estrelas:

_ por que olha tanto para o céu? perguntava ela.

Eu não respodia nada , enquanto ela me olhava.

_ por que ficou mudo?

Eu continuva a não responde-la, enquanto ela tentava me fazer perguntas por fim logo respondi:

_ não há nada mais bonito do que a noite fria...

_ você é tão bonito quanto ela...

Eu ficava mudo por alguns instantes enquanto Douglas escutava tudo fingindo em dormir.

_ você é tão ... diferente...

_ misterioso? eu ria pela a primeira vez.

_ é...

continua...